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sábado, 10 de abril de 2010

Notre terreur, d’ores et déjà


Criação colectiva d’ores et déjà Encenação Sylvain Creuzevault Com Samuel Achache, Benoit Carré, Antoine Cegarra, Éric Charon, Pierre Devérines, Vladislav Galard, Lionel Gonzalez, Arthur Igual, Léo-Antonin Lutinier Figurinos Pauline Kieffer Cenografia Julia Kravtsova Marionetas e máscaras Joseph Lapostolle e Loïc Nébréda Luz Vyara Stefanova Direcção técnica Cédric LemaignenAdministração e produção Louise Gasquet e Élodie Régibier Co-produção d’ores et déjà, La Colline – Théâtre National, Festival d’Automne à Paris, Nouveau Théâtre d’Angers – Centre dramatique national des Pays de la Loire, Célestins – Théâtre de Lyon, Culturgest Participação artística do Jeune Théâtre National Residência artística no Nouveau Théâtre d’Angers Estreia 16 de Setembro de 2009 em La Colline – Théâtre National, no quadro do Festival d’Automne à Paris

Culturgest, 8 a 10 de Abril de 2010

Criação colectiva.
Um olhar sobre a revolução francesa, em especial sobre o período do terror, sem apologias nem críticas.
Os dois últimos dias e as últimas horas de Robespierre, com os seus companheiros de revolução.
Texto e interpretações muito bons de um colectivo e encenador jovens.



sexta-feira, 2 de abril de 2010

Casa das Histórias Paula Rego

Espaço bom.
Colecção razoável/boa.
Actividades sofríveis/razoáveis.
Gestão de dinheiros públicos incorrecta.


Fabulosas as obras de Paula Rego e as suas ligações às histórias.

Maddalena ai piedi di Cristo, Caldara


Divino Sospiro
Enrico Onofri direcção
Gemma Bertagnolli soprano Maddalena
Maria Hinojosa Montenegro soprano Marta
Paz Martínez Gil contralto Amor Terreno
Martín Oro contratenor Amor Celeste
Fernando Guimarães tenor Cristo
Hugo Oliveira baixo Fariseo

Boa estreia nacional. Quase magnífico.
Para conhecedores ou apreciadores. Bom público.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Niobe, de Steffani

NIOBE, REGINA DI TEBE | NIOBE, RAINHA DE TEBAS
AGOSTINO STEFFANI (1654-1728)

Dramma per Musica em três actos.
Libreto de Luigi Orlandi baseado em
Metamorfoses de Ovídio.
Estreada em 1688 em Munique (Hoftheater), Alemanha.

Direcção Musical Sébastien Rouland
Encenação Lukas Hemleb
Cenografia e Desenho de Luz Raimund Bauer
Figurinos
Andrea Schmidt-Futterer

Orquestra Sinfónica Portuguesa
Bailarinos da Companhia Nacional de Bailado

Nova Produção. Co-produção:
TNSC | Schwetzinger Festspiele


Preâmbulo
HYBRIS
ADRIANA HÖLSZKY

Drama para vozes.
Libreto de Yona Kim.
Versão Cénica em estreia absoluta.
Encomenda do TNSC e do Schwetzinger Festspiele.

Direcção Musical Jörg Ritter

Coro do Teatro Nacional de São Carlos

Nova produção.Versão Cénica em Estreia Absoluta.
Encomenda:
TNSC | Schwetzinger Festspiele


NIOBE, REGINA DI TEBE

Niobe
Alexandra Coku
Anfione Jacek Laszczkowski
Manto
Chelsey Schill
Tiresia
Luís Rodrigues
Clearte Pascal Bertin
Creonte Peter Kennel
Poliferno Leandro Fischetti
Tiberino Musa Nkuna
Nerea Luisa Francesconi


HYBRIS

Niobe Maria João Sousa
Anfione Yosemeh Adej
Nerea Olesya Nagieva
Tiresia
João Oliveira
Creonte Michael Hofmeister
Clearte
Thomas Lichtenecker

_______

Peça contemporânea interessante. Críticos nacionais decepecionantes, sem capacidade para ir muito longe.

Niobe interessante, com alguns belos momentos de música barroca, mesmo se com falhas.

A mediania nacional e não a mediocridade temporária. Bom, mas sem realçe.

Público e elites esteriotipados asseguram uma estética portuguesa, que a ministra já reconheceu.

sexta-feira, 26 de março de 2010

Companhia Nacional de Bailado - as estreias (4º programa 2009/2010)

A chuva cai na poeira como no poema (Estreia Absoluta)
Coreografia Vasco Wellenkamp
Música Original Carlos “Zingaro”
Assistência Musical Carlos “Zingaro”
Cenografia Eric Costa
Desenho de Luz Vítor José
Actor Diogo Dória

Requiem (Estreia Absoluta)
Coreografia Rui Lopes Graça
Música Henrik Górecki (Sinfonia No. 3, Op. 36, “Symphony of Sorrowful Songs”)
Figurinos Rita Lopes Alves
Desenho de Luz Cristina Piedade
«...Deixaste-te ficar em tudo. Sobrepostos na mágoa indiferente deste mundo que finge continuar, os teus movimentos, o eclipse dos teus gestos. E tudo isto é agora pouco para te conter. Agora, és o rio e as margens e a nascente; és o dia, e a tarde dentro do dia, e o sol dentro da tarde; és o mundo todo por seres a sua pele...», in MORRESTE-ME , José Luís Peixoto.

Light (Estreia Absoluta)
Coreografia Katarzyna Gdaniec, Marco Cantalupo
Selecção Musical Katarzyna Gdaniec, Marco Cantalupo
«Para alguns, a ligeireza da vida consistiria no facto de as coisas se produzirem uma vez só, fugidiamente, quase como se não acontecessem.
O mistério do gesto como momento original, não reproduzível – um momento durante o qual o tempo se suspende – motiva uma vez mais a nossa procura coreográfica. O movimento como algo único. Nós quisemos explorar o que acontece quando o gesto é preciso, correspondendo a um momento de sensibilidade, a qualquer coisa que ecoa em profundidade, deixando-nos leves.» Marco Cantalupo

Interessantes as 3 peças. Wellencamp à sua maneira habitual dá-nos uma peça agradável. Gdaniec e Cantalupo mais sofisticado e ao mesmo tempo simples. Graça um apontamento. Gostei. Companhia um pouco melhor neste programa.




domingo, 21 de março de 2010

Rei Édipo de Jorge Silva Melo

a partir de Sófocles
cenografia e figurinos Rita Lopes Alves
luz Pedro Domingos
música original Pedro Carneiro
espacialização e assistência musical André Sier
acompanhamento dramatúrgico José Pedro Serra
versão e encenação Jorge Silva Melo

com Diogo Infante, Lia Gama, Virgílio Castelo, António Simão, Cândido Ferreira, José Neves, António Banha, Pedro Gil, Américo Silva, André Patrício, Bernardo Almeida, Daniel Pinto, David Pereira Bastos, Elmano Sancho, Estêvão Antunes, Hugo Bettencourt, Hugo Samora, João Meireles, João Miguel Rodrigues, João Delgado, Joaquim Pedro, John Romão, Manuel Sá Pessoa, Miguel Telmo, Miguel Aguiar, Pedro Lamas, Pedro Luzindro, Pedro Cardoso, Pedro Mendes, Ricardo Batista, Ruben Tiago, Tiago Matias, Tiago Mateus, as crianças Beatriz Lourenço e Neuza Campos | Beatriz Monteiro e Margarida Correia | Inês Antunes e Inês Constantino e os músicos Ângela Carneiro, David Silva, Marco Fernandes

Teatro D. Maria II, 18 de Fevereiro a 28 de Março

Excelente: interpretações, música, luz e encenação. O sucesso de uma versão simples e reduzida, mas eficaz...

sexta-feira, 19 de março de 2010

As meninas de Wilko


adaptação e encenação Alvis Hermanis
a partir do romance de Jaroslaw Iwaszkiewicz
coreografia Alla Sigalova
com sergio romano \ laura marinoni \ patrizia punzo \ elena arvigo \ irene petris \ fabrizia sacchi \ alice toriani
espectáculo integrado no Projecto Prospero
com o apoio do programa de cultura da união europeia
produção
co-produção
Prospero \ mercadante teatro stabile di napoli \ nuova scena arena del sole \ teatro stabile d i bologna

Centro Cultural de Belém, 19 e 20

Muito bom. Interpretações excelentes, encenação muito eficaz e texto interessante, se assim se pode dizer.

terça-feira, 16 de março de 2010

Dias da Música em Belém 2010







Conferência de imprensa chocha, à parte café e pastel de nata.
Sugestão de sequência:

Sexta

21h A1
GILLIAN KEITH soprano
KATHERINE MANLEY soprano
JAMES GILCHRIST tenor
PETER HARVEY baixo
RETROSPECT ENSEMBLE coro e orquestra
MATTHEW HALLS direcção

GEORGE FRIDERIC HANDEL
L’Allegro, il Penseroso ed il Moderato, HWV55


Sábado

14h B19
MICHAL KANKA violoncelo
MIGUEL BORGES COELHO piano

FRANZ SCHUBERT
Sonata para arpeggione e piano, em Lá menor, D 821

LEOŠ JANÁČEK
Fairy Tales

BOHUSLAV MARTINŮ
Variações sobre um tema eslovaco

16h B20
ENSEMBLE MEDITERRAIN
MATTHIEU GAUCI-ANCELIN flauta
FABIAN SCHÄFER oboé
LAURA RUIZ FERRERES clarinete
PHILIPP ZELLER fagote
JÖRG BRÜCKNER trompa
BRUNO BORRALHINHO violoncelo e direcção artística
HIROAKI AOE contrabaixo

GYÖRGY LIGETI
Seis Bagatelas para Quinteto de Sopros
1. Allegro con Spirito
2. Rubato. Lamentoso
3. Allegro Grazioso
4. Presto Ruvido
5. Adagio. Mesto
6. Molto Vivace. Capriccioso

JOHANNES BRAHMS
Sonata para violoncelo, quinteto de sopros e contrabaixo, em Mi menor, op. 38
(transcrição de H. Breuer da versão original para violoncelo e piano)
1. Allegro non troppo
2. Allegretto quasi Menuetto – Trio
3. Allegro

EURICO CARRAPATOSO
Cinco Miniaturas para Quinteto de Sopros
1. Mecanismo de precisão I (vivo)
2. Madrigal (lento)
3. Llaço (vivo)
4. Coral (“Vem ó morte, doce irmã do sono!”) (lento)
5. Mecanismo de precisão II (vivo)

18h B11
CÉLINE SCHEEN soprano
ENSEMBLE LA FENICE
JEAN TUBÉRY corneto e cornetto muto
STÉPHANIE PFISTER violino
ADAM WOOLF trombone
KRZYSZTOF LEWANDOWSKI fagote
JUAN SEBASTIAN LIMA tiorba
DAVID VAN BOUWEL orgão
PHILIPPE GRISVARD cravo
JEAN TUBÉRY direcção

DARIO CASTELLO
Sonata concertata decima à tre, due soprani e fagotto

CLAUDIO MONTEVERDI
Sinfonia & Prologo dell’ Orfeo: La Musica

DARIO CASTELLO
Sonata concertata decimaquinta à quattro stromenti

CLAUDIO MONTEVERDI
Tempro la cetra, a voce sola con ritornelli

MARCO ANTONIO FERRO
Sonata undecima per violino, cornetto, trombone e fagotto

CLAUDIO MONTEVERDI
Chi vuol haver felice il cuore (a voce sola, con voci di ripieno)

BIAGGIO MARINI
Passacaglio à quattro voci BARBARA STROZZI Udite amanti, sopra passacaglio

MATTHIAS WECKMANN
Sonata nona concertata per violino, cornetto, trombone e fagotto

20h B5
ORQUESTRA DE CÂMARA PORTUGUESA
PEDRO CARNEIRO marimba e direcção

ERKKI-SVEN TÜÜR
Ardor, para marimba e orquestra de câmara

LUDWIG VAN BEETHOVEN
Sinfonia n.º 3, em Mi bemol maior, op. 55, “Eroica”

22h B13
LEONID CHIZHIK piano
ORQUESTRA DO ALGARVE
PEDRO NEVES direcção

LEONID CHIZHIK
Fantasia sobre Rondo Krakowiac de Fryderyk Chopin (a confirmar)

LEONID CHIZHIK
Fantasia sobre um tema de Wolfgang Amadeus Mozart


Domingo

11h C22
SA CHEN piano

ARVO PÄRT
Für Alina

ROBERT SCHUMANN
Três Fantasiestücke, op. 111

FRYDERYK CHOPIN
Mazurkas
em Fá menor, op. 68, n.º 1
em Dó maior, op. 24 n.º 2

FRYDERYK CHOPIN
Polonaise, op. 44

MAURICE RAVEL
La Valse

13h C28
COREY HARRIS guitarra e voz

15h C29
EURICO PEREIRA guitarra solo e comentários

FERNANDO SOR
Sonata Prima “Grand Solo”, op. 9

WILLIAM WALTON
Bagatelas:
1. Alla Cubana
2. Lento
3. Allegro

JOHANN SEBASTIAN BACH
Prelúdio e Fuga da Suite para alaúde, em Dó menor, BWV997

MANUEL PONCE
Thème Variée et Finale

17h C4
DORA RODRIGUES soprano
CÁTIA MORESO contralto
MUSA NKUNA tenor
NUNO DIAS baixo

CORO DO TEATRO NACIONAL DE SÃO CARLOS
ORQUESTRA SINFÓNICA PORTUGUESA
MICHAEL GUETTLER direcção

WOLFGANG AMADEUS MOZART
Requiem em Ré menor, KV626

19h C5
ANTÓNIO ROSADO piano
ORQUESTRA DO ALGARVE
PEDRO NEVES direcção

SÉRGIO AZEVEDO
Concerto para piano e orquestra
(estreia e encomenda CCB DM)

MANUEL DE FALLA
El Amor Brujo

segunda-feira, 15 de março de 2010

Being Dufay - Ambrose Field / John Potter



Teatro Maria Matos, 31 de Março de 2010

Guillaume Dufay (1397-1474): Ma Belle dame souveraine; Je me complains; Being Dufay; Je vous pri; Presque quelque chose; Sanctus; La dolce vista.


John Potter: tenor
Ambrose Field: composer, live and studio electronics

ECM
Belas composição e interpretação (álbum)! Electrónica e canto a partir de música do séc. XV.

(+video artist and filmmaker Michael Lynch)


British tenor John Potter and fellow countryman Ambrose Field, composer of electronic/digital music, offer a striking juxtaposition of Renaissance music and present-day technology: In seven interconnected pieces, vocal fragments from the songs and sacred works by Guillaume Dufay (1397–1474) soar beautifully above Ambrose Field’s vast and multi-faceted soundscapes. “Then as now, music was not forever fixed but lived and breathed through the imaginations of former musicians and their listeners”, writes Field in his liner notes for “Being Dufay”. Potter’s voice immerses itself with great ease in the allusively processed sounds. Amrose Field: “The fragments of original Dufay are always presented entirely unaltered, and serve as a reference point or cantus firmus within what is new. From that new perspective, I wanted to explore the limits of the electronic medium, and produce a new set of musical colours.”

quarta-feira, 10 de março de 2010

Motion - Bernardo Sassetti trio


Bom como sempre e agora com vídeo e ainda mais conversa do Bernardo.
Os ambientes do costume.
Muito interessante.

Bernardo Sassetti piano
Carlos Barretto contrabaixo
Alexandre Frazão bateria

Centro Cultural de Belém, 10 de Março de 2010

sábado, 6 de março de 2010

Alice in Wonderland

Tim Burton sempre bom, mas sem novidade e sem os seus rasgos de criatividade. Mais um 3D, interessante. Intérpretes sempre os mesmos, bem, mas mais do mesmo de Johnny Depp. 3/5.

As Lágrimas de Saladino, Rui Horta



“As Lágrimas de Saladino” é sobre ética e compaixão, mas exercita um cuidado com as ratoeiras politicamente correctas que já não servem para esconder o rabo do gato atrás das belas palavras: os homens só têm graça se forem selvagens e indómitos, mesmo quando dizem que sim.
o espaço do tempo [ 1 ] [ 2 ]


Centro Cultural de Belém, 5 e 6 de Março de 2010

_______
Coreografia | Espaço Cénico | Desenho de Luz: Rui Horta

Música Original e Direcção Musical: João Lucas

Intérpretes: Katarzyna Sitarz | Milán Újvári | Noemí Viana García | Vít Barták | Gilles Baron | Marcus Baldemar | Silvia Bertoncelli

Textos: Rui Horta e Tiago Rodrigues

Músicos: Paulo Temeroso (sopros e electrónica) | Anthony Wheeldon (guitarra e electrónica) | Marco Santos (percussão e electrónica) | DJ Ride (turn-table e electrónica) | João Lucas (piano e electrónica)
Banda Filarmónica: Banda da Sociedade Carlista | Montemor-o-Novo

Apoio Dramatúrgico: Tiago Rodrigues
Direcção Técnica: Nuno Borda de Água
Co-Produção: Centro Cultural de Belém, O Espaço do Tempo, Centro Cultural Vila Flor | Guimarães, Teatro Nacional S. João | Porto, Câmara Municipal de Montemor-o-Novo

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Die Fledermaus, Johann Strauss II

Die Fledermaus | O Morcego
Johann Strauss II
Opereta em três actos.
Libreto de Carl Haffner e Richard Genée segundo La Réveillon (1872) de Henri Meilhac e Ludovic Halévy.
Estreada em 1874 em Viena (Theater an der Wien), Áustria.
Estreada em 1981 em Lisboa (TNSC), Portugal.

Direcção Musical Julia Jones
Encenação Katharina Thalbach
Cenografia Momme Röhrbein
Figurinos Angelika Rieck
Coreografia Danny Costello
Desenho de Luz Pedro Martins
Autoria de textos de Frosch João Quadros

Rosalinde Edith Lienbacher
Gabriel von Eisenstein Will Hartmann
Adele Carla Caramujo
Dr. Falke Bernd Weikl
Frank Luís Rodrigues
Orlofsky Kristina Wahlin
Alfred Mário Alves
Dr. Blind Carlos Guilherme
Frosch Maria Rueff
Ida Nadine Schori
Ivan Gonçalo Ferreira de Almeida

Orquestra Sinfónica Portuguesa
Coro do Teatro Nacional de São Carlos
Nova produção TNSC
Teatro Nacional de São Carlos, 24, 26, 28 de Fevereiro e 1, 3, 4, 6, 7 de Março

Acima de tudo, um grande divertimento bem conseguido. Boa encenação. Portugueses bem.

sábado, 27 de fevereiro de 2010

CNB - Balanchine e van Manen

Companhia Nacional de Bailado
Serenade
Coreografia George Balanchine
Música Piotr Ilitch Tchaikovsky
Adagio Hammerklavier Estreia na CNB
Coreografia Hans van Manen
Música Ludwig van Beethoven
5 Tangos
Coreografia Hans van Manen
Música Original Astor Piazzolla

Teatro Camões, 25 a 28 de Fevereiro e 4 a 6 de Março
3º programa

3 peças repetidas em Lisboa.
As peças de van Manen são sempre maravilhosas.
A companhia nacional, a subir de qualidade nos últimos anos, não consegue nestas 3 peças corresponder às expectativas (noite de Março 27).
Falta graciosidade e energia. Fica pouco mais do que a interpretação de passos bem estabelecidos.





No final do mês de Março, 3 novas criações na CNB: Vasco Wellenkamp, Rui Lopes Graça, Marco Cantalupo e Katarzyna Gdaniec.

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Hofesh Shechter

Uprising
In Your Rooms
Coreografia e música Hofesh Shechter
Desenho de luz Lee Curran
Música adicional VEX’D
Interpretação
Winifred Burnet-Smith, Chien-Ming Chang, Christopher Evans, Bruno Karim Guillore, Philip Hulford, Jason Jacobs, Ye-Ji Kim, Elias Lazaridis, Yen-Ching Lin, Sita Ostheimer, Hannah Shepherd
Músicos
Christopher Allan violoncelo
Andy Maddick viola
Yaron Engler percussão
Norman Jankowski percussão
Tim Harries contrabaixo

Centro Cultural de Belém, 12 e 13 de Fevereiro de 2010

Grande espectáculo:
coreografia, música, luz e interpretações.
Obrigatório!

A dança contemporânea deixou de ser aborrecida!
(palavras atribuídas a Hofesh Shechter:
a dança contemporânea é aborrecida!)

A dança de Hofesh é como deve ser a dança contemporânea, directa, visceral e despretensiosa, como é dito em baixo?
Não interessa se Hofesh vem salvar a dança ou colocar a dança no seu lugar certo.
Estas peças têm "tudo", nas primeiras palavras (acertadas) da Margarida.
Mais palavras minhas para breve.
Entretanto esperam-se os comentários...

Uprising

In Your Rooms