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domingo, 15 de novembro de 2009

Academy of Ancient Music - Purcell e Händel


Richard Egarr (maestro)
Carolyn Sampson (soprano)

Henry Purcell
Chacony for strings
Man is for the woman made
From silent shades
Music for a while

Música instrumental e canções de Fairy Queen
«Thrice happy...»
«When I have often heard»
«The Plaint»
«See even night»
«Hark the echoing air»

De Dido and Aeneas
«Ritornell»
«Oft she visits»
«Witches Dance»
«Dido's Lament»

Georg Friedrich Händel
Concerto Grosso Nº 2, em Si bemol maior, HWV 313
Abertura da ópera Rinaldo
«Destero dall’empia», da ópera Amadigi di Gaula
«Lassa! ch'io t'ho perduta», da ópera Atalanta
«Ma quando tornerai», da ópera Alcina
«Let the Bright Seraphim», da oratória Samson

Gulbenkian, 14 e 15 de Novembro de 2009

Muito bom músicos e soprano agradável em inglês e italiano .

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Zoetrope - Micro Audio Waves e Rui Horta

making of
Culturgest, 11 de Novembro de 2009

Concepção Cénica, direcção artística, desenho de luz e multimédia Rui Horta
Música original Micro Audio Waves
Realização e edição vídeo Edgar Alberto
Motion graphics Guilherme Martins
Programação multimédia Rui Madeira
Figurinos Ricardo Preto
Interpretação Micro Audio Waves: Cláudia Efe, voz; C.Morg, programações, teclados; Flak, guitarra, teclados, programações + Francisco Rebelo, baixo, programações
Direcção técnica e operação de vídeo Luís Bombico
Operação de luz Paulo Alface
Operação de som Filipe Lourenço
Roadie Hugo Santos
Co-produtores Culturgest, Lisboa; Espaço do Tempo, Montemor-o-Novo; Laboral Escena, Gijon; Teatro Nacional São João, Porto; Teatro Virgínia, Torres Novas
Apoio Embaixada de Portugal em Moscovo, Instituto Camões Apoio logístico Europcar, Moraudio
Produção executiva Lado B

Muito interessante!...

terça-feira, 10 de novembro de 2009

domingo, 8 de novembro de 2009

É Proibido Proibir! - Museu do Design e da Moda





Comissariado e Produção: MUDE
Arquitectura do Espaço: José Manuel Castanheira
30 Outubro 2009 a 31 Janeiro 2010

“É proibido proibir!”, “Debaixo das pedras da calçada, a praia!” e “Quanto mais faço amor mais tenho vontade de fazer a revolução (e vice-versa)” são três slogans, escritos nas ruas de Paris em 1968, por entre graffitis e cartazes, que traduzem bem o espírito de libertação, contestação e revolução sexual em curso. Enquanto se discutia apaixonadamente, dia e noite, um novo futuro, a sociedade de consumo, as instituições e a moral vigente, fazia-se a apologia do prazer e do amor livre, recusando os costumes e as normas sociais. No outro lado do Atlântico, gritava-se Make Love, Not War. Vivia-se sob o espírito da contracultura e do flower power.

Interessante, num bom espaço.

experimentadesign: exposições

Lapse in Time
Curioso e peculiar.

Pace of Design
Esclarecedor e desmistificador.

Timeless
Interessante. Experiências comuns.

A terminar... boas exposições.

Continua até dia 29 no Museu Colecção Berardo:
Quick, Quick, Slow

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Coro e Orquestra Gulbenkian: Salieri, Mendelssohn, Beethoven, Schubert


Coro Gulbenkian
Orquestra Gulbenkian
Lawrence Foster (maestro)
Arianna Zukerman (soprano)
Simonia Ivas (meio-soprano)
Adam Zdunikowski (tenor)
Luís Rodrigues (barítono)
Alice Caplow-Sparks (corne inglês)

Felix Mendelssohn-Bartholdy
Meeresstille und glückliche Fahrt («Mar calmo e viagem próspera»), abertura op. 27
Ludwig van Beethoven
Meeresstille und glückliche Fahrt («Mar calmo e viagem próspera»), cantata op. 112
Franz Schubert
Offertorium (Intende voci) , para tenor, coro e orquestra, em Si bemol maior, D. 963
Antonio Salieri
Requiem em Dó menor
Gulbenkian, 5 e 6 de Novembro de 209

Bom espectáculo.
Gravado, sem a compreensão do público.

sábado, 31 de outubro de 2009

Nortada, Olga Roriz


Direcção e selecção musical Olga Roriz
Cenário Pedro Santiago Cal
Figurinos Olga Roriz
Desenho de luz Cristina Piedade

Músicas Amália, Baú, Corelli, Croke, Charles Trénet, Dead Combo, Grupo de Santa Marta de Portuzelo, Pink Martini, Klezmer Music
Teatro Camões, 29 a 31 de Outubro de 2009
Boa peça de dança, mas falta-lhe qualquer coisa... e é um pouco folclórico...
Com laivos de Pina Bausch. Verificar video.
Esperamos pela "Sagração da Primavera" no final de Maio de 2010.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Orquestra Juvenil Ibero-Americana, Gustavo Dudamel


Inocente Carreño
Margariteña
Manuel de Falla
El Sombrero de tres picos, Suite nº 2 para orquestra
Piotr Ilitch Tchaikovsky
Sinfonia Nº 5, em Mi menor, op. 64

Gulbenkian, 2 de Dezembro de 2009

Bilhetes (caros) à venda a partir de 2 de Novembro.
Não faz sentido este preço de elite económica para este projecto que se pretende de elite cultural para divulgação universal...

Orquestra Gulbenkian, Simone Young - Brahms, Britten, Schubert

Orquestra Gulbenkian
Simone Young (maestrina)
Kyril Zlotnikov (violoncelo)

Johannes Brahms
Abertura Trágica, em Ré menor, op. 81
Benjamin
Britten
Sinfonia para Violoncelo e Orquestra, op. 68
Franz Schubert
Sinfonia Nº 6, em Dó maior, D. 589

Gulbenkian, 29 e 30 de Outubro de 2009

Peça de Britten de difícil interpretação. Interessante.
Simone animada e exuberante, como sempre.
Schubert para animar as famílias.

domingo, 25 de outubro de 2009

doclisboa



Escrever, Escrever, Viver de Solveig Nordlund

Coffee with Pina de Lee Yanor

Lissabon Wuppertal Lisboa de Fernando Lopes

Paredes Meias de Pedro Mesquita

Poussières d'Amour de Werner Shroeter


Bons filmes no doc.
Este ano aconteceu artistas: literatura, dança, arquitectura, canto.

sábado, 24 de outubro de 2009

Mussorgsky com a Orquestra Gulbenkian

Orquestra Gulbenkian
Michael Boder (maestro)
Pedro Gomes (piano)
Anja Kampe (soprano)

Sergei Prokofiev
Concerto para Piano e Orquestra Nº 1, em Ré bemol maior, op.10

Richard Strauss
Freundliche Vision
Morgen
Zueignung
Ständchen
Wiegenlied
Cäcillie

Modest Mussorgsky
Prelúdio da ópera Kovanshchina

Mussorgsky / Ravel
Quadros de uma Exposição

Gulbenkian, 22 e 23 de Outubro de 2009

Bom concerto. Grande peça musical "Quadros", com a orquestração magistral de Ravel, claro.
O jovem Pedro Gomes empenhado e muito aplaudido.
Anja Kampe com canções bonitas de Strauss a Pauline.
Direcção qb.

domingo, 18 de outubro de 2009

Talk Show / Até se apagar o corpo, Rui Horta


Coreografia/Espaço Cénico/Desenho de Luz e Multimédia Rui Horta
Música Original Tiago Cerqueira
Textos Rui Horta e Tiago Rodrigues
Intérpretes Adriana Queiroz, Miguel Moreira, João Martins, Beatriz Pereira
Programação Multimédia Rui Maseda
Multimédia Guilherme Martins
Apoio dramatúrgico Taiago Rodrigues
Direcção Técnica Nuno Borda de Àgua
Co-Produção Centro Cultural de Belém, O Espaço do Tempo, Laboral Escena — Gijon
Talk Show é uma obra para quatro intérpretes e duas colunas de som. Um questionamento sobre o corpo enquanto sistema comunicante e sobre o seu desaparecimento ao longo da vida no território maior da sua evidência, o amor.
Centro Cultural de Belém, 15 a 18

Muito bom. Multidisciplinar.
Dança, teatro, vídeo, música.
Texto razoável/bom.
Boas interpretações.

Companhia Nacional de Bailado, 1º programa


SERENADE

Coreografia George Balanchine
Música Piotr Ilitch Tchaikovsky

Estreia absoluta EUA, Nova Iorque, Adelphi Theatre,
American Ballet, 1 Março 1935
Estreia na CNB, Lisboa, São Luiz Teatro Municipal,
14 Outubro 1982


À FLOR DA PELE


Coreografia Rui Lopes Graça
Música Philip Glass
Estudos para Piano, nº 1, 2, 6 e 8, Vol. 1
Cenários e Figurinos Vera Castro
Desenho de Luz Jorge Ribeiro

Estreia absoluta, Lisboa, Teatro Camões,
28 Maio 2009


FOUR REASONS


Coreografia Edward Clug
Música Original Milko Lazar
Cenário Edward Clug
Figurinos Edward Clug
Desenho de Luz Edward Clug

INTERPRETAÇÃO MUSICAL AO VIVO
Piano Milko Lazar
Violino Vasilj Melijnikov

Teatro Camões, 15 a 18 de Outubro de 2009

Boas peças.
Serenade com bailarinos sem convicção.
Duas peças contemporâneas em repetição.
Uma temporada essencialmente de repetições: pobre.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Götterdämmerung, Richard Wagner no São Carlos


Götterdämmerung - O Crepúsculo dos Deuses
de Richard Wagner

direcção musical Marko Letonja
encenação Graham Vick
Cenografia e Figurinos Timothy O’Brien
Movimentos Coreográficos Ron Howell
Desenho de Luz Giuseppe di Iorio
Orquestra Sinfónica Portuguesa
Coro do Teatro Nacional de São Carlos
Nova Produção
TNSC
Última jornada do Festival Cénico Der Ring des Nibelungen (O Anel do Nibelungo).
Ópera com prólogo e três actos.
Libreto de Richard Wagner.
Estreada em 1876 em Bayreuth (Bayreuth Festspielhaus), Alemanha.

Siegfried Stefan Vinke
Gunther Michael Vier
Hagen James Moellenhoff
Alberich Johann Werner Prein
Gutrune Sónia Alcobaça
Waltraute Christiane Heimsch
Brünnhilde Susan Bullock
Primeira Norn Katja Boost
Segunda Norn Maria Luísa Freitas
Terceira Norn Sara Andersson
Woglinde Chelsey Schill
Wellgunde Ana Franco
Flosshilde Luisa Francesconi

Teatro Nacional de São Carlos, 9, 12, 15, 18, 21, 24 e 27

Muito bom. Marcante.
Ciclo de 8 dias do Anel anunciado para o São Carlos em 2011.

Versão digest de fim-de-semana (9 horas) na Casa da Música no Porto também por Graham Vick em 2011 (Setembro). Os parceiros internacionais da produção, que depois será levada a várias cidades francesas e europeias, são a Cité de la Musique e o Théâtre & Musique, de Paris, e o Grand Théâtre du Luxembourg. Os autores desta versão "popular" da obra de Wagner são os britânicos Jonathan Dove, compositor, e Graham Vick, encenador.

domingo, 11 de outubro de 2009

Ifigénia na Táurida, Goethe


Tradução Frederico Lourenço
Encenação Luis Miguel Cintra
Cenário e Figurinos Cristina Reis
Desenho de luz Daniel Worm D’Assumpção

Interpretação Beatriz Batarda, José Manuel Mendes, Luis Miguel Cintra, Paulo Moura Lopes e Vítor de Andrade.

Teatro do Bairro Alto, 24 de Setembro a 1 de Novembro de 2009

(...) Com a sua revisão do mito antigo, Goethe questiona em versos belíssimos o conceito de humanidade, a relação dos homens com os deuses, a tensão entre a ideia de destino e a liberdade, a condição das mulheres, e a própria noção de soberania política. É a defesa da paz, de uma nova ética, do equilíbrio do sentimento com a razão, de nova harmonia nas relações humanas, e de uma renovação das consciências. (...)
Sublime, perfeito, cativante, inteligente e simples.
Boas tradução, encenação, cenografia e iluminação.
Bons textos com interpretações magnífcas.
Beatriz Batarda e Luis Miguel Cintra.

sábado, 10 de outubro de 2009

La Mélancolie des dragons, Philippe Quesne


La Mélancolie des dragons
Um espectáculo de Philippe Quesne / Vivarium Studio
Concepção, encenação e cenografia Philippe Quesne
Com Isabelle Angotti, Zinn Atmane, Rodolphe Auté e Hermès, Sébastien Jacobs, Émilien Tessier, Tristan Varlot, Gaëtan Vourc’h

Produtora Anaïs Rebelle
Produção Vivarium Studio 2008
Co-produção Wiener Festwochen, Hebbel am Ufer, La rose des vents / Festival Next, Nouveau Théâtre CDN de Besançon e Franche-Comté, Ménagerie de Verre, Le Forum – scène conventionnée de Blanc-‑Mesnil, Le Carré des Jalles, Festival Perspectives
Apoio à criação Centre National du Théâtre Apoio Região Île-de-France, Parc de la Villette e Culturesfrance
Vivarium Studio é uma companhia convencionada da DRAC Île-de-France

Culturgest, 8 a 10 de Outubro de 2009

Para cada projecto a escrita começa considerando o título do espectáculo como um campo de pesquisas e experimentações. Hoje, La Mélancolie des dragons: duas palavras associadas que me abrem um campo de possíveis. Dois temas que muito largamente assombraram a história da arte, a literatura e a música. O criador melancólico tornou-se o cliché ocidental e romântico por excelência, como que em estado de spleen face ao mundo que avança, face à dificuldade de o compreender e apreender. Comecei o trabalho pensando nesta frase de Starobinski: “A atitude melancólica não pode entender-se também ela os maiores caras-de-pau, demonstra a extensão das capacidades inventivas e a importância da conquista do inútil nos actores do Vivarium Studio. Todos os gestos e todas as situações se transformam assim num espectáculo sobre a amizade. Porque é preciso acreditar com toda a força neste laço humano solidário, e o território estranho que se desenha aqui é mais do que uma subversão irónica dos nossos hábitos de consumidores culturais. Uma comunidade constitui-se e liga-se reinventando o mundo em conjunto. É verdade que estas invenções não são fulgurantes, é verdade que eles não salvarão o mundo, se calhar nem sequer gravarão um disco nem abrirão o parque de atracções, mas criaram uma coisa ainda mais importante: uma utopia para viverem em conjunto, que têm orgulho em fazer visitar. Aquilo a que eles chamam, piscando em letras de cores que mudam, “Parque Antonin Artaud”. Colagem da crueldade extrema… Antoine de Baecque (Festival de Avignon) como um distanciamento da consciência face ao desencanto do mundo?”
(...)

Interessante e bem disposto.

sábado, 3 de outubro de 2009

10ª Festa do Cinema Francês


cá vou eu...
Lisboa, 7 a 19 de Outubro de 2009
no cinema São Jorge, Instituto Franco-Português e Cinemateca.
Sem tempo disponível ...
Parlez-moi de la pluie, Agnès Jaoui
mais um bom filme de Agnès Jaoui, 4/5
Le bal des actrices, Maiwenn Le Besco
uma brincadeira
Bellamy, Claude Chabrol
não fui
... +
Boxes, Jane Birkin
Le Plaisir de chanter, Ilan Duran Cohen
La Journée de la jupe, Jean-Paul Lilienfeld
Bellamy, Claude Chabrol
Ne te retourne pas, Marina de Van
J'ai toujours rêvé d'être un gangster, Samuel Benchetrit
L'Armeé du crime, Robert Guédiguian
Coco Channel et Igor Stravinsky, Jan Kounen
Eden à l'ouest, Costa-Gavras

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Stockhausen - Ciclo Klang



António Perez Abellán (sintetizador)
Barbara Zarichelli (soprano)
Hubert Mayer (tenor)
Kathinka Pasveer (projecção de som)
Juditha Haeberlin (violino)
Axel Porath (viola)
Dirk Wietheger (violoncelo)
Franck Gutschmidt (piano)
Benjamin Kobler (piano)
Stuart Geber (percussão)
Marco Blaauw (trompete)
Suzanne Stephens (clarinete baixo)
Florian Zwissler (projecção de som)
Karlheinz Stockhausen

Gulbenkian, 3 a 5 de Outubro de 2009

Himmelfahrt («Ascenção»), 1ª Hora do ciclo Klang («Som») *
Hoffnung («Esperança»), 9ª Hora do ciclo Klang *
Natürliche Dauern («Durações Naturais» - peças 1 a 15), 3ª Hora do ciclo Klang *
Himmels-Tür («Porta do Céu»), 4ª Hora do ciclo Klang *
Schönheit («Beleza»), 6ª Hora do ciclo Klang **
Cosmic Pulses, 13ª Hora do ciclo Klang *

(*) 1ª Audição em Portugal
(**) Estreia mundial - Encomenda da Fundação Calouste Gulbenkian / Serviço de Música

Muito boa música.
Estreia da hora portuguesa decepcionante.

Canções de Theresienstadt

Anne Sofie von Otter (meio-soprano)
Daniel Hope (violino)
Bengt Forsberg (piano)
Bebe Risenfors (clarinete, acordeão, guitarra)

Gulbenkian, 2 de Outubro de 2009

Canções de Theresienstadt

Ilse Weber
Ich wandre durch Theresienstadt

Karel Svenk
Vsechno jde!

Ilse Weber
Und der Regen rinnt

Emmerich Kálmán
Terezín-Lied de Gräfin Mariza

Robert Dauber
Serenade, para Violino e Piano

Viktor Ulmann
Beryozkele, op. 53

Erwin Schulhoff
Sonata para Violino e Piano Nº 2 (1º e 2º andamentos)

Viktor Ulmann
Clere Vénus
Immer inmitten

Erwin Schulhoff
Sangen Geigen übern See, op. 12 nº 1
Weisst du, der Sonnenmüde, op. 12 nº 3

Pavel Haas
Suite para Piano op.13 (2º andamento)
Coz je víc! , op. 18 nº 1
Dárek z lásky, op. 18 nº 2
Prípoved, op. 18 nº 5
Slzy a vzdychání, op. 18 nº 6
Statecný jonák, op. 18 nº 7

Karel Berman
De «1938-1945 Reminiscences», suite para piano solo:
II. Family - Home
V. Auschwitz - Corpse Factory
VI. Typhus in Kauffering Concentration Camp
VII. Alone - Alone!

Erwin Schulhoff
Sonata para Violino solo (1º e 2º andamentos)

Johann Sebastian Bach
Sonata para Violino e contínuo Nº 4, em Dó menor, BWV 1017 (1º andamento)

Carlo Sigmund Taube
Ein jüdisches Kind

Ilse Weber
Wiegala

Um concerto cheio de emoções.
Interpretações magníficas de Anne Sofie van Otter e de todos os músicos.

Seis Personagens de Pirandello


Seis Personagens à Procura de Autor

Texto Luigi Pirandello
Tradução Mário Feliciano e Fernando José Oliveira
Encenação Jorge Silva Melo

Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves
Luz Pedro Domingos
Com João Perry, Sylvie Rocha, Lia Gama, Pedro Gil, Cândido Ferreira, Pedro Luzindro, Alexandra Viveiros, John Romão, Vânia Rodrigues, António Simão, João Meireles, João Miguel Rodrigues, Joaquim Pedro, Miguel Telmo, Pedro Carraca, Pedro Lacerda, Rita Brütt, Diogo Correia, Jéssica Anne, João Delgado, Luís Godinho, Pedro Lamas, Ricardo Batista, Rui Rebelo, Sara Moura, e a participação especial de Mariema

Muito bom texto, mais uma vez sobre Teatro e a vida, e boas interpretações de João Perry e Sylvie Rocha.

domingo, 27 de setembro de 2009

Os homens que odeiam as mulheres

De: Niels Arden Oplev

Com: Noomi Rapace, Michael Nyqvist e Sven-Bertil Taube

Baseado no livro bestseller de Stieg Larsson

Interessante, 3/5.
A moda actual das leituras.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Alargamento do Museu do Chiado


A PSP vai sair do Convento de São Francisco, na Baixa de Lisboa, e mudar-se para o Parque das Nações. Para as suas instalações estender-se-á o Museu do Chiado, num projecto que contempla ainda a recuperação do espaço da Faculdade de Belas-Artes. Hoje, três ministros do actual Governo apresentam no local o projecto de alargamento daquele museu nacional de arte contemporânea, que se arrastava há já dez anos. (...)

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Orquestra Gulbenkian

Orquestra Gulbenkian
Lawrence Foster (maestro)
Daniel Barenboim (piano)

Sergei Prokofiev
Sinfonia Nº 1, em Ré maior, op. 25, Clássica
Fryderyk Chopin
Concerto para Piano e Orquestra Nº 2, em Fá menor, op. 21
Concerto para Piano e Orquestra Nº 1, em Mi menor, op. 11

Coliseu dos Recreios, 21 de Setembro de 2009

Início da temporada Gulbenkian. Temporada igual a muitas outras, sem inovação. Espera-se um refrescamento por parte do novo director.
Sim, é possível.

Bom concerto. Piano e orquestra empenhados.
Público começa (mantém-se) mal.
Peças de uma grande delicadeza e pianista aparentemente sem a alma de Chopin.
Algumas expectativas defraudadas.

domingo, 20 de setembro de 2009

Antena 2 no Festival Música Viva


_______
CCB, 20 de Setembro de 2009, 17h
Transmissão directa Antena 2.
Concerto de encerramento do Festival Internacional de Música Viva.

Orquestra Metropolitana de Lisboa
Pierre-André Valade direcção
São José Lapa recitante
Stephanie Manzo harpa

Tiago Cutileiro Para 20 Instrumentos *
Claude Debussy Danses Sacrée et Profane
Miguel Azguime Águas Marinhas

José Júlio Lopes X-Acto EA
Arnold Shoenberg Kammersymphonie n.º 2 op. 38
EA estreia absoluta

Neste concerto de encerramento, a Orquestra Metropolitana de Lisboa colabora pela segunda vez consecutiva com o Festival Música Viva numa proposta que confronta dois autores em certa medida antagónicos mas complementares para um entendimento do que foi a música do século XX. Trata-se de Claude Debussy com Danses Sacrée et Profane e Arnold Schoenberg com Kammersymphonie n.º 2, op. 38, dois autores que continuam a marcar de forma indelével a linguagem musical dos nossos dias e que por isso servem de pretexto para uma reflexão sobre os caminhos da criação musical do nosso tempo. E, porque este Festival se dedica essencialmente à criação musical contemporânea portuguesa, serão apresentadas neste mesmo concerto três obras de compositores portugueses para orquestra de câmara, destacando-se duas obras em estreia absoluta de Tiago Cutileiro, Para 20 instrumentos, e de José Júlio Lopes, X-Acto.
_______
Gulbenkian, 12 de Setembro de 2009
Transmissão diferida Antena 2, após trasnsmissão anterior.
Concerto de abertura do Festival Internacional de Música Viva.

Orquestra Gulbenkian
Pedro Amaral direcção
Earle Brown: Folio and 4 Systems (1954 – 11’) EA
Franco Donatoni : To Earle (1970 – 9’) EP
Morton Feldman: The Turfam Fragments (1980 – 17’) EP
Intervalo
Christopher Bochman: Linus (2002 – 11’)
Hugo Ribeiro: Inventio (2009 – 9’) EA
Cândido Lima: A-MÈR-ES * (1979 – 20’)
* encomenda da F. C. Gulbenkian
EA estreia absoluta
EP estreia portuguesa


Neste concerto de abertura, a Fundação Calouste Gulbenkian associa-se novamente ao Festival Música Viva para um percurso musical que põe em perspectiva a história musical dos últimos sessenta anos e que percorre algumas etapas da evolução do conceito de forma aberta.

Bons momentos e barriga cheia de música do séc. XX e de música contemporânea. Estreias interessantes.

Antena 2 transmitiu muitos concertos.
Muito bem Antena 2, apesar de se perder sempre muito por não se estar ao vivo. Bons textos (orais) de apoio ao concerto.
Na entrevista de Miguel Azguime, a sua interlocutora coloca questões muito interessantes, mas Azguime quase não conseguia sair das observações costumeiras de falta de apoio.

Um festival que perdeu espectadores ao vivo.
Porventura o festival mais importante em Portugal, neste tipo de composições. 15 anos.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Vídeo Música Som das Esferas

Wilfried Jentzsch / Hiromi Ishii
curadores, projecção sonora

PER BLOLAND (música) / ARIE STAVCHANSKY (vídeo):
Graveshift EP (2004 – 5’)

ADAM STANSBIE (música) / VISHAL SHAH (vídeo):
Seek Assistance EP (2006 – 3’)

HIROMI ISHII (música e vídeo):
Ryum EP (2008 – 6’)

STEPHAN LARSON (música e vídeo):
Discord – metal and meat EP (2003 – 5’)

WILFRIED JENTZSCH (música e vídeo):
Sphärenklänge EP (2008 – 7’)

JONATHAN KIRK (música e vídeo):
I’ve got a guy running EP (2006 – 7’)

ELSA JUSTEL (música e vídeo):
Destellos EP (2001 – 5’)

WILFRIED JENTZSCH (música) / Jean Detheux (vídeo):
Mugenkei EP (2007 – 6’)

EP estreia portuguesa

CCB, 17 de Setembro de 2009
Festival Música Viva

Músicas e vídeos muito interessantes.
Projecção vídeo acanhada.
Quase nenhum público. Bilhetes caros para divulgação.

Este concerto Vídeo Música tem a responsabilidade partilhada de Wilfried Jentsch e Hiromi Ishii, dois criadores que privilegiam no seu trabalho as relações entre música e imagem e que nos propõem com Som das Esferas trabalhos de uma dezena de artistas que ilustram as maneiras múltiplas de abordar o encontro do som e da imagem, assim como as novas formas que podem nascer dessa colaboração. Da abstracção pura à música e vídeo de intervenção! Eis pois um convite para deitar um novo olhar... e despertar uma nova escuta.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Olga Roriz em residência no BES Arte & Finança


Uma boa oportunidade para assistir a ensaios.
... com o trabalho "Solos", um conjunto de sets coreográficos, retirados de diferentes espectáculos, que culmina num espectáculo único,...

14 a 24 de Setembro na praça Marquês de Pombal.

Floodplain | Kronos Quartet



Mais um belo disco do grupo Kronos Quartet.
"Música inspirada pela ideia de que as áreas propensas a inundações devastadoras conhecem um renascimento criativo após uma catástrofe."

FLOODPLAINS are low-lying places bordering rivers, and the places where human civilization was born and first flourished. The topographic reality of the floodplain also means that there is always the lurking danger of the river waters rushing up, and letting loose a torrent of destruction on what has been so carefully constructed. We can understand those waters not just as literal rivers, but also as the products of civilization built along the river’s banks: our cultural achievements, rituals, myths, and most deeply cherished beliefs about ourselves and our collective identity. Those waters nourish, sustain, and bind us, but when they flood our vision to the point of blindness, they also threaten to unmoor us. We can lose our sense of common humanity with those beyond the banks.

Floodplain opens in the Egyptian watershed of the Nile, and much of the music on the album similarly emerged from cultures based in areas surrounded by water and prone to catastrophic flooding. These include the Fertile Crescent, of course; but also parts of Kazakhstan, although we more closely associate Central Asia with mountainous steppes; Belgrade, Serbia, which is divided by the Danube; and even Udaipur, India, also known as “the city of lakes,” and the home city of sarangi master Ram Narayan, whose performance of Raga Mishra Bhairavi served as the inspiration for one of Kronos’ selections.

The modern descendents of these still-vibrant cultures are frequently portrayed in the West as being of a single mind and belonging to homogeneous countries, though in truth these nations are melting-pots—regardless of whether their leaders acknowledge the “foreign” influences in which their countries are steeped. We find these unexpected mixes in the cultures of the black Iranians whose Lullaby is here, or the many religious traditions of Lebanon (from where Wa Habibi comes), or the extraordinarily complex and rich history of Ethiopia (Tèw semagn hagèré), with its ancient culture that is being nurtured back to health today.

Of her piece …hold me, neighbor, in this storm…, Serbian composer Aleksandra Vrebalov writes: “Strangely, the cultural and religious differences that led to enmity in everyday life produced—after centuries of turbulently living together—the most incredible fusions in music. It is almost as if what we weren’t able to achieve through words and deeds—to fuse, and mix, and become something better and richer together—our music [has] accomplished instead.”

The Kronos Quartet has always been interested in exploring music of our time— not just work that is aesthetically current, or even necessarily contemporaneous with our era, but music that creates a dialogue with our collective concerns and issues. Examining culture through the voices of artists and musicians is the central, essential concern for Kronos today. As David Harrington points out, “Floodplain was imagined and recorded during one era in American politics, and then released during a very different one. Our work is a continuously evolving interaction with the world we are a part of, and we are always trying to find ways to reflect what it means to be musicians today.”

The selections on Floodplain reveal Kronos’ belief that artists have a responsibility to create links between cultures, to fashion the new out of the old, and to revive the old as part of the new. These are works that both bear witness to dissolution and destruction, but also our collective imperative to begin to build anew—a freshly fertile place where margins advance and centers retreat.

—Anastasia Tsioulcas
(do booklet)