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terça-feira, 12 de agosto de 2014

Maria João Pires - Beethoven Piano Concertos



Maria João Pires
Beethoven: Piano Concertos 3 & 4


LUDWIG VAN BEETHOVEN (1770–1827)
Piano Concerto no.3 in C minor op.37
Klavierkonzert Nr. 3 c-moll · Concerto pour piano no3 en ut mineur
1 I Allegro con brio 17.15
2 II Largo 9.50
3 III Rondo: Allegro 9.11


Piano Concerto no.4 in G op.58
Klavierkonzert Nr. 4 G-dur · Concerto pour piano no4 en sol majeur
4 I Allegro moderato 19.43
5 II Andante con moto 4.57
6 III Rondo: Vivace 10.21


Maria João Pires piano
Swedish Radio Symphony Orchestra
Daniel Harding

"The role of interpreter is a delicate one: he, or she, is faced with the score as the sole point of contact with the composer. It is the interpreter’s job to bring a work to life, across distances in time and space, by making a connection between a personality – often an exceptional one – and ordinary mortals. To achieve this he has to put mind and body at the service of a considerable task: the transmission of art. In music, the word ‘interpretation’ is prone to a number of misconceptions, frequently with unfortunate consequences. Thus we often see two positions set against each other: either the performer must ‘project himself’ in order to give life to the score (to ‘show personality’), at the risk of betraying the spirit of the work; or, on the contrary, he must show the score the utmost respect, so trying to suppress his own personality to give a reading of the work which may well be perfect – but lifeless.

Logically speaking, one might think that the correct approach would be halfway between these two extremes, but such logic would be crude compared to the subtlety of the question. Indeed, these two approaches both fall prey to the same fallacy, through the disproportionate importance they attach to personality. Whether through excess or shortage of personality, this concept gets in the way of music’s essential power to bring out a primal simplicity, so often forgotten, which is present deep inside each one of us, waiting to respond when summoned. Music’s capacity to suggest a stretch of time and yet still exist in the moment amounts to the capacity to reshape every aspect of our sensibility anew. So the act of ‘interpreting’ ceases to be one of simple personal will, to become that civilized conversation where composer and performer lend each other their ears, so to speak, across centuries and borders, with the aim of achieving an eminently simple miracle: for the work to open up, yielding to the source of all music."

Maria João Pires

sábado, 31 de maio de 2014

GÖTEBORGSOPERANS DANSKOMPANI

Duas peças de dança muito interessantes de dois grandes criadores.
Neotic digna de cerimónia de abertura de jogos olímpicos, diz a Susana, de Sidi Larbi Cherkaoui.
Metamorphosis apresenta-nos temas não originais, mas ideias com alguma originalidade, bem conseguidas, de Saburo Teshigawara.
Peças com estreia em Março passado em Gotemburgo. Cada vez menos acessíveis aos lisboetas, estas peças de dança contemporânea de nomes com algum relevo internacional. Talvez das melhores coisas que poderemos ver este ano.
Não esquecer os espectáculos de menor dimensão, mais arriscados e experimentais, os que temos e os que nos visitam.

domingo, 18 de maio de 2014

Rui Chafes no CAM Gulbenkian



"O Peso do Paraíso" de Rui Chafes.
Termina hoje.

Paus e Pétalas | André Braga e Cláudia Figueiredo | CIRCOLANDO


Dança, hoje último dia, teatro São Luiz

André Braga e Claúdia Figueiredo / CIRCOLANDO
PAUS E PÉTALAS

Um dueto sobre as relações entre o homem e a mulher. Sobre o amor, portanto, nos seus versos e reversos: ternura, agressividade, fusão, incomunicação, êxtase, frustração, liberdades, dependências. Pedras, paus, picos, pétalas, rosas bravas. Um casal de todos os tempos, aqui e agora. A invenção do amor em tempos de cólera. No núcleo do projecto, o corpo e os seus modos silenciosos de falar. Emoção, movimento, respiração, dança. Nos restos de uma casa-cidade demolida, a desagregação de um país, de uma vida, de uma relação. E o amor como possibilidade de esperança e de futuro.

Direcção artística André Braga e Cláudia Figueiredo
Interpretação André Braga e Ainhoa Vidal
Composição musical Pedro Gonçalves
Desenho de luz Francisco Tavares Teles
Desenho de som André Pires

Co-produção Circolando, Centro Cultural Vila Flor, Teatro Nacional São João e São Luiz Teatro Municipal

Circolando é uma estrutura financiada pelo Governo de Portugal/Secretário de Estado da Cultura - DGArtes

domingo, 11 de maio de 2014

#84-14 No. 9 Robin Arthur on Duration & Duress



As part of Forced Entertainment's 30th birthday celebrations in 2014 we'll be releasing a series of 30 videos throughout the year made with long term collaborator Hugo Glendinning. Forced Entertainment 84-14 will see the group reflect on the work, discuss the ideas behind it and set their minds on future possibilities.