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sexta-feira, 16 de abril de 2010

Orquestra Juvenil Gustav Mahler


Antonio Pappano (maestro)
Han-Na Chang (violoncelo)
Richard Strauss
Tod und Verklärung (Morte e Transfiguração), op. 24
Dmitri Chostakovitch
Concerto para Viloncelo e Orquestra Nº 1, em Mi bemol maior, op. 107
Richard Strauss
Ein Heldenleben (Uma Vida de Herói), op. 40

Coliseu dos Recreios, 16
Gulbenkian - orquestras residentes.

Muito boa música e boas interpretações.
Strauss soberbo e Shostakovitch contemporâneo.

domingo, 20 de dezembro de 2009

A Criação de Haydn

Magnífico. Obra grande de Haydn.
(quase) Todos os intérpretes muito bem. A peça apresentou-se com uma coordenação e uma coesão eficazes e felizes. Os intérpretes gostaram da sua actuação.
Uma disposição pessoal para a música que permitiu suportar as tosses e outras distracções habituais. Completamente ligado à música.

A Criação
de
Joseph Haydn
Orquestra Metropolitana de Lisboa
Coro Sinfónico Lisboa Cantat
Malis Peterson soprano
Thomas Walker tenor
Dietrich Henschel barítono
Theodor Guschlbauer direcção musical
Centro Cultural de Belém, 20 de Dezembro de 2009



Magnífica também a gravação recente de René Jacobs (Outubro 2009)...

domingo, 15 de novembro de 2009

Academy of Ancient Music - Purcell e Händel


Richard Egarr (maestro)
Carolyn Sampson (soprano)

Henry Purcell
Chacony for strings
Man is for the woman made
From silent shades
Music for a while

Música instrumental e canções de Fairy Queen
«Thrice happy...»
«When I have often heard»
«The Plaint»
«See even night»
«Hark the echoing air»

De Dido and Aeneas
«Ritornell»
«Oft she visits»
«Witches Dance»
«Dido's Lament»

Georg Friedrich Händel
Concerto Grosso Nº 2, em Si bemol maior, HWV 313
Abertura da ópera Rinaldo
«Destero dall’empia», da ópera Amadigi di Gaula
«Lassa! ch'io t'ho perduta», da ópera Atalanta
«Ma quando tornerai», da ópera Alcina
«Let the Bright Seraphim», da oratória Samson

Gulbenkian, 14 e 15 de Novembro de 2009

Muito bom músicos e soprano agradável em inglês e italiano .

domingo, 7 de setembro de 2008

Concerto Inaugural da Temporada 08/09 CCB


Orquestra Sinfónica Académica Metropolitana
Javier Perianes piano
Michael Zlim direcção
Pedro Neves maestro assistente

Ludwig van Beethoven
Abertura Leonora n.º 3

Sergei Rachmaninov
Concerto para Piano e Orquestra n.º 2*
I. Moderato
II. Adagio sostenuto
III. Allegro scherzando

Gustav Mahler
Totenfeier (Rituais Fúnebres)
[1.º andamento da 2.ª Sinfonia, A Ressurreição]

Leonard Bernstein
Danças Sinfónicas (West Side Story)
I. Prólogo (Allegro moderato)
II. Somewhere (Adagio)
III. Scherzo (Vivace e leggiero)
IV. Mambo (Presto)
V. Cha-Cha (Andantino con grazia)
VI. Meeting Scene (Meno mosso)
VII. Cool (Allegretto)
VIII. Rumble (Molto allegro)
IX. Finale (Adagio)

* O Concerto de Sergei Rachmaninov foi neste concerto dirigido por Pedro Neves, maestro assistente do 2.º Estágio Nacional Orquestra Sinfónica Académica Metropolitana.

Co-produção CCB/AMEC
Concerto de encerramento do II estágio nacional da orquestra sinfónica académica metropolitana (120 jovens de Portugal, Espanha e França)

Centro Cultural de Belém, 6 de Setembro de 2008


Bom concerto e intérpretes. Boa escolha de peças num crescendo de emoção e divertimento.
Orquestra Metropolitana de Lisboa afirma-se como um projecto sólido e interessante.
Bom início de temporada.

quarta-feira, 29 de agosto de 2007

Festival Música Viva 2007

Rentrée 2007

de 11 a 23 de Setembro

Percepção e Estéticas na Criação Musical
Transmutações do Som e Novas Tecnologias

"O Festival Música Viva 2007, na sua 13ª edição, divide-se entre Lisboa e o Porto, e apresenta espectáculos no Instituto Franco-Português, na Fundação Calouste Gulbenkian e na Casa da Música, a preencher duas semanas intensas. A criação musical portuguesa e as relações da música com a tecnologia estão em evidência e afirmam a sua plena vitalidade e diversidade.

O Festival Música Viva é hoje em dia, tanto a nível nacional como internacional um amplo e reconhecido espaço de circulação e confronto de ideias e de estéticas, um ponto de convergência da música e da tecnologia, do domínio instrumental e analógico com o virtual e electrónico, propondo mais uma vez nomes consagrados lado a lado com novíssimos compositores e intérpretes num total de 23 espectáculos, 5 instalações e 4 conferências - das grandes formações orquestrais aos emblemáticos concertos de música electrónica pela Orquestra de Altifalantes, passando pela música de câmara, pelas instalações, pelo vídeo, pelos espectáculos para crianças, ...
No total serão apresentadas 80 obras, 30 das quais em primeira audição em Portugal, 13 em estreia absoluta. Dentro destes números distinga-se ainda que 37 das peças apresentadas são de compositores portugueses incluindo o número revelador de 10 estreias absolutas, prova inequívoca da prolífica actividade criadora actualmente em Portugal e à qual o festival dá voz.

O programa é demasiado rico e extenso para que seja possível destacar-se alguns espectáculos, pois todos são lugares de destaque naquilo que lhes é específico e todos concorrem para dar espaço à arte musical e à cultura em geral, propriedades que nos fazem humanos, que nos identificam e nos distinguem. Todavia pelas particularidades únicas que a Casa da Música oferece, foi possível este ano apresentar uma série de instalações sonoras que desafiam a sua própria definição e que durante o período do festival procuram dar respostas à ocupação de múltiplos espaços do edifício.

Refira-se finalmente que é com particular entusiasmo que saudamos esta primeira parceria com a Casa da Música que acolhe uma parte substancial da programação, não esquecendo contudo todas as demais entidades públicas e privadas que apoiam activamente, ano após ano, a realização do festival Música Viva, e que permitiram que se tornasse no grande espaço de confronto de estéticas e de ideias que hoje é."

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