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quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

estado de exepção/state of exception


Teatro São Luiz, 10 a 13 de Janeiro
Direcção artística, espaço cénico e desenho de luz: Rui Horta
Interpretação: Anton Skrzypiciel, Miguel Borges, Pedro Gil e Teresa Alves da Silva
Música original e interpretação ao vivo: David Santos (Noiserv) Video: Francisco Venâncio                                                     
Apoio dramatúrgico: Tiago RodriguesDirecção técnica: Luís BombicoSonoplastia: Manuel Chambel
Apoio técnico: Tiago CoelhoProdução executiva: Ana Carina Paulino
Co-produção: Guimarães 2012 . Capital Europeia da Cultura, São Luiz Teatro Municipal, O Espaço do Tempo e AnaPereira.Pedro Gil criação e produção 

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

RE-RITE be the orchestra


Instalação multimédia interactiva.
«Estar no meio de uma orquestra, experimentar a sensação de 101 músicos a tocar A Sagração da Primavera, faz correr a adrenalina, e é algo que quero partilhar com o mundo» Esa-Pekka Salonen, Maestro.


MUDE - Museu do design e da moda, 9 a 23 de Janeiro de 2011

segunda-feira, 23 de março de 2009

Novas exposições museu Berardo


Peter Kogler
[16 mar | 31 mai]
O artista austríaco Peter Kogler (n. 1959) alcançou projecção internacional com os seus trabalhos sobre o espaço e os meios tecnológicos. O seu vocabulário imagético une o orgânico ao tecnológico, o real ao virtual, fazendo referência à mediatização da sociedade, com todas as suas potenciais virtudes e armadilhas.
Arte contemporânea muito interessante.

Arquivo Universal — O documento e a utopia fotográfica
[9 mar | 3 mai]
Exposição que explora a missão e a história da fotografia, a sua ligação à noção de documento, testemunho e representação histórica, através de 1000 fotografias vintage, centenas de publicações, filmes e documentos datados entre 1851 e 2008, e criados por mais de 250 autores diferentes — desde Lewis Hine a Martha Rosler.
Exposição extensa e belos exemplares. A visitar.

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

A Torre de La Défense de Copi / KARNAT


Um espectáculo KARNART.

A Torre de La Défense, quarta apresentação da KARNART C.P.O.A.A. em 2008, é um espectáculo baseado em La Tour de la Défense do dramaturgo argentino Copi (1939-1987).
(...) volta a Copi com um desconcertante texto que situa um casal gay, uma burguesa em ácidos e a sua filha, um travesti, um árabe e um americano na noite de passagem de ano de 1977, num apartamento do Bairro de La Défense, em Paris.
Jean, Luc, Daphnée, Micheline, Ahmed e John são o motor de uma complexa teia de encontros e desencontros. No húmus que este microcosmos social representa a KARNART encontra matéria-prima de primeira água para mais uma das suas criações artísticas de intervenção.
Prosseguindo a investigação do conceito em pesquisa no seio do colectivo desde a sua formação – o Perfinst©, neologismo resultante da união das quatro primeiras letras das palavras performance e instalação –, o espectáculo vê cada um dos dois actos do texto que lhe deu origem alicerçados nas linguagens das artes performativa e plástica. Enquanto o primeiro acto é centrado no trabalho do actor, sem recurso a adereços e com uma marcada intervenção de movimento, o segundo revela-nos um universo de instalação pura no qual os elementos teatrais existem como peças soltas.
Luís Castro

Mais um espectáculo (perfinst) interessante, mas sem grande entusiasmo.
O 2º acto sem grande "impacto" intelectual.

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Concepção, direcção e instalação Luís Castro
Assistência plástica, caracterização e imagem de divulgação Vel Z
Produção executiva e desenho técnico Inês Costa
Tradução Olinda Gil
Movimento Joana Furtado
Figurinos Rute Pereira
Banda Sonora Fernando Ferrinho
Desenho de luz Paulo Cunha
Apoio à instalação Ugo Froes, Daniel Fernandes
Interpretação Margarida Cardeal, Martinho Silva, Miguel Costa, Miguel Loureiro, Patrícia Andrade e (na instalação) Mónica Garcez, Pedro Monteiro Lopes
Co-produção KARNART C.P.O.A.A. / Culturgest

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

Atlas Group 1989-2004


Um projecto de Walid Raad


Culturgest, 29 de Setembro a 30 de Dezembro




O Atlas Group foi um projecto desenvolvido por Walid Raad entre 1989 e 2004 para pesquisar e documentar a história contemporânea do Líbano, com uma ênfase particular nas guerras de 1975 e 1990. Raad encontrou e produziu documentos áudio, visuais e literários que convocam e desvendam essa história. Os documentos foram preservados no Arquivo do Atlas Group, localizado em Beirute e Nova Iorque.

O trabalho de Walid Raad inclui até à data instalações em vários mediums, performance, vídeo e fotografia, assim como ensaios literários. O seu trabalho tem sido mostrado em numerosas exposições colectivas nos Estados Unidos, na Europa e no Médio Oriente, nomeadamente, na Bienal de Whitney (Nova Iorque, 2002), na Documenta 11 (Kassel, 2002), na Bienal de Veneza (2003), ou em Home Works (Beirute, 2005). O projecto Atlas Group tem sido apresentado em numerosas exposições individuais, nomeadamente, na Art Gallery of York University em Toronto (2004), na FACT em Liverpool (2005), na The Kitchen Art Gallery em Nova Iorque (2006), no Hamburger Banhof em Berlim (2006), na Henry Art Gallery em Seattle (2007) e no Museo Tamayo na Cidade do México (2007).

Walid Raad nasceu no Líbano (1967) e vive em Nova Iorque. É professor associado na Cooper Union em Nova Iorque e membro da Arab Image Foundation (Beirute/Nova Iorque).

Curadoria:
Miguel Wandschneider

Exposição interessante e curiosa sobre o Líbano.
E ainda, mas menos interessante, na Culturgest ...


Jean-Luc Moulène

Opus (1995-2007) / Documents (1999-2007)

29 de Setembro a 25 de Novembro



Conhecido sobretudo pelo seu trabalho em fotografia, Jean-Luc Moulène (Reims, 1955) tem situado a sua prática igualmente nos domínios da escultura e do desenho. O artista questiona a fotografia como meio de representação do real (na exposição estão representadas várias séries em que a questão do documento é problematizada), mas também se interessa pela presença plástica da imagem singular e o seu potencial significante. O seu trabalho fotográfico retoma os géneros clássicos (retrato, paisagem, natureza morta), incorpora a tradição da fotografia como “tableaux”, mas também outros usos da fotografia, inscritos na sua história (como o documental) ou nos usos que dela são feitos na sociedade contemporânea (por exemplo, no campo dos mass media).

Esta exposição apresenta de forma muito abrangente e sistemática o trabalho Jean-Luc Moulène desde o final da década de 1990 até hoje, pondo em diálogo e contraponto as séries fotográficas mais significativas que produziu neste período e um conjunto muito diversificado de esculturas.

Entre as exposições individuais de Jean-Luc Moulène nos últimos anos, contam-se as que realizou no CCA Kitakyushu (Japão, 2004), na Galérie Nationale Jeu de Paume (Paris, 2005) e no Musée du Louvre (Paris, 2005). Participou na Documenta X (Kassel, 1997) e na Bienal de São Paulo (2003). É representado pelas galerias Chantal Crousel (Paris), Greta Meert (Bruxelas), carlier|gerbauer (Berlim) e Thomas Dane (Londres).

Curadoria:
Miguel Wandschneider

quarta-feira, 18 de julho de 2007

Lisboscópio

Na Gulbenkian, 20 de Julho a 12 de Agosto de 2007.

Lisboscópio é o título de uma instalação criada por Amâncio (Pancho) Guedes e Ricardo Jacinto para a 10ª Exposição Internacional de Arquitectura Bienal de Veneza 2006.

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“LISBOSCÓPIO é uma arquitectura de espaço criada por Amâncio (Pancho) Guedes e Ricardo Jacinto. É um dispositivo efémero e móvel, cuja construção explora a utilização de matérias que anunciam a transformação da cidade.

No seu primeiro momento de concepção foi imaginado a habitar e ser habitado no Esedra. Posteriormente, formou-se como unidade de um corpo múltiplo que se fecha para viajar e se abre para mostrar, e ser experienciado noutros lugares. No sítio, LISBOSCÓPIO ocupa a sua geografia e redefine um lugar. O corpo-contentor anelídeo constrói-se com tubos, redes, telas e madeiras, reproduzindo-se, recriando-se e aparentando-se, sem alguma vez se constituir como igual.

LISBOSCÓPIO contém um pulsar sussurrado de uma cidade perscrutada que flui dentro do seu intricado sistema activo contínuo e fragmentado, comunicante e aberto. O espaço diáfano é ocupado por uma estrutura que se cria como matéria e espaço impulsores da experiência. Na passagem, os momentos de pausa exploram e desvendam uma funcionalidade simples que activa na experiência de habitar uma compressão do espaço e expansão dos sons que se propagam num movimento com desfasamento temporal. LISBOSCÓPIO poderá habitar-se como lugar, através de um estar performativo e resiliente, sendo o corpo um espaço da sua experimentação que sugere a passagem como tempo habitado sem territorialização.”

Trienal Arquitectura Lisboa

sábado, 30 de junho de 2007

CCB fora de si

Centro Cultural de Belém

1 de Julho a 1 de Setembro de 2007
Inauguração dia 1 de Julho às 18h30

O programa estende-se ao longo dos meses de Julho e Agosto, e distribui-se pelos múltiplos espaços exteriores e interiores do Centro Cultural de Belém. Tudo acontecerá nos jardins, praças, terraços, esplanadas e auditório: artistas e companhias portuguesas e estrangeiras de novo-circo, fanfarras, música multi-étnica, jazz, teatro móvel, magia, marionetas, jogos de água e instalações. Todos os dias, durante estes dois meses, haverá qualquer coisa para visitar, ouvir, descobrir. De quinta-feira a domingo, a programação intensifica-se, oferecendo à tarde e à noite propostas de espectáculos sempre diferentes.

segunda-feira, 25 de junho de 2007

Colecção Berardo



Museu Colecção Berardo de Arte Moderna e Contemporânea

instalado no Centro de Exposições do Centro Cultural de Belém.

A partir de 25 de Junho de 2007