Espaço bom.
Colecção razoável/boa.
Actividades sofríveis/razoáveis.
Gestão de dinheiros públicos incorrecta.
Fabulosas as obras de Paula Rego e as suas ligações às histórias.
Música, dança, teatro, cinema, literatura, exposições, conversas, etc.
Páginas
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sexta-feira, 2 de abril de 2010
sábado, 11 de julho de 2009
Gulbenkian museus: Henri Fantin-Latour + CAM
Henri Fantin-Latour [1836-1904]
Gulbenkian - galeria de exposições da sede, 26 de Junho a 6 de Setembro


Pintura "clássica" de beleza, minúcia e emoções extremas.
Os retratos de família e colectivos, as pinturas inspiradas em óperas (Wagner, ...) e a representação de flores (rosas brancas e ramos de lírios) são admiráveis.
Muito bom.
____________________
E no Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão...
A colecção do CAM por Heimo Zoberning

25 de Maio a 30 de Agosto
Aspectos da colecção do CAM por Jorge Molder

19 de Junho a 30 de Agosto
Exposições com algum interesse. O CAM necessita urgentemente da reestruturação já anunciada. Está actualmente num impasse e não se lhe conhece a vocação, nem tem revelado nada de extraordinário.
segunda-feira, 23 de março de 2009
Novas exposições museu Berardo

Peter Kogler
[16 mar | 31 mai]
O artista austríaco Peter Kogler (n. 1959) alcançou projecção internacional com os seus trabalhos sobre o espaço e os meios tecnológicos. O seu vocabulário imagético une o orgânico ao tecnológico, o real ao virtual, fazendo referência à mediatização da sociedade, com todas as suas potenciais virtudes e armadilhas.
Arte contemporânea muito interessante.
Arquivo Universal — O documento e a utopia fotográfica[9 mar | 3 mai]
Exposição que explora a missão e a história da fotografia, a sua ligação à noção de documento, testemunho e representação histórica, através de 1000 fotografias vintage, centenas de publicações, filmes e documentos datados entre 1851 e 2008, e criados por mais de 250 autores diferentes — desde Lewis Hine a Martha Rosler.
Exposição extensa e belos exemplares. A visitar.
sábado, 18 de outubro de 2008
Caligrafias Uma Realidade Inquieta
Comissário da Exposição:Maria João Fernandes
Museu das Comunicações, 10 de Outubro de 2008 a 15 de Janeiro de 2009
O tema da exposição Caligrafias Uma Realidade Inquieta é a relação escrita/pintura, inspirada pela estética do Oriente, uma relação fundadora da arte do século XX. De Mallarmé (Un Coup de Dés Jamais n’Abolira le Hasard), às vanguardas do século XX, futurismo e dada (1915-1922, entre cubismo e surrealismo), aos Caligramas de Apollinaire, ao informalismo e gestualismo das décadas de 30, 40 e 50, ao movimento internacional da Poesia Visual que em Portugal floresceu na década 60, não cessaram as contaminações da palavra e da imagem, da poesia e das artes plásticas que permanecem uma influência na obra de nomes marcantes do panorama artístico da actualidade, como na de jovens valores emergentes.(...)
Capítulos da exposição
I Movimentos e expoentes desta tendência
COBRA, El Paso, KWY e Tàpies
II. Caligramas e Poesia Visual
Apresenta pela 1ª vez os caligramas de Almada Negreiros (1920), aspectos da poesia visual de Ana Hatherly e duas infografrias de Ernesto M. de Melo e Castro.
III. A Dança das Letras
Relação da pintura com a escrita ocidental
Trabalhos de Álvaro Lapa, António Sena, Emerenciano, González Bravo, Hilario Bravo, João Vieira, Paulo Teixeira Pinto, Teresa Gonçalves Lobo e Inês Marcelo Curto.
IV. Diálogo com o Oriente
Artistas e obras que reflectem a influência da escrita oriental.
Presenças de Ambrósio, Gracinda Candeias, Eurico e Francisco Laranjo.
V. Caligrafias na pintura e na escultura
Nesta secção apresenta-se uma visão mais abrangente do tema em obras onde a pintura é encarada como escrita e em trabalhos de Alberto Reguera, Carmo Pólvora, Cristina Valadas, Teresa Magalhães. A escultura está representada por dois trabalhos da artista espanhola Mar Solis.
«Considero Caligrafias uma realização ímpar. Parece que finalmente se começa a compreender a importância de tudo o que se fez entre nós e durante tanto tempo se ignorou e desprezou mesmo. A relação que existe entre a escrita e a arte, ou seja, aquilo que já denominei de "escritalidade" é como se fosse uma espécie de espinha dorsal da criatividade do século XX (...).»
Ana Hatherly
Exposição interessante. Interessante também o vídeo da realização da obra de grupo. Gosto muito desta ligação da escrita à pintura. Gosto de Ana Hatherly e João Vieira.
Exposição pequena apesar da descrição acima, sem documentação para além de um texto curto desenhado na parede de entrada, como é costume agora. No site do museu pode-se encontrar um texto um pouco mais elucidativo.
O local tem um ambiente não adequado, com demasiado "ruído".
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008
Leilões

Baying (Uivando, 1994)
Paula Rego
série Mulher-Cão
740.599 euros (558.800 libras)
Sotheby's
Leilão de Arte Moderna e Contemporânea no CCB (sala branca):
Paula Rego, Vieira da Silva, Júlio Pomar, Menez, Escada, Graça Morais, Lourdes de Castro, René Bertholo, Cabrita Reis, José Pedro Croft, Cruzeiro Seixas, Cargaleiro, Cesariny...
exposição 23 a 25 de Fevereiro e leilão a 28
POMAR, JÚLIO (n. 1926)
"Tereza (Rouge, Blanc, Vert, Toile Écrue)"
€ 140.000 - € 225.000
MENEZ (1926 - 1995)
"As Nuvens"
€ 120.000 - € 180.000
VIEIRA DA SILVA (1908 - 1992)
Sem título
€ 100.000 - € 150.000
PAULA REGO (n. 1935)
"The Egyptian Cats"
€ 250.000 - € 350.000
sábado, 5 de janeiro de 2008
Vieira da Silva
Fundação Arpad Szenes - Vieira da Silva,(de 24 de Outubro de 2007)
até 17 de Fevereiro de 2008
Obras do Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão - Fundação Calouste Gulbenkian e da Fundação Arpad Szenes-Vieira da Silva
A exposição que encerrou com chave de ouro no Centre Culturel Calouste Gulbenkian (13 Junho - 19 Outubro 2007), em Paris, chega agora à Fundação Arpad Szenes-Vieira da Silva, fechando assim um círculo de homenagens: a prestada pela Fundação Calouste Gulbenkian a Vieira da Silva, em Paris, e a que Fundação Arpad Szenes-Vieira da Silva presta à Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa.
A Fundação Calouste Gulbenkian teve um papel fundamental na divulgação da obra da pintora em Portugal, destacando-se a figura de José Sommer Ribeiro, primeiro director do Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão e, mais tarde, da Fundação Arpad Szenes Vieira da Silva, e grande amigo de Vieira da Silva. O contínuo e reforçado apoio por parte da Fundação Calouste Gulbenkian, quer através do financiamento de exposições e de aquisições, quer patrocinando o catalogue raisonné da artista, bem como parte do projecto de criação da Fundação Arpad Szenes Vieira da Silva, justificam esta homenagem que é também pretexto para reunir num espaço único obras pertencentes às duas instituições.
Obras da Fundação Arpad Szenes-Vieira da Silva e do Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão compõem lado a lado uma mostra onde se articulam pintura, desenho e gravura representativos de toda a produção artística de Vieira da Silva, temática e cronologicamente.
Partindo das estruturas espaciais fechadas dos primeiros anos - dos tabuleiros de xadrez e dos arlequins, do tema da guerra e da sua angústia representada nas figuras aprisionadas nas quadrículas - até às pesquisas mais maduras do espaço - interior com as bibliotecas e exterior com as construções e as cidades -, podemos adivinhar um percurso que parte do desenho para a pintura, desta para a gravura e novamente para o desenho, num diálogo permanente entre técnicas e entre Vieira e a sua própria criação. A linguagem plástica de Maria Helena Vieira da Silva, nascida em Portugal em 1908 e naturalizada francesa em 1956, reflecte, por um lado, o seu país natal e por outro, a notável modernidade do país que elegeu. Lisboa e Paris marcaram profundamente a pintura invulgar, de múltiplas leituras, de Vieira da Silva.
Dialogar, partilhar e criar, estiveram sempre presentes na vida de Vieira da Silva - vejam-se também os retratos de amigos como René Char e André Malraux, testemunho de amizades partilhadas -, gravuras presentes neste evento que encerra o ano comemorativo do Cinquentenário da FCG (1957-2007) e inicia o ano comemorativo do Centenário de nascimento de Vieira da Silva (1908-2008).
Na exposição, além das dez obras da FCG em depósito na FASVS estarão expostas obras da Fundação Calouste Gulbenkian que não fizeram parte da exposição de Paris.
F. AS-VS
_______
Boa exposição sobre Vieira da Silva.
Na Praça das Amoreiras, no museu da Fundação ficamos com a impressão que as exposições temporárias são permanentes, pelo menos quando se trata do casal.
segunda-feira, 27 de agosto de 2007
"Columbano a Paula Rego"
Artistas:
Júlio Pomar, Eduardo Nery, Eduardo Viana, Vieira da Silva, João Vaz, Alfredo Keil, Sousa Pinto, António Carneiro, Almada Negreiros, António Pedro, Cândido Costa Pinto, António Palolo, René Bertholo, José Escada, Jorge Martins, Álvaro Lapa e António Dacosta
Galeria Antiks Design
Julho e Setembro
Júlio Pomar, Eduardo Nery, Eduardo Viana, Vieira da Silva, João Vaz, Alfredo Keil, Sousa Pinto, António Carneiro, Almada Negreiros, António Pedro, Cândido Costa Pinto, António Palolo, René Bertholo, José Escada, Jorge Martins, Álvaro Lapa e António Dacosta
Galeria Antiks DesignJulho e Setembro
segunda-feira, 2 de julho de 2007
Pintura do Museu Sakιp Sabancι, Istambul

Evocações, Passagens, Atmosferas.
15 de Junho a 26 de Agosto
Sala de Exposições Temporárias do Museu Gulbenkian
A exposição Evocações, Passagens, Atmosferas. Pintura do Museu Sakιp Sabancι, Istambul reúne um conjunto de trinta e oito obras de finais do século XIX e início do século XX, nas quais predominam vistas do Bósforo, marinhas e cenas da vida quotidiana. A mostra inclui ainda dez obras pertencentes à colecção do CAM-JAP executadas por pintores portugueses que, à semelhança dos seus contemporâneos turcos, fizeram a sua formação artística em Paris. Homenageia-se, assim, Calouste Sarkis Gulbenkian, que nasceu em 1869 na actual Üsküdar, na margem oriental do Bósforo, e morreu em Lisboa em 1955.
Exposição interessante.
Iluminação das obras muito má... estamos na Gulbenkian!?
segunda-feira, 25 de junho de 2007
Colecção Berardo
terça-feira, 5 de junho de 2007
Anos 60 Momentos Transformadores Sécs XIX e XX
Mostra de obras da colecção do MNAC - Museu do Chiado, pertencentes a dois períodos distintos e separados por um século. O objectivo é mostrar dois momentos de transformação profunda nas práticas artísticas nacionais.
Museu do Chiado, de 5 de Junho a 23 de Setembro de 2007.
As décadas de 60 dos séculos XIX e XX são o objecto de estudo - dois momentos, separados por cem anos mas que têm em comum mudanças drásticas no processo criativo. Autores do século XIX como Cristino da Silva, Soares dos Reis ou Miguel Ângelo Lupi são colocados em confronto com nomes como Helena Almeida, António Areal, António Sena ou Pires Vieira.
Museu do Chiado, de 5 de Junho a 23 de Setembro de 2007.
As décadas de 60 dos séculos XIX e XX são o objecto de estudo - dois momentos, separados por cem anos mas que têm em comum mudanças drásticas no processo criativo. Autores do século XIX como Cristino da Silva, Soares dos Reis ou Miguel Ângelo Lupi são colocados em confronto com nomes como Helena Almeida, António Areal, António Sena ou Pires Vieira.
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