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terça-feira, 8 de março de 2011
A cacatua verde de Arthur Schnitzler, teatro da Cornucópia no D. Maria II
Noir Désir : Le temps des cerises
"Le temps des cerises", Bertrand Cantat e o grupo Noir Désir em 2008 "ressuscitaram para o rock, ao gosto de novas gerações".
Canção da Comuna de Paris de 1871 e da geração de Luis Miguel Cintra, no final da peça "A cacatua verde" de Arthur Schnitzler em cena no teatro D. Maria II em Lisboa.
domingo, 14 de novembro de 2010
Cornucópia: Fim de Citação
um prólogo, um "lever de rideau", uma advertência
de Luis Miguel Cintra a partir de Beckett, Genet, Garcia Lorca, Calderón, Kleist, Luiza Neto Jorge, Schnitzler, Shakespeare, Tchekov, Pirandello, Heiner Müller e Louis Jouvet.
Encenação: Luis Miguel Cintra
Cenário e Figurinos: Cristina Reis
Desenho de luz: Daniel Worm d'Assumpção
Interpretação: Dinis Gomes, Luis Lima Barreto, Luis Miguel Cintra e Sofia Marques
domingo, 31 de janeiro de 2010
A Cidade, Cornucópia

Tradução Maria de Fátima Sousa e Silva, Custódio Magueijo (Nuvens)
Adaptação e colagem de textos Luis Miguel Cintra
Encenação Luis Miguel Cintra
Cenário e Figurinos Cristina Reis
Desenho de luz Daniel Worm d’Assumpção
Música Eurico Carrapatoso
Direcção musical João Paulo Santos
Acompanhamento vocal Luís Madureira
Interpretação Bruno Nogueira, Carolina Villaverde Rosado, Dinarte Branco, Dinis Gomes, Duarte Guimarães, Gonçalo Waddington, José Manuel Mendes, Luísa Cruz, Luís Lima Barreto, Luis Miguel Cintra, Márcia Breia, Maria Rueff, Marina Albuquerque, Nuno Lopes, Ricardo Aibéo, Rita Durão, Rita Loureiro, Sofia Marques, Teresa Madruga
Músicos Miguel Silva trompete; Bruno Sousa clarinete; Pedro Florindo ou Pedro Sampaio tuba; Marco Fernandes ou José Carlos Almeida percussão(caixa, bombo e pratos)
Co-Produção SLTM ~ Teatro da Cornucópia
Teatro São Luiz, 14 de Janeiro a 14 de Fevereiro de 2010
"Diz-se que foi na Grécia Antiga que nasceu a Civilização Ocidental e que foi em Atenas, vários séculos antes de Cristo, que nasceu a Democracia. Nas comédias de Aristófanes, por sinal um conservador, no violento e insurrecto humor com que nelas retrata a vida daquela cidade ‘perfeita’, nestes textos escritos há 2.500 anos, fomos encontrar o material para a composição do guião deste espectáculo. É com as confusões e as dificuldades da vida numa sociedade que se quer democrática, a corrupção da sua política, o seu desejo de paz, as suas saudades do campo, a maneira como convive com os seus ‘poetas’, as peripécias sexuais e conjugais que se geram na coexistência do público e do privado, em suma, com a vida da polis, e através das mais que inevitáveis semelhanças com os contratempos dos nossos dias, que este espectáculo quer brincar. Uma grotesca metáfora de todas as Cidades, construída por um grande grupo de actores no palco do São Luiz, teatro da cidade de Lisboa."
Luis Miguel Cintra
Interessante e bem feito.
domingo, 11 de outubro de 2009
Ifigénia na Táurida, Goethe
quinta-feira, 11 de junho de 2009
Rita Durão - Menina Else
Tradução José Maria Vieira Mendes;
Adaptação e Encenação Christine Laurent
Assistente de encenação Manuel Romano
Cenário e figurinos Cristina Reis
Assistentes para o cenário e figurinos Linda Gomes Teixeira e Luís Miguel Santos
Desenho de luz José Álvaro Correia
Director técnico Jorge Esteves
Construção e montagem de cenário João Paulo Araújo e Abel Fernando
Montagem de luz Rui Seabra
Operação de luz e som Rui Seabra
Costureira e Conservação do Guarda-roupa Maria do Sameiro Vilela
Contra-regra Manuel Romano
Cartaz Cristina Reis
Secretária da Companhia Amália Barriga
Interpretação Rita Durão
Música
Tzigane Tango in Mi Buenos Aires Querido por Daniel Barenboim
Waldszenen, op. 82, 1. Schumann por Maria João Pires
domingo, 12 de abril de 2009
A Tempestade, William Shakespeare
sábado, 6 de dezembro de 2008
Os Gigantes da Montanha, Pirandello na Cornucópia
sábado, 10 de maio de 2008
Friedrich Schiller pela Cornucópia
DON CARLOS, Infante de Espanhade Friedrich Schiller
Recriação poética de Frederico Lourenço
Encenação Luis Miguel Cintra
Cenário e figurinos Cristina Reis
Desenho de luz Daniel Worm D’Assumpção

Distribuição
Duarte Guimarães, José Manuel Mendes, Luís Lucas, Luís Lima Barreto, Luis Miguel Cintra, Márcia Breia, Nuno Casanovas, Nuno Lopes, Rita Durão, Rita Loureiro, Sofia Marques e Vítor de Andrade.
A entrar na última semana.
Teatro do Bairro Alto, 10 de Abril a 18 de Maio de 200
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Depois da sua “recriação poética” do Filoctetes de Sófocles, Frederico Lourenço volta a trabalhar para a Cornucópia com um projecto de sua própria iniciativa: a sua versão do Don Carlos, um dos grandes textos do Teatro Romântico Alemão, mais conhecido pela ópera de Verdi que o utilizou como libreto. É um drama histórico exemplar que recria o reinado de Filipe II de Espanha como sociedade despótica e repressora dos valores da liberdade política e individual. O rei casa com Isabel de Valois, amada do jovem príncipe Don Carlos, herdeiro do trono. O amor do príncipe com aquela que se tornou sua madrasta torna-se impossível. Don Carlos e o seu amigo Rodrigo, marquês de Posa, querem impedir a repressão violenta da revolta na Flandres. São perseguidos como rebeldes pela Inquisição, presente em cena na figura todo poderosa do Grande Inquisidor. Rodrigo sacrifica-se por Don Carlos. O Rei vive dolorosamente a contradição entre os valores de Estado e a sua natureza humana. Pressentem-se no texto, datado de 1787, os valores da Revolução Francesa: "liberdade, igualdade, fraternidade". A “recriação poética” de Frederico Lourenço condensa nas dimensões de um intenso espectáculo de câmara a peça monumental de Schiller, quase irrepresentável na íntegra.Cornucópia
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Texto de Luis Miguel Cintra