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sábado, 9 de julho de 2005

quinta-feira, 7 de julho de 2005

Ligne de Fuite de Philippe Genty


Centro Cultural de Belém
9, 10 e 11 de Julho de 2005

Qu’y a-t-il donc au bout de ces lignes de fuite ? Un point. Un point de fuite. Un point qui grandit à l’horizon. Un point qui s’interroge ? Un point qui pourrait être vous, moi... Vous à l’extrémité de cette ligne et moi à l’autre bout. C’est en tout cas ce que se dit ce personnage qui nous entraîne le long de ces abîmes au fond de nous-mêmes, à la recherche d’une victime, vous ou moi et d’un meurtrier, pourquoi pas vous ou peut-être moi.

Lui et cinq autres cosmonautes de l’intérieur voyagent d’une énigme à l’autre, à la recherche d’une réponse dans une course éternelle jalonnée de vertiges, de culs-de-sacs, de retours impossibles, d’un infiniment petit à un infiniment grand, de vos rêves à leurs cauchemars, passant d’un naufrage à une résurrection, traversant l’océan des souvenirs, croisant un maître-nageur à mi-temps et philosophe le reste du temps, un ogre qui s’auto-dévore, un chien humain à temps partiel et informaticien pendant les week-ends, une danseuse en perte de mémoire.
Des profondeurs de l’âme de la vôtre ou peut-être de la leur se fait jour une réponse à ces énigmes, bien sûr, là où nous l’attendions le moins...

Philippe Genty

Construtor de paisagens mentais, fantasmagorias surrealistas, Philippe Genty conjuga os seus bailarinos, actores e marionetistas num puzzle vertical povoado por animalejos imaginários. Um mergulhador de escafandro, dependurado, ondula por cima de mares inesperados e abismos sem fundo. Com um apetite e um humor devastadores, um ogre autodevora-se.
Os aventureiros de Linha de Fuga espalham-se no horizonte, repousam lá. Na sua odisseia cruzam-se com uma dançarina caprichosa, um mestre manipulador irrisório e patético, um cleptomaníaco controlador do tempo a meio-tempo, e outros exploradores de tamanho variável consoante o tempo e o ambiente.
Pierre Notte

Na nossa abordagem do teatro, a cena é um espaço que não se parece com nenhum outro. Não se trata do lugar da vida, mas doutro espaço. Um espaço que não se pode habitar tentando reproduzir a vida, tentando ser naturalista. Trata-se de um espaço entre parêntesis. Não se trata do espaço do sonho mas de um espaço que, tal qual como o sonho, é de uma outra natureza que não a realidade. A cena existe para nos fazer escorregar para os abismos.
Como nas nossas criações anteriores, utilizo por vezes a magia e a ilusão para fazer explodir o racional e fazer-nos resvalar para o universo do subconsciente, deixando o espectador prolongar as imagens que lhe são propostas, de forma a reenviá-lo aos seus próprios espelhos. A primeira imagem é essencial. Ao entrar na sala o espectador descobre um plano vertical. Linhas brancas sobre um fundo negro como um projecto de um arquitecto, reunindo-se num ponto, ao centro, formando um traçado em perspectiva. Ao longe, uma pequena cadeira dá a sensação de profundidade. A partir desse ponto concreto, no início do espectáculo, vai materializar-se a personagem central. De um plano em duas dimensões, entramos no tridimensional, convidando o espectador a deixar-se transportar para uma realidade de sonho.
Philippe Genty

Assistência de encenação Mary Underwood
Música René Aubry
Desenho de luzes Patrick Rioux
Figurinos Charline Bauce
Actores | manipuladores Dominique Cattani, Marjorie Currenti, Sónia Enquin, Meredith Kitchen, Scott Koehler e Lionel Ménard
Técnicos | manipuladores Didier Carlier, Franck Girodo, Pascal Laajili e Grâce Rondier
Desenho de luzes Martin Lecarme
Efeitos especiais Nick von der Borch
Concepção de objectos de cena Stéphane Puech

quarta-feira, 6 de julho de 2005

Compañía Nacional de Danza


Director Artístico:
Nacho Duato

Compañía Nacional de Danza

Centro Cultural Olga Cadaval
8 e 9 de Julho de 2005

Arcangelo
Coreografia Nacho Duato
Música Arcangelo Corelli, Alessandro Scarlatti

Por vos muero
Coreografia Nacho Duato
Música Antiga Espanhola dos séculos XV e XVI

Diecisiete
Coreografia Nacho Duato
Música Pedro Alcalde, Sérgio Caballero

A Compañía Nacional de Danza foi fundada em 1979 com o nome de Ballet Nacional de España Clásico, e teve Víctor Ullate como primeiro Director. Em Fevereiro de 1983 María de Ávila assumiu a Direcção dos Ballets Nacionales - Español y Clásico -, tendo encomendado coreografias a Ray Barra, bailarino e coreógrafo norte-americano residente em Espanha, oferecendo-lhe posteriormente o cargo de Director, função que desempenhou até Dezembro de 1990. Em Dezembro de 1987, Maya Plisetskaya foi nomeada Directora Artística da companhia de bailado.

O assumir de funções como Director Artístico da Compañía Nacional de Danza do prestigiado coreógrafo e bailarino Nacho Duato, em Junho de 1990, implicou uma mudança inovadora na história da companhia. Duato estava decidido a tornar o grupo numa companhia com identidade própria, em que, sem esquecer os preceitos clássicos, se traçasse um rumo para um estilo mais contemporâneo. Com este fim incluíram-se no repertório novas coreografias criadas especificamente para a companhia, assim como outras obras de qualidade reconhecida por numerosas companhias internacionais.

Nacho Duato também trouxe para a Compañía Nacional de Danza o seu trabalho como coreógrafo, elogiado e premiado pela crítica mundial da especialidade.


Arcangelo
Arcángelo es una reflexión sobre el paraíso y el infierno. Está basado en los maravillosos Concerti Grossi del italiano Arcangelo Corelli finalizando con una aria de la ópera de Scarlatti, Il primo Omicidio. Duato ha utilizado fundamentalmente los lentos y adagios en un orden distinto al original. El ballet nos relata la búsqueda de una liberación a través de la muerte, como vía de acceso a un paraíso que nos libere.

Por vos muero
Duato se ha inspirado en música española de los siglos de oro que junto con los bellísimos versos de Garcilaso de la Vega sirven al coreógrafo como hilo conductor entre la lógica contemporaneidad de la danza en Por Vos Muero y su referencia histórica.
En los siglos XV y XVI las danzas formaban parte de la expresión de pueblo, en todos sus estratos, lo cual redundaba en que supusieran realmente el reflejo de la cultura de su tiempo. Pos Vos Muero quiere ser un homenaje a ese papel fundamental que la danza ocupaba entonces en nuestra sociedad.

Diecisiete
Diecisiete, un ballet inspirado en el tradicional “haiku” japonés. El título de “Diecisiete” hace referencia al número de sílabas de los “haikus” japoneses, una estructura poética muy ligada a dos temas, la naturaleza y la muerte, sobre los que los orientales tienen una visión muy personal y que ahora Duato transmite a través de la danza. Aunar los sonidos de la naturaleza con la instrumentación musical ha sido trabajo de Pedro Alcalde y Sergi Caballero, al son de cuya música acompasan sus movimientos los bailarines.


Nacho Duato

Nasceu em Valência, Espanha. Começou a sua formação profissional na Rambert School de Londres, continuando-a na Mudra de Maurice Béjart em Bruxelas e completando os seus estudos no Alvin Ailey American Dance Centre em Nova Iorque.

Em 1980 Nacho Duato assinou o seu primeiro contrato profissional com o Cullberg Ballet (Estocolmo) e um ano mais tarde, pela mão de Jirí Kylián, ingressou no Nederlands Dans Theater, tendo sido nomeado Coreógrafo Residente em 1988, ao lado de Hans van Manen e Jirí Kylián. Pelos seus êxitos como bailarino recebeu em 1987 o VSCD Gouden Dansprijs (Medalha de Ouro em Dança). A sua primeira coreografia, Jardí Tancat (1983), com música de María del Mar Bonet, ganhou o primeiro prémio do Internationaler Choreographischer Wettbewerb (Concurso Coreográfico Internacional) de Colónia.

Os seus bailados fazem parte do repertório das mais prestigiadas companhias por todo o mundo, entre as quais o Cullberg Ballet, Nederlands Dans Theater, Les Grands Ballets Canadiens, Ballet da Ópera de Berlín, Australian Ballet, Stuttgart Ballet, Ballet Gulbenkian, Finnish Opera Ballet, San Francisco Ballet, Royal Ballet e American Ballet Theatre.

Em 1995 recebeu o Grau de Cavaleiro da Ordem das Artes e Letras, concedido pela Embaixada de França em Espanha.

Em 1998 o Conselho de Ministros condecorou-o com a Medalha de Ouro de Mérito em Belas Artes.

Em Abril de 2000 recebeu na Ópera de Stuttgart um dos mais conceituados prémios internacionais, o Benois Prix de la Danse, na sua 9º edição, concedido pela International Dance Association, por Multiplicidad. Formas de Silencio y Vacío (1999).

Foi Premio Nacional de Danza 2003 na modalidade de Creación.

Nacho Duato é Director Artístico da Compañía Nacional de Danza desde Junho de 1990, a convite do Instituto Nacional de las Artes Escénicas y de la Música do Ministério da Cultura de Espanha.

terça-feira, 5 de julho de 2005

Fundação Gulbenkian extingue Ballet


Dia (nacional) triste ...

A Fundação Calouste Gulbenkian anunciou hoje que vai extinguir a sua Companhia de Dança criada há 40 anos e adaptar a intervenção nesta área às novas realidades.

Público
TSF
TSF
DN
JN

quinta-feira, 9 de junho de 2005

LisboaPhoto 2005


2005.05.19 a 2005.09.18

Arquivo Fotográfico Municipal de Lisboa
Corpo diferenciado
Corpo diferenciado é uma exposição feita a partir do espólio fotográfico da Delegação de Lisboa do Instituto Nacional de Medicina Legal e que aborda a natureza e os valores lógicos que determinaram o uso da fotografia pelas instituições médicas e judiciárias em Portugal, durante as primeiras décadas do século XX, e, correlativamente, a assunção da imagem fotográfica como prova susceptível de produzir e reproduzir conhecimento, como também o entendimento científico (e ideológico) que as disciplinas médicas e judiciárias desenvolveram sobre as realidades do corpo.

Cordoaria Nacional
Joshua Benoliel
Joshua Benoliel é um dos pioneiros do fotojornalismo em Portugal e a sua obra constitui o mais importante e qualificado arquivo da sociedade portuguesa das primeiras décadas do século XX. Para a LisboaPhoto foi concebida a mais vasta e ambiciosa retrospectiva da obra de Joshua Benoliel realizada até hoje, e o comissariado esteve a cargo de Emília Tavares, investigadora na área da história da fotografia.

Cordoaria Nacional
Francisco Tropa
A Assembleia de Euclides é o título da instalação de Francisco Tropa: um dispositivo arquitectónico (um semi-cúbo) composto por lugares (a praia, a floresta), figuras (dois ciclistas) e objectos arquetípicos defronte de uma máquina fotográfica. Tropa delimita um espaço, um teatro de operações para a realização de um acontecimento simultaneamente fotográfico e performativo, e nas suas múltiplas leituras confronta o espectador com as qualidades mágicas da formação da imagem fotográfica.

Museu da Cidade
Hannah Starkey
Entre o registo documental e ficcional, é de destacar a participação de Hannah Starkey. Originária da Irlanda do Norte, Hannah Starkey constrói representações de momentos paradigmáticos do quotidiano, em especial do quotidiano feminino. Revelando um grande rigor técnico e composicional, as imagens de Starkey situam-se, situam-nos, num espaço ambíguo, entre a aparência de um testemunho e a artificialidade inerente ao seu jogo encenatório.

Centro Cultural de Belém
Estados da Imagem – instantes e intervalos
Tomando como ponto de partida o fotográfico e suas singularidades na representação do movimento e do tempo, a exposição colectiva Estados da Imagem – instantes e intervalos, conta com a participação de 12 artistas. Entre a imagem-suspensa e a imagem-movimento, esta exposição reúne um conjunto diverso de modelos de produção e exibição de imagens de natureza técnica, procurando sugerir sinais de convergência, de inovação e de retroacção, a partir dos graus de paragem e de concentração do e no movimento pela acção da fotografia, do cinema e do vídeo.

Culturgest
Helmar Lerski – Metamorfoses pela Luz
Helmar Lerski é um dos autores mais singulares das vanguardas artísticas da década de 30, em particular pela forma como constituiu uma das mais intensas e perturbantes representações do rosto humano. Na LisboaPhoto é apresentada a sua série mais emblemática, Metamorfoses pela Luz, produzida pelo Museu Folkwang de Essen na Alemanha. São cerca de 120 provas de época, que mostram um amplo estudo em torno de um mesmo rosto, representado em close-up e sujeito a variações minimalistas de luz e sombras.

Museu do Chiado
Erwin Wurm
Erwin Wurm é um artista austríaco cujo trabalho tem estado fundamentalmente preocupado com a expansão dos conceitos da escultura, desde o início da década de 80. Em séries como One Minute Sculpture ou Outdoor sculptures, é possível ver o artista ou outros 'performers' a simular acções/esculturas em espaços públicos e privados. O que fica são registos fotográficos que re-apresentam momentos singulares da curta duração dessas acções/esculturas. Nesta exposição, incluem-se trabalhos em fotografia, desenho, vídeo e escultura.

Museu Nacional de Arte Antiga
Aaron Siskind
Aaron Siskind é uma das figuras emblemáticas da fotografia modernista norte-americana. A partir da década de 40, e sob influência do movimento abstracto-expressionista na pintura, Siskind passou a desenvolver uma fotografia tendencialmente abstracta, assente num metódico e fortemente estruturado programa de enquadramento de detalhes da realidade física, aliando um grande rigor técnico a uma apurada expressão plástica. Nesta exposição, apresenta-se uma antologia da obra de Aaron Siskind, com maior destaque para as suas séries abstractas.

Museu Nacional de Arte Antiga
José Luís Neto
José luís Neto é um fotógrafo português que tem desenvolvido um percurso autoral extremamente singular. Nesta exposição, José Luís Neto apresenta um trabalho inédito: seleccionou uma série de imagens de uma colecção de fotografias sem autor identificado, realizadas entre 1898 e 1908; em seguida, refotografou um pequeno fragmento dessas imagens, que depois de ampliadas resultam em imagens que transfiguram por completo, muitas vezes até ao limiar da abstracção, a natureza icónica do que anteriormente eram figuras, vultos, detalhes.

Museu Nacional de Arte Antiga
Vítor Pomar
Vítor Pomar é um artista que utiliza múltiplas linguagens artísticas – desenho, pintura, escultura, fotografia e filme experimental. O seu trabalho surge como um processo de reunificação de experiências de dispersão do quotidiano, inscrevendo os seus registos fotográficos, segundo uma postura de espontaneidade e informalidade, como uma evidência diarística da relação do artista com as circunstâncias das coisas e dos lugares.
Na LisboaPhoto, Vítor Pomar apresenta, uma nova série, Micropráticas.

Palácio Nacional da Ajuda
Empirismos
Os paradoxos da representação documental são um dos primeiros motivos da colectiva Empirismos, produzida em parceria pela LisboaPhoto e pela PhotoEspaña, e que agrega trabalhos de vários tipos e suportes de imagens (em especial, do campo da fotografia e do vídeo) em que a reprodução, montagem e desconstrução de matérias e acontecimentos do mundo empírico se constituem como tópicos fundamentais nos imaginários de cada um dos artistas.

Sociedade Nacional de Belas Artes
Chen Chieh-Jen
Chen Chieh-Jen, artista de Taiwan, apresenta a instalação vídeo Lingchi, baseada numa fotografia de um homem torturado na China, em 1905. Chieh-Jen reconstitui os acontecimentos imediatamente anteriores à imagem realizada por um soldado francês, posteriormente celebrizada por Georges Bataille, colocando uma série de questões sobre a imagem e correlativos mecanismos de poder, entre os quais, corpo e violência, representação e etnocentrismo.

Aqueduto das Águas Livres e Terraço da Mãe d'Água
Diogo Saldanha / Tomás Maia
Diogo Saldanha realiza a instalação (·) lugar do duplo, que consiste numa intervenção no interior do Aqueduto das Águas Livres de Lisboa, adequando-o ao dispositivo da camera obscura. Num troço com aproximadamente 300 metros, Diogo Saldanha estrutura uma sequência de imagens projectadas, a partir da utilização de 40 óculos intervencionados.
Paralelamente, Tomás Maia apresenta assombra, a leitura de um ensaio cujo fio condutor é a reinterpretação da "Alegoria da Caverna" de Platão.

Cada d'Os Dias da Água
Albano Afonso
Albano Afonso é um artista brasileiro cujo trabalho tem privilegiado as potencialidades estéticas e ontológicas da luz. Nas suas fotografias, a luz é afirmada como o elemento pregnante, a matéria que modela a essência da imagem. Mais recentemente, Afonso começou a realizar instalações, feitas a partir do jogo ilusório proporcionado pelo uso de dispositivos de luz e espelho, que recriam obras emblemáticas da história de arte ocidental.

Palácio Galveias
Enrica Bernardelli
Enrica Bernardelli é uma artista brasileira cujo percurso artístico tem passado pela fotografia, como também pela escultura, desenho e filme experimental. Na LisboaPhoto 2005, irão ser apresentadas fotografias das séries Rodados e Fotos perfuradas: fotografias a preto e branco, de assuntos diversos mas sempre desfocados, nas quais a artista corta um círculo no papel fotográfico e roda-o ou pura e simplesmente retira-o, criando uma falta, uma perturbação, no carácter 'orgânico' da imagem.

LisboaPhoto 2005

sexta-feira, 13 de maio de 2005

Noite dos Museus



Dia Internacional dos Museus
18 de Maio de 2005

Noite dos Museus
14 de Maio de 2005
Instituto Português de Museus

Museu Nacional de Arte Antiga:
concerto, performance, moda, filmes, visitas guiadas, instalação.


Déborah no seu Esplendor.


Déborah e a sua Assistente Hermínia.

Museu Nacional do Azulejo:
oficina de iniciação à cerâmica Raku, visitas guiadas, jantar, concertos.

Museu Nacional dos Coches:
dança/teatro/música.

Museu Nacional de Etnologia:
música e dança, visitas guiadas, filmes, baile, ceia.

Museu Nacional do Traje e da Moda:
recriação 1900.

quarta-feira, 4 de maio de 2005

Körper de Sasha Waltz

Körper, Sasha Waltz & Guests.

20 e 21 de Maio de 2005
CCB
"... a imagem de uma parede em cena sobre a qual se agitam, mantidos na vertical, os corpos desnudados dos bailarinos ..."




Sasha Waltz, Schaubuehne
"... Starting out from the personal life stories of the dancers and actors, this piece is a critical examination of social and individual values, lifestyles and status symbols. What do we need to develop our identities? What significance do origins, family and history still have today? The complexity of the individual personalities involved leads to a kaleidoscope with many facets. In her first musical work for the stage, the composer Rebecca Saunders combines individual solos, duets and trios for ten musicians distributed around the room, along with mechanical sources of music, in order to create a complex overall composition. The production is characterised by living sculptures, animated objects, an intimate proximity between audience and performers, and the constant overlapping of simultaneous actions, images and sounds.
Sasha Waltz uses her thirteen dancers to visualise the skin and inside of the human body; its beauty and ugliness, its mortality and the dream of perfection. What is the body, and how is it composed? The human organism is reproduced both as an entirety and chopped into its fragments. The anatomy investigated is transposed into the geometry of the stage space. ..."

Wild, Wild Waltz, NewYorkMetro
"... A 39-year-old choreographer who has been co-director of the Schaubühne since 1999, Waltz is reclaiming an art form that suffers from a dearth of dance and lousy theater. She does admit to studying briefly with a pupil of Mary Wigman, the founder of German expressionist dance theater, of which Bausch is the avatar. More significant, however, was a mid-eighties stay at the New School for New Dance Development in Amsterdam, where she was seduced by American postmodernist dance. She then decided to pursue her dance education in New York for a year. She cites as influences the work of Merce Cunningham, the Judson Church movement, and Trisha Brown, whom she calls "one of my heroes very early on. ..."

Sasha Waltz, Körper, pièce pour 14 danseurs, Théâtre National Bretagne
"... Figure emblématique de la « post-danse-théâtre » allemande, Sasha Waltz ne craint pas de creuser dans les fissures de la société pour en excaver les schèmes inavoués et les désirs enfouis, avec cette façon bien à elle de distordre les rituels du quotidien et d’exalter l’énergie émotionnelle des danseurs. Car son rapport au monde s’exprime à travers le corps. Un corps qui palpite, qui frappe, qui s’étire et se déchire, qui dit la brutalité du réel et les élans contradictoires de la chair. ..."

Körper-Schau-Bühne, Tanznetz.

Sasha Waltz, Georg-Friedrich Kühn.

sexta-feira, 29 de abril de 2005

Carmina Burana de Carl Orff


Teatro Nacional de São Carlos
4, 6 e 8 de Maio de 2005

o soprano francês
Magali Léger,
o contratenor croata
Max Emanuel Cencic,
o barítono húngaro
Viktor Massányi,
os Pequenos Cantores da Academia de Amadores de Música,
o Coro do Teatro São Carlos
e a Orquestra Sinfónica Portuguesa,
todos sob a direcção
de Zoltán Peskó


Carmina Burana, Wikipedia.
"... The lyrics of the poems cover a wide range of secular topics, as familiar in the 13th century as they are today: the fickleness of fortune, the ephemeral nature of life, the joy of the return of spring, and the pleasures of drinking, gluttony, gambling and lust. ..."

Tudo sobre Carmina Burana de Carl Orff.
"... Orff's principal aim evident in CB has been a 'total theatre' where music, words and movement work together in producing an overwhelming effect. He sought models of such a work in two cultural traditions: classical Greek tragedy and Italian Baroque musical theatre. Orff had previously written works based on Sophocles and Aeschylus, as well as arranging some works of Monteverdi. Carl Orff considered that opera after Gluck had lost the plot and wanted to continue on in this tradition. ..."


Fortuna Imperatrix Mundi (Fortune, Empress of the World)

O Fortuna (Chorus) O Fortune

O Fortune,
like the moon
you are changeable,
ever waxing
and waning;
hateful life
first oppresses
and then soothes
as fancy takes it;
poverty
and power
it melts them like ice.

Fate - monstrous
and empty,
you whirling wheel,
you are malevolent,
well-being is vain
and always fades to nothing,
shadowed
and veiled
you plague me too;
now through the game
I bring my bare back
to your villainy.

Fate is against me
in health
and virtue,
driven on
and weighted down,
always enslaved.
So at this hour
without delay
pluck the vibrating strings;
since Fate
strikes down the string man,
everyone weep with me!

_______
Comentários:
De Anónimo a 5 de Maio de 2005 às 15:18
Recomenda-se.

Parabéns à soprano Magali Léger, gostei da postura descontraída. O contratenor mais valia ter ficado em casa...zp

segunda-feira, 4 de abril de 2005

Nicola Conte

Aula Magna
9 de Abril de 2005

Nicola Conte, maestro do acid jazz e da nova bossa.
O concerto deverá ser sustentado nos temas do novo disco, "Other Directions".

O italiano Nicola Conte regressa ao nosso país para um concerto onde apresentará os temas do trabalho "Other Directions". Trata-se de um disco que, como alguém tão bem definiu, sintetiza três géneros concordantes: «jazz dos anos 50; bossa dos anos 60; bandas-sonoras italianas dos anos 70».

Este álbum, editado sob a alçada da consagrada Blue Note, revela uma vez mais a faceta de Nicola Conte como verdadeiro maestro de emoções perdidas algures nos clássicos dos anos 50. Em "Other Directions", Nicola assume as rédeas de todo o álbum, da composição à autoria das letras, e volta a ocupar um lugar muito próprio na música.

Entrevista.

sexta-feira, 11 de março de 2005

Ballet Gulbenkian - 3º programa

Paulo Ribeiro (direcção artística)

Fundação Gulbenkian
16 a 19 de Março de 2005
Sensualidade e Fisicalidade
       
Le Sacre du Printemps
Coreografia e Desenho de luzes: Marie Chouinard
Música: Robert Racine e Igor Stravinsky
Figurinos: Liz Vandal
Adereços: Zaven Paré
Maquilhagem: Jacques-Lee Pelletier




Organic Spirit Organic Beat Organic Cage*
Coreografia: Paulo Ribeiro
Desenho de luzes: Nuno Meira
Música: John Cage
Figurinos: João Branco e Luis Sanches
Vídeo: Paulo Américo
O Mundo no Chão da Sala


(*) Estreia absoluta

segunda-feira, 7 de março de 2005

Zéthoven



Orquestra da Escola Profissional de Artes da Beira Interior
A banda do Zéthoven

Ateneu Artístico Vilafranquense
Vila Franca de Xira
18 de Março de 2005, 15h30

RTP1
Páscoa
repetição: Sexta-feira, 2005.04.22

Um programa musical dedicado aos mais novos, no Ateneu Artístico Vilafranquense em Vila Franca de Xira que pretende fazer mergulhar as crianças no mundo da música clássica.
Perante uma plateia de 500 crianças, uma orquestra sinfónica com 41 elementos, dirigida pelo Maestro Luís Cipriano vai provar que a música clássica pode ser muito divertida.
Este espectáculo pretende desmontar a complexidade da música clássica e das orquestras, mostrando aos mais novos com exemplos práticos e surpreendentes que a música clássica é um mundo que vale a pena descobrir.
A orquestra vai interpretar o primeiro andamento da Quinta Sinfonia de Beethoven, o que acontecerá apenas no fecho do programa.
Programa onde tudo pode acontecer, até o próprio compositor estará presente na pele de um actor convidado.

Gravado para a RTP com transmissão no fim-de-semana da Páscoa.

Dave Douglas & Nomad


Centro Cultural de Belém
12 de Março de 2005

Dave Douglas
trumpet

Marcus Rojas
tuba

Myron Walden
clarinets and alto saxophone

Rubin Kodheli
cello

Tyshawn Sorey
percussion

Nomad de Dave Douglas foi formado para interpretar música inspirada nos mitos e no espírito da cultura rural de montanha. As suas primeiras apresentações tiveram lugar no topo das Dolomitas italianas (Alpes), no âmbito do Festival I Suoni delle Dolomitti.

Nomad, parcialmente inspirado na paixão de Dave Douglas pela música folk, é também marcado pelo espírito do jazz que está presente em toda a sua música. O próximo álbum de Dave Douglas & Nomad, Mountain Passages, é uma mistura profunda e humorística que alterna entre a solenidade da contemplação solitária e a devassidão embriagada da celebração eufórica.

O conjunto de trompete, clarinete, violoncelo, tuba e percussão é concebido como uma imaginária banda itinerante e todos os espectáculos em locais especiais são bem vindos.
Este projecto é dedicado à memória do pai de Dave, Damon Grenleaf Douglas (1933-2003), que era um obsessivo montanhista e cartógrafo, bem como um entusiasta músico amador.

sexta-feira, 4 de março de 2005

Cirque Invisible


Centro Cultural de Belém
8 a 12 de Março de 2005

A filha de Charlot, Victoria Chaplin, idealizou e encena este espectáculo de circo com o seu marido, o actor francês Jean-Baptiste Thierrée. São também eles que vestem a pele das personagens principais: uma mulher-pássaro e um palhaço. Até 12 de Março no Centro Cultural de Belém, em Lisboa.
Este circo é "invisível" porque recorre à imaginação, além do poder visual. O público é transportado para o fantástico mundo dos sonhos, altura em que o palco é invadido por dez artistas que continuam os momentos de magia.

É difícil definir um espectáculo como este, idealizado e encenado por Victoria Chaplin (filha de Charlot) e Jean Baptiste Thierrée!

Na realidade, duas horas são pouco para o sentimento de magia que nos invade... não a magia no sentido hábil e teatral, mas aquela magia que pertence ao puro e ingénuo imaginário infantil de todos nós.

Dois personagens: ele, o palhaço ilusionista (ex-comediante de Peter Brook e de Federico Fellini); ela, a mulher pássaro. Juntos, apresentam-nos uma linguagem única e ao mesmo tempo universal, que explora o poder visual e a nossa imaginação. Dois artistas e um Palco!

Mas, depois da racionalidade adormecer e entrarmos no mundo de sonhos que é o Circo Invisível, ficamos perante dez artistas e um Palco, onde a verdade da realidade desaparece e renasce o INVISÍVEL sonho mágico!


Né en 1937, Jean-Baptiste Thierrée, après des débuts dans l'imprimerie, entre comme souffleur au Théâtre de la Porte Saint-Martin et fait quelques figurations au cinéma.

Ses rencontres avec Jean-Marie Serreau puis Roger Planchon le mènent vers une carrière d'acteur au théâtre où il interprète les rôles de jeune premier et, au cinéma, dans Muriel d'Alain Resnais. En 1965, il fonde une compagnie de théâtre avec laquelle il crée notamment Le Revizor de Gogol, Midi moins cinq de Jacques Sternberg, Le Chevalier au pilon flamboyant de Beaumont et Fletcher au Théâtre du Grand-Guignol.

Puis survient Mai-1968 et son désir de cirque naît à la fois de son engagement politique et de sa rencontre avec Alexis Gruss senior puis Félix Guattari. Il fonde enfin son propre cirque dans les années 1970 (grâce à l'aide de Michel Rocard, alors à la tête du PSU), sous l'intitulé du Cirque Baptiste qui deviendra un peu plus tard le Cirque Imaginaire. À cette époque, il rencontre Victoria Chaplin qui deviendra sa femme et l'accompagnera dans toutes ses aventures.

Jean Vilar leur propose de planter leur chapiteau au Festival d'Avignon, place Champfleury, où le Cirque Imaginaire deviendra le Cirque Bonjour. Le succès est foudroyant et l'engouement de la presse et du public immédiat. Pourtant, Jean-Baptiste Thierrée, soucieux de préserver sa démarche artistique, refuse de transformer sa compagnie en entreprise commerciale et entreprend de nombreuses démarches pour se faire reconnaître par les pouvoirs publics comme cirque de service public.

Ses tentatives nombreuses seront sans lendemain et les portes du ministère de la Culture resteront fermées.

En 1974, il décide de saborder le Cirque Bonjour.

Il noue des contacts avec l'étranger et c'est sous le nom du Cirque Invisible que Jean-Baptiste Thierrée et Victoria Chaplin sillonnent, depuis 1980, toutes les plus grandes capitales européennes et internationales où ils acquièrent une grande notoriété. Au cours de cette "Année du cirque", ils ont effectué une grande tournée à Hambourg, Salzbourg, Stockholm, Helsinki et HongKong.

La fin de saison les trouvera en Norvège, à Lisbonne et à Berlin. Toutes les grandes capitales du monde. Sauf Paris.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2005

The Royal Concertgebouw Orchestra


Koninklijk Concertgebouworkest
Mariss Jansons (RCO, maestro)

Gustav Mahler
Sinfonia Nº 6, em Lá menor, Trágica

Fundação Calouste Gulbenkian

Tragicamente Mahler
A Orquestra do Concertgebouw revela a faceta trágica da música de Mahler.


Coliseu dos Recreios
9 de Fevereiro de 2005


"Verdadeiramente maravilhosa, plena de frescura e de juventude". Era assim que Richard Strauss falava do colectivo holandês em 1897. Passado mais de um século, a Orquestra do Royal Concertgebouw não só continua a receber elogios rasgados como está no pódio das melhores do mundo.

Fundado em 1888, o prestigiado agrupamento sinfónico de Amesterdão já efectuou mais de mil gravações. É especialmente reconhecido pela excelência na interpretação do repertório romântico tardio. É justamente daí que vem o programa que traz a Lisboa, preenchido pela Sinfonia Nº6 de Mahler.

O concerto - dirigido pelo maestro titular Mariss Jansons - é um dos maiores momentos do Ciclo Grandes Orquestras Mundiais da Fundação Gulbenkian.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2005

(Modern) Dance

What is modern dance? by Deborah Nash

What is Modern Dance? by Scarlet Lynne King

Modern Dance from 1920 till today by Center for Choreography, University of Houston

Joyce's discussions about dance

Ballet? by LoveToKnow 1911 Online Encyclopedia

Online Resources by Society of Dance History Scholars

quinta-feira, 13 de janeiro de 2005

Ballet

WHAT IS BALLET?

Some Basic Facts:
  • The word ballet is derived from the Italian word ballare meaning "to dance."
  • Music, dance and mime combine in ballet to tell a story.

  • In ballet, each step and movement is planned in advance. This is called choreography.

  • Ballet developed its vocabulary in France, and many of the original French names for steps and jumps are still used around the world. That way, dancers from different countries can understand each other.

  • Performing ballet is very hard work and requires hours of practice. Most ballet dancers begin training at an early age. Just as in athletics, dancers must take very good care of their bodies.

  • Women must work even harder than men because they have to learn to learn a very special technique called "pointe." Pointe dancers wear special shoes which allow them to dance on the very tips of their toes.


  • Dance in ballet is based on the five classic positions of the feet and must be performed by dancers trained in classic technique. All ballet movements begin and end with one of the five positions. They were created in the 18th century to provide balance and to make the feet and hands look graceful. The five positions are based on the foundation which underlies ballet dance - the turn out. The turn out is the ability of the dancer to rotate the legs outward much further than is normal or natural in everyday life. "Turn out" must come from the hip if injury is to be avoided.

    HISTORY

    1. Court and Classical Ballet

    Ballet began as entertainment for the royal families of Europe more than 400 years ago. It has a long and rich history growing out of noble and courtly manners and behavior. Ladies and gentlemen of the court were the performers. The first "ballet" was presented at the court of Catherine De Medici in 1581. Soon these "ballets" bcame so popular in France and Italy that, if you were a member of the nobility, you had to have dance training. By the time of France's Louis XIV, there were hundreds of dance teachers in Paris alone. The king, an accomplished dancer himself, decided to put ballet in the hands of the professionals. He created a school - the Academie Royale de la Danse. Classical ballet style has developed gradually since then. In the 19th century "romantic" ballet became popular. Dancers in floating white dresses performed folktales and fairy tales such as LA SYLPHIDE and GISELLE.

    The ballet company of Russia was important in the 19th century, too. At that time it was the Imperial Ballet (of the Emperor) and huge productions could be presented, with the most beautiful costumes and sets and magical stage effects. The choreographer Marius Petipa designed many of these deluxe productions, and the great composer Tchaikovsky created musical compositions for ballets that would provide an evening of drama, music, and dance.

    Early the twentieth century, many Russian artists left their country for political reasons. Some of them formed the Ballets Russes (or Ballet Russe--it just means “Russian Ballet”) which brought old and new works to life all around the world. Great choreographers such as the Russian Fokine (1880-1942) and the dancer Vaslov Nijinsky and his sister Nijinska arranged dances for the Ballets Russes.

    For a time, ballet companies toured everywhere in America and when they came to the smaller cities it was an important event. During the time of Anna Pavlova (1881-1931), ballet became "the thing" for people to see and talk about. Gradually it became too expensive for companies to tour and ballet became more of a big-city entertainment. But there were many schools around the country teaching ballet and dance, with children learning the positions and dreaming of going to New York or to Europe to dance in a great company.

    Neo-classical ballet and Modern ballet are two twentieth-century styles which developed from Classical ballet, which is what we call the traditional European dance style as it was in France and Russia around the year 1900.

    2. Neo-Classical Ballet

    Neo-classical means “new classical” and this ballet is a style of dance developed by choreographer George Balanchine. When he was only ten years old he began learning ballet at the Kirov Ballet School in St. Petersburg, Russia. In 1924, when he was 20, he left Russia and soon joined the Ballets Russes, touring in Europe and America. He had many opportunities to try out new dance ideas. In 1933, with the help of an American named Lincoln Kirstein, Balanchine came to New York to start a new ballet school which would have a new, American style. It took them a long time, almost 15 years, before they had developed dancers and a style that were important enough to become the New York City Ballet. Balanchine died in 1983, having made over 400 dances, many of which are still treasured by the dancers who learned them and the audiences who have seen them.

    From his classical training, Balanchine kept the line, the elegance, the precision and the presence, but he made everything go faster. Instead of thinking ANow he is going to leap@ or counting how many times the ballerina twirls, you kept watching all the dancers and just trying to see everything they did. Without any loss of elegance or precision Balanchine increased the speed at which steps were danced, shortened the time between step sequences, and choreographed preparation for the next sequence as part of the end of the sequence being danced.

    In choreography too, Balachine chose carefully. He did not completely eliminate storytelling. Instead, he reduced the plot and character to a minimum and drew on his audiences' cultural knowledge through use of gestures, costumes and properties to convey his story. Nor did he eliminate mime, just the steps and postures which were stereotypical and humiliating, while retaining both classical and folk steps and poses which reflect humanity generously.

    While Balanchine was eliminating those aspects of classical ballet which did not fit his vision he was exploring the movement of other dance styles - Neo-romantic ballet from Russia, modern dance from Middle Europe, folk and Western dance from the United States, the visual forms of modern art; cubism, surrealism, suprematism, and the new harmonies and rhythms created by Stravinsky.

    3. Modern Ballet and Modern Dance

    Modern ballet is a much more inclusive style of dance than is Neo-classical. It also comes from the early part of the 20th century, but it is not the creation of one great choreographer. Instead, it comes from the many choreographers and dancers who were taught in many combinations of ballet and other dance styles. Some dancers had political or spiritual ideas about dancing, others had ideas about storytelling, or trying to go back to prehistoric uses of dance to express a religious or cultural truth. Some choreographers use popular music or world music or really strange music, and sometimes there is no music at all. So the range of style and movement is much greater and also the range of feelings that the dances arouse.

    A modern ballet choreographer can call on the whole range of dance styles and can incorporate jazz, the various styles of Modern expression from Isadora Duncan to Twyla Tharpe, European, African, South American and Pacific Island ethnic forms, as well as the several versions of romantic and classical ballet styles. Not only can Modern ballet choreographers select from a variety of styles of dance, they can also collaborate with artists in other fields to create new works. Composers, visual artists, choreographers and dancers can work together to produce a grander work because of the synthesis of the art forms. For example, TROY GAMES combined the dancers of the London Contemporary Dance Theatre, South American Indian music and instruments, and choreography taken from styles of dance as divergent as chorus line dancing; African rhythms and classical ballet.


    Ballet is once again enjoying a period of great popularity. Ballet is an art form that must be seen to be enjoyed. With television and video technology, everyone can now see ballet. In the past 30 years, the great America male dancer Edward Villella and the two great Russian male dancers Rudolph Nureyev and Mikhal Baryshnikov did much to change the American perception of ballet and to influence the "acceptance" of ballet among men. Many professional male sports figures now receive regular ballet training to enhance their sports performance.

    segunda-feira, 10 de janeiro de 2005

    Orquestra Filarmónica da Radio-France


    Myung Whun Chung (maestro)

    Orquestra Filarmónica da Radio-France

    Gustav Mahler
    Sinfonia Nº 5, em Dó sustenido menor

    Fundação Calouste Gulbenkian
    18 de Janeiro de 2005

    Orchestre Philharmonique de Radio France



    Orchestre Philharmonique de Radio France

    instrumentistes:
    premiers violons, 23
    seconds violons, 18
    altos, 15
    violoncelles, 14
    contrebasses, 11
    flûtes, 6
    hautbois, 5
    clarinettes, 6
    bassons, 5
    cors, 7
    trompettes, 6
    trombones, 5
    tubas, 1
    timbales, 1
    percussions, 4
    harpes, 1
    claviers, 1

    L'originalité de cet orchestre de 138 musiciens ? Sa très grande flexibilité et la variété de son répertoire. L'Orchestre philharmonique de Radio France peut en effet être divisé en deux, voire trois formations, ces ensembles pouvant s'adapter à des répertoires très différents : c'est ce qu'on appelle familièrement la "géométrie variable". Les concerts de symphonies classiques ou d'oeuvres pour orchestre de chambre présentés par l'orchestre sont la preuve de cette faculté d'adaptation, ainsi que les concerts de musique contemporaine qui font appel à des combinaisons instrumentales spécifiques. Ce qui n'empêche pas l'Orchestre d'interpréter régulièrement le grand répertoire des XIXe et XXe siècles.

    terça-feira, 4 de janeiro de 2005

    Orquestra ou Orquestra Sinfónica

    Orchestra

    A group of musicians who perform on a variety of instruments. Within Western art, the term is most commonly applied to the symphony orchestra. The modern symphony orchestra instrumentation includes:

    Strings
    18- 1st Violins
    14 - 2nd Violins
    12 - Violas
    12 - Cellos
    8 - Double Basses

    Woodwinds
    4 - Flutes
    3 - Oboes
    1 - English Horn
    3 - Clarinets
    1 - Bass Clarinet
    3 - Bassoons
    1 - Contrabassoon

    Brass
    5 - French Horns
    4 - Trumpets
    3 - Trombones
    1 - Tuba

    Percussion
    2 - Timpani
    3 - Untuned Percussion (Bass Drum, Crash Cymbals, Gong, Snare Drum, Suspended Cymbal, Tam-tam, Tenor Drum, Tom-Toms)
    1 - Tuned Percussion (Antique Cymbals, Bell Lyre, Celeste, Chimes, Crotales, Glockenspiel, Marimba, Orchestra Bells, Steel Drums, Timpani, Vibraphone, Xylophone)
    2 - Harps

    segunda-feira, 3 de janeiro de 2005

    What is the difference between a "Symphony Orchestra" and a "Philharmonic Orchestra"?

    Answer: not much! Many orchestras have different names (mostly to make themselves look different from other orchestras!) but most of them have the same instruments.

    A Really Young Person's Guide to the Orchestra by Justin Locke

    Orchestra by groovemusic

    quarta-feira, 1 de dezembro de 2004

    Barbara Bonney e Angelika Kirchschlager


    Barbara Bonney e Angelika Kirchschlager


    Malcolm Martineau

    Gulbenkian
    8 de Dezembro de 2004

    BARBARA BONNEY (soprano)
    ANGELIKA KIRCHSCHLAGER (meio-soprano)
    MALCOLM MARTINEAU (piano)

    Felix Mendelssohn-Bartholdy
    Seis Duetos, op.63

    Robert Schumann
    Três Duetos op.74

    Camille Saint-Saëns
    Ici, les tendres oiseaux

    Ernest Chausson
    La nuit, op.11 nº 1

    Jules Massenet
    Oh! Ne finis jamais

    Gabriel Fauré
    Puisqu’ici-bas toute âme, op.10 nº 1
    Pleurs d’or, op.72
    Tarentelle, op.10 nº 2

    Gioacchino Rossini
    Voga, o Tonio
    Gia, la notte s’avvincina
    Mira, la blanca luna

    Anton Dvorák
    Duetos Morávios, op.32

    Excertos.


    Quando duas excepcionais cantoras se juntam em palco, o resultado só pode ser um: duetos de grande qualidade interpretativa. É o que se espera do concerto que vai reunir em Lisboa a soprano norte-americana Barbara Bonney e a meio-soprano austríaca Angelika Kirchschlager. Outro motivo para não deixar de ir à Gulbenkian esta semana é a estreia em Portugal do Psappha Ensemble.

    Este agrupamento de Manchester, que se apresenta nos dias 6 e 7 de Dezembro, tem-se afirmado no Reino Unido como líder na difusão da nova música e do teatro musical. Os programas que traz a Lisboa são marcados por múltiplas estreias, nacionais e absolutas (incluem, por exemplo, uma peça do compositor português Tomás Henriques encomendada pela fundação).

    Quanto às solistas, que actuam dia 8 na companhia do brilhante pianista Malcolm Martineau, vêm recriar uma colaboração já registada numa excelente colectânea de canções de Félix e Fanny Mendelssohn, Schumann e Dvorák, que tem sido um sucesso de vendas.

    Barbara Bonney é um das mais versáteis cantoras da sua geração, adaptando-se - e brilhando - tanto na canção, como na ópera e recital (é também uma boa violoncelista). Versatilidade é também uma qualidade de Angelika Kirchschlager, que se afirmou como uma das mais distintas vozes da década de 90, especialmente no repertório do Lied.

    segunda-feira, 15 de novembro de 2004

    Les Ballets Trockadero de Monte Carlo


    Les Ballets Trockadero de Monte Carlo

    Centro Cultural de Belém
    De 23 a 28 de Novembro de 2004


    A curiosa companhia de dança norte-americana, exclusivamente masculina, volta a Portugal para recriar em tom de paródia o ballet clássico. Conhecido familiarmente por "Les Trocks" o grupo traz na bagagem um novo programa.

    No espectáculo não faltam os tutus, os collants e as sapatilhas de pontas, mas em tamanho grande. Estes homens transformados em robustas bailarinas apresentam em Lisboa as coreografias "Les Sylphides", "Cafe of Experience", "Ecole de Ballet" e um "pas de deux" ou "pas de trois" que anunciarão todas as noites. Já no Porto e na Figueira, além da surpresa que anunciam em cada espectáculo, dançam "O Lago dos Cisnes", "Pas de Quatre" e "Paquita".

    sexta-feira, 2 de julho de 2004

    Lhasa de Sela


    Fórum Lisboa
    7 de Julho de 2004

    Lhasa de Sela, "a voz nómada", autora dos excelentes "La Llorona" e "Living Road" apresenta o seu mais recente espectáculo. 

    biografia (inglês)

    sexta-feira, 11 de junho de 2004

    Nederlands Dans Theater II

    Nederlands Dans Theater II

    Programa
    Centro Cultural Olga Cadaval
    19 de Junho 2004

    Sintra Festival, Portugal NDT II
    27'52'' - Jiří Kylián
    Dream Play - Johan Inger
    Shutters Shut - Lightfoot León
    Subject to change - Lightfoot León

    Público.



    Review: Nederlands Dans Theater II
    by Janet Anderson

    Anyone who saw Nederlands Dans Theater II at Annenberg last weekend is probably still reeling from the impact of that much talent slamming into the audience. Czech Jiri Kylián transformed the already well-established Nederlands Dans Theater into a three-pronged ballistic dance missile back in 1975. We saw NDT II, the young troupe, aged 17 to 22; some of them will go into NDT I, the main company -- and later, around age 40, a few may segue gracefully into NDT III. All are considered artistic equals; none could be any better than these fantastic kids.

    Maestro Kylián's Indigo Rose introduced us to the dancers moving in a series of vignettes set to music that ranged from Johann Sebastian Bach to good ole country western. Nine dancers prowled, flirted and engaged in mock battles combining weird moves seamlessly. A triangle composed of thin, bright lines shared the stage, looking like laser sculpture, but when white cloth shimmered over it and created a prop, it was clear the illusion was very real indeed. Overhead a strip of video showed close-ups of the dancers mugging, laughing and posing. It was a complex and beguiling introduction to the troupe.

    Englishman Paul Lightfoot's Sad Case heated things up with the appearance of five dancers wearing white outfits smeared with brown streaks, with faces and visible body parts painted white. There was nothing muddy or sad about the dancing. The dancers shivered, talked and shrugged as they whipped around to fast-paced Latin music. Artfully arranged spotlights seemed to light up in response to wolf whistles. It was wonderfully sappy and never less than terrific to watch.

    Israeli choreographer Ohad Naharin's Minus 16 caused something close to dance bedlam. It began modestly enough during intermission with one dancer in a black suit and hat shuffling in front of the stage curtain, which eventually opened to show 11 other dancers, identically dressed (Orthodox Jews? Lounge lizards?) moseying around doing the same low-key boogie. Then, wham, a blasting techno rendition of Hava Nagila burst out and near-demonic folk dance erupted. We met the dancers in solos performed to their own voiceovers. Then they surged out into the auditorium, dragging hapless audience members onstage for a dance party. No one wanted to let these dancers stop. The famous Philadelphia walking ovation with the audience clapping as it disappears didn't happen. Note to Rummy: There are weapons of mass destruction in The Hague!

    segunda-feira, 24 de maio de 2004

    Orquestra de Filadélfia - Arnold Schönberg


    Arnold Schönberg
    site
    biografia

    »Verklärte Nacht« Sextett für 2 Violinen, 2 Violen und 2 Violoncelli op. 4
    [String sextet "Transfigured night"]

    Arnold Schönberg: Verklärte Nacht op. 4 (1899)
    Introduction

    Orquestra de Filadélfia


    Orquestra de Filadélfia
    Site oficial
    História

    Coliseu dos Recreios
    27 de Maio de 2004

    Christoph Eschenbach
    maestro
    Mensagem
    Biografia

    Programa
    Arnold Schönberg
    Verklärte Nacht

    Gustav Mahler
    Sinfonia Nº 1, em Ré Maior



    Artigo Expresso para utilizadores registados, 2004.05.22. Excerto:
    Não são muitas as orquestras que se podem orgulhar de terem estado nas mãos de personalidades como Leopold Stokowski, Eugene Ormandy, Riccardo Muti e Wolfgang Sawallisch. Mas a Orquestra de Filadélfia, do alto dos seus 104 anos de existência, pode. Liderada, desde Setembro de 2003, por Christoph Eschenbach (que acumula o cargo de maestro titular da Orquestra de Paris e da Sinfónica da NDR de Hamburgo), chega a realizar mais de 300 concertos por ano.