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sábado, 21 de março de 2020
sexta-feira, 8 de julho de 2011
Purga de Sofi Oksanen, Teatro Aberto
Depois do sucesso de O Senhor Puntila e o Seu Criado Matti, de Bertolt Brecht, João Lourenço encena Purga, de Sofi Oksanen. Esta peça é a primeira e até agora única, da autora finlandesa, tendo estreado em 2007 no Teatro Nacional de Helsínquia. Da peça resultou o terceiro romance da autora, Purga (2008), que depressa a consagrou como uma das grandes escritoras da actualidade. O espectáculo marca o regresso ao palco do Teatro Aberto da actriz Irene Cruz, num dos papéis mais desafiantes e estimulantes da sua carreira.
JOÃO LOURENÇO
CENÁRIO
ANTÓNIO CASIMIRO
JOÃO LOURENÇO
FIGURINOS
LÍDIA LEMOS
COREOGRAFIA
CLÁUDIA NÓVOA
SUPERVISÃO AUDIOVISUAL
NUNO NEVES
LUZ
MELIM TEIXEIRA
BANDA SONORA
JOÃO LOURENÇO
COM
ALBERTO QUARESMA | ANA GUIOMAR | CARLOS MALVAREZ | HUGO BETTENCOURT | IRENE CRUZ | PATRÍCIA ANDRÉ | RUI NETO
Sinopse
Estónia, 1992, pouco depois de o país se ter libertado do domínio soviético e reconquistado a sua independência. Aliide, uma mulher de idade, que vive sozinha no campo, acolhe Zara, uma jovem fugitiva, vítima de uma rede de prostituição. Neste encontro, revela-se a história dramática de uma família, mas também a história de um grande amor, vivida num tempo de opressão e medo.
Construída como uma narrativa a várias vozes, que mistura passado e presente, Purga impressiona pelas histórias emocionantes que conta e pela vontade indomável de viver das suas personagens.
Até 31 de Julho e volta em Setembro.
Sobre a autora
Sofi Oksanen
Purga, a sua primeira e até agora única peça, estreou em 2007 no Teatro Nacional de Helsínquia. Construída como uma narrativa polifónica, associando, numa viagem pela memória, situações ocorridas na Estónia nos anos 40/50 e 90, apresenta, numa densa história familiar, amor, desejo e perda, até onde pode ir a luta pela sobrevivência em tempos passados e recentes.
Da peça resultou o seu terceiro romance, Purga (2008), que depressa a consagrou como uma das grandes escritoras da actualidade. Distinguido com prestigiados prémios nacionais (Finlândia e Runeberg) e internacionais (Conselho Nórdico para a Literatura, Femina, Fnac e União Europeia) e traduzido para várias línguas, Purga vai ser adaptado ao cinema e apresentado como ópera em 2012.
sábado, 2 de janeiro de 2010
Hannah e Martin, kate Fodor

Versão
João Lourenço | Vera San Payo de Lemos
Dramaturgia
Vera San Payo de Lemos
Encenação e Realização Vídeo
João Lourenço
Cenário
António Casimiro | João Lourenço
Figurinos
Maria Gonzaga
Supervisão Audiovisual
Aurélio Vasques
Luz
Melim Teixeira
Interpretação
Ana Padrão | Cátia Ribeiro | Cristovão Campos | Diogo Mesquita | Francisco Pestana | Irene Cruz | João Ricardo | João Silvestre | Luís Alberto | Maria Ana Bernauer | Rui Mendes
João Lourenço | Vera San Payo de Lemos
Dramaturgia
Vera San Payo de Lemos
Encenação e Realização Vídeo
João Lourenço
Cenário
António Casimiro | João Lourenço
Figurinos
Maria Gonzaga
Supervisão Audiovisual
Aurélio Vasques
Luz
Melim Teixeira
Interpretação
Ana Padrão | Cátia Ribeiro | Cristovão Campos | Diogo Mesquita | Francisco Pestana | Irene Cruz | João Ricardo | João Silvestre | Luís Alberto | Maria Ana Bernauer | Rui Mendes
Teatro Aberto, 19 de Dezembro de 2009 a 28 de Fevereiro de 2010
Bom tema e bom texto.
Boas interpretações com uma encenação cinematográfica interessante.
Falta uma volta, para se distanciar completamente do relato de acontecimentos meramente ligados por expressão breve de opiniões.
A ver.
sábado, 3 de janeiro de 2009
Imaculados no Teatro Aberto

Autor: Dea Loher
Versão: João Lourenço, Vera San Payo de Lemos
Dramaturgia: Vera San Payo de Lemos
Música: Rui Rebelo
Organização sonora de cena / E Todos: João Paulo Santos
Cenário: António Casimiro, João Lourenço
Figurinos: Maria Gonzaga
Luz: João Lourenço, Melim Teixeira
Vídeo: João Lourenço, Luís Lucas, Nuno Rocha, Tiago Santos
Encenação: João Lourenço
Interpretação: Amílcar Azenha; Ana Brandão; Ana Nave; Ana Rita Trindade; Carlos Pisco; Carmen Santos; Cátia Ribeiro; Francisco Pestana; Inês Rosado; Irene Cruz; Luís Barros; Pedro Ramos; Quimbé; Rini Luyks.
Teatro Aberto, 12 de Novembro a 11 de Janeiro
Boa peça. Mas uma a interpreter o nosso mundo. Texto razoável. Essencialmente boas interpretações.
quarta-feira, 23 de abril de 2008
Rock 'n' Roll, de Tom Stoppard
Versão: João Lourenço, Vera San Payo de LemosDramaturgia: Vera San Payo de Lemos
Cenário: João Lourenço; Henrique Cayatte
Figurinos: Maria Gonzaga
Luz: João Lourenço, Melim Teixeira
Encenação: João Lourenço
Interpretação: Afonso Pimentel; André Patrício; Beatriz Batarda; Carlos Gomes, Francisco Pestana, Jorge Gonçalves; Kjersti Kaasa; Márcia Leal; Paulo Oom; Paulo Pires; Rui Mendes; Sara Cipriano; Sílvia Rizzo
Sinopse: Em Rock 'n' Roll, peça estreada em Junho de 2006 no Royal Court Theatre em Londres, os anos de 1968 a 1990, do movimento estudantil à queda do Muro de Berlim, são apresentados de uma dupla perspectiva: a partir de Praga, onde uma banda de rock 'n' roll se torna um símbolo de resistência ao regime socialista, e a partir de Cambridge, onde o amor e a morte marcam a vida de três gerações da família de um filósofo marxista.

(De 27 de Março)
até 1 de Junho de 2008
Boas interpretações, quase todos bem. Beatriz Batarda excelente. Rui Mendes sempre bom. Paulo Pires muito rígido.
Boas encenação e cenografia.
Texto bom, sobrevivendo aos clichés.
Boa banda sonora.
Vá, a incluir nos espectáculos da temporada.
sexta-feira, 4 de janeiro de 2008
O Bosque, David Mamet
(The Woods)Encenação:
João Lopes
Interpretação:
Ricardo Trêpa,
Sofia Aparício
Tradução:
Berta Neves
Cenógrafo:
João Mendes Ribeiro
Luz:
João Lourenço, Melim Teixeira
Teatro Aberto, (de 21 de Dezembro de 2007)
até 10 de Fevereiro de 2008
Sinopse: Ruth e Nick estão numa cabana, junto a um lago. O lugar tem qualquer coisa de paraíso perdido, longe da cidade, do seu bulício e também das suas hipocrisias. Parece ser o espaço ideal para o par reencontrar o seu equilíbrio, porventura para consolidar o seu futuro.
Mas porque é que Nick se fecha nas suas memórias delirantes sobre o pai e o seu amigo que via marcianos? E Ruth, quando evoca as histórias mágicas da sua avó, será que ainda acredita em alguma forma de redenção?
Em poucas horas, do cair da noite até à manhã seguinte, Ruth e Nick vão protagonizar um combate de emoções em que tudo parece estar em causa, desde o simples objectivo daquele encontro até à possibilidade do seu amor. Será que algum deles vai ganhar? Ou será que se trata de compreender que nenhum deles pode vencer?
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Boa peça e boa interpretação.
Melhor Sofia, mas com exageros de expressão (culpa do encenador?).
Ricardo menos consistente.
quinta-feira, 27 de dezembro de 2007
Sweeney Todd
O Terrível Barbeiro de Fleet StreetTeatro Aberto, a terminar dia 30 de Dezembro de 2007
Autor: Stephen Sondheim
Versão Portuguesa: João Lourenço, Vera San Payo de Lemos, José Fanha
Dramaturgia: Vera San Payo de Lemos
Cenário: Jochen Finke
Figurinos: Renée Hendrix
Coreografia: Carlos Prado
Luz: João Lourenço, Melim Teixeira
Encenação: João Lourenço
Direcção Musical e Regência - João Paulo Santos
Interpretação: Mário Redondo, Ana Ester, Carlos Guilherme, José Corvelo, Marco Alves dos Santos, Sílvia Filipe, Carla Simões, Tiago Sepúlveda, Henrique Feist
10 Músicos
16 Coralistas
12 Actores / Bailarinos
Não se trata de uma reposição da co-produção apresentada no Teatro Nacional de D. Maria II, em 1997, mas sim de uma nova encenação e de uma nova montagem com novo cenário e com novo elenco onde estão apenas dois dos solistas que integraram a versão de 1997.
Sinopse: Depois de anos passados nas galés devido a uma condenação injusta, Sweeney Todd regressa a Londres para procurar a mulher e a filha e se vingar daqueles que lhe destruíram a vida. A sua vingança manifesta-se em múltiplos crimes que o tornam conhecido como "o terrível barbeiro de Fleet Street".
Sweeney Todd é um thriller musical cheio de acção e emoção, com uma partitura inspirada e momentos de comédia, tensão dramática e crítica social que lhe conferem as características espectaculares do teatro total.
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Agradável e uma noite bem disposta e bem passada.
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