Excelente. Acústica transforma concerto a mais vozes.
Música, dança, teatro, cinema, literatura, exposições, conversas, etc.
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domingo, 4 de maio de 2014
segunda-feira, 24 de março de 2014
quarta-feira, 12 de março de 2014
Teho Teardo & Blixa Bargeld - Still Smiling
Hoje, Teatro Maria Matos
guitarra, sintetizador: Teho Teardo
voz, pedais: Blixa Bargeld
violoncelo, Glockenspiel: Martina Bertoni
Quarteto Lopes-Graça: Luís Pacheco Cunha (violino), Anne Victorino D’Almeida (violino), Isabel Pimentel (viola) e Catherine Strynckx (violoncelo)
album review
Muito bom, o conjunto de intérpretes.
Letras e músicas.
Blixa, o entertainer.
Teho, o homem da música e da electrónica.
Som fraco de início, depois habituamo-nos.
segunda-feira, 3 de março de 2014
Adriana Sá, Tó Trips e John Klima - Timespine
Teatro Maria Matos, quarta-feira 5 de Março.
Boa música portuguesa "contemporânea".
terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
Vasco Mendonça - the House Taken Over
Teatro Maria Matos, 21 e 22 de Fevereiro
Magnífico!
Música de Vasco Mendonça excelente.
Todos os aspectos da produção com boas interpretações e ideias: cantores, orquestra, cenografia...
sábado, 11 de janeiro de 2014
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
sexta-feira, 27 de setembro de 2013
What the Body Does Not Remember (Revival), Wim Vandekeybus
"peça fundadora da dança contemporânea"
Hoje e amanhã, T. Maria Matos
What the Body Does Not Remember, Wim Vandekeybus
quarta-feira, 25 de setembro de 2013
sábado, 7 de setembro de 2013
quinta-feira, 3 de maio de 2012
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
sábado, 7 de maio de 2011
FIMFA Lx11
Festival Internacional de Marionetas e Formas Animadas
12 de Maio a 6 de Junho de 2011
O Grande Palco das Marionetas regressa…
12 de Maio a 6 de Junho de 2011
O Grande Palco das Marionetas regressa…
mais rebelde do que nunca!
A marioneta sempre me interessou no sentido que me parece ser uma forma de arte que está no cruzamento das artes plásticas e das artes cénicas…
Foi a paixão por marionetas, máscaras e outros objectos antropomórficos que me conduziu da filosofia e das artes plásticas para as artes da marioneta. Eu queria investigar os significados que podem ter os corpos artificiais em cena…
Gisèle Vienne
(...)
Durante vinte seis dias o grande palco das marionetas e das formas animadas regressa a Lisboa, que se transforma no centro desta expressão artística. Desenhado numa perspectiva de transversalidade artística, o FIMFA desenvolve uma programação que integra uma enorme diversidade de técnicas e propostas estéticas, estabelecendo ligações entre a marioneta, dança, vídeo, circo, teatro, instalações plásticas...
Este ano, para além da presença de criadores de reconhecido mérito internacional, resolvemos apostar em jovens companhias e valores mundiais que se apropriam desta linguagem e a renovam, na pesquisa, transformação e reutilização de objectos, materiais… como através da imagem e do som se podem criar verdadeiras obras de arte, temas e espectáculos controversos que falam do Homem actual e dos problemas que afectam a humanidade.
(...)
São nossos convidados cerca de vinte e três companhias e criadores, provenientes de diversos países, como a Alemanha, Bélgica, Espanha, Finlândia, França, Holanda, Noruega, Reino Unido e Portugal. Estão previstas mais de cem representações que envolvem espectáculos de sala, de pequenas formas e de rua. É ainda desenvolvida uma componente laboratorial e experimental, que permite a aproximação e troca de experiências entre criadores, bem com um conjunto de actividades complementares. Os espaços de apresentação são o Museu da Marioneta, o Teatro Maria Matos, o Teatro Nacional D. Maria II, o Centro Cultural de Belém, o Cinema S. Jorge, o CAMa - Centro de Artes da Marioneta e, é claro, as ruas de Lisboa.
quinta-feira, 5 de maio de 2011
domingo, 19 de dezembro de 2010
Out of Context - For Pina, Alain Platel, Les Ballets C de la B
Depois do divertimento comovente de Import Export de Koen Augustijnen em Outubro de 2007. Depois do genial e fabuloso Pitié! de Alain Platel e Fabrizio Cassol, dança e música em Julho de 2009. Chega uma dedicatória, Out of Context - For Pina de Alain Platel.
Teatro Maria Matos, 19 e 20 de Dezembro de 2010
“A dor é verdadeira quando se consegue que outros acreditem nela. Se ninguém além de ti acredita nela, a tua dor é loucura ou histerismo.”
Naomi Wolf
Em Out of Context, Alain Platel regressa ao essencial da dança, partindo da convicção de que o corpo humano é uma ferramenta emotiva, um detentor de memórias, uma matéria-prima para a arte.
Um dos temas que de forma mais proeminente tem sobressaído no meu trabalho em anos mais recentes é o de “corpo em estado de histeria”. Não me refiro à histeria como doença, mas antes como expressão da ultra-sensibilidade em relação à vida. Sempre que as palavras não conseguem exprimir as nossas mais íntimas emoções, o corpo toma conta. A dança deve ter tido esta função ao longo dos tempos: lutar para ser uma tradução física de sentimentos exacerbados. É interessante notar que a palavra coreografia deriva do grego chorea, um termo médico que se refere a uma desordem do sistema nervoso e cujos sintomas são súbitos, incontrolados e histéricos movimentos do corpo. Nos últimos anos tenho optado pela colaboração com bailarinos exímios na arte do movimento, porque eles conseguem transmitir este estranho estado de receptividade num sentido físico. O medo e a falta de à-vontade dos que vêem o corpo neste estado é, por vezes, grande. Mesmo assim, acredito que ao vê-lo, estar próximo é uma experiência positiva. Permite-nos entender que este comportamento específico, tal como outras formas de comportamento estranho, extremo e provocador fazem parte da nossa humanidade. AP
Nothing up their sleeves, and nothing in their pockets. With Out of Context, director Alain Platel aims to return to the fundamentals of dance. Starting from a belief in the human body as emotional tool, as carrier of memories, as raw material for living fine art. While Platel has flirted with the boundaries of opera over the past years, with for example vsprs or pitié!, Out of Context is not a music-driven piece, and also has no set or costumes other than those the dancers can fit in their suitcases. It is however no crisis piece. It is in self-limitation that a master first shows himself. The mastery of the dancers with which Platel embarks on this adventure is indisputable. Each and every one is an impressive figure with whom Platel has travelled far over the years.
Danced and created by:
Elie Tass, Emile Josse, Hyo Seung Ye, Kaori Ito, Mathieu Desseigne Ravel, Mélanie Lomoff, Romeu Runa, Rosalba Torres Guerrero, Ross Mc Cormack
Teatro Maria Matos, 19 e 20 de Dezembro de 2010
“A dor é verdadeira quando se consegue que outros acreditem nela. Se ninguém além de ti acredita nela, a tua dor é loucura ou histerismo.”
Naomi Wolf
Em Out of Context, Alain Platel regressa ao essencial da dança, partindo da convicção de que o corpo humano é uma ferramenta emotiva, um detentor de memórias, uma matéria-prima para a arte.
Um dos temas que de forma mais proeminente tem sobressaído no meu trabalho em anos mais recentes é o de “corpo em estado de histeria”. Não me refiro à histeria como doença, mas antes como expressão da ultra-sensibilidade em relação à vida. Sempre que as palavras não conseguem exprimir as nossas mais íntimas emoções, o corpo toma conta. A dança deve ter tido esta função ao longo dos tempos: lutar para ser uma tradução física de sentimentos exacerbados. É interessante notar que a palavra coreografia deriva do grego chorea, um termo médico que se refere a uma desordem do sistema nervoso e cujos sintomas são súbitos, incontrolados e histéricos movimentos do corpo. Nos últimos anos tenho optado pela colaboração com bailarinos exímios na arte do movimento, porque eles conseguem transmitir este estranho estado de receptividade num sentido físico. O medo e a falta de à-vontade dos que vêem o corpo neste estado é, por vezes, grande. Mesmo assim, acredito que ao vê-lo, estar próximo é uma experiência positiva. Permite-nos entender que este comportamento específico, tal como outras formas de comportamento estranho, extremo e provocador fazem parte da nossa humanidade. AP
Nothing up their sleeves, and nothing in their pockets. With Out of Context, director Alain Platel aims to return to the fundamentals of dance. Starting from a belief in the human body as emotional tool, as carrier of memories, as raw material for living fine art. While Platel has flirted with the boundaries of opera over the past years, with for example vsprs or pitié!, Out of Context is not a music-driven piece, and also has no set or costumes other than those the dancers can fit in their suitcases. It is however no crisis piece. It is in self-limitation that a master first shows himself. The mastery of the dancers with which Platel embarks on this adventure is indisputable. Each and every one is an impressive figure with whom Platel has travelled far over the years.
Danced and created by:
Elie Tass, Emile Josse, Hyo Seung Ye, Kaori Ito, Mathieu Desseigne Ravel, Mélanie Lomoff, Romeu Runa, Rosalba Torres Guerrero, Ross Mc Cormack
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
The Tangible, tg STAN
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companhia: tg STAN
Teatro Maria Matos, 8 a 11 de Dezembro de 2010
TOL - Espectáculo sensível ao toque
IP - Carta de amor ao berço da civilização
Teatro e dança, muito especial...
The starting point of the tangible is, on the one hand, the Fertile Crescent * with Palestine as its epicentre, and on the other hand the people who create this performance and their various realities.
(...)
"The next day I accompanied him to the ruin. There were several epicentres where everything had been reduced to dust, surrounded by tiny fragments. Except for pipes and wires no recognisable objects remained. Everything which had been assembled during a lifetime had gone without trace, had lost its name. An amnesia not of the mind but of the tangible."
(a quote from the book From A to X by John Berger)
segunda-feira, 15 de março de 2010
Being Dufay - Ambrose Field / John Potter
Teatro Maria Matos, 31 de Março de 2010
Guillaume Dufay (1397-1474): Ma Belle dame souveraine; Je me complains; Being Dufay; Je vous pri; Presque quelque chose; Sanctus; La dolce vista.

John Potter: tenor
Ambrose Field: composer, live and studio electronics
ECM
Belas composição e interpretação (álbum)! Electrónica e canto a partir de música do séc. XV.
(+video artist and filmmaker Michael Lynch)
British tenor John Potter and fellow countryman Ambrose Field, composer of electronic/digital music, offer a striking juxtaposition of Renaissance music and present-day technology: In seven interconnected pieces, vocal fragments from the songs and sacred works by Guillaume Dufay (1397–1474) soar beautifully above Ambrose Field’s vast and multi-faceted soundscapes. “Then as now, music was not forever fixed but lived and breathed through the imaginations of former musicians and their listeners”, writes Field in his liner notes for “Being Dufay”. Potter’s voice immerses itself with great ease in the allusively processed sounds. Amrose Field: “The fragments of original Dufay are always presented entirely unaltered, and serve as a reference point or cantus firmus within what is new. From that new perspective, I wanted to explore the limits of the electronic medium, and produce a new set of musical colours.”
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
Cabaret de Diogo Infante
CabaretLibreto de Joe Masteroff
(baseado na peça de John Van Druten e histórias de Christopher Isherwood)
Música de John Kander
Letra de Fred Ebb
Tradução Pedro Gorman
Adaptação de Letras Ana Zanatti
Encenação Diogo Infante
Elenco
Ana Lúcia Palminha no papel de Sally Bowles, Adriana Queiroz, Ana Cláudia Ribeiro, Bernardo Gama, Carlos Gomes, David Ripado, Dima Pavlenko, Fernando Gomes, Henrique Feist, Isabel Ruth, Meredith Kitchen, Paula Fonseca, Pedro Laginha, Sandra Rosado e Sara Campina.
Músicos
Ruben Alves (maestro), Celestino Dias, Cindy Gonçalves, Eduardo Regula, Emília Cabrita, Filipe Silva, Luís Rodrigues, Miguel Menezes, Rita Nunes, Rui Travasso e Sandra Martins
Direcção Musical Ruben Alves
Coreografia Marco De Camillis
Cenografia Catarina Amaro
Figurinos Maria Gonzaga
Desenho de Luz Nuno Meira
Desenho de Som Chris Full
Direcção Vocal Rui Baeta
Desenho de caracterização Jorge Bragada / Face Off
Cabelos Moreno
Marionetas e direcção de manipulação Luís Vieira e Rute Ribeiro / A Tarumba
Fotografia Margarida Dias
Assistente de Encenação Ana Guimarães
Assistente de Coreografia Luís Caboco
Assistente musical Eduardo Regula
Assistente caracterização Joana Isfer
Técnico de partituras Carlos Fernandes
Maria Matos, 10 de Setembro a 28 de Dezembro de 2008
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