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sábado, 1 de março de 2014

Nadia Kaabi-Linke





Pequena exposição interessante.
Observados, deslocados, refugiados, emigrantes, imigrantes...
Forte a instalação vídeo "No" com um coro de cidadãos tunisinos numa igreja anglicana e, noutro canal, uma boca que canta as perguntas de formulários de pedido de vistos do Reino Unido.
Para a hora do almoço, a ver se provoca reações mais fortes.


Nadia Kaabi-Linke

Preso Por Fios

Curadoria: Isabel Carlos
13 de fevereiro a 25 de maio 2014
CAM - Galeria de Exposições Temporárias - Gulbenkian


------- à margem
Também no Centro de Arte Moderna, as exposições obrigatórias de Rui Chafes e João Tabarra. (fotos mais tarde)

domingo, 17 de julho de 2011

Fronteiras - Encontros de Fotografia de Bamako


Exposição produzida no âmbito da última edição dos Encontros de Bamako – Bienal Africana de Fotografia, em 2009, reunindo cerca de 180 fotografias e vídeos que reflectem a criação contemporânea na área da fotografia em África e dos artistas afro-americanos. Desenvolvida em torno da temática “Fronteiras”, esta mostra colectiva oferece diversas interpretações e representações das questões sociopolíticas, culturais e identitárias.


Gulbenkian, até 28 de Agosto

sábado, 7 de maio de 2011

Pierre Hantaï - Bach


Pierre Hantaï (cravo)
Bach: O Cravo Bem Temperado (Livro II)
Gulbenkian, 7 de Maio de 2011



O Cravo Bem Temperado de J. S. Bach elevou a um horizonte nunca antes imaginado as possibilidades da arte contrapontística, sendo um guia fundamental da arte musical barroca. «É uma obra que nos acompanha sempre quando tocamos um instrumento de tecla». (Pierre Hantaï) 

sábado, 5 de junho de 2010

Vasco Araújo / Javier Téllez

Mais que a Vida


Exposição muito interessante.
Interactiva, pode-se escrever o que nos vai na alma.
Filmes a ver na íntegra.
Destaque para La passion de Jeanne D'Arc (Rozelle Hospital). Perturbador. Duas projecções face a face, o filme homónimo de Carl Dreyer (1928) com entretítulos escritos pelas pacientes de um hospital psiquiátrico e um vídeo com entrevistas a essas pacientes que relatam os seus casos (aquisição Tate Modern).
Esta a peça mais fácil, as outras tanto de Araújo como de Téllez as mais inovadoras.
Gulbenkian realça a "dupla antológica, o confronto entre um artista português e um artista estrangeiro, pouco explorada pelas instituições portuguesas".


Gulbenkian, 28 de Maio a 6 de Setembro

domingo, 17 de janeiro de 2010

Jesper Just, vídeo


No âmbito do Festival Temps D'Images. A terminar.
9 de Outubro a 18 de Janeiro

Ambientes fantásticos. Muito bom.

Os trabalhos fílmicos de Just deixam uma sensação de irrealidade. Qualquer tentativa de encontrar explicações ou fechar as narrativas, deixa o mais pragmático dos observadores com uma mão cheia de peças que quase encaixam mas não o suficiente para dar respostas concretas. E é essa a beleza dos vídeos em atmosfera de sonho de Just. Arte Capital

domingo, 3 de janeiro de 2010

Anos 70, CAM Gulbenkian


Anos 70 – Atravessar Fronteiras

Centro de Arte Moderna


Gulbenkian, 9 de Outubro de 2009 a 3 de Janeiro de 2010


A terminar, exposição com coisas boas portuguesas. Muito bom.

Mais uma exposição do Centro à espera da reinvenção.

domingo, 27 de dezembro de 2009

ART DÉCO, 1925

Peças magníficas, algumas da exposição de 1925, numa pequena mostra a não perder.

Última semana na Gulbenkian.
16 de Outubro de 2009 a 3 de Janeiro de 2010.

domingo, 15 de novembro de 2009

Academy of Ancient Music - Purcell e Händel


Richard Egarr (maestro)
Carolyn Sampson (soprano)

Henry Purcell
Chacony for strings
Man is for the woman made
From silent shades
Music for a while

Música instrumental e canções de Fairy Queen
«Thrice happy...»
«When I have often heard»
«The Plaint»
«See even night»
«Hark the echoing air»

De Dido and Aeneas
«Ritornell»
«Oft she visits»
«Witches Dance»
«Dido's Lament»

Georg Friedrich Händel
Concerto Grosso Nº 2, em Si bemol maior, HWV 313
Abertura da ópera Rinaldo
«Destero dall’empia», da ópera Amadigi di Gaula
«Lassa! ch'io t'ho perduta», da ópera Atalanta
«Ma quando tornerai», da ópera Alcina
«Let the Bright Seraphim», da oratória Samson

Gulbenkian, 14 e 15 de Novembro de 2009

Muito bom músicos e soprano agradável em inglês e italiano .

sábado, 11 de julho de 2009

Gulbenkian museus: Henri Fantin-Latour + CAM


Henri Fantin-Latour [1836-1904]
Gulbenkian - galeria de exposições da sede, 26 de Junho a 6 de Setembro

Pintura "clássica" de beleza, minúcia e emoções extremas.
Os retratos de família e colectivos, as pinturas inspiradas em óperas (Wagner, ...) e a representação de flores (rosas brancas e ramos de lírios) são admiráveis.
Muito bom.

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E no Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão...

A colecção do CAM por Heimo Zoberning
25 de Maio a 30 de Agosto

Aspectos da colecção do CAM por Jorge Molder
19 de Junho a 30 de Agosto

Exposições com algum interesse. O CAM necessita urgentemente da reestruturação já anunciada. Está actualmente num impasse e não se lhe conhece a vocação, nem tem revelado nada de extraordinário.

domingo, 19 de outubro de 2008

Weltliteratur. Madrid, Paris, Berlim, São Petersburgo, o Mundo!

A expressão de Goëthe, associada ao verso de Cesário Verde, para mostrar a literatura portuguesa do Mundo, numa exposição singular que conta com o comissariado de António M. Feijó e a concepção dos arquitectos Francisco e Manuel Aires Mateus. Textos literários, documentos e obras de arte apresentados em 11 salas autónomas que mostram a literatura e os autores da geração de Fernando Pessoa.

Gulbenkian, de 30 de Setembro de 2008 a 4 de Janeiro de 2009

Muito interessante e fascinante.
A visita guiada (por Carlos Pereira, aluno do comissário), embora um pouco atabalhoada, motivou ou reforçou alguma atracção pelos autores e temas.
Grande e rara ideia de expor literatura.
A visitar 1, 2, ... 11 vezes ou mais, e depois ler mais... e conversar.

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Da exposição no piso 01
7 artistas ao 10º mês

de 3 de Outubro de 2008 a 11 de Janeiro de2009

gostei da instalação de
Jorge Maciel
"Podia ser isto mas se fosse o Topo Gigio era a mesma coisa", 2008

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

Ida e Volta, CAMJAP


Ida e volta: ficção e realidade

Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão,
dee 23 de Novembro de 2007 a 1 de Junho de 2008

Procura-se com esta exposição reflectir sobre alguns dos modos da utilização da imagem em movimento na cena artística internacional contemporânea. A exposição organiza-se em torno de um conjunto de obras que perspectivam a cultura cinematográfica, seja ela narrativa ou documental.
O projecto inclui uma selecção de artistas internacionais que utilizam o vídeo, influenciados pelo cinema, pelo filme de ficção científica, de ficção ou documentário, sem que as fronteiras sejam, no entanto, muito precisas, ou que os limites de género estejam definidos.
Uma progressão do mais ficcional para o mais documental é constatada pelo público à medida que for avançando no espaço da exposição. No centro desta selecção, o filme “La Jetée” de Chris Marker é projectado em loop, na intercepção dessas duas tendências aparentemente opostas, assinalando um ritual de passagem conhecido do público.
As obras têm uma relação com a natureza e com a cidade contemporânea, à imagem do que acontece com o próprio edifício do Centro de Arte Moderna, onde estão expostas. A cenografia terá em conta esses aspectos, assumindo por outro lado a especificidade da apresentação de trabalhos audio-visuais (obscuridade, acústica, conforto de visionamento).
CAMJAP

Comissariado: Christine Van Assche
Cenografia: Didier Faustino

Lista de artistas: Laurent Grasso, Rachel Reupke, David Claerbout, Stan Douglas, Melik Ohanian, Chris Marker, Clemens von Wedemeyer, Jordi Colomer, Isaac Julien e Alexandre Estrela.

Muito interessante, os vídeos, apesar da disponibilidade necessária de 4,5 horas.
Colecção permanente do CAMJAP também obrigatória.

domingo, 23 de dezembro de 2007

CAM da Gulbenkian

O Centro de Arte Moderna vai crescer e ter metro à porta
O CAM tal como o conhecemos dará lugar a um centro maior e "mais ágil". A Gulbenkian tem novos terrenos e vai lançar já em 2008 o concurso de arquitectura

A Fundação Calouste Gulbenkian vai fazer obras de fundo e ampliar o seu Centro de Arte Moderna (CAM), visando mostrar em permanência a sua colecção de arte moderna e contemporânea e ter, ao mesmo tempo, um programa rotativo de grandes exposições temporárias.
Não há data marcada para o início das obras, mas a Gulbenkian quer estar preparada para que estas possam arrancar a qualquer momento a partir do lançamento de um concurso internacional de arquitectura - por convite - que a administração garante já para o primeiro semestre de 2008.
Os pormenores da obra surgirão, naturalmente, apenas com a escolha de um projecto, mas pretende-se que a actual entrada do centro, na Rua Doutor Nicolau Bettencourt seja abandonada, abrindo-se novos acessos nas traseiras edifício, cegas, apesar de orientadas para o coração do parque e, depois deste, para a Rua Marquês Sá da Bandeira, zona onde a fundação quer os novos acessos e para onde o Metropolitano de Lisboa tem prevista uma nova estação - São Sebastião II, que permite a transferência entre a Linha Azul (Baixa/Chiado-Pontinha) e a Linha Vermelha (Alameda-Oriente), ligando dois grandes pólos de atracção da cidade - a zona histórica da Baixa e do Chiado e a "cidade nova" da Expo.
A compra da última parcela do Parque de Santa Gertrudes que não estava na posse da Gulbenkian e que possibilitará a transformação do CAM foi concluída há dois anos, em Outubro de 2005, e já a pensar na requalificação do CAM. Contudo, a condessa de Vilalva, que vive na casa conhecida como "O Palacinho", contígua ao CAM, tem direitos de usufruto vitalício sobre esses terrenos. A Gulbenkian iniciará as obras apenas na cessação destes.
Com a aquisição, para além do que eram os sete hectares dos seus jardins, a Gulbenkian ganhou uma área de cerca de um hectare (8560 metros quadrados), que contorna a Casa de Vilalva e que, para além de se prolongar para trás do actual edifício do CAM, até à Rua Marquês Sá da Bandeira, se estende também para o lado, até à Rua Marquês da Fronteira, onde está a grande porta acastelada que foi em tempos a entrada principal do parque (e da Feira Popular de Lisboa) e que no século XIX serviu de entrada ao Zardim Zoológico de Palhavã.
Dos terrenos adquiridos exclui-se a casa de Vilalva e uma tira de jardim à volta desta, uma ilha pertencente à Fundação Eugénio de Almeida, fundada em Évora em 1963 por Vasco de Almeida, conde de Vilalva, entretanto falecido.
Abrir e agilizar
Teresa Gouveia, administradora da fundação, diz que "não se trata de anular o edifício já existente para substituí-lo por outro", nem sequer de "duplicar o CAM", actualmente com uma área expositiva de 3400 metros quadrados. Trata-se apenas, diz a administradora, de "reorganizar o centro, tornando-o, por um lado, mais apto a manter a colecção permanente com mais possibilidade de respiração, e, por outro, a organizar, ao lado dela, mostras temporárias".
Teresa Gouveia aponta como motivação para as intervenções aquelas que sempre foram tidas como as maiores limitações arquitectónicas do edifício inaugurado a 20 de Julho de 1983: "A natureza aberta e comunicante dos espaços interiores, pouco flexíveis, pouco práticas e limitativas a um tipo de programação que se quer aberta e flexível."
Este é um aspecto. Por outro lado, diz ainda a administradora, com o tipo de intervenção prevista, o público deverá ganhar "uma percepção mais integrante de todos os espaços da fundação, levando a que esta seja entendida como um conjunto [arquitectónico] uno e com um corpo de actividades articuladas".
Com a aquisição dos novos terrenos reconstitui-se também o conjunto original do Parque de Santa Gertrudes. "Retoma-se o todo original, que é totalmente devolvido ao público e à cidade", diz Teresa Gouveia.
O que não deverá acontecer é um regresso à lógica CAM/Acarte, segundo a qual entre 1984 e 2002 coexistiram num mesmo edifício exposições e outros tipos de manifestações de arte contemporânea, nomeadamente propostas de dança, área em que a Gulbenkian teve em tempos um papel fundamental (o Acarte foi criado por Maria Madalena de Azeredo Perdigão, ficando dele apenas um prémio para artes performativas com o nome da sua fundadora e dos mais prestigiados do país).
Ainda segundo Teresa Gouveia, o CAM deverá manter o seu pequeno auditório, mas não para espectáculos, antes para "um programa complementar de actividades com reflexo na colecção", como seminários, cursos, filmes e, porventura, performances. Sempre "actividades ligadas ao que é a área de intervenção principal do centro": as exposições.
Segundo Teresa Gouveia, a colecção de arte moderna e contemporânea do CAM, a única do país que cobre o século XX português de forma relativamente completa e sistemática, tem vindo a ser actualizada e continuará a sê-lo. Conta hoje com cerca de 8 mil obras e "é uma responsabilidade continuada que não parou no ano 2000".
Segundo Teresa Gouveia, a colecção de arte do CAM tem vindo a ser actualizada e continuará a sê-lo.
Público
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Após o encerramento do centro de exposições do CCB, voltaremos a ter um local para "grandes exposições temporárias" em Lisboa?
Seria bom...

segunda-feira, 22 de outubro de 2007

Um Atlas de Acontecimentos

Rentrée 2007
7 de Outubro a 30 de Dezembro de 2007
Gulbenkian
Galerias de Exposições Temporárias da Sede

O Estado do Mundo - Plataforma 3

Esta exposição pega na perspectiva niilista de Paul Virilio sobre o mundo contemporâneo mas encontra-lhe alguma orientação, sentidos múltiplos, caminhos possíveis e, por isso, se designa como Atlas. Dos artistas convidados, portugueses e estrangeiros, espera-se que apresentem com as suas obras as suas perspectivas pessoais, regionais, do que, do seu ponto de vista, relaciona o passado com o presente e com o que há-de vir.

Serão apresentadas obras dos artistas Adel Abdessemed, Ângela Ferreira, Camila Rocha, Eduardo Sarabia, Erinç Seymen, Josephine Meckseper, Kelley Walker, Mai-Thu Perret, Michael Rakowitz, Minouk Lim, Mircea Cantor, Nasan Tur, Nontsikelelo Veleko, Paul Chan, Paulo Nozolino, Pieter Hugo, Robin Rhode, Rodney McMillian, Rosana Palazyan, Rui Toscano, Santiago Cucullu, Sebastián Díaz Morales, Seifollah Samadian, Sergio Vega, Sophie Ristelhueber, Sze Tsung Leong, Yael Bartana e Yun-Fei Ji.

Curadores: Debra Singer, Esra Sarigedik Öktem e António Pinto Ribeiro.

Boa exposição de arte contemporânea mundial. Vale a pena uma volta, mesmo para quem pensa que não gosta de "vanguardas".

sábado, 20 de outubro de 2007

Os Gregos - Tesouros do Museu Benaki, Atenas

Rentrée 2007
28 de Setembro de 2007 a 6 de Janeiro de 2008
Galeria de Exposições Temporárias do Museu Calouste Gulbenkian

A grande matriz da Cultura da Europa é grega, presença que terá hoje maior evidência material através da Filosofia, da Mitologia, do Teatro e da Arte, objectos da atenção e de estudos contemporâneos e de constante curiosidade dos povos a Ocidente e a Oriente ao longo de mais de dois milénios.

«Os Gregos», que nos é permitido conhecer melhor através desta exposição, são convocados por objectos que reflectem o seu pensamento e acção, num tempo que vem do Neolítico, representado por cerâmicas do 6.o milénio, e que se desenvolve até à reunião deste povo como País num Estado Helénico em 1830.

Trata-se de um conjunto altamente representativo da sua riquíssima história, cedido pelo Museu Benaki, de Atenas, através de uma criteriosa e muito generosa selecção de peças das suas colecções.


Exposição muito interessante. Obrigatório.
A iluminação na galeria de exposições temporárias melhorou, mas
a iluminação das peças continua medíocre.




O bilhete para a exposição inclui a colecção permanente, na opção da Gulbenkian em subir os preços, em cujas galerias se poderá encontrar...

A religião na Grécia Antiga. Deuses do Olimpo representados na Colecção Gulbenkian
17 de Julho de 2007 a 6 de Janeiro de 2008
Galeria de Exposição Permanente

Ilustra a religião na Grécia Antiga através da imagem dos deuses do Olimpo representados em moedas da Colecção.
Amostragem de 58 espécies.


A exposição permanente deverá ser visitada noutro dia. Esta boa colecção merece várias horas ou dias de apreciação.