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domingo, 3 de julho de 2011

Festival ao Largo, orquestra Gulbenkian


Ontem no Largo São Carlos, "El amor brujo" de Manuel de Falla.
Orquestra Gulbenkian, direcção Pedro Neves, contralto Joana Nascimento.

Próximo Futuro

último dia de espectáculos Próximo Futuro/VERÃO 2011! - Próximo Futuro


Shangaan Electro (África do Sul), com NozinjaTshetsha Boys e DJ Spoko.


Villa+Discurso (Chile), de Guillermo Calderón, com as extraordinárias actrizes Carla Romero, Francisca Lewin e Macarena Zamudio (Compañia Playa).

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Norma de Bellini



Vincenzo Bellini
Norma
(ópera em versão de concerto)

Gulbenkian, 27 e 31



CORO GULBENKIAN
ORQUESTRA GULBENKIAN
LAWRENCE FOSTER (maestro)
SILVANA DUSSMANN (soprano) - Norma
HEIDI BRUNNER (soprano) - Adalgisa
JOHAN BOTHA (tenor) - Pollione
ARUTJUN KOTCHINIAN (baixo) - Oroveso
JOANA SEARA (soprano) - Clotilde
MARCOS SANTOS (tenor) - Flavio

Bom. Pequena desilusão em Silvana Dussmann. Talvez a menos conseguida das três óperas deste ciclo Gulbenkian de óperas em versão concerto, tão do agrado de Lawrence Foster.

sábado, 1 de março de 2008

O gosto "à grega"

Nascimento do Neoclassicismo em França, 1950-1975
Organização: Museu do Louvre, Departamento das Artes Decorativas

A exposição evoca os primeiros vinte e cinco anos da história do Neoclassicismo em França (1750-1775), movimento que se prolongará até meados do século XIX, tal como veio a acontecer por toda a Europa, apoiado no retorno aos modelos artísticos da Antiguidade.
A mostra salienta no seu percurso três momentos bem definidos:
Os Precursores
O predomínio do novo estilo
Madame Du Barry e o apogeu do gosto «à grega»

Gulbenkian, dias 15 de Fevereiro a 4 de Maio de 2008

Em França, no período representado na exposição, todos os ramos da arte revelaram o predomínio do gosto à la grecque. As obras expostas – esculturas, pinturas, porcelanas, peças de mobiliário e de ourivesaria – são um exemplo excelente desta nova gramática decorativa, cedidas maioritariamente pelo Museu do Louvre, a que se associam também peças provenientes do Património Nacional de Espanha e do próprio Museu Calouste Gulbenkian. Esta apresentação, anteriormente exposta no Palácio Real em Madrid, vem dar continuidade à exposição «Os Gregos Tesouros do Museu Benaki, Atenas».

Exposição interessante com algumas peças deslumbrantes, para quem gosta de artes decorativas.

terça-feira, 2 de outubro de 2007

Richard Strauss Vocal

Rentrée 2007
Richard Strauss
ópera Capriccio op.85
- Prelúdio, para sexteto de cordas
- Finale
ópera Ariadne auf Naxos
Duas árias:
- «Ein schönes war»
- «Es gibt ein reich»
Le Bourgeois gentilhomme
op.60
suite para orquestra

Orquestra Gulbenkian
Lwarence Foster (maestro)
Soile Isokoski (soprano)

Gulbenkian, 18 e 19 de Outubro de 2007

_______
Os sopranos têm a sorte de ter tido nos finais do século XIX e na primeira metade do século XX dois compositores que escreveram para a sua voz com uma paixão e uma veemência ímpares: Puccini e Richard Strauss. Não que Verdi, Bellini, Wagner e tanto outros não tivessem adorado escrever para soprano, mas é que também escreveram com igual veemência para tenor, meio-soprano, barítono ou baixo. E em Puccini e em Strauss o favorecimento é, digamos, quase desonroso. Os universos destes dois autores são de e para sopranos.

Neste contexto, um concerto totalmente dedicado a Richard Strauss só vale a pena ouvir, pelo menos no que respeita ao domínio vocal, se interpretado por uma grande cantora - a sua obra não se compadece com fracas vocalidades ou musicalidades. Tal é o caso de Soile Isokoski, soprano finlandesa em ascendente actividade há já quase 20 anos, uma cantora que, curiosamente, iniciou a sua carreira com um papel pucciniano - a Mimi.

Isokosi é uma das mais requestadas cantoras da actualidade no repertório straussiano não dramático (Elektras e Salomés não fazem parte do seu universo), tendo-se apresentado nos mais importantes palcos como intérprete de Capriccio, Cavaleiro da Rosa, Arabella, havendo a assinalar uma versão discográfica premiadíssima das Quatro Últimas Canções. Mas uma cantora de Strauss tem de ser obrigatoriamente uma grande cantora de Mozart, e Isokoski também se tem imposto como grande intérprete de As Bodas de Fígaro, Cosí fan Tutte e Don Giovanni. Tem também deambulado por outros terrenos da ópera e apresenta-se regularmente como recitalista. Seria aqui desnecessário, e quase ofensivo, enumerar os palcos, os maestros, os encenadores, os cantores, as orquestras com que Isokoski tem colaborado. Será suficiente dizer que ela se move naquilo que se considera o Olimpo canoro dos nossos dias.

Uma boa chave de entrada para a sua arte será talvez aquilo que a própria afirmou há não muito tempo: na sua juventude Maria Callas impressionou-a especialmente, e um pouco mais tarde tornou-se enorme admiradora de Jessye Norman e de Elisabeth Schwarzkopf. Ora, convenhamos, não poderá haver melhores faróis para cantar o final do Capriccio e as duas terríficas árias da Ariadne auf Naxos.

FCG

sexta-feira, 7 de setembro de 2007

Viver os Jardins Gulbenkian

8, 15 e 22 Setembro, 13, 20 e 27 Outubro de 2007, 16h00

Com a recente renovação dos Jardins da Gulbenkian conseguida pelo Arquitecto Gonçalo Ribeiro Telles, a Fundação promove o programa "Viver os Jardins Gulbenkian".

Esta iniciativa tem o objectivo de dar a conhecer este espaço único na cidade de Lisboa, como uma referência do desenho e da paisagem do movimento moderno.

As visitas são guiadas por especialistas de vários ramos de conhecimento, que nos propõem uma visita, um olhar, uma reflexão sobre os jardins procurando desta forma construir, a partir do jardim real, o jardim de cada um de nós enquanto lugar de experiência vital.

O Jardim na Paisagem do Séc. XXI
O Jardim como laboratório da paisagem; desafios das paisagens no séc. XXI
Gonçalo Ribeiro Telles e António Viana Barreto
8 Setembro

Um Piquenique à Sombra de um Carvalho
Aspectos da Natureza no (e do) Jardim; a botânica na construção do lugar
Fernando Catarino
15 Setembro

A Fotografia nos Jardins
Uma leitura do Jardim através do olhar de um fotógrafo
José Manuel Rodrigues
22 Setembro

Uma Viagem à Ilha dos Amores
Nuno Júdice
13 Outubro

O Corpo e o Espaço
Rui Horta
20 Outubro

Artifícios Invisíveis
Aurora Carapinha
27 Outubro

quarta-feira, 29 de agosto de 2007

Festival Música Viva 2007

Rentrée 2007

de 11 a 23 de Setembro

Percepção e Estéticas na Criação Musical
Transmutações do Som e Novas Tecnologias

"O Festival Música Viva 2007, na sua 13ª edição, divide-se entre Lisboa e o Porto, e apresenta espectáculos no Instituto Franco-Português, na Fundação Calouste Gulbenkian e na Casa da Música, a preencher duas semanas intensas. A criação musical portuguesa e as relações da música com a tecnologia estão em evidência e afirmam a sua plena vitalidade e diversidade.

O Festival Música Viva é hoje em dia, tanto a nível nacional como internacional um amplo e reconhecido espaço de circulação e confronto de ideias e de estéticas, um ponto de convergência da música e da tecnologia, do domínio instrumental e analógico com o virtual e electrónico, propondo mais uma vez nomes consagrados lado a lado com novíssimos compositores e intérpretes num total de 23 espectáculos, 5 instalações e 4 conferências - das grandes formações orquestrais aos emblemáticos concertos de música electrónica pela Orquestra de Altifalantes, passando pela música de câmara, pelas instalações, pelo vídeo, pelos espectáculos para crianças, ...
No total serão apresentadas 80 obras, 30 das quais em primeira audição em Portugal, 13 em estreia absoluta. Dentro destes números distinga-se ainda que 37 das peças apresentadas são de compositores portugueses incluindo o número revelador de 10 estreias absolutas, prova inequívoca da prolífica actividade criadora actualmente em Portugal e à qual o festival dá voz.

O programa é demasiado rico e extenso para que seja possível destacar-se alguns espectáculos, pois todos são lugares de destaque naquilo que lhes é específico e todos concorrem para dar espaço à arte musical e à cultura em geral, propriedades que nos fazem humanos, que nos identificam e nos distinguem. Todavia pelas particularidades únicas que a Casa da Música oferece, foi possível este ano apresentar uma série de instalações sonoras que desafiam a sua própria definição e que durante o período do festival procuram dar respostas à ocupação de múltiplos espaços do edifício.

Refira-se finalmente que é com particular entusiasmo que saudamos esta primeira parceria com a Casa da Música que acolhe uma parte substancial da programação, não esquecendo contudo todas as demais entidades públicas e privadas que apoiam activamente, ano após ano, a realização do festival Música Viva, e que permitiram que se tornasse no grande espaço de confronto de estéticas e de ideias que hoje é."

link

quarta-feira, 18 de julho de 2007

Lisboscópio

Na Gulbenkian, 20 de Julho a 12 de Agosto de 2007.

Lisboscópio é o título de uma instalação criada por Amâncio (Pancho) Guedes e Ricardo Jacinto para a 10ª Exposição Internacional de Arquitectura Bienal de Veneza 2006.

_______
“LISBOSCÓPIO é uma arquitectura de espaço criada por Amâncio (Pancho) Guedes e Ricardo Jacinto. É um dispositivo efémero e móvel, cuja construção explora a utilização de matérias que anunciam a transformação da cidade.

No seu primeiro momento de concepção foi imaginado a habitar e ser habitado no Esedra. Posteriormente, formou-se como unidade de um corpo múltiplo que se fecha para viajar e se abre para mostrar, e ser experienciado noutros lugares. No sítio, LISBOSCÓPIO ocupa a sua geografia e redefine um lugar. O corpo-contentor anelídeo constrói-se com tubos, redes, telas e madeiras, reproduzindo-se, recriando-se e aparentando-se, sem alguma vez se constituir como igual.

LISBOSCÓPIO contém um pulsar sussurrado de uma cidade perscrutada que flui dentro do seu intricado sistema activo contínuo e fragmentado, comunicante e aberto. O espaço diáfano é ocupado por uma estrutura que se cria como matéria e espaço impulsores da experiência. Na passagem, os momentos de pausa exploram e desvendam uma funcionalidade simples que activa na experiência de habitar uma compressão do espaço e expansão dos sons que se propagam num movimento com desfasamento temporal. LISBOSCÓPIO poderá habitar-se como lugar, através de um estar performativo e resiliente, sendo o corpo um espaço da sua experimentação que sugere a passagem como tempo habitado sem territorialização.”

Trienal Arquitectura Lisboa

segunda-feira, 2 de julho de 2007

Pintura do Museu Sakιp Sabancι, Istambul


Evocações, Passagens, Atmosferas.
15 de Junho a 26 de Agosto
Sala de Exposições Temporárias do Museu Gulbenkian


A exposição Evocações, Passagens, Atmosferas. Pintura do Museu Sakιp Sabancι, Istambul reúne um conjunto de trinta e oito obras de finais do século XIX e início do século XX, nas quais predominam vistas do Bósforo, marinhas e cenas da vida quotidiana. A mostra inclui ainda dez obras pertencentes à colecção do CAM-JAP executadas por pintores portugueses que, à semelhança dos seus contemporâneos turcos, fizeram a sua formação artística em Paris. Homenageia-se, assim, Calouste Sarkis Gulbenkian, que nasceu em 1869 na actual Üsküdar, na margem oriental do Bósforo, e morreu em Lisboa em 1955.

Exposição interessante.
Iluminação das obras muito má... estamos na Gulbenkian!?

terça-feira, 28 de fevereiro de 2006

Orquestra da Gewandhaus de Leipzig,
Riccardo Chailly

Gustav Mahler
Sinfonia Nº 7, em Mi menor
"Canção da Noite"

Gulbenkian, 4 de Março de 2006

É
de esperar o melhor da orquestra, do director...
e essencialmente de Mahler.