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sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Fat Freddy's Drop

Bom início de Setembro...

Grande concerto com todos os fãs e coliseu quase cheio. Grupo surpreendido com adesão e entusiasmo do público. Sem percussão e muita electrónica. Um brinde de sampling de instrumentos e voz no final, após repetição de "wandering eye".
Um grupo com origens de reggae, a testar novas tendências para um terceiro álbum: jazzanova? massive attack? rock?...

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Ney Matogrosso



Beijo bandido
Coliseu dos Recreios, 1 e 2 de Maio de 2010

Bom concerto!
"piano violino cello percursão...
tem tango tem bolero tem samba canção tem um toque de jazz tem piazzola...
teoricamente um disco romântico...
mas não tem uma coisa melancólica...
tem ironia e humor..."

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Orquestra Juvenil Gustav Mahler


Antonio Pappano (maestro)
Han-Na Chang (violoncelo)
Richard Strauss
Tod und Verklärung (Morte e Transfiguração), op. 24
Dmitri Chostakovitch
Concerto para Viloncelo e Orquestra Nº 1, em Mi bemol maior, op. 107
Richard Strauss
Ein Heldenleben (Uma Vida de Herói), op. 40

Coliseu dos Recreios, 16
Gulbenkian - orquestras residentes.

Muito boa música e boas interpretações.
Strauss soberbo e Shostakovitch contemporâneo.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Orquestra Gulbenkian

Orquestra Gulbenkian
Lawrence Foster (maestro)
Daniel Barenboim (piano)

Sergei Prokofiev
Sinfonia Nº 1, em Ré maior, op. 25, Clássica
Fryderyk Chopin
Concerto para Piano e Orquestra Nº 2, em Fá menor, op. 21
Concerto para Piano e Orquestra Nº 1, em Mi menor, op. 11

Coliseu dos Recreios, 21 de Setembro de 2009

Início da temporada Gulbenkian. Temporada igual a muitas outras, sem inovação. Espera-se um refrescamento por parte do novo director.
Sim, é possível.

Bom concerto. Piano e orquestra empenhados.
Público começa (mantém-se) mal.
Peças de uma grande delicadeza e pianista aparentemente sem a alma de Chopin.
Algumas expectativas defraudadas.

domingo, 26 de abril de 2009

Orquestra Sinfónica Juvenil Simón Bolívar


Gustavo Dudamel (maestro)

Silvestre Revueltas
Sensemayá

Antonio Estévez
Mediodía en el Llano

Evencio Castellanos
Santa Cruz de Pacairigua

Igor Stravinsky
A Sagração da Primavera

Coliseu dos recreios, 25 de Abril de 2009

Magnífico. Divertimento puro.

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Orquestra Juvenil Gustav Mahler


Coro Gulbenkian
Coro Infantil da Academia de Música de Santa Cecília
Ingo Metzmacher (maestro)
Jane Irwin (meio-soprano)

Gustav Mahler
Sinfonia N.º 3, em Ré menor (rev. 1906)

Coliseu, 21 de Abril de 2009
Maravilhoso Mahler.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Orquestra de Filadélfia, Christoph Eschenbach (maestro)


Leonidas Kavakos (violino)

Ludwig van Beethoven
Egmont, Abertura em Fá menor, op. 84

Jean Sibelius
Concerto para Violino e Orquestra, em Ré menor, op. 47

Sergei Prokofiev
Sinfonia N.º 5, em Si bemol maior, op. 100

Coliseu, 4 de Fevereiro

Muito bom. Em especial Sibelius.

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Orquestra Sinfónica da BBC

Jiri Belohlavek (maestro)
Christine Brewer (soprano)

Coliseu dos Recreios, dia 2 de Novembro de 2008

Richard Wagner
Wesendonk-Lieder
Anton Bruckner
Sinfonia N.º 5, em Si bemol maior

sábado, 24 de maio de 2008

Orquestra Sinfónica de Londres, Colin Davis

Franz Schubert
Sinfonia Nº 8, em Si menor, D.759, Incompleta

Anton Bruckner
Sinfonia Nº 6, em Lá Maior




London Symphony Orchestra

Schubert: wiki
Bruckner: wiki


Coliseu dos Recreios, 27 de Maio de 2008

Ciclo grandes orquestras mundiais Gulbenkian.


Muito boas interpretações, por vez mornas, nos 80 anos de Colin Davis.

terça-feira, 8 de abril de 2008

Sächsische Staatskapelle Dresden, Fabio Luisi


Isabel Mundry
Balances *

Richard Wagner
Idílio de Siegfried

Gustav Mahler
Sinfonia Nº 1, em Ré Maior, Titan

(*) 1ª Audição em Portugal - Encomenda conjunta da Fundação Calouste Gulbenkian / Serviço de Música, Pittsburgh Symphony Orchestra, Nashville Symphony Orchestra, Royal Scottish National Orchestra, Dallas Symphony Orchestra e National Arts Centre Orchestra (Ottawa)

Sächsische Staatskapelle Dresden

Grandes obras. Grande orquestra, 460 anos, a mais antiga.
Bom espectáculo. Maestro empenhado. Orquestra também.
Mahler talvez o melhor, em sinfonia.

sábado, 5 de abril de 2008

Royal Concertgebouworkest, Daniele Gatti



Richard Wagner
Abertura da ópera Tanhäuser

Richard Strauss
Tod und Verklärung (Morte e Transfiguração), op.24

Ludwig van Beethoven
Sinfonia Nº 3, em Mi bemol Maior, op.55, Heróica

Coliseu dos Recreios, 7 de Abril de 2008



Ciclo Gulbenkian - grandes orquestras.
_______
Espera-se um bom concerto de uma grande orquestra.
3 dos principais compositores alemães.

Muito bom e bonito, mas com emoção contida.
Strauss bom. Wagner e Beethoven bonito.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Orq. Fil. São Petersburgo e Tchaikovsky

Orquestra Filarmónica de São Petersburgo
Yuri Temirkanov (maestro)
Elisso Virsaladze (piano)

Piotr Ilitch Tchikovsky
O Lago dos Cisnes
Concerto para Piano N.º 1, em Si bemol menor, op.23

Ciclo Grandes Orquestras Mundias
Coliseu dos Recreios, 16 de Fevereiro de 2008

_____
Um concerto que facilmente agrada a todos.

Espera-se um bom concerto pelos excelentes intérpretes.












Encores: "Salut d'Amour" de Elgar e a sequência final do "Quebra Nozes".

Bom concerto, mas demasiado "automático". O maestro praticamente não dirigia a orquestra que porventura já interpretou estas peças centenas de vezes. Pouco empenho de todos.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

Messiaen: Turangalîla-Symphonie (3)


SWR Sinfonieorchester Baden-Baden und Freiburg
Sylvain Cambreling (maestro)

No Centenário do Nascimento de Olivier Messiaen

Olivier Messiaen
Turangalîla-Symphonie

Coliseu dos Recreios, 29 de Fevereiro de 2008

Preparação: (3) o grande momento.
...
Magnífico.
_______
A Turangalîla-Symphonie, de Olivier Messiaen, uma obra emblemática do século XX, vai ser dirigida em Lisboa no próximo dia 29 de Janeiro pelo maestro Sylvain Cambreling, à frente da Orquestra Sinfónica SWR Baden-Baden e Friburgo. É mais um dos concertos do Ciclo Grandes Orquestras Mundiais, o qual tem proporcionado ao público português a presença de alguns dos mais importantes conjuntos orquestrais do mundo regidos por nomes incontornáveis - de Celibidache, a Abbado, passando por Muti, Maazel, Brüggen, Dutoit, Jansons, Levine, Myung-Whun Chung, Chailly, Thielemann, Esa-Peka Salonen, etc.

A Orquestra Sinfónica SWR Baden-Baden e Friburgo foi fundada em 1946, tendo como Primeiro Maestro a figura tutelar de Hans Rosbaud. A orquestra centrou-se, desde os seus inícios, na interpretação de música contemporânea e, assim, assegurou um importante lugar na história da música, dado que efectuou primeiras audições de obras de muitos dos compositores que marcaram o século XX - recorde-se que Stravinsky a dirigiu por várias vezes na interpretação das suas obras nos Anos 50 e que Boulez se estreou como maestro com esta formação. A orquestra, obviamente, alargou o seu repertório e hoje apresenta-se em programas que se podem estender de Mozart à música do nosso tempo. Com uma extensa discografia que já ultrapassa as trezentas obras, a Orquestra Sinfónica SWR Baden-Baden e Friburgo apresenta-se também frequentemente em espectáculos de ópera e tem sido dirigida pelos mais importantes maestros dos últimos sessenta anos.

Quanto a Cambreling, que é o seu Maestro Principal, é também Convidado Principal do Klangforum Wien (o que revela de imediato um enorme interesse pelo repertório do nosso tempo), com quem, curiosamente, se apresentou no passado mês de Dezembro no grande Auditório. Dirigindo as mais prestigiadas formações orquestrais de todo o planeta, ele é também um apaixonado intérprete de ópera, desenvolvendo, como é natural, uma importante actividade na Ópera Nacional de Paris.

Depois de se terem apresentado no Coliseu dos Recreios em Fevereiro de 2007, com obras de Debussy, Stravinsky, Zemlinsky e Schoenberg, eis que esta orquestra e este maestro regressam agora a Lisboa para interpretarem a monumental Turangalîla-Symphonie num concerto incluído nas celebrações do Centenário do Nascimento de Olivier Messiaen. Esta obra composta entre 1946-48 (curiosamente, a época do nascimento da orquestra) é considerada uma das obras fundamentais da literatura orquestral do século XX.
FCG

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

Messiaen: Turangalîla-Symphonie (1)




Yvonne Loriod, Jeanne Loriod,
Orchestre de l'Opéra Bastille, Myung-Whun Chung










1. Introduction (modéré, un peu vif)
2. Chant d'amour I (modéré, lourd)
3. Turangalîla I (presque lent, rêveur)
4. Chant d'amour II (bien modéré)
5. Joie du sang des étoiles (vif, passionné, avec joie)
6. Jardin du sommeil d'amour (très modéré, très tendre)
7. Turangalîla II (un peu vif - bien modéré)
8. Développement de l'amour (bien modéré)
9. Turangalîla III (bien modéré)
10. Final (modéré, presque vif, avec une grande joie)

Turangalîla-Symphonie (1946-1948)
pour piano, ondes Martenot et orchestre
Genre : Musique concertante
Instrument(s) soliste(s) : piano, ondes Martenot
Nomenclature :
3(1 pic).3(1 cor ang).3(1clB).3 - 4.5(1 trppic, 1cnet).3.1 - 4 perc, glock, cel, vibra, clotub - 16.16.14.12.10
Durée : 73 min.
Commande de : Serge et Nathalie Koussevitzky / Fondation Koussevitzky, 1946 pour le Boston Symphony Orchestra
Révision : 1990
Création publique :
02.12.1949, Boston / Symphony Hall
Yvonne Loriod (), Ginette Martenot ()
Boston Symphony Orchestra, Leonard Bernstein (dir)

Preparação para o concerto no final do mês: (1) ouvir a música.

terça-feira, 6 de novembro de 2007

Orquestra Filarmónica de Los Angeles

Esa-Pekka Salonen (maestro)
LA Phil
blog

Jean Sibelius
Sinfonia Nº 4, em Lá menor, op.63

Steven Stucky
Radical Light *

Jean Sibelius
Sinfonia Nº 7, em Dó Maior, op.105

(*) 1ª Audição em Portugal

Ciclo Gulbenkian de Grandes Orquestras Mundiais
Coliseu dos Recreios, dia 13 de Novembro

Encores também de Sibelius: Finlandia, Valse triste.
Tudo magnífico.
_______
Comemora-se em 2007 o cinquentenário do compositor Jean Sibelius, um nome marcante, embora por vezes injustamente menosprezado, da criação musical do século XX. Identificado fundamentalmente com as paisagens naturais e com a mitologia da Finlândia, Sibelius é ainda um dos grandes nomes de todos os tempos no domínio do repertório orquestral. Algumas das suas obras, nomeadamente as duas que serão escutadas neste concerto, abriram novos caminhos aos compositores que lhe seguiram, sobretudo no que diz respeito à utilização da textura e da sonoridade como elementos estruturantes da composição ou à manipulação da percepção mediante a sobreposição de camadas com diferentes referências do ponto de vista temporal.

Através da execução da integral das sinfonias de Sibelius, o maestro finlandês Esa-Pekka Salonen homenageou este ano o seu compatriota, à frente da Orquestra Filarmónica de Los Angeles, agrupamento do qual foi nomeado director musical em 1992. Lisboa recebe agora uma amostra desta iniciativa, materializada num programa que inclui duas das mais apreciadas sinfonias, a quarta e a sétima, e, ainda, uma peça do compositor americano Steve Stucky, especialmente encomendada para a ocasião.

Salonen encomendou a Stucky, um compositor que tem tido recentemente um notável protagonismo no seu país natal, uma partitura «sibeliana». O resultado foi Radical Light, uma virtuosística peça orquestral que faz par com a Sétima de Sibelius, e cujo interesse, no entanto, vai para além da relação com o seu confessado - e admirado - modelo.
FCG

terça-feira, 1 de fevereiro de 2005

The Royal Concertgebouw Orchestra


Koninklijk Concertgebouworkest
Mariss Jansons (RCO, maestro)

Gustav Mahler
Sinfonia Nº 6, em Lá menor, Trágica

Fundação Calouste Gulbenkian

Tragicamente Mahler
A Orquestra do Concertgebouw revela a faceta trágica da música de Mahler.


Coliseu dos Recreios
9 de Fevereiro de 2005


"Verdadeiramente maravilhosa, plena de frescura e de juventude". Era assim que Richard Strauss falava do colectivo holandês em 1897. Passado mais de um século, a Orquestra do Royal Concertgebouw não só continua a receber elogios rasgados como está no pódio das melhores do mundo.

Fundado em 1888, o prestigiado agrupamento sinfónico de Amesterdão já efectuou mais de mil gravações. É especialmente reconhecido pela excelência na interpretação do repertório romântico tardio. É justamente daí que vem o programa que traz a Lisboa, preenchido pela Sinfonia Nº6 de Mahler.

O concerto - dirigido pelo maestro titular Mariss Jansons - é um dos maiores momentos do Ciclo Grandes Orquestras Mundiais da Fundação Gulbenkian.