Páginas

sábado, 22 de setembro de 2007

Marcel Marceau



1923
2007

Teresa Ricou:
... morte de Marcel Marceau é "perda irreparável" na arte da comunicação sem palavras ...

quarta-feira, 19 de setembro de 2007

8ª Festa do Cinema Francês

Rentrée 2007

Cinema São Jorge
Instituto Franco-Português

3 a 28 de Outubro de 2007
Lisboa: 3 a 15 de Outubro

link



Sugestões:
Les Chansons d'amour, Christophe Honoré
Anna M., Michel Spinosa
Nue propriété, Joachim Lafosse
Pas sur la bouche, Alain Resnais
Coeurs, Alain Resnais
Le scaphandre et le papillon, Julian Schnabel
Persépolis, Marjane Satrapi e Vincent Paronnaud

segunda-feira, 17 de setembro de 2007

D’un Soir un Jour, Rosas & Anne Teresa de Keersmaeker

Rentrée 2007

Sob o título D’un Soir un Jour, a coreógrafa belga Anne Teresa De Keersmaeker concebeu, ao som de Debussy, George Benjamin e Stravinski, seis andamentos de excepcional riqueza; seis oportunidades de partilharmos com a coreógrafa a sua obsessão entre o puro movimento e a música.

Centro Cultural de Belém, 21 e 22 de Setembro de 2007

O trabalho coreográfico de Anne Teresa De Keersmaeker tem revelado, desde sempre, uma forte ligação com a música – música enquanto fonte e enriquecimento dos movimentos. Pela primeira vez, a aclamada criadora belga coreografa as complexas mas transparentes composições de Claude Debussy, às quais se juntam as de George Benjamin e Igor Stravinski.
Sob o título D’un Soir un Jour, seis coreografias desenrolam-se numa viagem musical que começa e termina ao som do compositor francês. Prélude à l’après-midi d'un faune, a composição de Debussy inspirada no poema de Stéphane Mallarmé sobre a ténue fronteira entre a realidade e a imaginação, é a primeira; Jeux, construída como um sugestivo jogo de ténis que se transforma num ritual de sedução, a última. No meio estão duas composições do contemporâneo britânico George Benjamin, uma das quais – Dance Figures – foi criada especialmente para a Companhia Rosas. A transição entre os temas de Debussy e de George Benjamin é feita com composições de Igor Stravinski, amigo e admirador de Debussy.
O efémero, o desejo, a elegância, a natureza, a explosão de energia e a sedução são alguns dos temas sugeridos.
Uma coreografia, um dia – un jour. O brilho de momentos fugazes dançado por 14 bailarinos.
“Com D’un soir un jour, Anne Teresa De Keersmaeker oferece um espectáculo cheio de surpresas, sonhos, ameaças suspensas, sensualidade, desejos insatisfeitos...”
JEAN-MARIE WYNANTS, LE SOIR, 19 MAIO 2006

ANNE TERESA DE KEERSMAEKER coreografia

FILME
Blow-up (M. Antonioni, 1966) Licenciado por Turner Entertainment, Co.
FRAGMENTO DA COREOGRAFIA ORIGINAL DE Prélude à l’après-midi d’un faune
Vaslav Nijinsky
MÚSICA
C. DEBUSSY Prélude à l’après-midi d’un faune
I. STRAVINSKI Symphony of Wind Instruments / To the memory of Claude Achilles Debussy
G. BENJAMIN Dance Figures (estreia)
INTERVALO
G. BENJAMIN Ringed by the Flat Horizon
I. STRAVINSKI Fireworks ⁄ Orchestral Fantasia
C. DEBUSSY Jeux

Estreada com e dançada por
BOTSJAN ANTONCIC, SUE-YEON YOUN, TALE DOLVEN, KOSI HIDAMA, FUMIYO IKEDA, KAYA KOLODZIEJCZYK, CYNTHIA LOEMIJ, MARK LORIMER, MOYA MICHAEL, ELIZAVETA PENKÓVA, ZSUZSA ROZSAVÖLGYI, TAKA SHAMOTO, IGOR SHYSHKO, CLINTON STRINGER
decor e iluminação JAN JORIS LAMERS figurinos TIM VAN STEENBERGEN fotografia HERMAN SORGELOOS

produção ROSAS & LA MONNAIE co-produção THÉÂTRE DE LA VILLE, Paris
estreia mundial LA MONNAIE | 17 Maio 2006

link

quinta-feira, 13 de setembro de 2007

Hamlet, William Shakespeare

Rentrée 2007
Teatro Maria Matos
13 de Setembro a 21 de Outubro de 2007

Um príncipe decide vingar a morte de seu pai, assassinado pelo tio que toma a viúva como esposa e o trono como herança. E as mortes sucedem-se... Hamlet é a essência do teatro porque o próprio Hamlet é o teatro em estado incandescente. Hamlet, mais do que personagem, é actor. Representa. Em cada momento da acção. Como todos em Hamlet representam. Os bastidores da vida são os bastidores do palco a um ponto tal que o palco se transforma nos bastidores da existência. Mais ainda: o interior de cada personagem é também ele um palco onde (se) jogam (representam) e misturam as paixões e as virtudes, os sentidos contraditórios da vida, feita de tudo o que faz com que o humano seja humano e não divino. Há um Hamlet que representa dentro de cada homem e cada homem é um rosto (uma máscara?) de Hamlet. É por isso que os Hamlets são tantos quantos os homens que o vêem, o estudam e o representam.
Who’s there? Hamlet…
João Maria André

Espectáculo comemorativo dos 50 anos de Carreira de João Mota e dos 35 anos da Comuna.

tradução Sophia de Mello Breyner Andresen
adaptação João Maria André
versão cénica e encenação João Mota
cenografia José Manuel Castanheira
figurinos Carlos Paulo
música José Pedro Caiado
desenho de luz João Mota e Zé Rui
interpretação Albano Jerónimo, Alexandre Lopes, Ana Lúcia Palminha, Carlos Paulo, Diogo Infante, Frédéric Pires, Gonçalo Ruivo, Hugo Franco, João Ricardo, João Tempera, Jorge Andrade, José Pedro Caiado, Miguel Sermão, Natália Luíza e Raúl Oliveira
execução musical Hugo Franco e José Pedro Caiado
co-produção Comuna Teatro de Pesquisa e Teatro Maria Matos

segunda-feira, 10 de setembro de 2007

Waterproof, Daniel Larrieu

Rentrée 2007

Uma peça importante na dança francesa e também mundial.
Programa Culturgest
13 e 14 de Setembro 2007
Piscina do Jamor, Estádio Nacional

Reposição de uma das peças emblemáticas da Dança Contemporânea Francesa dos anos 80, que correu mundo na versão filmada e que a Culturgest apresenta ao vivo pela primeira vez em Portugal.

“Em 1985, Anne Frémy convida vários artistas a deslocarem as suas ferramentas e processos de criação para dentro de água e alguns bailarinos encontram-se na piscina de Vincennes para momentos subaquáticos.

Em 1986 a companhia Astrakan é recebida em residência em Angers, em torno de um projecto que marcará uma época, e trabalha durante três meses na piscina Jean-Bouin na criação de Waterproof. Período singular da dança contemporânea francesa, que se apropria dos lugares públicos e os transforma em lugares de representação.

A propósito dos 20 anos desta produção e por proposta de Pascale Henrot, directora do festival Paris Quartier d’Eté, decidi recriar esta peça. Contactei os intérpretes da versão original e convidei outros bailarinos a participarem no projecto.

Trabalhar intensamente em meio aquático leva a experimentar campos pouco habituais e à descoberta de uma outra utilização dos sentidos, de um outro movimento. Retomar esta criação – singular no meu percurso – é um regresso a essas e à imensidão de outras experiências conduzidas pela dança contemporânea; é recordar as apostas deste movimento.

Waterproof é uma peça de sonoridades guerreiras, de luta, de combate, aqui com o elemento líquido, uma maneira de respirar, de sorver o ar, de conduzir o movimento. Poucos viram esta produção, muitos conhecem o filme. Regresso ao presente, 20 anos mais tarde.”

Daniel Larrieu, Janeiro 2005
_______

Conceito Daniel Larrieu
Estreia
piscina Jean-Bouin, Angers, a 25 de Março de 1986
Reposição
piscina Jean-Bouin, Angers, a 21 de Junho de 2006
Versão 2006:
Coreografia
Daniel Larrieu
Intérpretes
Jérôme Andrieu, Dominique Brunet, Alain Buffard, Didier Chauvin, Mié Coquempot, Agnès Coutard, Claude Frémy, Christophe Ives, Bertrand Lombard, Michel Reilhac
Assistente
Fanny de Chaillé
Luzes
Françoise Michel
Partitura sonora
Jean-Jacques Palix, Eve Couturier
Direcção e realização vídeo
Sophie Laly
Direcção técnica
Christophe Poux
Realização vídeo 86
Jean-Louis Letacon
Assistido por
Luc Riolon
Filmagem subaquática
Henri Alliet
Montagem
Catherine Rees et Luc Riolon
Produção
Astrakan
Co-produção e residência
CNDC/Centre national de danse contemporaine Angers em parceria com o festival Paris Quartier d’Eté, a Cidade de Angers, l’Espace 1789 e a Cidade de Saint-Ouen, o Conseil Général de Seine St Denis.
Com apoio da
ADAMI, que administra os direitos dos artistas-intérpretes (actores, cantores, músicos, maestros, bailarinos…) e consagra uma parte dos direitos recebidos ao apoio à criação, à difusão e à formação.

_______
Tabu / Waterproof
L'atelier existait depuis déjà deux ans au Pré-Saint-Gervais lorsque j'ai invité Daniel Larrieu. Y participaient des danseurs (Jacques Patarrozzi, Hervé Diasnas, Yano est venu deux fois) et des pratiquants-chercheurs de yoga, tai-chi, danse contact, prof de gym, nageurs. Ces deux années avaient déjà permis de produire un certain nombre d’"images" qui ont été absorbées par Waterproof. L'année où j'ai invité Larrieu, il s'agissait de faire se rencontrer danse contemporaine et natation synchronisée. J'ai donc monté un atelier à l'Institut National des Sports, avec l'équipe de France de natation synchronisée. Leur entraîneuse nous donnait des cours de synchro ; Daniel Larrieu donnait des cours de danse aux nageuses de l'équipe de France ; un troisième temps était consacré à un atelier de recherche. Michel Reilhac participait à ce projet et il a invité Larrieu au CNDC... Aujourd'hui, pour la reprise, il ne reste qu'une nageuse d'origine sportive, ma soeur, Claude Frémy, magnifique nageuse-danseuse, qui fut aussi maître-nageur et qui a beaucoup apporté à ce projet. C'est, entre autres, à propos de cette volonté de rapprochement de deux milieux opposés, art/sport, que le projet a eu un sens "politique". Et aussi le désir de décloisonner et d'ouvrir un lieu populaire de Seine-Saint-Denis à l'art. Il est vrai aussi que 1981 était un contexte historique de rêve pour lancer Tabu*.

Le soutien de personnalités du monde de l’art, comme Jacques Guillot et Victoire Dubruel, fut essentiel. D'autres artistes ont participé à ce projet : le peintre Erro, la conteuse Muriel Bloch, le peintre et performer Olivier Agid, le compositeur de musique subaquatique Michel Redolfi, plusieurs compositeurs pour l'ambiance sonore aérienne (Thom Willems, Palix, Gilles Grand, Ghédalia Tazartès, Louis Dandrel), Brian Eno pour une visite de curiosité qui avait donné lieu à une amusante séance sonore avec les bébés nageurs etc.
Je m'intéresse toujours à l’eau, aux piscines et à la pratique de la natation. J’ai découvert ailleurs qu’en France d'autres pratiques et d'autres architectures (Japon, Islande, Hongrie ...). Les films Tokyo Marine et Blue Lagoon, produits dans le cadre des bourses l’Envers des Villes et la Villa Medicis Hors les Murs, ont été montrés dans des expositions, en particulier Cities on the Move. Ces recherches nourrissent également des collaborations avec des architectes (Nouvel, Bouchain).
Lors d’une résidence à la Villa Kujoyama (Kyoto) en 2005, j'ai rencontré et filmé les pratiquants d'une natation merveilleuse créée au 16e siècle et issue des arts martiaux. J’espère que bientôt, ces recherches feront l’objet d’une édition.

Anne Frémy, propos recueillis par Denise Luccionni, avril 2006
*Tabu, poème lyrique sur les amours de deux amants interdites par la tradition, est le dernier film de Murnau, en collaboration avec le documentariste Flaherty.
_______
Waterproof naît d’un triple mouvement qui touche la danse dans les années 1980 en France sur fond de changement politique majeur. Elle émerge en se taillant une place à soi, indépendante des danses classique et moderne. Elle se coule dans les espaces inoccupés de la création en profitant de la pauvreté des étiquettes et s’octroie en conséquence le territoire le plus ouvert possible. Elle affirme haut et fort prendre pour pataugeoire tout le vaste monde sans exception. Daniel Larrieu, ex-élève jardinier et toujours explorateur par le mouvement d’un ailleurs immatériel, accepte joyeusement de changer d’élément et de se jeter à l’eau, lorsqu’une passionnée « maître-nageur chercheuse », Anne Frémy, l’embarque dans une aventure aquatique. Vingt ans après, Waterproof renaît comme la partie insubmersible d’un iceberg lumineux d’expérimentations et de spéculations tournées vers l’avenir. La plupart des interprètes créateurs ont répondu « présent » pour une reprise de mousquetaires, vingt ans après. Rien de familier dans cet OVNI chorégraphique, quelques bribes reconnaissables, graphiques ou cinématographiques, des impressions fugaces de déjà vécu – mais où et quand ? – surtout l’image d’une tribu étrange de mutants, d’une autre humanité abordant le monde par la face mouillée dans un faux silence peuplé de souvenirs prénataux. Des jeux enfantins ou sophistiqués intègrent à la chorégraphie la respiration en surface, le moins d’agitation possible des nageoires et branchies, des perspectives déformées, des anamorphoses, des contorsions et des grands écarts de déités hindoues, comme l’apprivoisement tranquille de l’élément liquide en vue d’un avenir heureux de l’humain en poisson.

Denise Luccioni, programme du festival Paris Quartier d'Eté – 2006

sexta-feira, 7 de setembro de 2007

Viver os Jardins Gulbenkian

8, 15 e 22 Setembro, 13, 20 e 27 Outubro de 2007, 16h00

Com a recente renovação dos Jardins da Gulbenkian conseguida pelo Arquitecto Gonçalo Ribeiro Telles, a Fundação promove o programa "Viver os Jardins Gulbenkian".

Esta iniciativa tem o objectivo de dar a conhecer este espaço único na cidade de Lisboa, como uma referência do desenho e da paisagem do movimento moderno.

As visitas são guiadas por especialistas de vários ramos de conhecimento, que nos propõem uma visita, um olhar, uma reflexão sobre os jardins procurando desta forma construir, a partir do jardim real, o jardim de cada um de nós enquanto lugar de experiência vital.

O Jardim na Paisagem do Séc. XXI
O Jardim como laboratório da paisagem; desafios das paisagens no séc. XXI
Gonçalo Ribeiro Telles e António Viana Barreto
8 Setembro

Um Piquenique à Sombra de um Carvalho
Aspectos da Natureza no (e do) Jardim; a botânica na construção do lugar
Fernando Catarino
15 Setembro

A Fotografia nos Jardins
Uma leitura do Jardim através do olhar de um fotógrafo
José Manuel Rodrigues
22 Setembro

Uma Viagem à Ilha dos Amores
Nuno Júdice
13 Outubro

O Corpo e o Espaço
Rui Horta
20 Outubro

Artifícios Invisíveis
Aurora Carapinha
27 Outubro

terça-feira, 4 de setembro de 2007

MOTELx, cinema de terror


MOTELx é um festival não competitivo que visa dar a conhecer em Portugal o melhor do Cinema de Terror, em todas as suas variantes - das grandes produções ao experimental, dos clássicos às novas tendências.

Cinema São Jorge
5 a 9 de Setembro de 2007

segunda-feira, 3 de setembro de 2007

crítica de teatro

Rentrée 2007

"A crítica de teatro:
como gostava que fosse e como é"
Por Kalina Stefanova

Culturgest, 7 de Setembro de 2007

Seguindo a estrutura de uma história pessoal, recontando uma busca que por todo o mundo se faz de um ideal de crítica, esta conversa irá, ao mesmo tempo, investigar as diferentes realidades da crítica. Com uma abordagem claramente pessoal e com sinceridade, pretendo inspirá-lo, instigá-lo e estimulá-lo a perseguir o seu próprio sonho sobre o que a crítica devia ser, e torná-lo realidade. Por outras palavras (e num outro nível de comunicação): esta conversa procurará despertar a nossa propensão inata para o idealismo, bem como a sua necessidade – este raro traço humano romântico de que o nosso mundo tão prático está cada vez mais terrivelmente necessitado.
Kalina Stefanova. PH.D.

Professora Associada da National Academy of Theatre and Film de Sofia (Bulgária). Crítica e investigadora, foi vice-presidente da Associação Internacional de Críticos de Teatro e é responsável pelos simpósios da Associação. Os seus livros sobre teatro, nas áreas da dramaturgia e políticas culturais, estão editados em quinze países.
Kalina Stefanova apresenta-se a convite do crítico Tiago Bartolomeu Costa no âmbito do 4.º aniversário do blogue O Melhor Anjo. O seu ensaio Pode a crítica ser pós-dramática? Está publicado no n.º1 da OBSCENA – revista de artes performativas.

sexta-feira, 31 de agosto de 2007

Festival Expresso Oriente

Rentrée 2007

Ramos da mesma árvore

A edição de 2007 do Festival Expresso Oriente segue o desafio do tema de uma parte da programação da Culturgest para este ano: Os Filhos de Abraão. De uma mesma árvore (Abraão), três ramos (judeus, cristãos, muçulmanos) geraram três culturas. Para além de uma querela sobre o problema narrativo – em que o que está em causa é saber que narrativa fundadora está, afinal, mal contada –, as oposições estendem-se a muitos outros planos. Mas a hostilidade e a intolerância que marca a evolução histórica dos três ramos desta árvore no plano religioso e político terá um equivalente no plano da criação artística e cultural? E no caso da música?

O Festival Expresso Oriente de 2007 visa abrir uma janela curiosa e interessada em ouvir o que cada um dos três ramos produziu em termos de criação musical.
Alguns dos pontos altos desta edição centram-se na audição de Ode a Napoleão, de Schoenberg, a primeira audição de Trisagion, de Ivan Moody (uma encomenda da OU), a música de Saed Haddad. Um momento muito especial será a estreia nacional de Stabat Mater – A Human Prayer, da israelita Eitan Steinberg, sobre uma das mais longas e devastadoras oposições: o conflito israelo-palestiniano.

Repetindo a experiência de anos anteriores, também nesta edição três compositores portugueses da mais recente geração foram convidados a apresentar a sua música: Ana Seara, Filipe Raposo e Sara Claro. Novas vozes, novíssimos caminhos que a OrchestrUtopica se orgulha de dar a ouvir, cumprindo o seu papel de divulgação e promoção da música portuguesa de hoje.

_______
Sáb 22 Setembro · 21h30 · Grande Auditório · Duração: 1h15
OrchestrUtopica
Maestro Tapio Tuomela
Barítono Armando Possante

Ahmed Essyad Mouq’Addimah (1969)
Arnold Schoenberg Ode a Napoleão (1942)
Ivan Moody Trisagion (2007)
# Eurico Carrapatoso La rue du chat qui pêche (2000)
Luís Tinoco Invenção Sobre Paisagem (2001)
Saed Haddad L’Éthique de la Lumière (2004) *

_______
Qua 26 Setembro · 21h30 · Palco do Grande Auditório · Duração: 1h10
OrchestrUtopica
Solistas
Piano Filipe Raposo (participação especial)

Ahmed Essyad La mémoire de l’eau (1982)
piano Ana Seara Três telas de Barcelona (2007)
quinteto misto Filipe Raposo Urban Roots (2007)
piano e electrónica Iyad Mohammad Matemorphosis (2000)
clarinete e piano * Jamilia Jazylbekova Le refus de l’enfermement I (2001)
quarteto de cordas * Saed Haddad Le contredésir (2004)
clarinete, trompa, violoncelo * Sara Claro Nova obra (2007) #

_______
Ter 2 Outubro · 21h30 · Foyer da Galeria · Duração: 1h00
OrchestrUtopica
Solistas
Voz Etty Ben-Zaken (participação especial)

G.I. Gurdjieff 1. Chant from a Holly Book; 2. Bayaty; 3. Prayer; 4. Duduku; 5. Interlude I; 6. Interlude II; 7. Assyrian Women Mourners (arranjos para violoncelo e piano de Anja Lechner e Vassilis Tsabropoulos) *
Eitan Steinberg Stabat Mater – A Human Prayer (2004), voz, quarteto de cordas e electrónica *

* Primeira audição em Portugal
# Primeira audição absoluta

Culturgest

quarta-feira, 29 de agosto de 2007

Festival Música Viva 2007

Rentrée 2007

de 11 a 23 de Setembro

Percepção e Estéticas na Criação Musical
Transmutações do Som e Novas Tecnologias

"O Festival Música Viva 2007, na sua 13ª edição, divide-se entre Lisboa e o Porto, e apresenta espectáculos no Instituto Franco-Português, na Fundação Calouste Gulbenkian e na Casa da Música, a preencher duas semanas intensas. A criação musical portuguesa e as relações da música com a tecnologia estão em evidência e afirmam a sua plena vitalidade e diversidade.

O Festival Música Viva é hoje em dia, tanto a nível nacional como internacional um amplo e reconhecido espaço de circulação e confronto de ideias e de estéticas, um ponto de convergência da música e da tecnologia, do domínio instrumental e analógico com o virtual e electrónico, propondo mais uma vez nomes consagrados lado a lado com novíssimos compositores e intérpretes num total de 23 espectáculos, 5 instalações e 4 conferências - das grandes formações orquestrais aos emblemáticos concertos de música electrónica pela Orquestra de Altifalantes, passando pela música de câmara, pelas instalações, pelo vídeo, pelos espectáculos para crianças, ...
No total serão apresentadas 80 obras, 30 das quais em primeira audição em Portugal, 13 em estreia absoluta. Dentro destes números distinga-se ainda que 37 das peças apresentadas são de compositores portugueses incluindo o número revelador de 10 estreias absolutas, prova inequívoca da prolífica actividade criadora actualmente em Portugal e à qual o festival dá voz.

O programa é demasiado rico e extenso para que seja possível destacar-se alguns espectáculos, pois todos são lugares de destaque naquilo que lhes é específico e todos concorrem para dar espaço à arte musical e à cultura em geral, propriedades que nos fazem humanos, que nos identificam e nos distinguem. Todavia pelas particularidades únicas que a Casa da Música oferece, foi possível este ano apresentar uma série de instalações sonoras que desafiam a sua própria definição e que durante o período do festival procuram dar respostas à ocupação de múltiplos espaços do edifício.

Refira-se finalmente que é com particular entusiasmo que saudamos esta primeira parceria com a Casa da Música que acolhe uma parte substancial da programação, não esquecendo contudo todas as demais entidades públicas e privadas que apoiam activamente, ano após ano, a realização do festival Música Viva, e que permitiram que se tornasse no grande espaço de confronto de estéticas e de ideias que hoje é."

link

segunda-feira, 27 de agosto de 2007

"Columbano a Paula Rego"

Artistas:
Júlio Pomar, Eduardo Nery, Eduardo Viana, Vieira da Silva, João Vaz, Alfredo Keil, Sousa Pinto, António Carneiro, Almada Negreiros, António Pedro, Cândido Costa Pinto, António Palolo, René Bertholo, José Escada, Jorge Martins, Álvaro Lapa e António Dacosta

Galeria Antiks Design
Julho e Setembro

sábado, 25 de agosto de 2007

Mysterious Skin, Gregg Araki

Scott Heim (novel)
Gregg Araki (screenplay)

Chase Ellison ... Neil (Age 8)
George Webster ... Brian (Age 8)
Elisabeth Shue ... Mrs. McCormick
Joseph Gordon-Levitt ... Neil
Michelle Trachtenberg ... Wendy
Brady Corbet ... Brian
Jeffrey Licon ... Eric (as Jeff Licon)

Por momentos consegue ser interessante, mas na globalidade e na abordagem demasiado anglo-saxónica da sua parte "estafada", ... sofrível...

sexta-feira, 24 de agosto de 2007

Orchestra di Piazza Vittorio


A encerrar "CCB fora de si"...
31 de Agosto e 1 de Setembro 2007

"A poucos passos da Stazione Termini, em Roma, no quarteirão Esquilino, fica a Piazza Vittorio. Esta praça conserva muito da Roma tradicional mas, em pouco tempo, conseguiu enriquecer-se com a passagem das muitas pessoas que, vindas de longe, a transformaram numa praça internacional.
A Orchestra di Piazza Vittorio nasceu exactamente deste espírito, um cruzamento multiétnico que fez com que se juntassem 16 músicos e sonoridades de diferentes longitudes: Equador, Argentina, Senegal, Hungria, Estados Unidos, Cuba, Brasil, Tunísia e também Itália.
O filme apresentado antes do concerto é um diário do nascimento da Orchestra, uma desmesurada mistura de histórias, humanidade, sabores, odores, culturas e música."
CCB

terça-feira, 21 de agosto de 2007

VI Festival Internacional de Máscaras e Comediantes

Rentrée 2007

22 de Agosto a 9 de Setembro de 2007

Espectáculos

FC PRODUÇÕES TEATRAIS
“ Monstros às Escuras”
23 e 24 de Agosto | 22h00 | Castelo de São Jorge (Castelejo)

GRUPO DE TEATRO DO CENTRO CULTURAL PORTUGUÊS - IC
“O Doido e a Morte”
25 de Agosto | 22h00 | Castelo de São Jorge (Castelejo)

FC PRODUÇÕES TEATRAIS
“Otário Doing em Portugal”
26 de Agosto e 2 de Setembro | 19h00 | Museu da Marioneta (Capela)

ESTE – ESTAÇÃO TEATRAL DA BEIRA
“O Filho da Dona Anastácia”
30 de Agosto | 22h00 | Castelo de São Jorge (Castelejo)

TRÊS TEMPOS TEATRO
“Eles São Gente”
31 de Agosto | 22h00 | Castelo de São Jorge (Castelejo)

TEATRO VIAGGIO
“Filtri di Vini”
1 de Setembro | 22h00 | Castelo de São Jorge (Castelejo)

TEATRO EM BRANCO
“Aniñando”
6 de Setembro | 22h00 | Castelo de São Jorge (Castelejo)

EL TEATRO DEL FINIKITO
“Arlequino, Servidor de Dos Patrones”
7 de Setembro | 22h00 | Castelo de São Jorge (Castelejo)

ANTÓNIO FAVA
“Pulcinella`s War”
8 de Setembro | 22h00 | Castelo de São Jorge (Castelejo)

ANTÓNIO FAVA
Apresentação Final do Estágio de “Commedia dell`Arte”
9 Setembro | 19h00 | Museu da Marioneta (Capela)

Exposição e Estágio no Museu da Marioneta

As Máscaras de Antonio Fava ou “Face” à Comedia

Estágio A COMMEDIA DELL’ARTE, por António Fava,
início a 27 de Agosto e apresentação final a 9 de Setembro, total de 60 horas

segunda-feira, 20 de agosto de 2007

Concerto Inaugural Temporada CCB

Rentrée 2007


ORQUESTRA DE CÂMARA PORTUGUESA
Direcção: Pedro Carneiro
Ensaiador convidado cordas: Alejandro Erlich Oliva

Dia 13 de Setembro de 2007

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791)
Abertura “Die Schauspieldirector“, KV 486,

Franz Schubert (1797-1828)
Sinfonia n.º 6 em Dó Maior, D 589

Igor Stravinski (1882-1971)
“Pulcinella”, Suite de Ballet

_______
A Orquestra de Câmara Portuguesa apresenta-se, em estreia absoluta, na abertura da temporada de 2007/2008 do CCB, sob a direcção de Pedro Carneiro, um dos mais prestigiados músicos portugueses da actualidade.

Aclamado mundialmente, Pedro Carneiro assegura a direcção artística da novíssima Orquestra de Câmara Portuguesa, liderando um grupo de 36 virtuosos instrumentistas, dignos representantes da mais nova geração de talentos musicais.

O programa é sedutor: do classicismo e romantismo ao século XX, com o compromisso de reproduzir a energia do génio criador de Mozart, Schubert e Stravinski.

Para além da excelência nas suas actuações, a OCP pretende ainda fomentar a valorização dos seus músicos. Para dar corpo a esta ambição, a preparação dos concertos inclui, no mínimo, dez ensaios e a presença de um ensaiador convidado. Desta vez, conta com a experiência e a sabedoria do contrabaixista e professor Alejandro Erlich Oliva, primeiro contrabaixo solista da Orquestra Gulbenkian desde 1976 e membro fundador do Opus Ensemble.

Este concerto marca o início da associação da Orquestra de Câmara Portuguesa ao Centro Cultural de Belém, ao qual ficará ligado durante a temporada de 2007/2008 como “Orquestra Associada”.

CCB

domingo, 19 de agosto de 2007

sexta-feira, 17 de agosto de 2007

World Press Photo 2007


AP/Spencer Platt/Getty Images

Agora no Museu da Electricidade, até 9 de Setembro de 2007.

E também Prémio Fotojornalismo Visão/Bes.