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quinta-feira, 28 de maio de 2020

em Casa : Festival de Cinema

We Are One
A global film festival
29 de maio a 7 de junho
bons filmes de festivais internacionais prestigiados
a maior parte fica disponível em VOD sete dias após a estreia

quarta-feira, 16 de abril de 2014

SALVO - Fabio Grassadonia, Antonio Piazza



Anunciado como o novo cinema italiano.
Bom filme com bons ambientes de interpretação e um argumento interessante.
Na festa do cinema italiano, Cinema São Jorge.


segunda-feira, 7 de abril de 2014

Festa do Jazz do São Luiz



Boa festa do Jazz.
Só consegui o concerto da noite e os convidados estrangeiros, de cada dia.

João Hasselberg e grupo, uma boa surpresa. Sem grande inovação, mas com alguma sofisticação, manteve os espectadores nas nuvens.

Ficções de Dudas, não é Jazz (que me interesse), é mais música para festas de verão. Fez-me lembrar os Trovante, aqui uma boa memória. Com a última música a roçar misturas de músicas do mundo, salvaram o concerto.

Gostei muito da experiência de Jacob Sacks com os jovens músicos da ESML. A cada intérprete foi permitido brilhar e ao conjunto experimentar.

De Steffen Schorn, com músicos consagrados e alunos da Lusíada clássica, também gostei, mas baseava-se no repertório do convidado com muito relevo para a sua interpretação. Aos portugueses não foi permitido ou não foi pedido grande exploração.

sexta-feira, 14 de março de 2014

MONSTRA 2014



festival de cinema de animação
Cinema São Jorge, Cinema City Alvalade, BES Arte & Finança, Museu da Marioneta, Fóruns FNAC
Março 13-23

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Festival Rescaldo

Festival anual de música muito interessante para conhecer projectos alternativos portugueses.
Duas semanas a terminar a 1 de Março.

Dia 27 de Fevereiro. Piano (ultra-)preparado de Simão Costa muito bom. Necrofonia de Sturqen pouco mais que uma boa ideia em música electrónica. Fat Freddy com música razoável e texto fraco, rock datado e revivalismo circunstancial numa tentativa (de mesa de café) de alerta para o mundo.

Boas promessas para outros dias.

"O Festival Rescaldo procura distinguir alguma da mais significativa produção nacional no panorama das músicas de vanguarda – nos mundos da electrónica, da livre improvisação e das tangentes ao vasto espectro do rock e do jazz – assinalando as grandes referências do presente, contextualizando a influência dos seus mais importantes precursores e abrindo portas às visões de futuro.

Para além de celebrar alguns dos nomes e projectos cuja actividade, no ano transacto, considera merecedora de destaque, o Rescaldo abre também espaço para projectar artistas aos quais reconhece capacidade para, num futuro próximo, alargar e enriquecer os horizontes da criação musical contemporânea em Portugal." FR


------- à margem
Música portuguesa "contemporânea" que aconselho: Adriana Sá, Tó Trips e John Klima - Timespine, Teatro Maria Matos, quarta-feira 5 de Março.

sábado, 26 de maio de 2012

the fault lines - Meg Stuart, Philipp Gehmacher & Vladimir Miller



the fault lines

Meg Stuart, Philipp Gehmacher & Vladimir Miller

Dois corpos encontram-se num campo de jogos demarcado por tubos fluorescentes caídos no chão. Enfrentam-se diagonalmente como lutadores, entrelaçando-se enquanto tentam derrubar o outro e imobilizá-lo. Ou enquanto procuram agarrar-se, aninhar-se um no outro?

Uma coisa leva à outra. A colaboração entre Meg Stuart, uma das figuras chave da dança contemporânea, nascida em Nova Orleães e a sua contraparte, o austríaco Philipp Gehmacher, surge em 2007 com o notável Maybe forever (apresentado nesse ano na Culturgest). Encontram-se novamente num projecto de pesquisa para Sommerszene 08 em Salzburgo. Nesta ocasião, unem forças com o videasta Vladimir Miller. A inspiração que surge nos três artistas a partir desta colaboração leva-os à decisão de transformar the fault lines (2010) numa performance. the fault lines inicia-se como um confronto expressivamente físico, num dueto de contacto semelhante a um combate controlado. Stuart e Gehmacher manipulam-se e curam-se mutuamente; fascinados pela vulnerabilidade do outro, procuram as suas ‘falhas sísmicas’, as margens dos seus corpos. São então progressivamente integrados no universo das imagens de Vladimir Miller. Ele filma ambos e rearranja, filtra, exagera e edita o vídeo em tempo real, até que os eventos e a projecção divergem visivelmente. O que começa como uma intensa interacção física transforma-se quase imperceptivelmente numa instalação vídeo fascinante e desconfortável.

criação Philipp Gehmacher, Vladimir Miller e Meg Stuart luz Jan Maertens som Vincent Malstaf figurinos Nina Gundlach assistente de criação Philipp Hochleichter assistente de cenografia Ania Pas produção Damaged Goods e Mumbling Fish co-produção szene salzburg Meg Stuart/Damaged Goods é apoiada por Autoridades Flamengas e Comissão para a Comunidade Flamenga Philipp Gehmacher/Mumbling Fish é apoiado por Departamento Cultural da Cidade de Viena

sexta-feira, 15 de julho de 2011

I AM THE WIND, Jon Fosse

I AM THE WIND, Jon Fosse
English text : Simon Stephens,
Patrice Chéreau, Thierry Thieû Niang



The wind was threatening and it rose suddenly. There are two of them on a brittle boat: an excursion at sea, a stop in a creek, a glass of schnapps, and a little food. And so one of them decides to push further on towards the high seas. And here we are, on the high seas _ if only this: to symbolize on a theater stage, the journey, the trip, the islands offshore, the fog and the ocean, calm and soon threatening. To symbolize in a same move the crossing of the channel and the depression’s shadow kept at a distance and that forcefully strikes back; brotherhood, love? It slowly becomes unbearable, something that carries such little weight, until the final accident which will bring calm and peace and lightness, finally.

A journey inside two intertwined lives, an odyssey, a paradoxical path towards appeasement.

Patrice Chéreau



Intérpretes Tom Brooke, Jack Laskey
Cenário Richard Peduzzi
Figurinos Caroline de Vivaise
Desenho de luz Dominique Bruguière
Música Éric Neveux



Teatro Municipal de Almada, 17 e 18 de Julho
Festival de Almada

Cercles / Fictions, Joël Pommerat


En résidence depuis trois ans au théâtre des Bouffes du Nord, Joël Pommerat crée Cercles/Fictions, un spectacle écrit à partir d’histoires vraies. La scène représente un grand cercle : un lieu magique où le réalisme se mêle à l’imagination créative de la mise en scène pour un spectacle tout simplement sublime.

Teatro D. Maria II, 14 a 16 de Julho
Festival de Almada

Mission Drift, TEAM


Mission Drift is a pioneering journey west and east across the USA, told through atomic blasts, lizard ballet, and music that fuses Las Vegas glitz with Western ballads and Southern blues. The musical follows an immortal Dutch couple through American time and space, from the New Amsterdam colony in 1624 to modern-day Vegas. Over it all reigns Miss Atomic. She is creation and destruction, the seduction and devastation of American capitalism.
The TEAM is the Theatre of the Emerging American Moment, an NYC-based collaborative ensemble whose mission is to create new work that dissects and celebrates the experience of living in America today.



Culturgest, 14 a 16 de Julho
Festival de Almada

segunda-feira, 9 de maio de 2011

LES HOMMES DEBOUT de Jérémy Gravayat. IndieLisboa.



França, doc., 2010, 75'

« Traverser les ruines de l’usine, se souvenir des gestes répétés. Entendre les voix des ouvriers rassemblés dans la cour et le silence des machines arrêtées. Parcourir la ville dans la boue des chantiers, partir à la recherche d’un travail. Frapper la pierre et la brique, regarder les choses lentement s’effondrer. Repérer les lieux, s’y introduire, changer les serrures et raccorder l’électricité. Se rassembler dans la nuit, allumer un feu, construire de nouveaux abris. Raconter toujours la même histoire : celle qui fait tenir les hommes debout. »
Histoires fragmentaires, réelles ou imaginées, de trois personnages ayant vécu et travaillé dans un ancien quartier populaire et industriel de Lyon. 



e também

THE ANARCHIST BANKER de Jan Peter Hammer

Alemanha, fic., 2010, 29'


9 SEGUNDA-FEIRA, 21H30, TEATRO DO BAIRRO
11 QUARTA-FEIRA, 19H00, TEATRO DO BAIRRO

quarta-feira, 4 de maio de 2011

VIAGEM A PORTUGAL de Sérgio Tréfaut. IndieLisboa.


Portugal, fic., 2011, 74’
8 DOMINGO, 21H45, CINEMA SÃO JORGE 1
11 QUARTA-FEIRA, 21H30, CINEMA SÃO JORGE 3

Uma médica ucraniana chega ao aeroporto de Faro como turista. De todos os passageiros do avião, é a única detida e interrogada pela polícia de imigração. “Em Portugal as instâncias de poder (governamentais, judiciais, policiais) têm pânico de ser expostas. Apesar de possuírem poucos recursos, gerem cuidadosamente a sua imagem. Aquilo que mais temem ver revelado não são os seus abusos de poder, mas a sua (muitas vezes) grave incompetência. Este é o fio que sustenta esta VIAGEM A PORTUGAL, ficção livremente adaptada de uma história real. No país dos brandos costumes, a violência é perpetuada através do triunfo da ignorância e graças ao poder do silêncio. De forma sistemática e com as melhores intenções.” (Sérgio Tréfaut)

ROBINSON IN RUINS de Patrick Keiller. IndieLisboa.


Reino Unido, doc., 2010, 101’
8 DOMINGO, 14H30, CULTURGEST PEQUENO AUDITÓRIO
15 DOMINGO, 19H15, CULTURGEST PEQUENO AUDITÓRIO

Um estudioso enigmático embarca numa viagem pelo Sul de Inglaterra, percorrendo paisagens urbanas e pitorescas. Convencido de que é capaz  de comunicar com uma rede de inteligência não-humana, questiona-se sobre a sobrevivência da vida no planeta. Nas suas visitas a lugares de interesse histórico e científico, medita sobre o nascimento do capitalismo e sobre os movimentos de resistência. ROBINSON IN RUINS combina imagens estáticas, de uma beleza cativante, com a narração erudita, habitual nos filmes de Patrick Keiller, da actriz Vanessa Redgrave. A arte, a filosofia, a economia e o desenvolvimento sustentável são alguns dos temas do solilóquio, dados com um certo optimismo em relação ao futuro. Tal como Robinson, que funciona como alter-ego do realizador desde London e Robinson in Space, Keiller tem sido um axioma do cinema britânico desde os anos 80, especialmente nas vertentes avant-garde e documental, mas permaneceu sempre praticamente invisível. Se há uma coisa que podemos dizer a respeito dos seus filmes, é que existem no espaço, de acordo com uma herança ideológica que o define como recipiente vazio dentro do qual se desenrolam as peripécias históricas da humanidade.

HOMME AU BAIN de Christophe Honoré. IndieLisboa.


França, fic., 2010, 72’
6 SEXTA-FEIRA, 21H45, CINEMA SÃO JORGE 1
14 SÁBADO, 21H45, CINEMA SÃO JORGE 1

Omar é realizador e prepara-se para uma viagem de negócios que o vai levar até Nova Iorque. Emmanuel, interpretado pela estrela pornográfica François Sagat, fica ressentido com a despedida, mas os dois estão decididos a provar um ao outro que já não estão apaixonados. A tensão no ar instala-se desde o primeiro momento e é uma constante no filme, que se divide entre os encontros sexuais de Emmanuel nos subúrbios de Paris e os de Omar na cidade que nunca dorme, registados pela sua câmara de filmar. Não há momentos de pausa para monólogos onde se possa ler os pensamentos e emoções das personagens. Elas exprimem-se melhor sexualmente do que através de diálogo e o restante fica aberto à interpretação. A nossa perspectiva dos acontecimentos é, ainda assim, privilegiada: temos acesso directo ao ponto de vista de cada um deles, literalmente, no caso de Omar, que nunca larga a câmara. O lirismo de Honoré, cujo filme La belle personne esteve na 6ª edição do IndieLisboa, persegue, aqui, a desconstrução da ideia de masculino através de uma imagem viril, que Sagat incorpora qual estátua grega, protó tipo da essência do que um homem deve ser, de acordo com parâmetros que são cada vez mais postos em causa.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Benda Bilili !


Benda Bilili! Documentário fabuloso sobre os músicos. Ontem no São Jorge, hoje no Instituto Franco-Português, sexta em Almada no auditório Fernando Lopes-Graça, sessões da Festa do Cinema Francês. Sábado volta ao São Jorge numa sessão conjunta com o Doclisboa.

Ricky tinha um sonho: fazer dos Staff Benda Bilili a melhor orquestra do Congo. Roger, um menino de rua, desejava mais do que tudo juntar-se a estas estrelas – paraplégicas – do gueto de Kinshasa que vagueiam pela cidade em cadeiras de rodas personalizadas à Mad Max. Juntos eles têm, antes de tudo, que sobreviver, evitar as armadilhas das ruas de Kinshasa, cantar e dançar para encontrarem na música a força da esperança.

Ao longo de cinco anos, das primeiras canções ao triunfo nos festivais do mundo inteiro, Benda Bilili! conta-nos este sonho tornado realidade.

Argumento: Florent de la Tullaye e Renaud Barret
Fotografia: Renaud Barret, Florent de la Tullaye e Grégoire Delage
Montagem: Jean-Christophe Hym
Produção: Screen Runner

Staff Benda Bilili, Je t'aime do álbum très très fort.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

doclisboa internacional longas

Dansa als esperits
Ricardo Íscar
Espanha, 2009, 78’
15 Out, 21h + 17 Out 18h


A falta que me faz
Marília Rocha
Brasil, 2009, 85’
16 Out, 18h + 19 Out, 21h


Nostalgia de la luz
Patricio Guzmán
França, Alemanha, Chile, Espanha, 2010, 90’
19 Out, 19h30 + 22 Out, 21h


El Sicario
Gianfranco Rosi
França, Itália, 2010, 80’
20 Out, 18h + 21 Out, 21h


Songs from the Nickel
Alina Skrzeszewska
EUA , Alemanha, 2010, 83’
18 Out, 19h30 + 20 Out, 21h


Steam of Life
Joonas Berghäll e Mika Hotakainen
Finlândia, Suécia, 2010, 81’
21 Out, 21h + 22 Out 19h30


The Woman with the 5 Elephants
Vadim Jendreyko
93' Suíça, Alemanha 2009
18 Out, 23h + 21 Out, 19h30


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