Música, dança, teatro, cinema, literatura, exposições, conversas, etc.
Páginas
Mostrar mensagens com a etiqueta jornais. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta jornais. Mostrar todas as mensagens
quarta-feira, 20 de julho de 2011
terça-feira, 30 de novembro de 2010
domingo, 13 de julho de 2008
Lisbon Comes Alive

After decades in the Continent’s shadows, Western Europe’s newest cultural capital is ready for the spotlight.
New York Times
domingo, 23 de dezembro de 2007
CAM da Gulbenkian
O Centro de Arte Moderna vai crescer e ter metro à porta
O CAM tal como o conhecemos dará lugar a um centro maior e "mais ágil". A Gulbenkian tem novos terrenos e vai lançar já em 2008 o concurso de arquitectura
A Fundação Calouste Gulbenkian vai fazer obras de fundo e ampliar o seu Centro de Arte Moderna (CAM), visando mostrar em permanência a sua colecção de arte moderna e contemporânea e ter, ao mesmo tempo, um programa rotativo de grandes exposições temporárias.
Não há data marcada para o início das obras, mas a Gulbenkian quer estar preparada para que estas possam arrancar a qualquer momento a partir do lançamento de um concurso internacional de arquitectura - por convite - que a administração garante já para o primeiro semestre de 2008.
Os pormenores da obra surgirão, naturalmente, apenas com a escolha de um projecto, mas pretende-se que a actual entrada do centro, na Rua Doutor Nicolau Bettencourt seja abandonada, abrindo-se novos acessos nas traseiras edifício, cegas, apesar de orientadas para o coração do parque e, depois deste, para a Rua Marquês Sá da Bandeira, zona onde a fundação quer os novos acessos e para onde o Metropolitano de Lisboa tem prevista uma nova estação - São Sebastião II, que permite a transferência entre a Linha Azul (Baixa/Chiado-Pontinha) e a Linha Vermelha (Alameda-Oriente), ligando dois grandes pólos de atracção da cidade - a zona histórica da Baixa e do Chiado e a "cidade nova" da Expo.
A compra da última parcela do Parque de Santa Gertrudes que não estava na posse da Gulbenkian e que possibilitará a transformação do CAM foi concluída há dois anos, em Outubro de 2005, e já a pensar na requalificação do CAM. Contudo, a condessa de Vilalva, que vive na casa conhecida como "O Palacinho", contígua ao CAM, tem direitos de usufruto vitalício sobre esses terrenos. A Gulbenkian iniciará as obras apenas na cessação destes.
Com a aquisição, para além do que eram os sete hectares dos seus jardins, a Gulbenkian ganhou uma área de cerca de um hectare (8560 metros quadrados), que contorna a Casa de Vilalva e que, para além de se prolongar para trás do actual edifício do CAM, até à Rua Marquês Sá da Bandeira, se estende também para o lado, até à Rua Marquês da Fronteira, onde está a grande porta acastelada que foi em tempos a entrada principal do parque (e da Feira Popular de Lisboa) e que no século XIX serviu de entrada ao Zardim Zoológico de Palhavã.
Dos terrenos adquiridos exclui-se a casa de Vilalva e uma tira de jardim à volta desta, uma ilha pertencente à Fundação Eugénio de Almeida, fundada em Évora em 1963 por Vasco de Almeida, conde de Vilalva, entretanto falecido.
Abrir e agilizar
Teresa Gouveia, administradora da fundação, diz que "não se trata de anular o edifício já existente para substituí-lo por outro", nem sequer de "duplicar o CAM", actualmente com uma área expositiva de 3400 metros quadrados. Trata-se apenas, diz a administradora, de "reorganizar o centro, tornando-o, por um lado, mais apto a manter a colecção permanente com mais possibilidade de respiração, e, por outro, a organizar, ao lado dela, mostras temporárias".
Teresa Gouveia aponta como motivação para as intervenções aquelas que sempre foram tidas como as maiores limitações arquitectónicas do edifício inaugurado a 20 de Julho de 1983: "A natureza aberta e comunicante dos espaços interiores, pouco flexíveis, pouco práticas e limitativas a um tipo de programação que se quer aberta e flexível."
Este é um aspecto. Por outro lado, diz ainda a administradora, com o tipo de intervenção prevista, o público deverá ganhar "uma percepção mais integrante de todos os espaços da fundação, levando a que esta seja entendida como um conjunto [arquitectónico] uno e com um corpo de actividades articuladas".
Com a aquisição dos novos terrenos reconstitui-se também o conjunto original do Parque de Santa Gertrudes. "Retoma-se o todo original, que é totalmente devolvido ao público e à cidade", diz Teresa Gouveia.
O que não deverá acontecer é um regresso à lógica CAM/Acarte, segundo a qual entre 1984 e 2002 coexistiram num mesmo edifício exposições e outros tipos de manifestações de arte contemporânea, nomeadamente propostas de dança, área em que a Gulbenkian teve em tempos um papel fundamental (o Acarte foi criado por Maria Madalena de Azeredo Perdigão, ficando dele apenas um prémio para artes performativas com o nome da sua fundadora e dos mais prestigiados do país).
Ainda segundo Teresa Gouveia, o CAM deverá manter o seu pequeno auditório, mas não para espectáculos, antes para "um programa complementar de actividades com reflexo na colecção", como seminários, cursos, filmes e, porventura, performances. Sempre "actividades ligadas ao que é a área de intervenção principal do centro": as exposições.
Segundo Teresa Gouveia, a colecção de arte moderna e contemporânea do CAM, a única do país que cobre o século XX português de forma relativamente completa e sistemática, tem vindo a ser actualizada e continuará a sê-lo. Conta hoje com cerca de 8 mil obras e "é uma responsabilidade continuada que não parou no ano 2000".
Segundo Teresa Gouveia, a colecção de arte do CAM tem vindo a ser actualizada e continuará a sê-lo.
Público
_______
Após o encerramento do centro de exposições do CCB, voltaremos a ter um local para "grandes exposições temporárias" em Lisboa?
Seria bom...
O CAM tal como o conhecemos dará lugar a um centro maior e "mais ágil". A Gulbenkian tem novos terrenos e vai lançar já em 2008 o concurso de arquitectura
A Fundação Calouste Gulbenkian vai fazer obras de fundo e ampliar o seu Centro de Arte Moderna (CAM), visando mostrar em permanência a sua colecção de arte moderna e contemporânea e ter, ao mesmo tempo, um programa rotativo de grandes exposições temporárias.
Não há data marcada para o início das obras, mas a Gulbenkian quer estar preparada para que estas possam arrancar a qualquer momento a partir do lançamento de um concurso internacional de arquitectura - por convite - que a administração garante já para o primeiro semestre de 2008.
Os pormenores da obra surgirão, naturalmente, apenas com a escolha de um projecto, mas pretende-se que a actual entrada do centro, na Rua Doutor Nicolau Bettencourt seja abandonada, abrindo-se novos acessos nas traseiras edifício, cegas, apesar de orientadas para o coração do parque e, depois deste, para a Rua Marquês Sá da Bandeira, zona onde a fundação quer os novos acessos e para onde o Metropolitano de Lisboa tem prevista uma nova estação - São Sebastião II, que permite a transferência entre a Linha Azul (Baixa/Chiado-Pontinha) e a Linha Vermelha (Alameda-Oriente), ligando dois grandes pólos de atracção da cidade - a zona histórica da Baixa e do Chiado e a "cidade nova" da Expo.
A compra da última parcela do Parque de Santa Gertrudes que não estava na posse da Gulbenkian e que possibilitará a transformação do CAM foi concluída há dois anos, em Outubro de 2005, e já a pensar na requalificação do CAM. Contudo, a condessa de Vilalva, que vive na casa conhecida como "O Palacinho", contígua ao CAM, tem direitos de usufruto vitalício sobre esses terrenos. A Gulbenkian iniciará as obras apenas na cessação destes.
Com a aquisição, para além do que eram os sete hectares dos seus jardins, a Gulbenkian ganhou uma área de cerca de um hectare (8560 metros quadrados), que contorna a Casa de Vilalva e que, para além de se prolongar para trás do actual edifício do CAM, até à Rua Marquês Sá da Bandeira, se estende também para o lado, até à Rua Marquês da Fronteira, onde está a grande porta acastelada que foi em tempos a entrada principal do parque (e da Feira Popular de Lisboa) e que no século XIX serviu de entrada ao Zardim Zoológico de Palhavã.
Dos terrenos adquiridos exclui-se a casa de Vilalva e uma tira de jardim à volta desta, uma ilha pertencente à Fundação Eugénio de Almeida, fundada em Évora em 1963 por Vasco de Almeida, conde de Vilalva, entretanto falecido.
Abrir e agilizar
Teresa Gouveia, administradora da fundação, diz que "não se trata de anular o edifício já existente para substituí-lo por outro", nem sequer de "duplicar o CAM", actualmente com uma área expositiva de 3400 metros quadrados. Trata-se apenas, diz a administradora, de "reorganizar o centro, tornando-o, por um lado, mais apto a manter a colecção permanente com mais possibilidade de respiração, e, por outro, a organizar, ao lado dela, mostras temporárias".
Teresa Gouveia aponta como motivação para as intervenções aquelas que sempre foram tidas como as maiores limitações arquitectónicas do edifício inaugurado a 20 de Julho de 1983: "A natureza aberta e comunicante dos espaços interiores, pouco flexíveis, pouco práticas e limitativas a um tipo de programação que se quer aberta e flexível."
Este é um aspecto. Por outro lado, diz ainda a administradora, com o tipo de intervenção prevista, o público deverá ganhar "uma percepção mais integrante de todos os espaços da fundação, levando a que esta seja entendida como um conjunto [arquitectónico] uno e com um corpo de actividades articuladas".
Com a aquisição dos novos terrenos reconstitui-se também o conjunto original do Parque de Santa Gertrudes. "Retoma-se o todo original, que é totalmente devolvido ao público e à cidade", diz Teresa Gouveia.
O que não deverá acontecer é um regresso à lógica CAM/Acarte, segundo a qual entre 1984 e 2002 coexistiram num mesmo edifício exposições e outros tipos de manifestações de arte contemporânea, nomeadamente propostas de dança, área em que a Gulbenkian teve em tempos um papel fundamental (o Acarte foi criado por Maria Madalena de Azeredo Perdigão, ficando dele apenas um prémio para artes performativas com o nome da sua fundadora e dos mais prestigiados do país).
Ainda segundo Teresa Gouveia, o CAM deverá manter o seu pequeno auditório, mas não para espectáculos, antes para "um programa complementar de actividades com reflexo na colecção", como seminários, cursos, filmes e, porventura, performances. Sempre "actividades ligadas ao que é a área de intervenção principal do centro": as exposições.
Segundo Teresa Gouveia, a colecção de arte moderna e contemporânea do CAM, a única do país que cobre o século XX português de forma relativamente completa e sistemática, tem vindo a ser actualizada e continuará a sê-lo. Conta hoje com cerca de 8 mil obras e "é uma responsabilidade continuada que não parou no ano 2000".
Segundo Teresa Gouveia, a colecção de arte do CAM tem vindo a ser actualizada e continuará a sê-lo.
Público
_______
Após o encerramento do centro de exposições do CCB, voltaremos a ter um local para "grandes exposições temporárias" em Lisboa?
Seria bom...
Subscrever:
Mensagens (Atom)

