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quinta-feira, 16 de abril de 2020
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
"Andar, abraçar", Helena Almeida
"Andar, abraçar"
Exposição de Helena Almeida no espaço BES Arte & Finança - Arte Contemporânea.
Até 22 de Janeiro.
Exposição de Helena Almeida no espaço BES Arte & Finança - Arte Contemporânea.
Até 22 de Janeiro.
terça-feira, 11 de agosto de 2009
BESart "Por entre a Ficção e a Realidade"

Exposição #03
Comissariado Maria do Mar Fazenda
BES Arte & Finaça, 28 de Maio a 4 de Setembro
Hans-Peter Feldmann



Duane Michals
Jeff Wall
Douglas Gordon
Tacita Dean
Cecília Costa
Rodney Graham
Jemima Stehli
Sabine Horning
Agnasí Aballi
Pedro Cabrita Reis
Ricarda Roggan
José Luís Neto
Hannah Starkey
Rui Calçada Basto
Louise Lawler
Philip-Lorca di Corcia
João Tabarra
Ramiro Guerreiro
Vítor Pomar
Erwin Wurm
Gabriel Orozco
Sophie Calle
Gabriela Albergaria
Uma das minhas preferidas (Jemima Stehli):


Fotografias interessantes do grande acervo do BES.
O conjunto de "temas" é um exercício de estilo da comissária. Com uma hierarquia: um tema para cada obra e obras agrupadas em quatro assuntos principais de dois sub-assuntos cada. Exagerado e confuso, mas a dar uma olhadela. Bastava "Por entre a Ficção e a Realidade".
O local é o aproveitamento dos grandes espaços usuais nas agências principais dos bancos. Sofrível e acanhado. Bem situado, Praça Marquês de Pombal, e gratuito, inclui ainda um auditório, conjunto de cadeiras, onde por exemplo a Jacinta deu uns concertos no final de Julho durante uma residência artística.

segunda-feira, 23 de março de 2009
Novas exposições museu Berardo

Peter Kogler
[16 mar | 31 mai]
O artista austríaco Peter Kogler (n. 1959) alcançou projecção internacional com os seus trabalhos sobre o espaço e os meios tecnológicos. O seu vocabulário imagético une o orgânico ao tecnológico, o real ao virtual, fazendo referência à mediatização da sociedade, com todas as suas potenciais virtudes e armadilhas.
Arte contemporânea muito interessante.
Arquivo Universal — O documento e a utopia fotográfica[9 mar | 3 mai]
Exposição que explora a missão e a história da fotografia, a sua ligação à noção de documento, testemunho e representação histórica, através de 1000 fotografias vintage, centenas de publicações, filmes e documentos datados entre 1851 e 2008, e criados por mais de 250 autores diferentes — desde Lewis Hine a Martha Rosler.
Exposição extensa e belos exemplares. A visitar.
domingo, 4 de janeiro de 2009
BESart – O Presente: Uma Dimensão Infinita

oito secções temáticas – “o retrato”; “a arquitectura”; “a natureza”; “as narrações, ficções e realidades”; “os espaços, lugares e objectos”; “os conceitos, críticas e ideias”; “a sociedade e a vida urbana” e os “universos privados”
BESart – Colecção Banco Espírito Santo - O Presente: Uma Dimensão Infinita
Comissariado: María de Corral e Lorena Martinez de Corral
Museu Colecção Berardo | 24 de Novembro de 2008 a 25 de Janeiro de 2009
Colecção extensa com muitos pontos (obras) de interesse, independentemente da "organização temática".
Muito bom.
terça-feira, 10 de junho de 2008
Utopia

PhotoEspaña2008
Museu Berardo, 29 de Maio a 27 de Julho
(...) Assim sendo, porque escolhem os artistas e fotógrafos o momento actual para rever o passado recente? Aparentemente, estes edifícios modernistas, criados e construídos para tornar novamente o mundo num local mais aprazível para se viver, são metáforas de uma preocupação mais abrangente da sociedade ocidental acerca do futuro. As suas imagens representam o fim da cidade, a cidade definida pelos princípios modernistas da vida urbana. O futuro não parece nada utópico, com as alterações climáticas e a escassez de recursos para alimentar o mundo. Actualmente, não podemos pensar que qualquer visão do mundo poderá solucionar as complexas questões que temos de enfrentar. Este interesse renovado no último período de confiança nos valores ocidentais, que afirmavam atecnologia, os edifícios e o progresso social como forma de resolver os problemas do mundo, terminou. É por este motivo que o trabalho destes artistas e fotógrafos assume uma tão grande importância. O declínio dos edifícios do período modernista poderá estar a dizer-nos algo mais profundo sobre o nosso futuro.
— Paul Wombell
Exposição muito interessante.
Aproveitando uma visita guiada ao museu Berardo, gostei das palavras da Sara.
quarta-feira, 28 de maio de 2008
World Press Photo 2007
Museu da Electricidade, 10 de Maio a 8 de Junho
Muito boas fotografias, essencialmente importantes para divulgar os acontecimentos do mundo.
A surpresa ou melhor a emoção vem mais do relato do que da fotografia.
Muito boas fotografias, essencialmente importantes para divulgar os acontecimentos do mundo.
A surpresa ou melhor a emoção vem mais do relato do que da fotografia.
domingo, 30 de março de 2008
Por uma vida melhor, Gérald Bloncourt

Museu Colecção Berardo, 18 de Fevereiro a 18 de Maio de 2008
"O «salto». Parte-se em silêncio, às escondidas. Parte-se usando todos os meios de locomoção imagináveis, mas sobretudo a pé. As fotografias de Gérald Bloncourt que aqui mostramos retratam um período difícil da história portuguesa: a emigração de quase um milhão de pessoas, oficial ou clandestina, em direcção a França.
Ele próprio exilado, após ter sido expulso do Haiti onde vivia com seus pais, Gérald Bloncourt (nascido em 1926) permaneceu sempre sensível ao sofrimento do estrangeiro num país que não é o seu. Colaborando na La Vie ouvrière e no L’Humanité, trabalhou com e sobre a comunidade portuguesa, estabelecendo relações com os operários, que permitiram que partilhasse da sua vida quotidiana. As suas fotografias constituem um testemunho insubstituível da realidade destes anos 1950 e 60 para todas estas famílias despedaçadas que a França não soube acolher.
(...)
Um curto documentário de José Vieira, ele próprio emigrante em França, Les Années de boue (Os Anos da Lama) realizado para a exposição, bem como o seu filme La Photo déchirée (A Fotografia Rasgada) (2002, 52’, produção La Huit) vêm completar o intuito agridoce de Gérald Bloncourt, fotógrafo humanista e militante."
_______
Exposição com fotografias interessantes, e com alguns filmes sobre a miséria Portuguesa em França, a puxar ao sentimento e emoção.
sábado, 9 de fevereiro de 2008
sexta-feira, 26 de outubro de 2007
Atlas Group 1989-2004

Um projecto de Walid Raad
Culturgest, 29 de Setembro a 30 de Dezembro
O Atlas Group foi um projecto desenvolvido por Walid Raad entre 1989 e 2004 para pesquisar e documentar a história contemporânea do Líbano, com uma ênfase particular nas guerras de 1975 e 1990. Raad encontrou e produziu documentos áudio, visuais e literários que convocam e desvendam essa história. Os documentos foram preservados no Arquivo do Atlas Group, localizado em Beirute e Nova Iorque.
O trabalho de Walid Raad inclui até à data instalações em vários mediums, performance, vídeo e fotografia, assim como ensaios literários. O seu trabalho tem sido mostrado em numerosas exposições colectivas nos Estados Unidos, na Europa e no Médio Oriente, nomeadamente, na Bienal de Whitney (Nova Iorque, 2002), na Documenta 11 (Kassel, 2002), na Bienal de Veneza (2003), ou em Home Works (Beirute, 2005). O projecto Atlas Group tem sido apresentado em numerosas exposições individuais, nomeadamente, na Art Gallery of York University em Toronto (2004), na FACT em Liverpool (2005), na The Kitchen Art Gallery em Nova Iorque (2006), no Hamburger Banhof em Berlim (2006), na Henry Art Gallery em Seattle (2007) e no Museo Tamayo na Cidade do México (2007).
Walid Raad nasceu no Líbano (1967) e vive em Nova Iorque. É professor associado na Cooper Union em Nova Iorque e membro da Arab Image Foundation (Beirute/Nova Iorque).
Curadoria:
Miguel Wandschneider
Exposição interessante e curiosa sobre o Líbano.
E ainda, mas menos interessante, na Culturgest ...

Jean-Luc Moulène
Opus (1995-2007) / Documents (1999-2007)
29 de Setembro a 25 de Novembro
Conhecido sobretudo pelo seu trabalho em fotografia, Jean-Luc Moulène (Reims, 1955) tem situado a sua prática igualmente nos domínios da escultura e do desenho. O artista questiona a fotografia como meio de representação do real (na exposição estão representadas várias séries em que a questão do documento é problematizada), mas também se interessa pela presença plástica da imagem singular e o seu potencial significante. O seu trabalho fotográfico retoma os géneros clássicos (retrato, paisagem, natureza morta), incorpora a tradição da fotografia como “tableaux”, mas também outros usos da fotografia, inscritos na sua história (como o documental) ou nos usos que dela são feitos na sociedade contemporânea (por exemplo, no campo dos mass media).
Esta exposição apresenta de forma muito abrangente e sistemática o trabalho Jean-Luc Moulène desde o final da década de 1990 até hoje, pondo em diálogo e contraponto as séries fotográficas mais significativas que produziu neste período e um conjunto muito diversificado de esculturas.
Entre as exposições individuais de Jean-Luc Moulène nos últimos anos, contam-se as que realizou no CCA Kitakyushu (Japão, 2004), na Galérie Nationale Jeu de Paume (Paris, 2005) e no Musée du Louvre (Paris, 2005). Participou na Documenta X (Kassel, 1997) e na Bienal de São Paulo (2003). É representado pelas galerias Chantal Crousel (Paris), Greta Meert (Bruxelas), carlier|gerbauer (Berlim) e Thomas Dane (Londres).
Curadoria:
Miguel Wandschneider
sexta-feira, 17 de agosto de 2007
World Press Photo 2007
segunda-feira, 25 de junho de 2007
Colecção Berardo
domingo, 25 de março de 2007
Ciclo Paul Bowles
UM ABRIGO NA TERRA
De 26 a 31 de Março
Sala de Leitura, Grande Auditório, Pequeno Auditório e outros espaços
Um Abrigo na Terra, assim se chama a evocação de Paul Bowles que o CCB agora apresenta. Mais conhecido como escritor de romances e contos, Paul Bowles foi, também, um talentoso compositor de peças para piano, para bailado, voz e orquestra, algumas das quais serão apresentadas ao público português pela primeira vez.
A paixão que dedicou à cultura marroquina será assinalada com um concerto pelos Masters of Jajouka, assim como a adaptação cinematográfica de The Sheltering Sky (O Céu que nos protege), um dos seus livros mais celebrados. Os seus contos serão também objecto de leitura e análise.
Uma sequência de fotografias a preto e branco, tiradas em Tânger, no seu apartamento, do fotógrafo Daniel Blaufuks, completa este retrato multifacetado de um dos autores mais importantes da literatura americana do século passado.
Fernando Luís Sampaio
De 26 a 31 de Março
Sala de Leitura, Grande Auditório, Pequeno Auditório e outros espaços
Um Abrigo na Terra, assim se chama a evocação de Paul Bowles que o CCB agora apresenta. Mais conhecido como escritor de romances e contos, Paul Bowles foi, também, um talentoso compositor de peças para piano, para bailado, voz e orquestra, algumas das quais serão apresentadas ao público português pela primeira vez.
A paixão que dedicou à cultura marroquina será assinalada com um concerto pelos Masters of Jajouka, assim como a adaptação cinematográfica de The Sheltering Sky (O Céu que nos protege), um dos seus livros mais celebrados. Os seus contos serão também objecto de leitura e análise.
Uma sequência de fotografias a preto e branco, tiradas em Tânger, no seu apartamento, do fotógrafo Daniel Blaufuks, completa este retrato multifacetado de um dos autores mais importantes da literatura americana do século passado.
Fernando Luís Sampaio
terça-feira, 20 de fevereiro de 2007
BESPhoto 2006
Até 18 de Março de 2007Última exposição no
Centro Cultural de Belém
do Berardo
Fraco!?
A terceira edição deste prémio anual integra dois momentos: a exposição colectiva de obras dos quatro fotógrafos seleccionados; e a atribuição de um prémio no valor de 15 mil euros ao artista vencedor.
Os artistas convidados para a exposição BESPhoto 2006 são Augusto Alves da Silva, Daniel Blaufuks, Susanne Themlitz e Vasco Araújo, que na opinião do Júri de Selecção – Maria do Carmo Serén, Lúcia Marques, Filipa Valadares, Filipa Oliveira e Jürgen Bock – realizaram entre 1 de Julho de 2005 e 30 de Junho de 2006 as mostras de maior interesse no âmbito da fotografia portuguesa actual.
O Júri de Premiação (composição a anunciar brevemente) decidirá a quem atribuir o Prémio BESPhoto 2006, após a apreciação dos trabalhos expostos, alguns criados especialmente para esta ocasião.
Os vencedores da primeira e segunda edições deste prémio, cujas exposições decorreram também no CCB, foram Helena Almeida e José Luís Neto, respectivamente.
quinta-feira, 9 de junho de 2005
LisboaPhoto 2005

2005.05.19 a 2005.09.18
Arquivo Fotográfico Municipal de Lisboa
Corpo diferenciado
Corpo diferenciado é uma exposição feita a partir do espólio fotográfico da Delegação de Lisboa do Instituto Nacional de Medicina Legal e que aborda a natureza e os valores lógicos que determinaram o uso da fotografia pelas instituições médicas e judiciárias em Portugal, durante as primeiras décadas do século XX, e, correlativamente, a assunção da imagem fotográfica como prova susceptível de produzir e reproduzir conhecimento, como também o entendimento científico (e ideológico) que as disciplinas médicas e judiciárias desenvolveram sobre as realidades do corpo.
Cordoaria Nacional
Joshua Benoliel
Joshua Benoliel é um dos pioneiros do fotojornalismo em Portugal e a sua obra constitui o mais importante e qualificado arquivo da sociedade portuguesa das primeiras décadas do século XX. Para a LisboaPhoto foi concebida a mais vasta e ambiciosa retrospectiva da obra de Joshua Benoliel realizada até hoje, e o comissariado esteve a cargo de Emília Tavares, investigadora na área da história da fotografia.
Cordoaria Nacional
Francisco Tropa
A Assembleia de Euclides é o título da instalação de Francisco Tropa: um dispositivo arquitectónico (um semi-cúbo) composto por lugares (a praia, a floresta), figuras (dois ciclistas) e objectos arquetípicos defronte de uma máquina fotográfica. Tropa delimita um espaço, um teatro de operações para a realização de um acontecimento simultaneamente fotográfico e performativo, e nas suas múltiplas leituras confronta o espectador com as qualidades mágicas da formação da imagem fotográfica.
Museu da Cidade
Hannah Starkey
Entre o registo documental e ficcional, é de destacar a participação de Hannah Starkey. Originária da Irlanda do Norte, Hannah Starkey constrói representações de momentos paradigmáticos do quotidiano, em especial do quotidiano feminino. Revelando um grande rigor técnico e composicional, as imagens de Starkey situam-se, situam-nos, num espaço ambíguo, entre a aparência de um testemunho e a artificialidade inerente ao seu jogo encenatório.
Centro Cultural de Belém
Estados da Imagem instantes e intervalos
Tomando como ponto de partida o fotográfico e suas singularidades na representação do movimento e do tempo, a exposição colectiva Estados da Imagem instantes e intervalos, conta com a participação de 12 artistas. Entre a imagem-suspensa e a imagem-movimento, esta exposição reúne um conjunto diverso de modelos de produção e exibição de imagens de natureza técnica, procurando sugerir sinais de convergência, de inovação e de retroacção, a partir dos graus de paragem e de concentração do e no movimento pela acção da fotografia, do cinema e do vídeo.
Culturgest
Helmar Lerski Metamorfoses pela Luz
Helmar Lerski é um dos autores mais singulares das vanguardas artísticas da década de 30, em particular pela forma como constituiu uma das mais intensas e perturbantes representações do rosto humano. Na LisboaPhoto é apresentada a sua série mais emblemática, Metamorfoses pela Luz, produzida pelo Museu Folkwang de Essen na Alemanha. São cerca de 120 provas de época, que mostram um amplo estudo em torno de um mesmo rosto, representado em close-up e sujeito a variações minimalistas de luz e sombras.
Museu do Chiado
Erwin Wurm
Erwin Wurm é um artista austríaco cujo trabalho tem estado fundamentalmente preocupado com a expansão dos conceitos da escultura, desde o início da década de 80. Em séries como One Minute Sculpture ou Outdoor sculptures, é possível ver o artista ou outros 'performers' a simular acções/esculturas em espaços públicos e privados. O que fica são registos fotográficos que re-apresentam momentos singulares da curta duração dessas acções/esculturas. Nesta exposição, incluem-se trabalhos em fotografia, desenho, vídeo e escultura.
Museu Nacional de Arte Antiga
Aaron Siskind
Aaron Siskind é uma das figuras emblemáticas da fotografia modernista norte-americana. A partir da década de 40, e sob influência do movimento abstracto-expressionista na pintura, Siskind passou a desenvolver uma fotografia tendencialmente abstracta, assente num metódico e fortemente estruturado programa de enquadramento de detalhes da realidade física, aliando um grande rigor técnico a uma apurada expressão plástica. Nesta exposição, apresenta-se uma antologia da obra de Aaron Siskind, com maior destaque para as suas séries abstractas.
Museu Nacional de Arte Antiga
José Luís Neto
José luís Neto é um fotógrafo português que tem desenvolvido um percurso autoral extremamente singular. Nesta exposição, José Luís Neto apresenta um trabalho inédito: seleccionou uma série de imagens de uma colecção de fotografias sem autor identificado, realizadas entre 1898 e 1908; em seguida, refotografou um pequeno fragmento dessas imagens, que depois de ampliadas resultam em imagens que transfiguram por completo, muitas vezes até ao limiar da abstracção, a natureza icónica do que anteriormente eram figuras, vultos, detalhes.
Museu Nacional de Arte Antiga
Vítor Pomar
Vítor Pomar é um artista que utiliza múltiplas linguagens artísticas desenho, pintura, escultura, fotografia e filme experimental. O seu trabalho surge como um processo de reunificação de experiências de dispersão do quotidiano, inscrevendo os seus registos fotográficos, segundo uma postura de espontaneidade e informalidade, como uma evidência diarística da relação do artista com as circunstâncias das coisas e dos lugares.
Na LisboaPhoto, Vítor Pomar apresenta, uma nova série, Micropráticas.
Palácio Nacional da Ajuda
Empirismos
Os paradoxos da representação documental são um dos primeiros motivos da colectiva Empirismos, produzida em parceria pela LisboaPhoto e pela PhotoEspaña, e que agrega trabalhos de vários tipos e suportes de imagens (em especial, do campo da fotografia e do vídeo) em que a reprodução, montagem e desconstrução de matérias e acontecimentos do mundo empírico se constituem como tópicos fundamentais nos imaginários de cada um dos artistas.
Sociedade Nacional de Belas Artes
Chen Chieh-Jen
Chen Chieh-Jen, artista de Taiwan, apresenta a instalação vídeo Lingchi, baseada numa fotografia de um homem torturado na China, em 1905. Chieh-Jen reconstitui os acontecimentos imediatamente anteriores à imagem realizada por um soldado francês, posteriormente celebrizada por Georges Bataille, colocando uma série de questões sobre a imagem e correlativos mecanismos de poder, entre os quais, corpo e violência, representação e etnocentrismo.
Aqueduto das Águas Livres e Terraço da Mãe d'Água
Diogo Saldanha / Tomás Maia
Diogo Saldanha realiza a instalação (·) lugar do duplo, que consiste numa intervenção no interior do Aqueduto das Águas Livres de Lisboa, adequando-o ao dispositivo da camera obscura. Num troço com aproximadamente 300 metros, Diogo Saldanha estrutura uma sequência de imagens projectadas, a partir da utilização de 40 óculos intervencionados.
Paralelamente, Tomás Maia apresenta assombra, a leitura de um ensaio cujo fio condutor é a reinterpretação da "Alegoria da Caverna" de Platão.
Cada d'Os Dias da Água
Albano Afonso
Albano Afonso é um artista brasileiro cujo trabalho tem privilegiado as potencialidades estéticas e ontológicas da luz. Nas suas fotografias, a luz é afirmada como o elemento pregnante, a matéria que modela a essência da imagem. Mais recentemente, Afonso começou a realizar instalações, feitas a partir do jogo ilusório proporcionado pelo uso de dispositivos de luz e espelho, que recriam obras emblemáticas da história de arte ocidental.
Palácio Galveias
Enrica Bernardelli
Enrica Bernardelli é uma artista brasileira cujo percurso artístico tem passado pela fotografia, como também pela escultura, desenho e filme experimental. Na LisboaPhoto 2005, irão ser apresentadas fotografias das séries Rodados e Fotos perfuradas: fotografias a preto e branco, de assuntos diversos mas sempre desfocados, nas quais a artista corta um círculo no papel fotográfico e roda-o ou pura e simplesmente retira-o, criando uma falta, uma perturbação, no carácter 'orgânico' da imagem.
LisboaPhoto 2005
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