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sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Cabaret de Diogo Infante

Cabaret
Libreto de Joe Masteroff
(baseado na peça de John Van Druten e histórias de Christopher Isherwood)

Música de John Kander
Letra de Fred Ebb
Tradução Pedro Gorman
Adaptação de Letras Ana Zanatti
Encenação Diogo Infante

Elenco
Ana Lúcia Palminha no papel de Sally Bowles, Adriana Queiroz, Ana Cláudia Ribeiro, Bernardo Gama, Carlos Gomes, David Ripado, Dima Pavlenko, Fernando Gomes, Henrique Feist, Isabel Ruth, Meredith Kitchen, Paula Fonseca, Pedro Laginha, Sandra Rosado e Sara Campina.

Músicos
Ruben Alves (maestro), Celestino Dias, Cindy Gonçalves, Eduardo Regula, Emília Cabrita, Filipe Silva, Luís Rodrigues, Miguel Menezes, Rita Nunes, Rui Travasso e Sandra Martins

Direcção Musical Ruben Alves
Coreografia Marco De Camillis
Cenografia Catarina Amaro
Figurinos Maria Gonzaga
Desenho de Luz Nuno Meira
Desenho de Som Chris Full
Direcção Vocal Rui Baeta
Desenho de caracterização Jorge Bragada / Face Off
Cabelos Moreno
Marionetas e direcção de manipulação Luís Vieira e Rute Ribeiro / A Tarumba
Fotografia Margarida Dias

Assistente de Encenação Ana Guimarães
Assistente de Coreografia Luís Caboco
Assistente musical Eduardo Regula
Assistente caracterização Joana Isfer
Técnico de partituras Carlos Fernandes

Maria Matos, 10 de Setembro a 28 de Dezembro de 2008

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Evil Machines

A fantasia musical de Terry Jones e de Luís Tinoco

“Num mundo em que as máquinas e os seres humanos podem comunicar entre si e partilhar as mesmas esperanças e aspirações, certas máquinas têm uma agenda diferente.Há um Aspirador que tenta dominar o mundo. Há um Carro que rapta pessoas; há duas Motas que assaltam um banco e um Elevador que leva as pessoas a sítios onde não querem ir; e há um Telefone que diz o que as pessoas gostavam de dizer e não o que realmente dizem – com resultados terríveis para a Sra. Morris, a velhota que o comprou.”

Música original Luís Tinoco
História Terry Jones e Anna Söderström
Libreto Terry Jones
Encenação Terry Jones
Direcção Musical Cesário Costa
Figurinos Vin Burnham
Cenografia Hernâni Saúde
Coreografia Paulo Ribeiro
Desenho de Luz Nuno Meira
Desenho Musical / Sonoplastia José Luís Ferreira

Interpretação Ana Paula Russo, Ana Quintans, Carla Simões, Fernando Guimarães, João Oliveira, João Martins, João Merino, José Lourenço, Marco Alves dos Santos, Mário Redondo, Raquel Camarinha, Sara Braga Simões
Orquestra Metropolitana de Lisboa
Maestro Cesário Costa

A terminar.
Teatro São Luiz, 12 de Janeiro a 3 de Fevereiro de 2008

A ver...

Interessante e divertido, mas demasiado infantil e não arranca dos estafados musicais comerciais de West End ou Broadway.
O melhor, a música de Luís Tinoco fica esmagada com a gritaria electrónica da produção.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Cabaret de Joe Masteroff e Fred Ebb

Teatro Maria Matos
4 de Setembro a 28 de Dezembro

O libreto de CABARET baseia-se nos contos autobiográficos de Christopher Isherwood, sobre a vida em Berlim durante o domínio do partido Nazi, e na peça “I am a Camera”, escrita por John van Druten, a partir desses mesmos contos.
A acção do musical desenvolve-se em diferentes quadros, estando a história principal inserida no meio do entretenimento decadente de um cabaret berlinense.
A versão cinematográfica de CABARET, em 1972, alcançou uma enorme popularidade, sendo a vocalização acutilante de Liza Minnelli a mais lembrada por todas as futuras intérpretes do papel de Sally.

Sinopse
Berlim, início da década de 30.
Cabaret conta a história de um escritor americano, Cliff Bradshaw, que, no decurso de uma viagem a Berlim, se apaixona por Sally Bowles, uma jovem inglesa que trabalha como cantora no Kit Kat Klub. Ambos se vêem envolvidos nas contradições da sociedade alemã, durante a ascensão Nazi ao poder.
Toda a história é apresentada pelo mestre-de-cerimónias, Emcee, protagonista de alguns dos mais memoráveis números musicais de sempre!

libreto de Joe Masteroff
(baseado na peça de John Van Druten e histórias de Cristopher Isherwood)
música de John Kander
letra de Fred Ebb
tradução Pedro Gorman
adaptação de letras Ana Zanatti
encenação Diogo Infante
interpretação Adriana Queirós, Ana Lúcia Palminha, Fernando Gomes, Henrique Feist, Isabel Ruth, Luis Lucas, Paula Fonseca, Pedro Laginha, Sandra Rosado, entre outros
direcção musical Ruben Alves
coreografia Marco De Camillis
cenografia Catarina Amaro
figurinos Maria Gonzaga
desenho de luz Nuno Meira
técnica vocal Luís Madureira, Joana Manuel e Rui Baeta
assistência de encenação Isabel Abreu
produção Teatro Maria Matos 2008

Cabaret - Bob Fosse
Liza Minnelli - Mein Herr - Cabaret

quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

Sweeney Todd

O Terrível Barbeiro de Fleet Street

Teatro Aberto, a terminar dia 30 de Dezembro de 2007

Autor: Stephen Sondheim

Versão Portuguesa: João Lourenço, Vera San Payo de Lemos, José Fanha
Dramaturgia: Vera San Payo de Lemos
Cenário: Jochen Finke
Figurinos: Renée Hendrix
Coreografia: Carlos Prado
Luz: João Lourenço, Melim Teixeira

Encenação: João Lourenço
Direcção Musical e Regência - João Paulo Santos

Interpretação: Mário Redondo, Ana Ester, Carlos Guilherme, José Corvelo, Marco Alves dos Santos, Sílvia Filipe, Carla Simões, Tiago Sepúlveda, Henrique Feist
10 Músicos
16 Coralistas
12 Actores / Bailarinos

Não se trata de uma reposição da co-produção apresentada no Teatro Nacional de D. Maria II, em 1997, mas sim de uma nova encenação e de uma nova montagem com novo cenário e com novo elenco onde estão apenas dois dos solistas que integraram a versão de 1997.

Sinopse: Depois de anos passados nas galés devido a uma condenação injusta, Sweeney Todd regressa a Londres para procurar a mulher e a filha e se vingar daqueles que lhe destruíram a vida. A sua vingança manifesta-se em múltiplos crimes que o tornam conhecido como "o terrível barbeiro de Fleet Street".
Sweeney Todd é um thriller musical cheio de acção e emoção, com uma partitura inspirada e momentos de comédia, tensão dramática e crítica social que lhe conferem as características espectaculares do teatro total.

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Agradável e uma noite bem disposta e bem passada.