Música, dança, teatro, cinema, literatura, exposições, conversas, etc. (também em versão "mobile")
quarta-feira, 20 de julho de 2011
domingo, 17 de julho de 2011
Fronteiras - Encontros de Fotografia de Bamako
Exposição produzida no âmbito da última edição dos Encontros de Bamako – Bienal Africana de Fotografia, em 2009, reunindo cerca de 180 fotografias e vídeos que reflectem a criação contemporânea na área da fotografia em África e dos artistas afro-americanos. Desenvolvida em torno da temática “Fronteiras”, esta mostra colectiva oferece diversas interpretações e representações das questões sociopolíticas, culturais e identitárias.
Gulbenkian, até 28 de Agosto
sábado, 16 de julho de 2011
sexta-feira, 15 de julho de 2011
I AM THE WIND, Jon Fosse
I AM THE WIND, Jon Fosse
English text : Simon Stephens,
Patrice Chéreau, Thierry Thieû Niang
The wind was threatening and it rose suddenly. There are two of them on a brittle boat: an excursion at sea, a stop in a creek, a glass of schnapps, and a little food. And so one of them decides to push further on towards the high seas. And here we are, on the high seas _ if only this: to symbolize on a theater stage, the journey, the trip, the islands offshore, the fog and the ocean, calm and soon threatening. To symbolize in a same move the crossing of the channel and the depression’s shadow kept at a distance and that forcefully strikes back; brotherhood, love? It slowly becomes unbearable, something that carries such little weight, until the final accident which will bring calm and peace and lightness, finally.
A journey inside two intertwined lives, an odyssey, a paradoxical path towards appeasement.
Patrice Chéreau
Intérpretes Tom Brooke, Jack Laskey
Cenário Richard Peduzzi
Figurinos Caroline de Vivaise
Desenho de luz Dominique Bruguière
Música Éric Neveux
Teatro Municipal de Almada, 17 e 18 de Julho
Festival de Almada
English text : Simon Stephens,
Patrice Chéreau, Thierry Thieû Niang
The wind was threatening and it rose suddenly. There are two of them on a brittle boat: an excursion at sea, a stop in a creek, a glass of schnapps, and a little food. And so one of them decides to push further on towards the high seas. And here we are, on the high seas _ if only this: to symbolize on a theater stage, the journey, the trip, the islands offshore, the fog and the ocean, calm and soon threatening. To symbolize in a same move the crossing of the channel and the depression’s shadow kept at a distance and that forcefully strikes back; brotherhood, love? It slowly becomes unbearable, something that carries such little weight, until the final accident which will bring calm and peace and lightness, finally.
A journey inside two intertwined lives, an odyssey, a paradoxical path towards appeasement.
Patrice Chéreau
Intérpretes Tom Brooke, Jack Laskey
Cenário Richard Peduzzi
Figurinos Caroline de Vivaise
Desenho de luz Dominique Bruguière
Música Éric Neveux
Teatro Municipal de Almada, 17 e 18 de Julho
Festival de Almada
Cercles / Fictions, Joël Pommerat
En résidence depuis trois ans au théâtre des Bouffes du Nord, Joël Pommerat crée Cercles/Fictions, un spectacle écrit à partir d’histoires vraies. La scène représente un grand cercle : un lieu magique où le réalisme se mêle à l’imagination créative de la mise en scène pour un spectacle tout simplement sublime.
Teatro D. Maria II, 14 a 16 de Julho
Festival de Almada
Mission Drift, TEAM
Mission Drift is a pioneering journey west and east across the USA, told through atomic blasts, lizard ballet, and music that fuses Las Vegas glitz with Western ballads and Southern blues. The musical follows an immortal Dutch couple through American time and space, from the New Amsterdam colony in 1624 to modern-day Vegas. Over it all reigns Miss Atomic. She is creation and destruction, the seduction and devastation of American capitalism.
The TEAM is the Theatre of the Emerging American Moment, an NYC-based collaborative ensemble whose mission is to create new work that dissects and celebrates the experience of living in America today.
Culturgest, 14 a 16 de Julho
Festival de Almada
sexta-feira, 8 de julho de 2011
Purga de Sofi Oksanen, Teatro Aberto
Depois do sucesso de O Senhor Puntila e o Seu Criado Matti, de Bertolt Brecht, João Lourenço encena Purga, de Sofi Oksanen. Esta peça é a primeira e até agora única, da autora finlandesa, tendo estreado em 2007 no Teatro Nacional de Helsínquia. Da peça resultou o terceiro romance da autora, Purga (2008), que depressa a consagrou como uma das grandes escritoras da actualidade. O espectáculo marca o regresso ao palco do Teatro Aberto da actriz Irene Cruz, num dos papéis mais desafiantes e estimulantes da sua carreira.
JOÃO LOURENÇO
CENÁRIO
ANTÓNIO CASIMIRO
JOÃO LOURENÇO
FIGURINOS
LÍDIA LEMOS
COREOGRAFIA
CLÁUDIA NÓVOA
SUPERVISÃO AUDIOVISUAL
NUNO NEVES
LUZ
MELIM TEIXEIRA
BANDA SONORA
JOÃO LOURENÇO
COM
ALBERTO QUARESMA | ANA GUIOMAR | CARLOS MALVAREZ | HUGO BETTENCOURT | IRENE CRUZ | PATRÍCIA ANDRÉ | RUI NETO
Sinopse
Estónia, 1992, pouco depois de o país se ter libertado do domínio soviético e reconquistado a sua independência. Aliide, uma mulher de idade, que vive sozinha no campo, acolhe Zara, uma jovem fugitiva, vítima de uma rede de prostituição. Neste encontro, revela-se a história dramática de uma família, mas também a história de um grande amor, vivida num tempo de opressão e medo.
Construída como uma narrativa a várias vozes, que mistura passado e presente, Purga impressiona pelas histórias emocionantes que conta e pela vontade indomável de viver das suas personagens.
Até 31 de Julho e volta em Setembro.
Sobre a autora
Sofi Oksanen
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Purga, a sua primeira e até agora única peça, estreou em 2007 no Teatro Nacional de Helsínquia. Construída como uma narrativa polifónica, associando, numa viagem pela memória, situações ocorridas na Estónia nos anos 40/50 e 90, apresenta, numa densa história familiar, amor, desejo e perda, até onde pode ir a luta pela sobrevivência em tempos passados e recentes.
Da peça resultou o seu terceiro romance, Purga (2008), que depressa a consagrou como uma das grandes escritoras da actualidade. Distinguido com prestigiados prémios nacionais (Finlândia e Runeberg) e internacionais (Conselho Nórdico para a Literatura, Femina, Fnac e União Europeia) e traduzido para várias línguas, Purga vai ser adaptado ao cinema e apresentado como ópera em 2012.
terça-feira, 5 de julho de 2011
ELA de Jean Genet
Teatro da Cornucópia no Teatro do Bairro Alto, até 24 de Julho.
Tradução e encenação Luis Miguel Cintra
Tradução e encenação Luis Miguel Cintra
Cenário e figurinos Cristina Reis
Desenho de luz Daniel Worm D’Assumpção
Interpretação Dinis Gomes, Luis Miguel Cintra, Luís Lima Barreto e Ricardo Aibéo.
domingo, 3 de julho de 2011
Anoushka Shankar - Traveller
Traveller. Anoushka Shankar Ensemble, Anoushka Shankar (sitar), acompanhada por músicos indianos e de flamenco (percussão, flauta, shehnai e vozes). Lisbon, December 12.
Anoushka Shankar, "Raga Flamenco Journey” - Traveller.
Cathedral, Girona, Spain. Pieces from "Traveller". 03 Jul. 2011, 10 pm CET, 9 pm Lisbon.
This world-premiere event will be available on www.medici.tv and www.deutschegrammophon.com, live and then streamed for 90 days.
Cathedral, Girona, Spain. Pieces from "Traveller". 03 Jul. 2011, 10 pm CET, 9 pm Lisbon.
This world-premiere event will be available on www.medici.tv and www.deutschegrammophon.com, live and then streamed for 90 days.
http://www.deutschegrammophon.com/artist/?ART_ID=SHAAN
Festival ao Largo, orquestra Gulbenkian
Ontem no Largo São Carlos, "El amor brujo" de Manuel de Falla.
Orquestra Gulbenkian, direcção Pedro Neves, contralto Joana Nascimento.
Orquestra Gulbenkian, direcção Pedro Neves, contralto Joana Nascimento.
Próximo Futuro
último dia de espectáculos Próximo Futuro/VERÃO 2011! - Próximo Futuro
Shangaan Electro (África do Sul), com Nozinja, Tshetsha Boys e DJ Spoko.
Villa+Discurso (Chile), de Guillermo Calderón, com as extraordinárias actrizes Carla Romero, Francisca Lewin e Macarena Zamudio (Compañia Playa).
Shangaan Electro (África do Sul), com Nozinja, Tshetsha Boys e DJ Spoko.
Villa+Discurso (Chile), de Guillermo Calderón, com as extraordinárias actrizes Carla Romero, Francisca Lewin e Macarena Zamudio (Compañia Playa).
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Pedro Burmester Schubert Schumann
Ainda sob o magnífico efeito do seu último trabalho editado...
Teatro São Luiz, 1 de Julho
Obras para piano, piano a quatro mãos e piano e violoncelo de Schubert, Schumann, Brahms e Bach.
domingo, 26 de junho de 2011
Moradas do Silêncio

Boa a homenagem a Al Berto no Festival Silêncio, com David Santos, JP Simões, João Peste, Rui Reininho e Sérgio Godinho acompanhados pela banda com os músicos Flak, Filipe Valentim, Rui Alves e Alex Cortez.
Fantásticas leituras de Miguel Borges de textos seleccionados por Nuno Júdice.
Vídeo interessante de João Pedro Gomes sobre imagens e fotografias do poeta, manipuladas por Tó Trips (Mackintóxico).
"Temas inspirados na obra do poeta ou relacionados com o imaginário da sua escrita."
Uns mais inspirados. Bom espectáculo.
Possibilidade de ver alguns músicos que marcaram e marcam a música portuguesa.
David Santos uma descoberta. JP Simões a bossa habitual. João Peste instável. Sérgio Godinho o grande artista.
Este ano, o festival apresentou projectos muito interessantes.
http://www.festivalsilencio.com/
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Dans Dans: TG Ceremonia / les ballets C de la B
"Dans Dans should have been Eric De Volder's first dance performance. Following his unexpected demise, the future dance dancers came together to see how they should go on. Now, TG Ceremonia and les ballets C de la B have joined forces. The artististic idea came from Hendrik Van Doorn, the enthusiasm from Lisi Estaras, Nicolas Vladyslav and Lara Barsacq soon followed. In search of authenticity, the dancers rethink the smallest gesture, the simplest movement. This costs a lot of sweat. And tears. Of laughter and of grief. Dans Dans is a planet..."
domingo, 29 de maio de 2011
tanzt, tanzt sonst sind wir verloren
"dancem, dancem, senão estamos perdidos"
emocionante... obrigatório... filme excelente de Wim Wenders que captura muita da beleza e da utopia em Pina Bausch e seus bailarinos... vislumbre da linguagem e da ontologia de Pina, nunca explicada... 3D com uma aplicação extraordinária... em exibição.
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Noite de Ronda, Olga Roriz - CNB
26 de Maio a 5 de Junho.
Companhia Nacional de Bailado - Teatro Camões
sexta-feira, 13 de maio de 2011
Destouches - Le Carnaval et la Folie
O Carnaval e a Loucura
André Cardinal Destouches (1672-1749)
Centro Cultural de Belém, 13 a 15 de Maio de 2011
Direção Musical Marcos Magalhães
Encenação Luca Aprea
Concepção cénica Luca Aprea | Stefano Riva
Iluminação Daniel Worm d'Assumpção
Realização cenográfica Carlos Moral Reis
Maquilhagem e adaptação dos figurinos Fátima Sousa
Adaptação do libretto Marcos Magalhães | Luca Aprea
Direcção do coro Sérgio Fontão
La Folie Ana Quintans
Le Carnaval João Fernandes
Momus Hugo Oliveira
Plutus/Mercure Fernando Guimarães
La Jeunesse Carla Caramujo
Jupiter Luís Miguel Cintra
Venus Jennifer Smith
Bailarinos
Catarina Câmara
Pedro Ramos
Coro Voces Caelestes
Orquestra Os Músicos do Tejo
Concertino Florian Deuter
__________________
Nas palavras de Marcos Magalhães, “o desejo é trazer o prazer da dança e do movimento, e assim tentar enriquecer a nossa linguagem musical e cénica”. Com uma estreita ligação à dança, que caracteriza as óperas francesas da época de Luís XIV, esta obra é uma comédie-ballet onde os momentos dançantes acentuam o caráter divertido e até bizarro da história de amor entre duas personagens surpreendentes: o Carnaval e a Loucura.
"O libreto centra a sua intriga na turbulenta paixão entre O Carnaval e A Loucura e é um verdadeiro canto à inevitabilidade da dor no amor. Porém (se calhar pelos tempos em que vivemos), para além da sua intriga imediata, a obra revela aos nossos olhos o tom amargo de uma apologia da eterna juventude povoada por personagens sem idade. Um lugar sem tempo, não tanto o de uma imaturidade eterna, “poética”, mas da ilusão dum destino imóvel, suspenso e sem consequências."
Luca Aprea
A dança na ópera
O encenador Luca Aprea afirma que, desde o início do projeto, houve o desejo de dar à dança um papel diferente daquele que, historicamente, ela ocupa nas óperas setecentistas:
“Não queríamos recorrer ao código das danças barrocas, nem pretendíamos que o ballet fosse apenas um momento de pausa ou de entretenimento. Nesta produção, a dança vai contaminar as várias partes da ópera: coro, drama e os próprios momentos de dança.” O denominado ballet d’action vai ser protagonizado pelo coro que, num registo próximo da pantomima, se inspira no ambiente das várias músicas de dança para “comentar” ou “antecipar” momentos da ação. Por sua vez, os bailarinos vão funcionar como duplos do Carnaval e da Loucura, exprimindo com a dança a relação entre estas duas personagens.
O desafio da comédie-ballet
O compositor André Cardinal Destouches, mosqueteiro da corte de Luís XIV e seguidor de Lully, criou aquela que viria a ser considerada a primeira comédie-ballet, inspirada na obra de Erasmo de Roterdão, O elogio da loucura. Para Marcos Magalhães, a escolha desta peça baseou-se fundamentalmente na sua forte ligação com a dança, que influencia também a comicidade do enredo. “É um desafio tocar música para dança, a interpretação tem de estar perfeitamente articulada com os ritmos das várias danças, e sempre atenta às pequenas subtilezas características da música francesa.”
Centro Cultural de Belém, 13 a 15 de Maio de 2011
Direção Musical Marcos Magalhães
Encenação Luca Aprea
Concepção cénica Luca Aprea | Stefano Riva
Iluminação Daniel Worm d'Assumpção
Realização cenográfica Carlos Moral Reis
Maquilhagem e adaptação dos figurinos Fátima Sousa
Adaptação do libretto Marcos Magalhães | Luca Aprea
Direcção do coro Sérgio Fontão
La Folie Ana Quintans
Le Carnaval João Fernandes
Momus Hugo Oliveira
Plutus/Mercure Fernando Guimarães
La Jeunesse Carla Caramujo
Jupiter Luís Miguel Cintra
Venus Jennifer Smith
Bailarinos
Catarina Câmara
Pedro Ramos
Coro Voces Caelestes
Orquestra Os Músicos do Tejo
Concertino Florian Deuter
__________________
Nas palavras de Marcos Magalhães, “o desejo é trazer o prazer da dança e do movimento, e assim tentar enriquecer a nossa linguagem musical e cénica”. Com uma estreita ligação à dança, que caracteriza as óperas francesas da época de Luís XIV, esta obra é uma comédie-ballet onde os momentos dançantes acentuam o caráter divertido e até bizarro da história de amor entre duas personagens surpreendentes: o Carnaval e a Loucura.
"O libreto centra a sua intriga na turbulenta paixão entre O Carnaval e A Loucura e é um verdadeiro canto à inevitabilidade da dor no amor. Porém (se calhar pelos tempos em que vivemos), para além da sua intriga imediata, a obra revela aos nossos olhos o tom amargo de uma apologia da eterna juventude povoada por personagens sem idade. Um lugar sem tempo, não tanto o de uma imaturidade eterna, “poética”, mas da ilusão dum destino imóvel, suspenso e sem consequências."
Luca Aprea
A dança na ópera
O encenador Luca Aprea afirma que, desde o início do projeto, houve o desejo de dar à dança um papel diferente daquele que, historicamente, ela ocupa nas óperas setecentistas:
“Não queríamos recorrer ao código das danças barrocas, nem pretendíamos que o ballet fosse apenas um momento de pausa ou de entretenimento. Nesta produção, a dança vai contaminar as várias partes da ópera: coro, drama e os próprios momentos de dança.” O denominado ballet d’action vai ser protagonizado pelo coro que, num registo próximo da pantomima, se inspira no ambiente das várias músicas de dança para “comentar” ou “antecipar” momentos da ação. Por sua vez, os bailarinos vão funcionar como duplos do Carnaval e da Loucura, exprimindo com a dança a relação entre estas duas personagens.
O desafio da comédie-ballet
O compositor André Cardinal Destouches, mosqueteiro da corte de Luís XIV e seguidor de Lully, criou aquela que viria a ser considerada a primeira comédie-ballet, inspirada na obra de Erasmo de Roterdão, O elogio da loucura. Para Marcos Magalhães, a escolha desta peça baseou-se fundamentalmente na sua forte ligação com a dança, que influencia também a comicidade do enredo. “É um desafio tocar música para dança, a interpretação tem de estar perfeitamente articulada com os ritmos das várias danças, e sempre atenta às pequenas subtilezas características da música francesa.”
quinta-feira, 12 de maio de 2011
Casa do Rio, Benvindo Fonseca
Teatro Municipal de Almada, 14 e 15 de Maio
Inspirado na música tradicional portuguesa, este bailado tem por base a diversidade da cultura nacional. Sobre a criação diz o coreógrafo "... precisava dançar também as minhas raízes lusas. E aqui nasce «Casa do Rio»... do desejo de estilizar as danças tradicionais portuguesas. Há influências dos pauliteiros, da chula, do corridinho do Algarve, do fandango, das danças do Minho."
Benvindo Fonseca, um dos bailarinos emblemáticos do extinto Ballet Gulbenkian, que desde há muito se tem igualmente dedicado à coreografia, estreia uma nova criação no TMA, através da qual explora as suas raízes portuguesas, depois de ter já abordado as suas raízes africanas. E escreve o coreógrafo: «a música inspiradora dos Danças Ocultas transporta-me para um universo puro, simples, diverso, plural e honesto, vindo do pulsar dos acordeões. Sempre a mãe terra, a partida constante e o querer chegar a casa. Casa esta que se encontra dentro de cada um, mas sentimento reforçado sempre que vislumbramos o conhecido». Concluindo que, em Casa do rio, se manifesta «o lado sensorial da dança, onde referências várias se exprimem por sentimentos, alguns avulsos, outros de amor e desamor, tão característicos nesta nossa grande raça humana».
Inspirado na música tradicional portuguesa, este bailado tem por base a diversidade da cultura nacional. Sobre a criação diz o coreógrafo "... precisava dançar também as minhas raízes lusas. E aqui nasce «Casa do Rio»... do desejo de estilizar as danças tradicionais portuguesas. Há influências dos pauliteiros, da chula, do corridinho do Algarve, do fandango, das danças do Minho."
Benvindo Fonseca, um dos bailarinos emblemáticos do extinto Ballet Gulbenkian, que desde há muito se tem igualmente dedicado à coreografia, estreia uma nova criação no TMA, através da qual explora as suas raízes portuguesas, depois de ter já abordado as suas raízes africanas. E escreve o coreógrafo: «a música inspiradora dos Danças Ocultas transporta-me para um universo puro, simples, diverso, plural e honesto, vindo do pulsar dos acordeões. Sempre a mãe terra, a partida constante e o querer chegar a casa. Casa esta que se encontra dentro de cada um, mas sentimento reforçado sempre que vislumbramos o conhecido». Concluindo que, em Casa do rio, se manifesta «o lado sensorial da dança, onde referências várias se exprimem por sentimentos, alguns avulsos, outros de amor e desamor, tão característicos nesta nossa grande raça humana».
| Música Francisco RIBEIRO, Danças OCULTAS, Galandum GALUNDAINA, Teresa SALGUEIRO, Arvo PART Cenário “Vox POPULI”, Paula ROUSSEAU Execução de cenário Camilo António BRAZONA, Diodata SAIÃO Desenho de Luz Paulo GRAÇA Figurinos Hobbes GÓBIRAS Sonoplastia José PACHECO Interpretação Beatriz ROUSSEAU, Carla JORDÃO, Débora QUEIROZ, Daniela FERREIRA, Luciano FIALHO, Lucinda SARAGGA, Luís MALAQUIAS, Nuno GOMES, Sofia SILVA |
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