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sábado, 7 de maio de 2011

FIMFA Lx11

Festival Internacional de Marionetas e Formas Animadas
12 de Maio a 6 de Junho de 2011


O Grande Palco das Marionetas regressa…
mais rebelde do que nunca!
A marioneta sempre me interessou no sentido que me parece ser uma forma de arte que está no cruzamento das artes plásticas e das artes cénicas…
Foi a paixão por marionetas, máscaras e outros objectos antropomórficos que me conduziu da filosofia e das artes plásticas para as artes da marioneta. Eu queria investigar os significados que podem ter os corpos artificiais em cena…

Gisèle Vienne
(...)
Durante vinte seis dias o grande palco das marionetas e das formas animadas regressa a Lisboa, que se transforma no centro desta expressão artística. Desenhado numa perspectiva de transversalidade artística, o FIMFA desenvolve uma programação que integra uma enorme diversidade de técnicas e propostas estéticas, estabelecendo ligações entre a marioneta, dança, vídeo, circo, teatro, instalações plásticas...
Este ano, para além da presença de criadores de reconhecido mérito internacional, resolvemos apostar em jovens companhias e valores mundiais que se apropriam desta linguagem e a renovam, na pesquisa, transformação e reutilização de objectos, materiais… como através da imagem e do som se podem criar verdadeiras obras de arte, temas e espectáculos controversos que falam do Homem actual e dos problemas que afectam a humanidade.
(...)
São nossos convidados cerca de vinte e três companhias e criadores, provenientes de diversos países, como a Alemanha, Bélgica, Espanha, Finlândia, França, Holanda, Noruega, Reino Unido e Portugal. Estão previstas mais de cem representações que envolvem espectáculos de sala, de pequenas formas e de rua. É ainda desenvolvida uma componente laboratorial e experimental, que permite a aproximação e troca de experiências entre criadores, bem com um conjunto de actividades complementares. Os espaços de apresentação são o Museu da Marioneta, o Teatro Maria Matos, o Teatro Nacional D. Maria II, o Centro Cultural de Belém, o Cinema S. Jorge, o CAMa - Centro de Artes da Marioneta e, é claro, as ruas de Lisboa.

Pierre Hantaï - Bach


Pierre Hantaï (cravo)
Bach: O Cravo Bem Temperado (Livro II)
Gulbenkian, 7 de Maio de 2011



O Cravo Bem Temperado de J. S. Bach elevou a um horizonte nunca antes imaginado as possibilidades da arte contrapontística, sendo um guia fundamental da arte musical barroca. «É uma obra que nos acompanha sempre quando tocamos um instrumento de tecla». (Pierre Hantaï) 

quarta-feira, 4 de maio de 2011

VIAGEM A PORTUGAL de Sérgio Tréfaut. IndieLisboa.


Portugal, fic., 2011, 74’
8 DOMINGO, 21H45, CINEMA SÃO JORGE 1
11 QUARTA-FEIRA, 21H30, CINEMA SÃO JORGE 3

Uma médica ucraniana chega ao aeroporto de Faro como turista. De todos os passageiros do avião, é a única detida e interrogada pela polícia de imigração. “Em Portugal as instâncias de poder (governamentais, judiciais, policiais) têm pânico de ser expostas. Apesar de possuírem poucos recursos, gerem cuidadosamente a sua imagem. Aquilo que mais temem ver revelado não são os seus abusos de poder, mas a sua (muitas vezes) grave incompetência. Este é o fio que sustenta esta VIAGEM A PORTUGAL, ficção livremente adaptada de uma história real. No país dos brandos costumes, a violência é perpetuada através do triunfo da ignorância e graças ao poder do silêncio. De forma sistemática e com as melhores intenções.” (Sérgio Tréfaut)

ROBINSON IN RUINS de Patrick Keiller. IndieLisboa.


Reino Unido, doc., 2010, 101’
8 DOMINGO, 14H30, CULTURGEST PEQUENO AUDITÓRIO
15 DOMINGO, 19H15, CULTURGEST PEQUENO AUDITÓRIO

Um estudioso enigmático embarca numa viagem pelo Sul de Inglaterra, percorrendo paisagens urbanas e pitorescas. Convencido de que é capaz  de comunicar com uma rede de inteligência não-humana, questiona-se sobre a sobrevivência da vida no planeta. Nas suas visitas a lugares de interesse histórico e científico, medita sobre o nascimento do capitalismo e sobre os movimentos de resistência. ROBINSON IN RUINS combina imagens estáticas, de uma beleza cativante, com a narração erudita, habitual nos filmes de Patrick Keiller, da actriz Vanessa Redgrave. A arte, a filosofia, a economia e o desenvolvimento sustentável são alguns dos temas do solilóquio, dados com um certo optimismo em relação ao futuro. Tal como Robinson, que funciona como alter-ego do realizador desde London e Robinson in Space, Keiller tem sido um axioma do cinema britânico desde os anos 80, especialmente nas vertentes avant-garde e documental, mas permaneceu sempre praticamente invisível. Se há uma coisa que podemos dizer a respeito dos seus filmes, é que existem no espaço, de acordo com uma herança ideológica que o define como recipiente vazio dentro do qual se desenrolam as peripécias históricas da humanidade.

HOMME AU BAIN de Christophe Honoré. IndieLisboa.


França, fic., 2010, 72’
6 SEXTA-FEIRA, 21H45, CINEMA SÃO JORGE 1
14 SÁBADO, 21H45, CINEMA SÃO JORGE 1

Omar é realizador e prepara-se para uma viagem de negócios que o vai levar até Nova Iorque. Emmanuel, interpretado pela estrela pornográfica François Sagat, fica ressentido com a despedida, mas os dois estão decididos a provar um ao outro que já não estão apaixonados. A tensão no ar instala-se desde o primeiro momento e é uma constante no filme, que se divide entre os encontros sexuais de Emmanuel nos subúrbios de Paris e os de Omar na cidade que nunca dorme, registados pela sua câmara de filmar. Não há momentos de pausa para monólogos onde se possa ler os pensamentos e emoções das personagens. Elas exprimem-se melhor sexualmente do que através de diálogo e o restante fica aberto à interpretação. A nossa perspectiva dos acontecimentos é, ainda assim, privilegiada: temos acesso directo ao ponto de vista de cada um deles, literalmente, no caso de Omar, que nunca larga a câmara. O lirismo de Honoré, cujo filme La belle personne esteve na 6ª edição do IndieLisboa, persegue, aqui, a desconstrução da ideia de masculino através de uma imagem viril, que Sagat incorpora qual estátua grega, protó tipo da essência do que um homem deve ser, de acordo com parâmetros que são cada vez mais postos em causa.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Uma coisa em forma de assim - CNB


28 de Abril a 8 de Maio, Teatro Camões

A CNB estreia uma obra co-criada por 9 coreógrafos portugueses: Clara Andermatt, Francisco Camacho, Benvindo Fonseca, Rui Lopes Graça, Rui Horta, Paulo Ribeiro, Olga Roriz, Madalena Victorino e Vasco Wellenkamp. Bernardo Sassetti assina a composição e a interpretação musical.

domingo, 3 de abril de 2011

quinta-feira, 24 de março de 2011

Carlos Barretto Lokomotiv




Culturgest, 25 de Março de 2011
Muito bom!


Contrabaixo Carlos Barretto Guitarra Mário Delgado
Bateria e percussões José Salgueiro

terça-feira, 22 de março de 2011

BABEL (words) Sidi Larbi Cherkaoui & Damien Jalet


... the most fiercely resonant dance theatre of the decade... (Guardian)

BABEL (words) - Sidi Larbi Cherkaoui, Damien Jalet e Antony Gormley.
Um grande momento de dança, depois de Guimarães, Lisboa sexta e sábado.



Centro Cultural de Belém, 25 e 26 de Março de 2011


Cada pessoa é uma minoria, em particular as pessoas criadas em democracia. Estão por sua conta, com as suas noções individuais de verdade. É a maldição de se ser criado como um indivíduo. Cherkaoui


Oliver Awards
Best new dance production
Babel (Words) by Eastman vzw and Royal Opera House La Monnaie at Sadler’s Wells, choreographed by Sidi Larbi Cherkaoui and Damien Jalet
Outstanding achievement in dance 
Antony Gormley for his set design of Babel (Words) by Eastman vzw and Theatre Royal de la Monnaie at Sadler’s Wells

segunda-feira, 21 de março de 2011

Arvo Pärt - Passio


Passio de Arvo Pärt.
Gulbenkian, 21 de Março de 2011.
Coro Casa da Música, Músicos do Remix Ensemble Casa da Música, Paul Hillier (maestro).


"Esta é uma obra central de Arvo Pärt, aquela que apresenta a essência do seu estilo tintinnabuli. A história da Paixão segundo São João é narrada por um quarteto de cantores solistas - o Evangelista - suportado por um quarteto instrumental. O coro lança as palavras da multidão e dos Sumos Sacerdotes, e os papéis de Jesus e Pilatos são cantados por solistas acompanhados por órgão."
- Paul Hillier

domingo, 13 de março de 2011

Luciano Berio - Recital I (For Cathy)






Bruno MANTOVANI
Les Danses interrompues
pour 6 instruments


György LIGETI
Concerto de chambre
pour 13 instrumentistes


Peter EÖTVÖS
Snatches of a Conversation
pour trompette en ut à 2 pavillons, noisemaker/bruiteur et ensemble


Luciano BERIO
Recital I (for Cathy)
pour mezzo-soprano et 17 instrumentistes


Measha Brueggergosman, mezzo-soprano
Antoine Curé, trompette
Ensemble intercontemporain
Peter Eötvös, direction


Gulbenkian, 15 de Março de 2011

Melingo: Corazon y Hueso


Ontem em Espinho e hoje em Lisboa.
Maldito tango e tango canções.
Gulbenkian, 13 de Março de 2011



"Neste programa Melingo apresenta-se com algumas canções de Maldito Tango e com  um novo repertório de tango canções. É acompanhado pelo típico trio de tango, bandoneón, guitarra e contrabaixo, enriquecido pelo multi-instrumentista Rodrigo Guerra que cria uma ambiência única ao tocar bouzouki, guitarra eléctrica e serra. 


Melingo foi estrela dos palcos rock alternativos da Argentina na década de 80, ajudou a inventar a movida de Madrid, interessou-se por personalidades musicais diversas, de Gainsbourg a Nick Cave, de Tom Waits a El Polaco. Em 2005 Melingo editou o CD Santa Milonga e imediatamente lançou uma imagem já longe do rock; com o segundo álbum, Maldito Tango, a transformação completou-se e Melingo surgiu com as imagens clássicas do tango reinventadas num estilo pessoal. A propósito de uma passagem sua pelo Royal Festival Hall, em Londres, escreveu-se no Guardian que Melingo tem em Maldito Tango um excelente álbum, mas que ainda assim não nos prepara para a electricidade da sua actuação no palco."

terça-feira, 8 de março de 2011

A cacatua verde de Arthur Schnitzler, teatro da Cornucópia no D. Maria II


Noir Désir : Le temps des cerises


"Le temps des cerises", Bertrand Cantat e o grupo Noir Désir em 2008 "ressuscitaram para o rock, ao gosto de novas gerações".
Canção da Comuna de Paris de 1871 e da geração de Luis Miguel Cintra, no final da peça "A cacatua verde" de Arthur Schnitzler em cena no teatro D. Maria II em Lisboa.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

RE-RITE be the orchestra


Instalação multimédia interactiva.
«Estar no meio de uma orquestra, experimentar a sensação de 101 músicos a tocar A Sagração da Primavera, faz correr a adrenalina, e é algo que quero partilhar com o mundo» Esa-Pekka Salonen, Maestro.


MUDE - Museu do design e da moda, 9 a 23 de Janeiro de 2011

domingo, 19 de dezembro de 2010

Out of Context - For Pina, Alain Platel, Les Ballets C de la B

Depois do divertimento comovente de Import Export de Koen Augustijnen em Outubro de 2007. Depois do genial e fabuloso Pitié! de Alain Platel e Fabrizio Cassol, dança e música em Julho de 2009. Chega uma dedicatória, Out of Context - For Pina de Alain Platel.
Teatro Maria Matos, 19 e 20 de Dezembro de 2010

“A dor é verdadeira quando se consegue que outros acreditem nela. Se ninguém além de ti acredita nela, a tua dor é loucura ou histerismo.”
Naomi Wolf

Em Out of Context, Alain Platel regressa ao essencial da dança, partindo da convicção de que o corpo humano é uma ferramenta emotiva, um detentor de memórias, uma matéria-prima para a arte.

Um dos temas que de forma mais proeminente tem sobressaído no meu trabalho em anos mais recentes é o de “corpo em estado de histeria”. Não me refiro à histeria como doença, mas antes como expressão da ultra-sensibilidade em relação à vida. Sempre que as palavras não conseguem exprimir as nossas mais íntimas emoções, o corpo toma conta. A dança deve ter tido esta função ao longo dos tempos: lutar para ser uma tradução física de sentimentos exacerbados. É interessante notar que a palavra coreografia deriva do grego chorea, um termo médico que se refere a uma desordem do sistema nervoso e cujos sintomas são súbitos, incontrolados e histéricos movimentos do corpo. Nos últimos anos tenho optado pela colaboração com bailarinos exímios na arte do movimento, porque eles conseguem transmitir este estranho estado de receptividade num sentido físico. O medo e a falta de à-vontade dos que vêem o corpo neste estado é, por vezes, grande. Mesmo assim, acredito que ao vê-lo, estar próximo é uma experiência positiva. Permite-nos entender que este comportamento específico, tal como outras formas de comportamento estranho, extremo e provocador fazem parte da nossa humanidade. AP



Nothing up their sleeves, and nothing in their pockets. With Out of Context, director Alain Platel aims to return to the fundamentals of dance. Starting from a belief in the human body as emotional tool, as carrier of memories, as raw material for living fine art. While Platel has flirted with the boundaries of opera over the past years, with for example vsprs or pitié!, Out of Context is not a music-driven piece, and also has no set or costumes other than those the dancers can fit in their suitcases. It is however no crisis piece. It is in self-limitation that a master first shows himself. The mastery of the dancers with which Platel embarks on this adventure is indisputable. Each and every one is an impressive figure with whom Platel has travelled far over the years.

Danced and created by:
Elie Tass, Emile Josse, Hyo Seung Ye, Kaori Ito, Mathieu Desseigne Ravel, Mélanie Lomoff, Romeu Runa, Rosalba Torres Guerrero, Ross Mc Cormack

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Fujiya & Miyagi 'Sixteen Shades Of Black & Blue'



Fujiya & Miyagi faltaram ao festival do último fim de semana em Lisboa. 1º single de avanço do álbum "Ventriloquizzing" a sair a 25 de Janeiro, "Sixteen Shades Of Black & Blue".

The Tangible, tg STAN

Get the Flash Player to see this player.


companhia: tg STAN
Teatro Maria Matos, 8 a 11 de Dezembro de 2010
TOL - Espectáculo sensível ao toque
IP - Carta de amor ao berço da civilização


Teatro e dança, muito especial...

The starting point of the tangible is, on the one hand, the Fertile Crescent * with Palestine as its epicentre, and on the other hand the people who create this performance and their various realities.
(...)
"The next day I accompanied him to the ruin.  There were several epicentres where everything had been reduced to dust, surrounded by tiny fragments.  Except for pipes and wires no recognisable objects remained.  Everything which had been assembled during a lifetime had gone without trace, had lost its name.  An amnesia not of the mind but of the tangible."
(a quote from the book From A to X by John Berger)

domingo, 14 de novembro de 2010

Cornucópia: Fim de Citação


FIM DE CITAÇÃO
um prólogo, um "lever de rideau", uma advertência

de Luis Miguel Cintra a partir de Beckett, Genet, Garcia Lorca, Calderón, Kleist, Luiza Neto Jorge, Schnitzler, Shakespeare, Tchekov, Pirandello, Heiner Müller e Louis Jouvet.

Encenação: Luis Miguel Cintra
Cenário e Figurinos: Cristina Reis
Desenho de luz: Daniel Worm d'Assumpção
Interpretação: Dinis Gomes, Luis Lima Barreto, Luis Miguel Cintra e Sofia Marques

Teatro do Bairro Alto, 18 de Novembro a 12 de Dezembro de 2010

Saxophone Summit



Saxofone Joe Lovano
Saxofone David Liebman
Saxofone Ravi Coltrane
Piano Phil Markowitz
Baixo Cecil McBee
Bateria Billy Hart

Espera-se uma noite inesquecível.

Culturgest, 14 de Novembro de 2010.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Joris Ivens - Regen (1929)


Um belo filme mudo de 1929, chuva em Amesterdão. Ontem na cinemateca em Lisboa, inserido num pequeno ciclo do doclisboa dedicado a Joris Ivens. Realizadores Joris Ivens e Mannus Franken. Versões de 1932 e 1941 com música.



Misère au Borinage (1934). Parte 1 de 4.
Joris Ivens militante e a pedido do amigo realizador Henri Storck. A vida e a luta dos mineiros belgas, em tempo de "crise no mundo capitalista".

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Joana Carneiro, Stravinsky - o pássaro de fogo


Orquestra Gulbenkian
Joana Carneiro (maestrina)
Jean-Bernard Pommier (piano)


Filipe Pires
Playing Ludwig
Ludwig van Beethoven
Concerto para Piano nº 4, op. 58
Igor Stravinsky
Suite O Pássaro de Fogo [1945]
Gulbenkian, 14 e 15 de Outubro de 2010 


Este Stravinsky com Joana Carneiro pode ser comovente e genial.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Benda Bilili !


Benda Bilili! Documentário fabuloso sobre os músicos. Ontem no São Jorge, hoje no Instituto Franco-Português, sexta em Almada no auditório Fernando Lopes-Graça, sessões da Festa do Cinema Francês. Sábado volta ao São Jorge numa sessão conjunta com o Doclisboa.

Ricky tinha um sonho: fazer dos Staff Benda Bilili a melhor orquestra do Congo. Roger, um menino de rua, desejava mais do que tudo juntar-se a estas estrelas – paraplégicas – do gueto de Kinshasa que vagueiam pela cidade em cadeiras de rodas personalizadas à Mad Max. Juntos eles têm, antes de tudo, que sobreviver, evitar as armadilhas das ruas de Kinshasa, cantar e dançar para encontrarem na música a força da esperança.

Ao longo de cinco anos, das primeiras canções ao triunfo nos festivais do mundo inteiro, Benda Bilili! conta-nos este sonho tornado realidade.

Argumento: Florent de la Tullaye e Renaud Barret
Fotografia: Renaud Barret, Florent de la Tullaye e Grégoire Delage
Montagem: Jean-Christophe Hym
Produção: Screen Runner

Staff Benda Bilili, Je t'aime do álbum très très fort.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

doclisboa internacional longas

Dansa als esperits
Ricardo Íscar
Espanha, 2009, 78’
15 Out, 21h + 17 Out 18h


A falta que me faz
Marília Rocha
Brasil, 2009, 85’
16 Out, 18h + 19 Out, 21h


Nostalgia de la luz
Patricio Guzmán
França, Alemanha, Chile, Espanha, 2010, 90’
19 Out, 19h30 + 22 Out, 21h


El Sicario
Gianfranco Rosi
França, Itália, 2010, 80’
20 Out, 18h + 21 Out, 21h


Songs from the Nickel
Alina Skrzeszewska
EUA , Alemanha, 2010, 83’
18 Out, 19h30 + 20 Out, 21h


Steam of Life
Joonas Berghäll e Mika Hotakainen
Finlândia, Suécia, 2010, 81’
21 Out, 21h + 22 Out 19h30


The Woman with the 5 Elephants
Vadim Jendreyko
93' Suíça, Alemanha 2009
18 Out, 23h + 21 Out, 19h30


site

domingo, 3 de outubro de 2010

Cinema Francês escolhas da festa

Antestreias

36 vues du Pic Saint Loup
de Jacques Rivette
8 de Outubro, 22h
Com: Jane Birkin, Sergio Castellitto, André Marcon, Jacques Bonnaffé e Julie-Marie Parmentier
Fotografia: Irina Lubtchansky
Som: Olivier Schwob
Música: Pierre Allio
Montagem: Nicole Lubtchansky
Produção: Pierre Grise Productions
Origem: França, Itália

Le Père de mes enfants
de Mia Hansen-Løve
9 de Outubro, 19h30
Com: Chiara Caselli, Louis-Do de Lencquesaing, Alice de Lencquesaing, Alice Gautier, Manelle Driss, Éric Elmosnino, Sandrine Dumas, Dominique Frot
Argumento: Mia Hansen-Løve
Fotografia: Pascal Auffray
Som: Vincent Vatoux e Olivier Goinard
Montagem: Marion Monnier
Produção: Les Films Pelléas
Origem: França e Alemanha

Hors-la-loi
de Rachid Bouchareb
10 de Outubro, 22h
Com: Jamel Debbouze, Roschdy Zem, Sami Bouajila, Bernard Blancan
Argumento: Olivier Lorelle e Rachid Bouchareb
Fotografia: Christophe Beaucarne
Som: Marc Engels, Olivier Walczak, Franck Rubio e Thomas Gauder
Música: Armand Amar
Montagem: Yannick Kergoat
Produção: Tessalit Productions
Origem: França, Argélia, Tunísia e Bélgica

Le Refuge
de François Ozon
10 de Outubro, 19h30
Com: Isabelle Carré, Louis-Ronan Choisy, Pierre Louis-Calixte, Melvil Poupaud, Claire Vernet, Jean-Pierre Andréani, Marie Rivière, Jérôme Kircher, Nicolas Moreau e Emile Berling
Argumento: François Ozon e Mathieu Hippeau
Fotografia: Mathias Raaflaub
Som: Brigitte Taillandier
Música: Louis-Ronan Choisy
Montagem: Muriel Breton
Produção: Eurowide Film Production
Origem: França
Género: Comédia dramática

Des hommes et des dieux
de Xavier Beauvois
11 de Outubro, 22h
Com: Lambert Wilson, Michael Lonsdale, Olivier Rabourdin, Philippe Laudenbach, Jacques Herlin, Loïc Pichon, Xavier Maly, Jean-Marie Frin
Argumento: Étienne Comar
Fotografia: Caroline Champetier
Som: Jean-Jacques Ferran e Éric Bonnard
Montagem: Marie-Julie Maille
Produção: Why Not Productions e Armada Films
Origem: França

Mères et filles
de Julie Lopes-Curval
11 e 12 de Outubro, 19h30
Com: Catherine Deneuve, Marie-Josée Croze, Marina Hands, Michel Duchaussoy
Argumento: Julie Lopes-Curval e Sophie Hiet
Fotografia: Philippe Guilbert
Som: Sylvain Bellemare, Bernard Gariepy Strobl e François Guillaume
Música: Patrick Watson
Montagem: Anne Weil
Produção: Sombrero Films
Origem: França e Canadá

Benda Bilili !
de Florent de la Tullaye e Renaud Barret
12 e 13 de Outubro, 19h30
16 de Outubro, 22h
Argumento: Florent de la Tullaye e Renaud Barret
Fotografia: Renaud Barret, Florent de la Tullaye e Grégoire Delage
Montagem: Jean-Christophe Hym
Produção: Screen Runner
Origem: França e Congo

A l’origine
de Xavier Giannoli
13 de Outubro, 22h
Com: François Cluzet, Emmanuelle Devos, Gérard Depardieu, Vincent Rottiers, Stéphanie Sokolinski, Brice Fournier
Argumento: Xavier Giannoli
Fotografia: Glynn Speeckaert
Som: François Musy, Gabriel Hafner e Renaud Musy
Música: Cliff Martinez
Montagem: Célia Lafite Dupont
Produção: EuropaCorp e Rectangle Productions
Origem: França

Mammuth
de Benoît Delépine e Gustave Kervern
14 de Outubro, 22h
Com: Gérard Depardieu, Yolande Moreau, Isabelle Adjani, Benoît Poelvoorde, Philippe Nahon, Bouli Lanners, Dick Annegarn, Anna Mouglalis, Blutch e Siné
Argumento: Benoît Delépine e Gustave Kervern
Fotografia: Hugues Poulain
Música: Gaëtan Roussel
Montagem: Stéphane Elmadjian
Produção: GMT Productions e No Money Productions
Origem: França
Género: Comédia

La Tête en friche
de Jean Becker
14 e 15 de Outubro, 19h30
Com: Gérard Depardieu, Gisèle Casadesus, François-Xavier Demaison, Maurane, Patrick Bouchitey, Jean-François Stévenin, Claire Maurier, Sophie Guillemin
Argumento: Jean Becker e Jean-Loup Dabadie a partir da obra de Marie-Sabine Roger
Fotografia: Arthur Cloquet
Som: Jacques Pibarot
Música: Laurent Voulzy
Montagem: Jacques Witta
Produção: ICE3 e KJB Production
Origem: França

Micmacs à tire-larigot
de Jean-Pierre Jeunet
15 de Outubro, 22h
Com: Dany Boon, André Dussollier, Nicolas Marie, Jean Pierre Marielle, Yolande Moreau, Julie Ferrier, Omar Sy e Dominique Pinon
Argumento: Jean-Pierre Jeunet e Guillaume Laurant
Fotografia: Tetsuo Nagata
Som: Jean Umansky
Música: Raphaël Beau
Montagem: Hervé Schneid
Produção: Epithète Films e Tapioca Films
Origem: França

Gainsbourg, vie héroïque
de Joann Sfar
16 de Outubro, 19h30
Com: Éric Elmosnino, Lucy Gordon, Laetitia Casta, Doug Jones, Anna Mouglalis, Mylène Jampanoï, Sara Forestier e Yolande Moreau
Argumento: Joann Sfar
Fotografia: Guillaume Schiffman
Som: Daniel Sobrino
Música: Olivier Daviaud
Montagem: Maryline Monthieux
Produção: One World Films
Origem: França

Compositores portugueses activos


Sérgio Azevedo
A propósito de Cantata das Queixas e não só.
A importância de compor para crianças.
Entrevista, parte 1/2

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Artur Pizarro: Chopin completo


Na Antena 2, transmissão em directo do 1º recital esgotado no CCB, agora. Muito bom.
1817-1829
Introdução e Variações, em Mi maior, sobre o tema alemão Der Schweizerbub
3 Ecossaises, op. 72
Polonaise, em Si bemol menor, La gazza ladraPolonaise, em Si bemol maior
Mazurca, em Si bemol maior
Mazurca, em Sol maior
Polonaise, em Lá bemol maior
Polonaise, em Sol sustenido menor
Polonaise, em Sol menor
Marcha fúnebre, em Dó menor, op. 72 n.º 2
Rondo, em Dó menor, op. 1
Nocturno, em Mi menor, op. 72 n.º 1
Polonaises, op. 71
Introdução, Tema e Variações em Ré maior sobre um tema de Thomas Moore, para piano a quatro mãos, *JILL LAWSON, piano (*artista convidada)
Contredanse, em Sol bemol maior
Rondo à la mazur, em Fá maior, op. 5


Próximo, com transmissão também em directo, 14 de Outubro.
Sonata para piano n.º 1, em Dó menor, op. 4
Rondo para dois pianos, em Dó maior, op. 73 *
Polonaise, em Sol bemol maior
Valsa, em Si menor, op. 69 n.º 2
Valsa, em Mi maior
Valsa, em Mi menor
Variações, em Lá maior, Souvenir de Paganini
Valsa, em Mi bemol maior
Valsa, em Ré bemol maior, op. 70 n.º 3
Mazurcas, op. 68 n.ºs 1, 2 e 3
Andante spianato et grande polonaise brillante, op. 22

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

domingo, 26 de setembro de 2010

Paulo Ribeiro: Paisagens... Onde o Negro é Cor


Centro Cultural de Belém, 24 a 26 de Setembro de 2010


Concepção, coreografia e direcção Paulo Ribeiro
Dedicatórias:

Ponta Delgada
Interpretação GONÇALO LOBATO

Guimarães
Interpretação ROMULUS NEAGU

Torres Vedras
Interpretação RITA OMAR

Lisboa
Co-criação ROMULUS NEAGU
Interpretação GONÇALO LOBATO e PETER MICHAEL DIETZ

Torres Novas, Porto e Coimbra
Co-criação e interpretação LEONOR KEIL

Viseu
Co-criação e interpretação PETER MICHAEL DIETZ

Viseu – 2.º olhar
Interpretação ELIANA CAMPOS

Música Vitor Rua
Cenografia JOÃO MENDES RIBEIRO
Desenho de luz CRISTÓVÃO CUNHA
Costureira do guarda-roupa GRACE VIEIRA
Edição do documentário JOÃO PINTO (a partir de filmagens do coreógrafo e dos intérpretes)

Boa peça de dança e boas colaborações de coreógrafo e intérpretes.

Interessantes, a simplicidade e a elegância pouco habituais em PR. Evocação pelos bailarinos de movimentos e concepções de outros coreógrafos, um pastiche que no entanto resulta bem.
É uma boa disposição em construção.