
«Só havia os nossos corpos, nascidos para viver e morrer nos termos decididos pelos corpos que tinham nascido e morrido antes de nós.»
Último dia da Feira do Livro.
Música, dança, teatro, cinema, literatura, exposições, conversas, etc. (também em versão "mobile")
De 06/06/2007 a 09/09/2007A exposição apresenta uma selecção de centena e meia de obras da colecção do Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão escolhidas em articulação com a documentação existente sobre os artistas apoiados, em subsídios e bolsas, pela Fundação desde 1957 até à actualidade.
Este cruzamento, colecção e arquivo, permite que as obras de arte possuam um lastro significante, vindo da voz dos seus próprios criadores, através dos seus relatórios de trabalho.
Deste modo, 50 anos de arte portuguesa pretende ser uma peculiar celebração: a de um intenso convívio entre uma instituição e largas dezenas de artistas – conjunto vasto de autores com elevado reconhecimento na História de Arte Portuguesa – que envolve apreço, mútua dádiva, estabelecimento de novas prioridades e algumas provocações.
FCG
As décadas de 60 dos séculos XIX e XX são o objecto de estudo - dois momentos, separados por cem anos mas que têm em comum mudanças drásticas no processo criativo. Autores do século XIX como Cristino da Silva, Soares dos Reis ou Miguel Ângelo Lupi são colocados em confronto com nomes como Helena Almeida, António Areal, António Sena ou Pires Vieira.
na última edição dos Clássicos na GulbenkianII sessão: 16h30 – 18h, Levantar a Mesa de Miguel Castro Caldas
III sessão: 21h – 23h, O Sutiã de Jane Russell de Jacinto Lucas Pires e Fala da Criada dos Noailles... de Jorge Silva Melo.
“Não, não há banquetes, nem bailes, nem paradas, nem champanhe a rodos, não, não são precisas toilettes nem maquilhagens, nem são precisos louvores, laudas, encomendas, não há cheques nem sequer gorjetas.
São peças de teatro, são teatralizações, actores, actores e palavras. E escritores, essa gente bem vinda ao teatro.
Os tempos cruzam-se, há fantasmas, século XVII e a Corte do Rei Sol, Hollywood, as termas de Esterhazy, o fim do século XVIII, e as trombetas da liberdade a tocarem, mas também pode haver mulheres nuas, amores desencontrados, sutiãs e fala-se de dinheiro, dinheiro, dinheiro e mais dinheiro. Andam uns à procura dele, outros a só querem o amor, o poder, o louvor.
São vários divertimentos uns em honra, outros troçando, saudando, imaginando as sempiternas relações desse casal para sempre dançando, o mecenas e o artista, condenados a suspeitarem um do outro, a amarem-se com ódio e admiração, unidos, desunidos na procura da vitória, vitória sempre contra a morte, pela beleza.
Imaginada beleza, criada beleza, coleccionada, possuída, fechada em cofres. São paródias, divertimentos, brincadeiras, frivolidades.
Sabendo, com Max Ophüls, que a “frivolidade só é frívola para aqueles que não são frívolos”.
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Actualização: grande dia de teatro, muito bom.



QUI 31 DE MAIO
Sessão 1
A Ideia de Felicidade
10h00/11h00
Darrin McMahon, Florida University (EUA)
11h30/13h00
Daniel Gilbert, Harvard University (EUA)
Sessão 2
A Felicidade na Economia
15h00/16h00
Luis Santos-Pinto, Fac. Economia da Universidade Nova de Lisboa (Portugal)
16h30/18h00
Rita Campos e Cunha, Fac. Economia da Universidade Nova de Lisboa (Portugal)
Sessão 3
A Felicidade das Nações
10h00/11h00
Ruut Veenhoven, Erasmus University of Rotterdam (Holanda)
11h30/13h00
Gilles Lipovetsky, Université de Grenoble (França)
Sessão 4
Ideias Felizes
15h00/16h00
Sadaffe Abid, Kashf Foundation (Paquistão)
16h30/18h00
Miguel Alves Martins / Frederico Rauter, BeyondPortugal (Portugal)
Sessão 5
O Futuro da Felicidade
10h00/11h30
Portugal e a Europa
Painel com João Ferreira de Almeida (ISCTE), José Luís Pais Ribeiro (Universidade do Porto), Nuno Nabais (Fac. Letras Lisboa) e Isabelle Earle (Reino Unido)
12h00/13h00
Emotions and Late Capitalism
Eva Illouz, Hebrew University of Jerusalem (Israel)




Comuna Teatro de Pesquisa - 35º aniversário
Versão Cénica e Encenação: João Mota
Tradução: Regina Guimarães
Elenco: Alexandre Lopes, Álvaro Correia, Ana Lúcia Palminha, Carlos Paulo, Hugo Franco, João Tempera, Jorge Andrade, Judite Dias, Lucinda Loureiro, Miguel Sermão, Sara Cipriano
Molière utiliza no seu texto elementos de sofisticada linguagem cómica, abordando com mordacidade as relações humanas que envolvem a religião, o poder e a ascensão social. A peça apesar de retrarar uma situação que antecedeu a ascensão da burgesia, mantém-se actual ao denunciar os males eternos e "universais", como a corrupção, a hipocrisia, o fanatismo, ou a ocupação de cargos por espertalhões
Gulbenkian

