Páginas

Mostrar mensagens com a etiqueta cinema. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta cinema. Mostrar todas as mensagens

domingo, 28 de junho de 2020

em Casa : grande cinema europeu


Ettore Scola, 1982

Jean-Louis Barrault, Marcello Mastroianni, Hanna Schygulla, Michel Piccoli, Harvey Keitel, Jean-Louis Trintignant, Jean-Claude Brialy, Daniel Gélin, Andréa Ferréol, Michel Vitold, Pierre Malet, Laura Betti.

sábado, 21 de março de 2020

em casa : Cinema

Medeia Filmes
3 filmes por semana: terça-feira, quinta-feira e sábado
a partir das 12h até à hora de colocação do filme seguinte
1ª semana com Wim Wenders
2ª semana com cinema sul-coreano
     Hong Sangsoo, Lee Chang-Dong e Im Kwon-taek
3ª semana com Krzysztof Kieslowski
     Três cores: azul, branco, vermelho
filmes em exibição
Lisboa

em casa : Cinema

Terratreme Filmes - A Fábrica de Nada
realização de Pedro Pinho, 2017
muitos prémios e nomeações nacionais e internacionais
inspirado nos tempos de crise
(código promocional: free)

quarta-feira, 16 de abril de 2014

SALVO - Fabio Grassadonia, Antonio Piazza



Anunciado como o novo cinema italiano.
Bom filme com bons ambientes de interpretação e um argumento interessante.
Na festa do cinema italiano, Cinema São Jorge.


domingo, 30 de março de 2014

Charles Chaplin - Modern Times (1936)



Termina hoje, o ciclo com música de orquestra ao vivo, com este filme no Teatro São Carlos com a sinfónica portuguesa.

A música de Modern Times é talvez a mais elaborada da autoria de Charles Chaplin nos seus filmes.

Timothy Brock: direcção musical e restauro de partituras.

terça-feira, 25 de março de 2014

Shadows: John Cassavetes



Cinemateca, hoje

Shadows
de John Cassavetes
com Hugh Hurd, Lelia Goldoni, Ben Carruthers
Estados Unidos, 1960 - 81 min

"SHADOWS foi a primeira longa-metragem de John Cassavetes, e para muitos o começo da obra do cineasta confunde-se com o nascimento do “novo” cinema independente americano. SHADOWS seria, assim, o seu manifesto. Nesta sua estreia, Cassavetes utilizou técnicas do “cinema direto” e inaugurou um modo de trabalhar com os atores (onde a improvisação é um dado importante) que se tornou porventura na sua mais legítima marca distintiva."

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Espaço Nimas convida Filipe Melo

A preparar uma mega party do Pato Profissional - exposição de originais da BD e memorabilia dos filmes, exibição de "I´ll see you in my dreams", "Mundo Catita", etc. + copos e rissóis à borla + música com Bruno Santos + André Carvalho + Tempus string 4tet + Manuel João Vieira, conversa com os grandes Fernando Ribeiro (Moonspell) e Paula Diogo De Carvalho sobre os filmes + Sorteio de coisas insólitas dos filmes. Entrada a 3 euros. Tudo a 22 Agosto, Segunda, às 21.00, no cinema NIMAS, em Lisboa. Se algum dia vos quis a todos num sítio, é aqui - são todos muito bem vindos! FM

domingo, 29 de maio de 2011

tanzt, tanzt sonst sind wir verloren







"dancem, dancem, senão estamos perdidos"
emocionante... obrigatório... filme excelente de Wim Wenders que captura muita da beleza e da utopia em Pina Bausch e seus bailarinos... vislumbre da linguagem e da ontologia de Pina, nunca explicada... 3D com uma aplicação extraordinária... em exibição.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

LES HOMMES DEBOUT de Jérémy Gravayat. IndieLisboa.



França, doc., 2010, 75'

« Traverser les ruines de l’usine, se souvenir des gestes répétés. Entendre les voix des ouvriers rassemblés dans la cour et le silence des machines arrêtées. Parcourir la ville dans la boue des chantiers, partir à la recherche d’un travail. Frapper la pierre et la brique, regarder les choses lentement s’effondrer. Repérer les lieux, s’y introduire, changer les serrures et raccorder l’électricité. Se rassembler dans la nuit, allumer un feu, construire de nouveaux abris. Raconter toujours la même histoire : celle qui fait tenir les hommes debout. »
Histoires fragmentaires, réelles ou imaginées, de trois personnages ayant vécu et travaillé dans un ancien quartier populaire et industriel de Lyon. 



e também

THE ANARCHIST BANKER de Jan Peter Hammer

Alemanha, fic., 2010, 29'


9 SEGUNDA-FEIRA, 21H30, TEATRO DO BAIRRO
11 QUARTA-FEIRA, 19H00, TEATRO DO BAIRRO

quarta-feira, 4 de maio de 2011

VIAGEM A PORTUGAL de Sérgio Tréfaut. IndieLisboa.


Portugal, fic., 2011, 74’
8 DOMINGO, 21H45, CINEMA SÃO JORGE 1
11 QUARTA-FEIRA, 21H30, CINEMA SÃO JORGE 3

Uma médica ucraniana chega ao aeroporto de Faro como turista. De todos os passageiros do avião, é a única detida e interrogada pela polícia de imigração. “Em Portugal as instâncias de poder (governamentais, judiciais, policiais) têm pânico de ser expostas. Apesar de possuírem poucos recursos, gerem cuidadosamente a sua imagem. Aquilo que mais temem ver revelado não são os seus abusos de poder, mas a sua (muitas vezes) grave incompetência. Este é o fio que sustenta esta VIAGEM A PORTUGAL, ficção livremente adaptada de uma história real. No país dos brandos costumes, a violência é perpetuada através do triunfo da ignorância e graças ao poder do silêncio. De forma sistemática e com as melhores intenções.” (Sérgio Tréfaut)

ROBINSON IN RUINS de Patrick Keiller. IndieLisboa.


Reino Unido, doc., 2010, 101’
8 DOMINGO, 14H30, CULTURGEST PEQUENO AUDITÓRIO
15 DOMINGO, 19H15, CULTURGEST PEQUENO AUDITÓRIO

Um estudioso enigmático embarca numa viagem pelo Sul de Inglaterra, percorrendo paisagens urbanas e pitorescas. Convencido de que é capaz  de comunicar com uma rede de inteligência não-humana, questiona-se sobre a sobrevivência da vida no planeta. Nas suas visitas a lugares de interesse histórico e científico, medita sobre o nascimento do capitalismo e sobre os movimentos de resistência. ROBINSON IN RUINS combina imagens estáticas, de uma beleza cativante, com a narração erudita, habitual nos filmes de Patrick Keiller, da actriz Vanessa Redgrave. A arte, a filosofia, a economia e o desenvolvimento sustentável são alguns dos temas do solilóquio, dados com um certo optimismo em relação ao futuro. Tal como Robinson, que funciona como alter-ego do realizador desde London e Robinson in Space, Keiller tem sido um axioma do cinema britânico desde os anos 80, especialmente nas vertentes avant-garde e documental, mas permaneceu sempre praticamente invisível. Se há uma coisa que podemos dizer a respeito dos seus filmes, é que existem no espaço, de acordo com uma herança ideológica que o define como recipiente vazio dentro do qual se desenrolam as peripécias históricas da humanidade.