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quinta-feira, 2 de novembro de 2006

Paris, Je T’Aime


Made up of 18 shorts inspired by 18 Paris arrondissements [districts], the film speaks of romantic encounters taking place in various spots of the capital. Each short, running five minutes, bears the hallmark of great international filmmakers, and sometimes Cannes regulars, such as Gus Van Sant, Walter Salles, the Coen brothers, Alfonso Cuaron, Denis Podalydès, Wes Craven and Gérard Depardieu. In the credits of this atypical collective film, celebrating both love and the art of cinema, appear the names of actors as prestigious as Natalie Portman, Gena Rowlands, Elijah Wood, Ben Gazzara, Willem Dafoe, Steve Buscemi and Catherine Deneuve.

In the words of producer Claudie Ossard, on the origin of the project Paris, je t'aime: "Each director had to tell the story of a romantic encounter in one of Paris' arrondissements in under five minutes, and on a relatively tight budget. None of the directors felt limited in any way, despite the specs being so precise. I was curious to see Paris through the eyes of foreign directors. We Parisians know the city all too well, and are blinded by force of habit to a lot of things going on around us. I was convinced that these filmmakers drawn from all four corners of the globe would make us look at Paris afresh."

quarta-feira, 1 de novembro de 2006

Cesariny, Cruzeiro Seixas, Fernando José Francisco - e o Passeio do Cadáver Esquisito

Perve Galeria
2 de Novembro a 20 de Dezembro de 2006

A exposição “Cesariny, Cruzeiro eixas, Fernando José Francisco - e o passeio do cadáver esquisito”, reúne obras originais, realizadas entre 1941 e 2006 - ano em que realizaram um conjunto inédito de 12 “Cadavres Exquis”, utilizando o processo desenvolvido pelo Grupo Surrealista de Paris, liderado por André Breton, no início do Séc XX.

Marca, ainda, o reencontro destes três artistas, hoje octogenários, após 55 anos de afastamento. Algo que, de per si, serve como exemplo de vitalidade criativa e sentido artístico. E vem provar que a "Revolução Surrealista", proposta por André Breton no 1º Manifesto Surrealista (1924), continua sendo a pedra de toque dos artistas que, em Portugal, abraçaram o Surrealismo na década de 40.

Mais: mostra que, apesar dos que tentam silenciar esta funda necessidade de expressão, subconsciente em estado puro num processo de automatismo psíquico (e emocional), esta proposta de revolução permaneceactual, por libertadorae pacífica mas, sobretudo, por se enquadrar no campo das legítimas aspirações do indivíduo, especialmente quando confrontado com a ditadura da pseudo-vontade das massas.

sexta-feira, 27 de outubro de 2006

Philharmonia Orchestra
Charles Dutoit
Mikhail Pletnev



maestro


piano


Philharmonia Orchestra

Jean Sibelius
Finlândia, op.26

Edvard Grieg
Concerto para Piano em Lá menor, op.16

Piotr Ilitch Tchaikovsky
Sinfonia Nº 5, em Mi menor, op.64

Ciclo Grandes Orquestras
Gulbenkian, 6 de Novembro de 2006

quarta-feira, 25 de outubro de 2006

Filoctetes de Sófocles

Teatro da Cornucópia, até 26 de Novembro de 2006.

A caminho de Tróia, para fazer a guerra, Filoctetes foi mordido por uma serpente venenosa. Os chefes seus companheiros, Agamémnon, Menelau e Ulisses abandonaram-no então numa ilha deserta porque o cheiro da sua ferida e os seus gritos de dor tornavam a viagem insuportável. Filoctetes sobrevive sozinho a esse abandono e à doença graças à sua capacidade de resistência e ao seu arco sagrado, o arco que Héracles lhe dera antes de morrer, caçando animais.

Nove anos depois e já depois da morte de Aquiles na guerra, um oráculo diz que Tróia só será vencida com Filoctetes e o seu arco sagrado. Ulisses decide voltar à ilha e, servindo-se de Neoptólemo, o jovem e ingénuo filho de Aquiles, tenta trazer para Tróia Filoctetes com o seu arco. Filoctetes não se quer deixar convencer, ferido como está pela sorte injusta a que foi votado durante tantos anos. Ulisses tenta que o jovem o traga ao engano, convencendo-o que o está a levar para casa. Mas gera-se uma forte relação entre o rapaz e o envelhecido Filoctetes e é Filoctetes que leva o rapaz a voltar à sua natureza leal e o convence a transportá-lo de volta para a Grécia, abandonando a guerra e os seus chefes traidores.

Só que os deuses não permitem que assim seja: Héracles desce do Olimpo e salva Neoptólemo do seu insolúvel conflito moral ordenando a Filoctetes que vença o seu orgulho e aceite ir para Tróia onde será curado da doença e onde, com o seu arco e flechas sagrados e com o seu jovem companheiro, conseguirá que os Gregos ganhem a guerra.

É uma das últimas e mais estranhas tragédias de Sófocles. Não há mortes. A violência é interior. Toda a acção é um viril debate moral que põe em jogo a tensão entre a vontade humana e o destino, e a integridade individual e o dever político. É sobretudo o doloroso processo de educação moral de um jovem através de uma elaborada sedução, a de um velho herói que conquista a sua amizade. Na presença de um coro de marinheiros ultrapassados por personagens de excepção.

Tudo neste texto é antigo. Tudo é estranho ao nosso tempo que não dá tempo e espaço para a tragédia moral. O espectáculo, na sua radical austeridade, confronta o público de hoje com um debate fundador de uma civilização que já não o reconhece. E com uma esquecida relação da política com a humanidade.

Recriação poética Frederico Lourenço
Encenação Luis Miguel Cintra
Cenário e figurinos Cristina Reis
Desenho de Luz Daniel Worm d’Assumpção
Interpretação André Silva, António Fonseca, Duarte Guimarães, José Manuel Mendes, Luís Lima Barreto, Luis Miguel Cintra, Martim Pedroso, Nuno Gil e Tiago Matias.

terça-feira, 24 de outubro de 2006

Galileu de Bertolt Brecht

Reposição

Autor Bertolt Brecht
Encenação João Lourenço
Elenco Afonso Pimentel, António Cordeiro, Carla Chambel, Francisco Pestana, Irene Cruz, Luís Alberto, Rui Luís Brás, Rui Mendes, Adérito Lopes, Joana Silva, Jorge Gonçalves, Pedro Giestas, Rui Melo, Rui Morisson e Susana Lourenço
Dramaturgia Vera San Payo de Lemos
Cenografia João Lourenço e Henrique Cayatte
Figurino Maria Gonzaga

A versão de A Vida de Galileu que o Teatro Aberto apresenta, com o título reduzido pelo qual é mais conhecida, baseia-se na segunda das três versões que o texto conheceu pela caneta de Brecht. Escrito no fim da guerra, este segundo texto surge na época do lançamento da bomba atómica. A chamada versão «americana» adapta-se a esta novidade. O resto é conhecido. Protegendo os interesses pessoais, o astrónomo apresenta como sua a descoberta do telescópio, mesmo sabendo que ela não lhe pertence. Apoia a repressão de trabalhadores da república veneziana, combate o sentido crítico da filha e acaba a desdizer-se perante a Inquisição. A luta de um homem pela sobrevivência é então o tema fundamental desta peça, escrita entre 1933 e 1956.

Habitar Portugal 2003/ 2005


Interessante, ... para verificar a normalidade da nossa arquitectura.

"Mostra de obras de arquitectura construídas por arquitectos portugueses, em Portugal e no estrangeiro, entre 2003 e 2005. Esta proposta leva-nos a habitar um país e apresenta-nos como missão da arquitectura a criação de condições de vivência, quer no espaço privado quer no domínio social."

Até 10 de Dezembro de 2006 no Centro Cultural de Belém.

quarta-feira, 18 de outubro de 2006

Fim do mês de luxo na Gulbenkian
Daniel Barenboim
Evgeny Kissin
Matthias Goerne
29, 30, 31 Out 2006


Daniel Barenboim

Ludwig van Beethoven

Triplo Concerto, para Violino, Violoncelo e Piano, em Dó maior, op.56

Arnold Schönberg
Concerto para Piano, op.42

Franz Liszt
Concerto para Piano Nº 1, em Mi bemol maior





Evgeny Kissin

Franz Schubert

Sonata Nº 9, em Mi bemol maior, D.568

Ludwig van Beethoven
Variações sobre um tema original, WoO 80


Johannes Brahms
Klavierstücke, op.118

Fryderyk Chopin
Andante spianato e Grande polonaise brillante




Matthias Goerne

Gustav Mahler
Canções de Des Knaben Wunderhorn (selecção)

Alban Berg
Quatro canções op.2

Richard Wagner
Wesendonck-Lieder

terça-feira, 17 de outubro de 2006

Barbara Hendricks

Love Derwinger, piano
Gulbenkian, 17 de Outubro de 2006

Primeira parte
Enrique Granados
Tonadillas
. La maja de Goya
. El majo discreto
. El tra la la y el punteado
. El majo timido
. El mirar de la maja
. Amor y odio
. Callejeo
. Las currutacas modestas

Francis Poulenc
Fiançailles pour rire
. La dame d’André
. Dans l’herbe
. Il vole
. Mon cadavre est doux comme un gant
. Violon
. Fleurs

Gustav Mahler
Ich atmet einen linden Duft
Liebst du um Schönheit
Blicke mir nicht in die Lieder
Ich bin der Welt abhanden gekommen

Segunda parte
Enrique Granados
Canciones amatorias
. Mañanica era
. Llorad, corazon, que teneis razo
. Iban al pinar
. No lloreis, ojuelos
. Mira que soy niña, ¡Amor, déjame!
. Gracia Mia

Henri Duparc
L’invitation au voyage
Chanson triste

Georges Bizet
Ouvre ton coeur
Adieu de l’hôtesse arabe

Manuel de Falla
Siete canciones populares españolas
. El pano Moruno
. Seguidilla Murciana
. Asturiana
. Jota
. Nana
. Canción
. Polo

quinta-feira, 12 de outubro de 2006

Prémio Nobel Literatura 2006


Press Release
12 October 2006
The Nobel Prize in Literature 2006
Orhan Pamuk

The Nobel Prize in Literature for 2006 is awarded to the Turkish writer Orhan Pamuk

"who in the quest for the melancholic soul of his native city has discovered new symbols for the clash and interlacing of cultures".

The Swedish Academy

domingo, 1 de outubro de 2006

Orquestra do Século XVIII


Orquestra do Século XVIII
Frans Bruggen (maestro)
Carolyn Sampson (soprano)
Teunis van der Zwart (trompa)

Wolfgang Amadeus Mozart
Concerto para Trompa Nº 3, em Mi bemol maior, K.447
Exsultate, jubilate, K.165
Sinfonia Nº 40, em Sol menor, K.550

Fundação Calouste Gulbenkian
10 de Outubro de 2006

domingo, 17 de setembro de 2006

3 Pianos:
Bernardo Sassetti, Mário Laginha e Pedro Burmester

Um espectáculo a não perder... com três excelentes pianistas.
Clássica e Jazz a tocar-se em trio, em duo e individualmente...
incluindo novas composições.

4 e 5 de Outubro de 2006 no Centro Cultural de Belém.

sexta-feira, 15 de setembro de 2006

Ciclo de Canto Gulbenkian
abre em grande em Outubro

Anne Sofie von Otter (meio-soprano)
Bengt Forsberg (piano, teclados), ...

Benny Andersson / Björn Ulvaeus, Tim Rice, Friedrich Hollaender, Kurt Weill / Bertolt Brecht, Michel Legrand, Elvis Costello, Charles Trenet...
4 de Outubro de 2006


Barbara Hendricks (soprano)
Love Derwinge (piano)

Enrique Granados, Francis Poulenc, Gustav Mahler, Henri Duparc, Georges Bizet, Manuel de Falla
17 de Outubro de 2006


Matthias Goerne (barítono)
Eric Schneider (piano)

Gustav Mahler, Alban Berg, Richard Wagner
31 de Outubro de 2006

quinta-feira, 14 de setembro de 2006

Festivais... na rentrée

Bienal Internacional da Luz

21 a 30 de Setembro de 2006

_______
Festival Música Viva
Intersecção de novas linguagens e estéticas musicais
Metamorfoses da criação musical contemporânea

23 de Setembro a 27 de Outubro de 2006

_______
Festival Temps D'Images

3 a 18 de Outubro de 2006

_______
Festa do Cinema Francês

4 a 15 de Outubro de 2006 (Lisboa)

sábado, 9 de setembro de 2006

bODY_rEMIX / les_vARIATIONS_gOLDBERG
Compagnie Marie Chouinard

Ballet en deux actes

Créé au Festival international de danse contemporaine de la Biennale de Venise, Italie, 2005

Centro Cultural de Belém
22 e 23 de Setembro de 2006.

Chorégraphie et direction artistique
Marie Chouinard

Interprètes
Tous les danseurs de la Compagnie Marie Chouinard

Musique
Louis Dufort : Variations sur les Variations,
Jean-Sébastien Bach : Variations Goldberg,
Variations 5, 6, 8
Extraits vocaux de Glenn Gould
Glenn Gould: A State of Wonder: The Complete Goldberg Variations (1955 & 1981)

Lumières, scénographie et accessoires
Marie Chouinard

Une production de la Compagnie Marie Chouinard, en coproduction avec la Biennale de Venise, le Centre national des Arts (Ottawa), le Festival Montréal en lumière, Schlossfestspiele (Ludwigsburg), le Théâtre de la Ville (Paris), White Bird (Portland), avec l’appui d’ImpulsTanz (Vienne)

Dans cette nouvelle création de Marie Chouinard, les dix interprètes de la compagnie exécutent des variations sur l’exercice de la liberté. Les danseurs apparaissent souvent sur pointes : sur une, deux et même quatre à la fois. Dans une spectroscopie du geste, on les observe également s’approprier différents supports – béquilles, cordes, prothèses, barres horizontales, harnais... – qui parfois libèrent le mouvement, parfois l’entravent, parfois le créent.

Cet usage d’accessoires donne lieu à des formes corporelles et à des dynamiques gestuelles inusitées, et ouvre sur un univers d’explorations méticuleuses et ludiques dans lequel solos, duos, trios et ensembles font écho, dans leur labeur, leur plaisir et leur invention, à la condition humaine.

Esthète du hors norme, Marie Chouinard offre une réflexion sur les effleurements entre l’indéfinissable de l’Autre et la flagrance de la Beauté, autour des Variations Goldberg de Jean-Sébastien Bach. Subtiles et extravagants, somptueux et sauvages, les mouvements sondent le mystère insoluble du corps, du vivant.


Muito bom. Especial.

sexta-feira, 8 de setembro de 2006

The Pillowman de Martin McDonagh
encenação de Tiago Guedes

Teatro Maria Matos,
até 15 de Outubro.
Boa encenação,
boa interpretação ...
e muito bom texto ...
Recomendado, em especial quando as outras ofertas são fracas.

Um escritor num regime totalitário é interrogado acerca do conteúdo grotesco dos seus contos e das suas semelhanças com uma série de homicídios infantis que estão a acontecer na sua cidade.

The Pillowman é um conto teatral que analisa a natureza e o propósito da arte de contar uma história. É uma descrição maravilhosamente negra da necessidade das histórias nos fazerem sofrer, e de nos curar.

Num sítio onde a liberdade pessoal é virtualmente inexistente, quanto tempo pode um contador de histórias originais sobreviver antes das forças de controlo e de poder acabarem com ele? É sobre a responsabilidade de um artista pelo seu trabalho e da protecção do mesmo segundo as leis da liberdade de expressão. Pode um artista ser culpado pelos sentimentos que o seu trabalho provoca? E se alguém agir segundo esses sentimentos, quem é responsável afinal?

O título da peça deriva de uma das histórias de Katurian, sobre um simpático e fofo personagem feito de almofadas, que encoraja crianças a suicidarem-se para não terem que viver vidas terríveis.

A capacidade de tornar acontecimentos violentíssimos em actos quase compreendidos por nós, faz deste texto uma peça psicologicamente muito complexa. Até que ponto é que as experiências primárias da nossa vida influenciam o processo criativo? As respostas, sempre inquietantes, ficam em aberto.

Interpretação: Albano Jerónimo | Gonçalo Waddington | João Pedro Vaz | Marco D’Almeida

National Theatre.
Broadway.

sábado, 5 de agosto de 2006

Exposições a não perder: colecções
Rau
Helga de Alvear


Grandes Mestres da Pintura Europeia: de Fra Angelico a Bonnard. Colecção Rau até 15 de Outubro no Museu Nacional de Arte Antiga.


O vídeo, a instalação, a fotografia, a pintura e objectos de artistas contemporâneos da colecção particular da galerista Helga de Alvear no Centro Cultural de Belém até 22 de Outubro.

sexta-feira, 4 de agosto de 2006

13 Artistas ׀ Arte Digital



A Galeria Municipal de Montijo inaugurou a exposição “13 Artistas ׀ Arte Digital”, no dia 3 de Agosto, na Sociedade Nacional de Belas Artes em Lisboa.
De carácter abrangente reúne autores que, de algum modo, foram iniciadores da Arte Digital, em Portugal: Américo Silva e João Meneres; a par de uma geração intermédia: Ana Rosário Nunes, Mário Cabrita Gil, Vasco Azevedo e Silva.
Para além destes, destaque ainda outros jovens autores que apreenderam e diversificaram esta herança como Andreia Neves Nunes, Catarina Araújo, D’Aguiam, Paula Nobre, Ricardo Castro, Rute Rosas e Tânia Araújo.
As propostas apresentam a evolução da Arte Digital em Portugal no campo fotografia digital, da instalação e da instalação vídeo.

"Novas Simbologias | Actuação e Limites"
A segunda exposição, procura reflectir sobre o conceito de novas simbologias (v. interdependência com um pensamento de matriz abstracta)- inspirador, causa e consequência de uma civilização do computador e que tende a substituir as qualidades do vivente, por um certo imanentismo espiritualista.

Até dia 19 de Agosto.

terça-feira, 1 de agosto de 2006

O 3º Homem
Texto e Encenação de Alexandre Lyra Leite

Teatro Maria Matos
2 a 6 de Agosto de 2006
Produção limpa, mas sem ideias interessantes.

Depois de “O Homem Vazio”, em 2003 e de “O Homem Absurdo”, 2005, a Inestética Companhia Teatral estreia o seu último projecto da trilogia RAM (Random Access Memory).

Tendo por inspiração a história verídica de uma mulher que sobreviveu após ter saltado da Torre Eiffel e o tema “From the Air”, de Laurie Anderson, O 3º Homem é um projecto no domínio do fantástico, de características fortemente visuais, que explora o conceito de “queda” como ponto de partida para uma insólita história de amor, num espectáculo que cruza a linguagem teatral, a dança e o vídeo e onde se incluem várias sequências subaquáticas.