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quinta-feira, 15 de março de 2007

Vanguardas, James MacMillan



BRITTEN SINFONIA
BBC SINGERS
JAMES MACMILLAN (maestro)
JACQUELINE SHAVE (violino)
MAGNUS JOHNSTON (violino)
CAROLINE DEARNLEY (violoncelo)

Compositores interpretam as suas obras: James MacMillan

Benjamin Britten
Prelúdio e Fuga

Tomás Luís de Victoria
Tenebrae factae sunt *
(Responsório)

Benjamin Britten
Hymn to the Virgin *

Michael Tippett
Dance, Clarion Air *
Fantasia concertante sobre um tema de Corelli

(Shave, Johnston, vl – Dearnley, vc)

James MacMillan
Seven Last Words from the Cross, cantata para coro e orquestra de cordas **

(*) coro a cappella
(**) 1ª Audição em Portugal 806

Gulbenkian, 24 de Março de 2006
Música Transformadora

quarta-feira, 14 de março de 2007

Maurizio Pollini (piano)



Karlheinz Stockhausen
Klavierstücke VII
Klavierstücke VIII


Robert Schumann
Kreisleriana, op.16

Ludwig van Beethoven
Sonata Nº 29, em Si bemol maior, op.106, Hammerklavier

Gulbenkian, 21 de Março de 2006
Piano Essencial

terça-feira, 13 de março de 2007

sábado, 10 de março de 2007

Ciclo de canto Gulbenkian


Dmitri Hvorostovsky (Barítono)
Ivari Ilja (Piano)
13 de Março de 2007

Piotyr Ilitch Tchaikovsky
Smert (A morte), op.57 nº 5
Noch (A noite), op.60 nº 9
Nochi bezumnie (Noites loucas) op.60 nº 6
Na son gryadushi (Ao deitar), op.27 nº 1
Den li zarit (No reino do dia) op.47 nº 6

Modest Mussorgsky
Pesni i pliaski smerti (Canções e danças da morte)

Mikhail Glinka
Ja pomnju chudnoe mgnovenie (Eu recordo um belo momento)
V krovi gorit ogon’ zhelania (O fogo da esperança arde no meu coração)
Priznanie (Declaração)

Alexander Dargomizhsky
Chnoi zefir (A noite dos Zéfiros)
Yunoshu i dera (O jovem e a donzela)

Alexander Borodin
Dlja beregov otchizny dal’noj (Nas costas da tua terra longínqua)

Nikolai Rimsky-Korsakov
Redeet oblakov letuchaja grjada (Apartam-se já as nuvens), op.42 nº 3

Nikolai Medtner
Zimnij vecher (Noite de Inverno), op.13 nº 1

Sergei Rachmaninov
Ne poi krasavitza pri mne (Não cantes mais para mim), op.4 nº 4

Vladimir Vlasov
Fontan Bakhchisaraiskogo Dvortsa (A fonte do Palácio de Bakhchisarai)

Georgi Sviridov
Pod’ezzhaya pod Izhory (Afogando-se perto de Izhory)



Jennifer Larmore (Meio-Soprano)
Antoine Palloc (Piano)
19 de Março de 2007

Roger Quilter
Love's Philosophy

John Jacob Niles
Black is the Colour of My True Love's Hair

Vernon Duke
Heart, We Will Forget Him

Charles Ives
Memories

Jake Heggie
To Say Before Going to Sleep
The Leather-winged Bat

Wolfgang Amadeus Mozart
Le nozze di Figaro:
- «Voi che sapete»
- «Non so piu cosa»

La finta giardiniera: «Va pure ad altri in braccio»

Giacchino Rossini
Il barbiere di Siviglia: «Una voce poco fa»

Claude Debussy
Les cloches
Romance
Beau soir

Georges Bizet
Carmen:
- «Habanera»
- «Seguidilla»
- «Chanson Bohemienne»

Victor Herbert
The enchantress: «Art is Calling for Me»

sexta-feira, 9 de março de 2007

As Estações de Haydn, John Eliot Gardiner


English Baroque Soloists
Monteverdi Choir
John Eliot Gardiner [ Direcção
Rebecca Evans [ Soprano (Hanne)
James Gilchrist [ Tenor (Lucas)
Dietrich Henschel [ Barítono (Simon)

Joseph Haydn
Die Jahreszeiten / As Estações
Der Frühling / A Primavera
Der Sommer / O Verão
Der Herbst / O Outono
Der Winter / O Inverno

Gulbenkian,
12 de Março de 2007

Natureza Maravilhosa
Com uma plêiade de cantores notáveis, John Eliot Gardiner dirige um programa centrado em Haydn, sob o signo do Iluminismo.


Intérpretes de excepção para música antiga de excepção.
Concerto pré-comentado com Rui Vieira Nery.

quarta-feira, 7 de março de 2007

Stravinsky, Mozart e Cherubini - Orquestra Gulbenkian


9 de Março de 2007

Coro Gulbenkian
Orquestra Gulbenkian
Giancarlo Guerrero (maestro)
Julian Bliss (clarinete)

Nos 250 anos do nascimento de Wolfgang Amadeus Mozart

Igor Stravinsky
Sinfonia dos Salmos
Stravinsky neo-clássico.

Wolfgang Amadeus Mozart
Concerto para Clarinete em Lá maior, K.622
Mozart para toda a família.

Luigi Cherubini
Requiem, em Ré menor
Um bom Requiem, nem só Mozart ou Verdi.

sexta-feira, 2 de março de 2007

Grandes Orquestras Mundiais: Trondheim Solistene (esgotado)

Trondheim Solistene
Anne-Sophie Mutter (violino, direcção)

Gulbenkian, 3 de Março de 2007

Johann Sebastian Bach
Concerto para Violino em Lá menor, BWV 1041

Concerto para dois Violinos em Ré menor, BWV 1043
(Mikhail Ovrutsky, Violino)

Concerto para Violino em Mi maior, BWV 1042

G. Tartini / R. Zandonai
Sonata em Sol menor, Il Trillo del Diavolo
_______
A violinista Anne-Sophie Mutter pertence ao escol dos talentos musicais que dispensam apresentações. A sua dupla estreia nos prestigiosos Festivais de Lucerna (1979) e de Salzburgo (1980), neste último pela mão de Herbert von Karajan, abriu-lhe o caminho para uma carreira que, durante perto de três décadas, tem feito dela uma das mais admiradas instrumentistas do mundo.

Recusando os limites das rotinas e dos formatos habituais tantas vezes impostos nos tradicionais circuitos de concertos, o percurso de Anne-Sophie Mutter está marcado pela procura constante de novas maneiras de comunicar e de novos repertórios. A violinista está, ainda, envolvida em projectos humanitários e apoia através da fundação a que deu o seu nome a formação e promoção de jovens músicos.

Na sua próxima intervenção em Lisboa, Anne-Sophie Mutter tocará obras de Johann Sebastian Bach, à frente de um agrupamento muito especial, os Trondheim Solistene, cuja singular actividade artística se caracteriza pelo seu alto nível artístico e pela sua energia contagiante

O início da relação de Mutter com os Trondheim Solistene data de 1999, ano em que se apresentaram em diversos palcos europeus com as célebres Quatro Estações, de Vivaldi. A digressão culminou com a gravação destes concertos para a etiqueta Deutsche Gramophon, atingindo um rotundo sucesso de vendas e tamém junto da crítica.

O «Festival Bach» que agora apresentam em Lisboa integra-se no Ciclo Grandes Orquestras Mundiais e faz parte de uma digressão europeia que pode ser seguida através do blogue, criado para o efeito, no síte dos Trondheim Solistene.

quinta-feira, 1 de março de 2007

Dido & Aeneas - Sasha Waltz & Guests



CCB, 2 e 3 de Março de 2007
Dido & Aeneas, um dos grandes acontecimentos do ano,
enquanto decorre outro, A Valquíria no São Carlos.

DIDO & AENEAS
COMPANHIA SASHA WALTZ & GUESTS
Akademie für Alte Musik Berlin - Vocalconsort Berlin
Produção: CCB

DIDO & AENEAS
Ópera em três actos e um prólogo

Música Henry Purcell
Texto Nahum Tate
A partir do IV canto de Eneida de Virgílio
Cantores Aurore Ugolin, Reuben Willcox, Deborah York, entre outros.

Coreografia e Direcção Sasha Waltz
Direcção Musical/ Reconstrução Attilio Cremonesi
Cenografia Thomas Schenk, Sasha Waltz
Figurinos Christine Birkle
Luz Thilo Reuther



World premiere 29.01.2005
Sasha Waltz is a breaker of boundaries. In a geographical sense, she has exhibited this in her own life, with extended periods spent abroad - in Amsterdam, New York and elsewhere. Berlin has become her home, but having been out in the world, the world now comes to her.
Her company is marked by vibrant internationalism: Germany, Australia, Japan, Portugal, Israel, Canada - all (and others) are represented in Sasha Waltz & Guests.
Like any great choreographer, Waltz celebrates the fact that her language - the language of dance - is blind to nation, colour and creed. In another sense, Waltz relishes testing even the conventions of her own idiom. Tanztheater has a rich history in Germany but today the term can too often be loosely applied to anything that seems to flout the older choreographic order and embraces speech, gesture and general good fun. Waltz’s version of this form is specific: her dance is rigorous, frequently athletic, always inventive; her theatre - or rather her sense of theatre, as she would never claim to be a stage director per se - is quirky, ironic, eyecatching. Anyone who has seen part or all of her trilogy - »Körper«, »S«, »noBody« - will remember the stunning mix of epic imagery and intimate human connections conjured up. Indeed, to call her a magician of sorts is no overstatement: her notably visual imagination pushes in to the spaces where she works - whether on stage, in a disused building or in a church undergoing extensive reconstruction - jokes, tableaux and trompes l’oeil which you cannot forget.

In »Körper«, dancers were squashed together and wriggled around behind a glass screen, like a shoal of fish making love. Individuals shared anatomical secrets with us, or played with anatomy - in one of my favourite moments, a pile of plates became the removable discs of a human spine. In »S«, company members slithered, merged and parted, naked, as if rising from a primal sludge; later we were treated, amongst many extraordinary dance-pictures, to an illustration of the Kama Sutra, blissfully funny, compellingly sensual. In noBody, performers engaged in a mid-air tussle with a huge, inflated bubble which then rolled around threatening to gobble them up.

A startlingly beautiful image, it came, when let loose in the courtyard of the Palais des Papes in Avignon in 2002, with an extra edge of risk: would the Mistral blow it where it wasn’t supposed to go? It mattered little. Her dancers knew what to do - were able to blow, can always blow, with the wind. Controlled danger is part of Waltz’s agenda. Sasha Waltz is an explorer. Her territory is the body, and the body in space. At the Schaubühne, she’s focussed on our essential condition, on who we are in a material way: the question thrumming through everything has been, Can you see, do you understand our physical body-systems? The phrase, »body-system«, is hers. The result in the trilogy, a witty probing of the body’s very engineering, resembled a scientific inquiry. Then, there is the architecture, the physicalisation, of space: Waltz wants to make a human map of it. How does space become different with, say, ten living bodies in it? How do anywhere and anything inanimate become altered by contact with a person in studied movement? Such were the questions that underpinned work Waltz engaged in in 1998, in the then empty Jewish Museum in Berlin, which led directly to »Körper«. Of this she has said: »There was a more historical aspect here, linked inevitably to the problematic of German-Jewish history. This came into »Körper«: we worked for five weeks in the museum and it greatly influenced the piece. It’s enough, I think, to be German somehow to work through some of that history…« Breaker of rules, explorer, inquirer into history: Waltz is also a storyteller, and has found her most immediate material in those with whom she works - her dancers. Thus it was that in her most radical piece to date, insideout (Graz and Berlin, 2003), she encouraged 19 of her performers to look into, and talk about, and express, themselves. »There are so many different cultures represented within the company,« she said at the time, »that I wanted to explore the idea of biographies. So the work is based on generations and where each person belongs, and what their individual, personal, detailed, isolated stories are.«
»Insideout« marked another new departure, which this new »Dido & Aeneas« reflects: for the first time, Waltz collaborated with musicians playing live. In a set that was a cross between crazy Corbusier house and fairground labyrinth, we wandered at will and »choose« our scene, our story. One woman paced around conducting a monologue with a photo of an ancestor. Nearby, another, her face covered in sticking-plasters, said she’d always liked pretending to be an animal - and we saw her do just that.

Or I did. Others who saw the show will recall myriad different moments and images, such was insideout’s ingenious plurality - a kind of choreographic Cubism.
Her latest Schaubühne piece, Impromptus, is calmer, more painterly, more content with the single bodily surface of things. Choosing for the first time a classical score - Schubert’s eponymous piano cycle of 1827 - Waltz lets her seven dancers act out measured, lyrical dance-sculpture: though that subversive wit (squelching gumboots,
a mud bath, mutual body-painting) is never far away.
The same humour is present in this Dido and while choreographing Schubert was in some ways groundwork for Purcell, choreographing opera is another broken boundary for Waltz. Of course, in an authentically historical sense, it’s right to have dance in Dido, as most pre-Romantic operas were as much about dances as arias; Dido was indeed first staged in 1689, in what was then the small village of Chelsea, by a London dancer and choreographer called Josias Priest. Still, a late-17th-century English composer would not in his wildest imaginings have foreseen his stately drama refashioned by a sparky 21st-century German choreographer whose dancers cross-dress, shout, contort and generally perform with all the vivid self-consciousness characteristic of modern dance, and of Waltz’s in particular. But why not? For one of Europe’s most innovative choreographers, staging an antique work like »Dido & Aeneas« surely marks the acquisition of rich, new artistic terrain.
James Woodall



Choreography
Direction
Sasha Waltz

Musical Direction
Reconstruction
Attilio Cremonesi

Stage
Thomas Schenk
Sasha Waltz

Costumes
Christine Birkle

Light
Thilo Reuther

Dido
Aurore Ugolin Song
Valeria Apicella Dance Michal Mualem Dance

Aeneas
Reuben Willcox Song
Virgis PuodziunasDance

Trainofaeneas
Luc Dunberry Dance
Manuel Alfonso Pérez Torres Song

Belinda
Deborah York Song
Sasa Queliz Dance

Second Woman
Céline Ricci Song
Maria Marta Colusi Dance

Narrator
Charlotte
Engelkes


Sorceress
Fabrice Mantegna Song
Juan Kruz Diaz de Garaio Esnaola Dance
Xuan Shi Dance

First witch
A sailor
Eberhard Francesco Lorenz Song
Takako Suzuki Dance

Second witch
A spirit
Michael Bennett Song
Jirí Bartovanec Dance

Ascanius
László Sandig Song

Akademie für Alte Musik Berlin
Violine
Georg Kallweit (Konzertmeister)
Stephan Mai
Kerstin Erben
Uta Peters
Barbara Paulsen
Verena Sommer
Gabriele Steinfeld
Nadja Zwiener
Albrecht Kühn
Thomas Graewe
Erik Dorset
Susanne Kanis
Viola
Anja Graewel
Anette Geiger
Lothar Haas
Clemens Nuszbaumer Johannes Platz
Bassvioline
Jan Freiheit
Inka Döring
Viola da Gamba
Hartwig Groth
Violone
Robert Sagasser
Miriam Shalinsky
Theorbe
Barockgitarre
Jakob Lindberg
Björn Colell
Ophira Zakai
Cembalo
Raphael Alpermann
Perkussion
Michael Metener

Vocalconsort Berlin
Sopran
Anette Geiß
Maria Köpcke
Susanne Wilsdorf
Cécile Kempenaers
Alt
Dorothee Merkel
Anne-Kristin Zschunke
Martin van der Zeijst
Uwe Czyborra-Schröder
Tenor
Sebastian Lipp
Klaus-Martin Bresgott
Oliver Uden
Markus Schuck
Bass
Martin Schubach
Frank Schwemmer
Martin Backhaus
René Steur

A production of
Sasha Waltz & Guests and Akademie für Alte Musik Berlin in co-production with Staatsoper Unter den Linden, Grand Théâtre de la Ville de Luxembourg and Opéra National de Montpellier.
Supported by Hauptstadtkulturfonds.

terça-feira, 27 de fevereiro de 2007

Radu Lupu, piano



Gulbenkian, 4 de Março de 2007

Franz Schubert

Sonata para Piano em Lá maior, D.664

Claude Debussy
Prelúdios do 2ª Livro (selecção)

Johannes Brahms
Ballades op.10

Ludwig van Beethoven
Sonata para Piano Nº 18, em Mi bemol maior, op.31 nº 3

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2007

Die Walküre (esgotado)

24. 26. 28. Fevereiro 5. 8. 10. Março 2007 _ 18:30h |
3. Março _ 16:00h
Teatro Nacional de São Carlos
8 e 10 de Março, transmissão em directo em grande ecrã, no Largo São Carlos

DIE WALKÜRE
Richard Wagner

Primeira jornada em três actos do festival cénico Der Ring des Nibelungen (O Anel do Nibelungo). Libreto de Richard Wagner.

Direcção musical Marko Letonja
Encenação Graham Vick
Cenografia e figurinos Timothy O'Brien
Coreografia Ian Spink
Desenho de luzes Giuseppe di Iorio

Intérpretes

Mikhail Kit Wotan
Susan Bullock Brünnhilde
Judit Németh Fricka
Maxim Mikhailov Hunding
Ronald Samm Siegmund
Anna-Katharine Behnke Sieglinde
Sara Andersson Helmwige
Andrea Dankova Ortlinde
Dora Rodrigues Waltraute
Ana Paula Russo Gerhilde
Ekaterina Godovanets Siegrune
Stefanie Irányi Rossweisse
Gabriele May Grimgerde
Qiu Lin Zhang Schwertleite

Orquestra Sinfónica Portuguesa

Nova Produção
Teatro Nacional de São Carlos

terça-feira, 20 de fevereiro de 2007

BESPhoto 2006

Até 18 de Março de 2007
Última exposição no
Centro Cultural de Belém
do Berardo

Fraco!?

A terceira edição deste prémio anual integra dois momentos: a exposição colectiva de obras dos quatro fotógrafos seleccionados; e a atribuição de um prémio no valor de 15 mil euros ao artista vencedor.
Os artistas convidados para a exposição BESPhoto 2006 são Augusto Alves da Silva, Daniel Blaufuks, Susanne Themlitz e Vasco Araújo, que na opinião do Júri de Selecção – Maria do Carmo Serén, Lúcia Marques, Filipa Valadares, Filipa Oliveira e Jürgen Bock – realizaram entre 1 de Julho de 2005 e 30 de Junho de 2006 as mostras de maior interesse no âmbito da fotografia portuguesa actual.
O Júri de Premiação (composição a anunciar brevemente) decidirá a quem atribuir o Prémio BESPhoto 2006, após a apreciação dos trabalhos expostos, alguns criados especialmente para esta ocasião.
Os vencedores da primeira e segunda edições deste prémio, cujas exposições decorreram também no CCB, foram Helena Almeida e José Luís Neto, respectivamente.

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2007

Die Walküre: intérpretes

24 Fevereiro - 10 Março 2007
Teatro Nacional de São Carlos


Mikhail kit Wotan


Susan Bullock Brünnhilde


Judit Németh Fricka
Continua de "Das Rheingold" de Maio/Junho de 2006.


Ronald Samm Siegmund


Anna-Katharine Behnke Sieglinde

Maxim Mikhailov Hunding
Sara Andersson Helmwige
Andrea Dankova Ortlinde
Dora Rodrigues Waltraute
Ana Paula Russo Gerhilde
Ekaterina Godovanets Siegrune
Stefanie Irányi Rossweisse
Gabriele May Grimgerde
Qiu Lin Zhang Schwertleite

domingo, 18 de fevereiro de 2007

Como o Cinema era belo

50 filmes inesquecíveis

Integrado nas Comemorações do Cinquentenário da Fundação Calouste Gulbenkian, este Ciclo de Cinema apresenta 50 filmes, numa escolha de João Bénard da Costa.

Ciclo termina com The New World / 2005 (Novo Mundo) de Terrence Malick.
Final infeliz, mas suficiente para substituir Bénard da Costa na Cinemateca?

sábado, 17 de fevereiro de 2007

Contigo - Rui Horta + João Paulo Santos


17 - 20 Fevereiro de 2007
Centro Cultural de Belém

Um espaço vazio ocupado por um mastro. Um totem que marca fatalmente esse espaço e lança um desafio vertical. Um corpo que responde a esse mesmo desafio, à vertigem, ao risco e à possibilidade de queda. Rui Horta e João Paulo Santos juntos, para conceber um espectáculo de novo circo.

“Lá em cima o tempo corre mais devagar e lá gostaria de ficar para sempre…Mas estranhamente regresso, mais leve, habitado pelo que senti.”
Contigo marca o encontro de um excepcional intérprete na disciplina de mastro chinês, João Paulo Santos, com o coreógrafo Rui Horta. A obra, estreada no último Festival de Avignon (2006), no âmbito do programa “le sujet à vif”, foi muito bem acolhida pelo público e teve uma enorme procura por parte dos programadores internacionais.

Esta versão, mais completa, corresponde ao desejo de ambos os autores levarem ainda mais longe a sua pesquisa artística: um encontro entre a dança contemporânea e o novo circo, fundindo-se numa linguagem comum que dilui fronteiras entre as duas disciplinas artísticas.

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2007

Columbano Bordalo Pinheiro 1874-1900


O Museu do Chiado – Museu Nacional de Arte Contemporânea celebra em 2007 o centésimo quinquagésimo aniversário do nascimento de Columbano Bordalo Pinheiro, com uma exposição que apresenta ao público uma selecção das suas obras realizadas entre 1874 e 1900. São cerca de 70 obras, pinturas e desenhos, pertencentes na sua grande maioria à colecção do museu, mas também a outras colecções públicas e privadas.
Esta exposição inaugurou ontem, no Museu do Chiado.

Com esta exposição, acompanhada da publicação de um catálogo, o museu presta homenagem a uma figura incontornável da história da arte portuguesa, autor de obras como O Grupo do Leão (1885), Concerto de Amadores (1882) ou Retrato de Antero de Quental (1889), professor na Escola de Belas Artes e director deste museu entre 1914 e 1929. A segunda parte da sua produção artística, realizada entre 1900 e 1929, ano da sua morte, será tratada numa exposição agendada para 2010, no âmbito das comemorações do centenário da República.
Até 27 de Maio de 2007.

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2007

Cartier 1899-1949 O Percurso de um Estilo


A exposição “Cartier 1899-1949. O Percurso de um estilo” reúne um conjunto excepcional de 230 jóias, relógios e objectos pertencentes à Colecção Cartier, bem como algumas das aquisições de Calouste Gulbenkian, pertencentes à Fundação. São ainda expostos desenhos originais - alguns dos quais associados ao coleccionador -, moldagens e diversa documentação.

A Colecção Cartier tem sido exibida nos últimos anos nos mais prestigiados museus do mundo, de que se destaca, o Museu do Ermitage, São Petersburgo, o British Museum, Londres, o Metropolitan Museum of Art, Nova Iorque, o Museum of Fine Arts, Houston e o Museu de Xangai.

Organizada pelo Museu Calouste Gulbenkian em colaboração com a Colecção Cartier e a editora Skira, que publica o catálogo, esta iniciativa integra-se nas comemorações do 50º aniversário da Fundação Calouste Gulbenkian.

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2007

SWR Sinfonieorchester Baden-Baden und Freiburg


Sylvain Cambreling (maestro)
Dagmar Peckova (meio-soprano)

Igor Stravinsky
Feu d’artifice

Claude Debussy
Prélude à l’après-midi d’un faune

Alexander Zemlinsky
Seis melodias sobre poemas de Maurice Maeterlinck, op.13

Arnold Schönberg
Pelléas et Mélisande

Fundação Calouste Gulbenkian
13 de Fevereiro de 2007

Sylvain Cambreling movimenta-se com aparente facilidade entre ópera e a música sinfónica, entre a produção e a direcção artística, e dentro de um amplo repertório que vai do barroco até aos nossos dias. A sua irreverente criatividade tem feito dele uma das figuras ligadas à música erudita mais controversas e carismáticas das últimas décadas. No âmbito do Ciclo Grandes Orquestras Mundiais, teremos oportunidade de o ver dirigir a SWR Sinfonieorchester Baden-Baden und Freiburg, para a qual foi nomeado em 1999 como maestro titular, agrupamento que mantém uma reputação incontestável no que se refere à sua qualidade artística, adquirida ao longo de mais de seis décadas de existência.´

Cambreling apresentará um programa sob signo do simbolismo. Serão escutadas obras de três compositores que encontraram inspiração nos textos de dois escritores fulcrais pertencentes a este movimento artístico: Stéphane Mallarmé e Maurice Maeterlinck. Trata-se do francês Claude Debussy e dos austríacos Alexander Zemlinsky e Arnold Schoenberg. Para além destes compositores também Igor Stravinsky estará representado com Feu d’artifice, uma das suas primeiras obras, que reflecte um gosto pelo colorido deslumbrante e pelo efémero.

Dagmar Peckova será solista nas seis canções de Zemlinsky sobre poemas de Maeterlinck. A voz rica e escura da reputada meio-soprano checa e a intensidade das suas interpretações são, com efeito, mais duas razões que justificam o interesse extraordinário deste concerto.
SM - FCG

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2007

Lisboa Ballet Contemporâneo - Callas


Companhia e coreografia de Benvindo Fonseca homenageiam Maria Callas no Teatro Camões.

9 a 11 de Fevereiro de 2007.

O espectáculo, no Teatro Camões, encerra uma trilogia que o coreógrafo e director artístico da companhia iniciou em 2004 com "Uma Noite com Ella", homenagem à diva do jazz Ella Fitzgerald, a que se seguiu "Mar", em 2006, em colaboração com o grupo Madredeus.

"É uma homenagem sobretudo à grande voz de Maria Callas, mas também à vida desta mulher extraordinária".

"Tenho uma grande admiração pela Callas, que oiço muito em privado. A voz de Callas arrepia e emociona. Veio à terra para cantar o sentir humano".

"Dança-se a fragilidade e a força, a passionalidade e o amor, os desejos da personalidade e os apelos da alma".

"Na peça, vão ser usadas algumas árias cantadas por Maria Callas que foram 'transportadas' para piano por César Viana".

"Este espectáculo exigiu muito de mim. Por isso decidi, ao contrário do que costumo fazer em algumas das minhas peças, não ter nenhuma participação especial na coreografia".

"Callas" será interpretado pelos bailarinos Ângela Eckart, Débora Queiroz, Isadora Ribeiro, São Castro, Hugo Martins, Nuno Gomes e Tiago Careto.
O espectáculo conta ainda com as participações especiais da pianista Mercedes Cabanach e do violoncelista Luís Sá Pessoa.