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sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Encompassing the Globe. Portugal e o Mundo nos séculos XVI e XVII


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Museu Nacional de Arte Antiga, 16 de Julho a 11 de Outubro

Exposição obrigatória.

A exposição original da Smithsonian Institution pode ser visitada aqui. É possível explorar esta exposição no Google Earth. A exposição agora em Lisboa é a 3ª versão, após Washington e Bruxelas.

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Coisas de Agosto (1)

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Projecto Global - músicas do mundo

Tony Allen (Nigéria)
Toumani Diabaté (Mali)
Rabih Abou-Khalil feat. Ricardo Ribeiro (Líbano/Portugal)
Eliades Ochoa (Cuba)
CCB, 1 a 3

Bom mini-festival (em post próprio).

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Outras Ficções
Curador: Pedro Lapa
Museu do Chiado, 26 de Junho a 30 de Dezembro de 2008

Alberto Carneiro, Ângela Ferreira, Alexandre Estrela, Alfredo Andrade, Ana Hatherly, António Pedro, António Sena, Fernando Azevedo, Fernando Lanhas, Fernando Lemos, Helena Almeida, Joaquim Rodrigo, João Maria Gusmão, Pedro Paiva, Joaquim Rodrigo, João Tabarra, João Pedro Vale, João Vieira, Jorge Oliveira, Jorge Pinheiro, Jorge Vieira, José Escada, José Pedro Croft, Julião Sarmento, Júlia Ventura, Lourdes Castro, Manuel Botelho, Marcelino Vespeira, Mário Eloy, Paula Rego, Pedro Cabrita Reis e Pires Vieira.

A exposição reúne de forma não cronológica um conjunto de obras da colecção do Museu do Chiado organizado em torno dos conceitos "Lugar", "Reversibilidade", "Rebaixamento", e "Acontecimento".
A selecção das peças, segundo o director, Pedro Lapa, privilegia "a diferença e especificidade que cada uma propõe à rede discursiva do núcleo onde se insere". "Pode assim acontecer que uma obra remota tenha maiores afinidades com uma contemporânea do que com as que se lhe sucedem imediata e cronologicamente", refere o responsável.
A escolha dos quatro conceitos que norteiam a exposição "partiu de uma hipótese sobre algumas linhas possíveis de interpretação relativas às práticas artísticas actuais", ainda segundo Pedro Lapa, que tem vindo apresentar no Museu do Chiado várias mostras em que obras do século XIX convivem com criações contemporâneas.

Muito interessante.

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5ª à noite nos museus

Actividade agradável.


Dia 7 no Museu de Arte Antiga
Filme "O tapete voador" de João Mário Grilo
Visita à exposição temporária "Museum" de Rui Sanches
- diálogo arte antiga e arte contemporânea -
visita guiada por Paulo Henriques.
Parte final da explicação sobre um tapete persa,
por uma guia do serviço educativo do museu.

Interessantes as palavras de Paulo Henriques a partir de uma interpretação pessoal, à falta de referências fornecidas pelo escultor.
Sobre o tapete persa, a guia deslumbrou-se com as suas próprias palavras.

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CCB fora de si

Cantos, Batuques, Búzios
Finka Pé e Associação Moinho da Juventude

Hip-Hop é o ritmo da vida
B. Boys e B. Girls
12 Macacos e 7th Atitude
CCB, dias 8 a 10

Animação, simplesmente.

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Diz-me como a chuva
Escola de mulheres - oficina de teatro
Interpretação Cucha Carvalheiro e Isabel Medina
Textos Tennessee Williams
Tradução Colectiva
Encenação Marta Lapa
Cenografia Ana Vaz
Figurinos Marta Lapa | Ana Vaz
Assistência de Encenação e Desenho de Luz Inês Pombo
Música Original João Lucas
Fotografia: Margarida Dias
Design Gráfico: Marta Coelho
Assistência de Cenografia e Execução de Adereços: Marinel Matos
Produção Executiva: Manuela Jorge
Teatro da Comuna, 17 de Julho a 17 de Agosto

Muito boas interpretações a partir de textos com sabor americano de Tennesse Williams.

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Jazz em Agosto 2008

Peter Brötzmann Chicago Tentet (Alemanha, EUA, Suécia, Noruega)
Peter Brötzmann (clarinete, taragot, sax alto e tenor)
Mats Gustafsson (sax barítono, slide sax)
Ken Vandermark (clarinete, sax tenor e barítono)
Joe McPhee (trompete, sax alto)
Johannes Bauer (trombone)
Jeb Bishop (trombone)
Per Åke Holmlander (tuba)
Fred Longberg-Holm (violoncelo)
Kent Kessler (contrabaixo)
Paal Nilssen-Love
Michael Zerang (bateria)
Gulbenkian, dia 9

Jazz contemporâneo razoável, com alguns bons momentos.

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5ª à noite nos museus

dia 15, Museu de Arqueologia

Impressões do Oriente - de Eça de Queirós a Leite de Vasconcelos
Tesouros da Arqueologia Portuguesa

Impressões do Oriente, a primeira visita tinha um guia que conseguia no limite manter os visitantes interessados, apesar de alguns lapsos momentâneos colmatados com "improvisação" a nível de factos históricos e lendas.
Tesouros com uma guia que praticamente não apresentou a exposição, numa visita rápida e desnecessária.

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dia 14, FUNDBUREAU

Stephan Meidell guitarra
Hugo Antunes contrabaixo
Luís Candeias bateria

Animação, simplesmente.

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CCB fora de si

Fraser Hooper
Uma cena de gargalhadas

Animação para um dia de verão ao ar livre e despreocupado.


Mazalda (França)
Um pezinho de dança vai ser pouco...

Fanfarra com algum poder de cativar.


Olivier Roustan
Funâmbulo (França)

Desnecessário.


Cine-Belém - Cinema (documentário)
Náufragos (Uruguai)
Realização Gonzalo Arijón
Fotografia Cesar Charlone
Som directo Georges Laffite
Montagem Claudio Hughes | Samuel Lajus | Alice Larry
Produção Marc Silvera/Ethan Productions
Vencedor do Joris Ivens Award em 2007, Náufragos retoma uma das mais extraordinárias histórias conhecidas sobre os limites do ser humano. Trinta e cinco anos depois da queda de um avião na cordilheira dos Andes, os sobreviventes do voo, que resistiram ao frio e à fome durante 72 dias a uma altitude de quatro mil metros, regressam ao cenário da épica aventura.
CCB, dias 15 a 17

Filme "Náufragos" muito interessante, mas o seu poder está mais no tema e na possibilidade de ouvir os intervenientes, e por isso comovente, do que pela arte de documentário para a qual nada de novo.

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Literatura


"Os Anões" (The Dwarfs)
Harold Pinter
YouTube.

"Todo-o-mundo" (Everyman)
Philip Roth

YouTube: 1 | 2 | 3.

"A mulher que prendeu a chuva e outras histórias"
Teolinda Gersão

YouTube. Colóquio Letras.

"O Dom" (The Gift - Дар, Dar)
Vladimir Nabokov

YouTube: 1 | 2.

Todos livros bons.

quinta-feira, 16 de agosto de 2007

O Tapete Oriental em Portugal


Tapete e Pintura, séculos XV-XVIII

Museu Nacional de Arte Antiga, 31 de Julho a 18 de Novembro

É a primeira vez que se organiza uma exposição dedicada à história dos tapetes orientais em Portugal e, simultaneamente, ao inventário e significado da sua representação na pintura portuguesa da época moderna.
O percurso expositivo, estruturado por quatro núcleos fundamentais (Península Ibérica, Turquia, Pérsia e Índia), define os territórios de produção desses objectos excepcionais e muito apreciados no conforto aristocrático e conventual, apresenta uma ampla recolha dos tapetes remanescentes e associa-os à sua própria imagem, como elementos de composição, numa série de pinturas dos séculos XVI a XVIII.
O tapete oriental foi introduzido na Península Ibérica depois da conquista islâmica no século VIII. Lisboa teve uma produção própria, por artífices muçulmanos, até ao final do século XV. Por essa altura, os tapetes turcos com desenho geométrico, importados através de Veneza, alcançam uma crescente popularidade em toda a Europa e são considerados como símbolos de um gosto refinado e exótico, conferindo dignidade e prestígio aos seus possuidores. Com a descoberta da rota marítima para a Índia, os tapetes persas e indianos, com um novo desenho floral, começam a chegar cada vez em maior número ao mercado português e os tapetes de seda tornam-se o têxtil oriental de maior prestígio no comércio internacional. Os pintores europeus acompanham figurativamente essa presença sucessiva, concedendo ao tapete oriental um lugar de destaque nas suas composições, nomeadamente em cenas da vida da Virgem ou em retratos régios.
A exposição, comissariada por Jessica Hallett e Teresa Pacheco Pereira, conta com importantes empréstimos de museu estrangeiros (Berlim, Washington, Philadelphia) e a colaboração de destacadas colecções nacionais, públicas e privadas.

A exposição aborda, pela primeira vez, a história dos tapetes orientais em Portugal. Partindo da significativa colecção do MNAA, com a colaboração de instituições públicas e privadas, nacionais e estrangeiras, estrutura-se em quatro núcleos – Península Ibérica, Turquia, Pérsia e Índia –, associando os tapetes à sua imagem em pinturas dos séculos XVI a XVIII.

O tapete oriental foi introduzido na Península Ibérica depois da conquista islâmica no século VIII. Lisboa teve uma produção própria, por artífices muçulmanos, até ao final do século XV. Por essa altura, os tapetes turcos com desenho geométrico, importados através de Veneza, alcançaram uma crescente popularidade em toda a Europa

Com a descoberta da rota marítima para a Índia, em1498, os tapetes persas e indianos, de desenho floral, começaram a chegar cada vez em maior número ao mercado português, e os tapetes persas de seda tornaram-se o têxtil oriental de maior prestígio no comércio internacional.

Os pintores portugueses acompanharam a presença sucessiva do tapete oriental, concedendo-lhe um lugar de destaque nas suas composições.

O tapete oriental é um objecto artístico, uma superfície composta por fios de teia, trama e nós, um produto de trocas comerciais, um relevante elemento decorativo da pintura e, também, um objecto que encerra valores simbólicos e define hierarquias.

A inclusão desta exposição no programa do MNAA para 2007, comissariada por Teresa Pacheco Pereira e Jessica Hallett deve-se, uma vez mais, ao apoio do Millennium bcp.

MNAA

sábado, 5 de agosto de 2006

Exposições a não perder: colecções
Rau
Helga de Alvear


Grandes Mestres da Pintura Europeia: de Fra Angelico a Bonnard. Colecção Rau até 15 de Outubro no Museu Nacional de Arte Antiga.


O vídeo, a instalação, a fotografia, a pintura e objectos de artistas contemporâneos da colecção particular da galerista Helga de Alvear no Centro Cultural de Belém até 22 de Outubro.

quinta-feira, 9 de junho de 2005

LisboaPhoto 2005


2005.05.19 a 2005.09.18

Arquivo Fotográfico Municipal de Lisboa
Corpo diferenciado
Corpo diferenciado é uma exposição feita a partir do espólio fotográfico da Delegação de Lisboa do Instituto Nacional de Medicina Legal e que aborda a natureza e os valores lógicos que determinaram o uso da fotografia pelas instituições médicas e judiciárias em Portugal, durante as primeiras décadas do século XX, e, correlativamente, a assunção da imagem fotográfica como prova susceptível de produzir e reproduzir conhecimento, como também o entendimento científico (e ideológico) que as disciplinas médicas e judiciárias desenvolveram sobre as realidades do corpo.

Cordoaria Nacional
Joshua Benoliel
Joshua Benoliel é um dos pioneiros do fotojornalismo em Portugal e a sua obra constitui o mais importante e qualificado arquivo da sociedade portuguesa das primeiras décadas do século XX. Para a LisboaPhoto foi concebida a mais vasta e ambiciosa retrospectiva da obra de Joshua Benoliel realizada até hoje, e o comissariado esteve a cargo de Emília Tavares, investigadora na área da história da fotografia.

Cordoaria Nacional
Francisco Tropa
A Assembleia de Euclides é o título da instalação de Francisco Tropa: um dispositivo arquitectónico (um semi-cúbo) composto por lugares (a praia, a floresta), figuras (dois ciclistas) e objectos arquetípicos defronte de uma máquina fotográfica. Tropa delimita um espaço, um teatro de operações para a realização de um acontecimento simultaneamente fotográfico e performativo, e nas suas múltiplas leituras confronta o espectador com as qualidades mágicas da formação da imagem fotográfica.

Museu da Cidade
Hannah Starkey
Entre o registo documental e ficcional, é de destacar a participação de Hannah Starkey. Originária da Irlanda do Norte, Hannah Starkey constrói representações de momentos paradigmáticos do quotidiano, em especial do quotidiano feminino. Revelando um grande rigor técnico e composicional, as imagens de Starkey situam-se, situam-nos, num espaço ambíguo, entre a aparência de um testemunho e a artificialidade inerente ao seu jogo encenatório.

Centro Cultural de Belém
Estados da Imagem – instantes e intervalos
Tomando como ponto de partida o fotográfico e suas singularidades na representação do movimento e do tempo, a exposição colectiva Estados da Imagem – instantes e intervalos, conta com a participação de 12 artistas. Entre a imagem-suspensa e a imagem-movimento, esta exposição reúne um conjunto diverso de modelos de produção e exibição de imagens de natureza técnica, procurando sugerir sinais de convergência, de inovação e de retroacção, a partir dos graus de paragem e de concentração do e no movimento pela acção da fotografia, do cinema e do vídeo.

Culturgest
Helmar Lerski – Metamorfoses pela Luz
Helmar Lerski é um dos autores mais singulares das vanguardas artísticas da década de 30, em particular pela forma como constituiu uma das mais intensas e perturbantes representações do rosto humano. Na LisboaPhoto é apresentada a sua série mais emblemática, Metamorfoses pela Luz, produzida pelo Museu Folkwang de Essen na Alemanha. São cerca de 120 provas de época, que mostram um amplo estudo em torno de um mesmo rosto, representado em close-up e sujeito a variações minimalistas de luz e sombras.

Museu do Chiado
Erwin Wurm
Erwin Wurm é um artista austríaco cujo trabalho tem estado fundamentalmente preocupado com a expansão dos conceitos da escultura, desde o início da década de 80. Em séries como One Minute Sculpture ou Outdoor sculptures, é possível ver o artista ou outros 'performers' a simular acções/esculturas em espaços públicos e privados. O que fica são registos fotográficos que re-apresentam momentos singulares da curta duração dessas acções/esculturas. Nesta exposição, incluem-se trabalhos em fotografia, desenho, vídeo e escultura.

Museu Nacional de Arte Antiga
Aaron Siskind
Aaron Siskind é uma das figuras emblemáticas da fotografia modernista norte-americana. A partir da década de 40, e sob influência do movimento abstracto-expressionista na pintura, Siskind passou a desenvolver uma fotografia tendencialmente abstracta, assente num metódico e fortemente estruturado programa de enquadramento de detalhes da realidade física, aliando um grande rigor técnico a uma apurada expressão plástica. Nesta exposição, apresenta-se uma antologia da obra de Aaron Siskind, com maior destaque para as suas séries abstractas.

Museu Nacional de Arte Antiga
José Luís Neto
José luís Neto é um fotógrafo português que tem desenvolvido um percurso autoral extremamente singular. Nesta exposição, José Luís Neto apresenta um trabalho inédito: seleccionou uma série de imagens de uma colecção de fotografias sem autor identificado, realizadas entre 1898 e 1908; em seguida, refotografou um pequeno fragmento dessas imagens, que depois de ampliadas resultam em imagens que transfiguram por completo, muitas vezes até ao limiar da abstracção, a natureza icónica do que anteriormente eram figuras, vultos, detalhes.

Museu Nacional de Arte Antiga
Vítor Pomar
Vítor Pomar é um artista que utiliza múltiplas linguagens artísticas – desenho, pintura, escultura, fotografia e filme experimental. O seu trabalho surge como um processo de reunificação de experiências de dispersão do quotidiano, inscrevendo os seus registos fotográficos, segundo uma postura de espontaneidade e informalidade, como uma evidência diarística da relação do artista com as circunstâncias das coisas e dos lugares.
Na LisboaPhoto, Vítor Pomar apresenta, uma nova série, Micropráticas.

Palácio Nacional da Ajuda
Empirismos
Os paradoxos da representação documental são um dos primeiros motivos da colectiva Empirismos, produzida em parceria pela LisboaPhoto e pela PhotoEspaña, e que agrega trabalhos de vários tipos e suportes de imagens (em especial, do campo da fotografia e do vídeo) em que a reprodução, montagem e desconstrução de matérias e acontecimentos do mundo empírico se constituem como tópicos fundamentais nos imaginários de cada um dos artistas.

Sociedade Nacional de Belas Artes
Chen Chieh-Jen
Chen Chieh-Jen, artista de Taiwan, apresenta a instalação vídeo Lingchi, baseada numa fotografia de um homem torturado na China, em 1905. Chieh-Jen reconstitui os acontecimentos imediatamente anteriores à imagem realizada por um soldado francês, posteriormente celebrizada por Georges Bataille, colocando uma série de questões sobre a imagem e correlativos mecanismos de poder, entre os quais, corpo e violência, representação e etnocentrismo.

Aqueduto das Águas Livres e Terraço da Mãe d'Água
Diogo Saldanha / Tomás Maia
Diogo Saldanha realiza a instalação (·) lugar do duplo, que consiste numa intervenção no interior do Aqueduto das Águas Livres de Lisboa, adequando-o ao dispositivo da camera obscura. Num troço com aproximadamente 300 metros, Diogo Saldanha estrutura uma sequência de imagens projectadas, a partir da utilização de 40 óculos intervencionados.
Paralelamente, Tomás Maia apresenta assombra, a leitura de um ensaio cujo fio condutor é a reinterpretação da "Alegoria da Caverna" de Platão.

Cada d'Os Dias da Água
Albano Afonso
Albano Afonso é um artista brasileiro cujo trabalho tem privilegiado as potencialidades estéticas e ontológicas da luz. Nas suas fotografias, a luz é afirmada como o elemento pregnante, a matéria que modela a essência da imagem. Mais recentemente, Afonso começou a realizar instalações, feitas a partir do jogo ilusório proporcionado pelo uso de dispositivos de luz e espelho, que recriam obras emblemáticas da história de arte ocidental.

Palácio Galveias
Enrica Bernardelli
Enrica Bernardelli é uma artista brasileira cujo percurso artístico tem passado pela fotografia, como também pela escultura, desenho e filme experimental. Na LisboaPhoto 2005, irão ser apresentadas fotografias das séries Rodados e Fotos perfuradas: fotografias a preto e branco, de assuntos diversos mas sempre desfocados, nas quais a artista corta um círculo no papel fotográfico e roda-o ou pura e simplesmente retira-o, criando uma falta, uma perturbação, no carácter 'orgânico' da imagem.

LisboaPhoto 2005

sexta-feira, 13 de maio de 2005

Noite dos Museus



Dia Internacional dos Museus
18 de Maio de 2005

Noite dos Museus
14 de Maio de 2005
Instituto Português de Museus

Museu Nacional de Arte Antiga:
concerto, performance, moda, filmes, visitas guiadas, instalação.


Déborah no seu Esplendor.


Déborah e a sua Assistente Hermínia.

Museu Nacional do Azulejo:
oficina de iniciação à cerâmica Raku, visitas guiadas, jantar, concertos.

Museu Nacional dos Coches:
dança/teatro/música.

Museu Nacional de Etnologia:
música e dança, visitas guiadas, filmes, baile, ceia.

Museu Nacional do Traje e da Moda:
recriação 1900.