Páginas

domingo, 5 de março de 2006

Secret, Cirque Ici – Johann le Guillerm


Artiste de cirque, équilibriste, dompteur, manipulateur et faiseur d’objets, johann Le Guillerm est un inventeur qui court l’aventure entre mystères scientifiques et poésie.

7 a 26 de Março de 2006, CCB

Secret est un cirque d’art et d’essai, un monde en soi, habité par un sorcier à l’âme tranquille. Tout nous envoûte dans Secret: la relation que cet homme de cirque seul en piste entretient avec la matière… il l’affronte, la séduit, la dompte ; le dialogue intime et muet que ce personnage, mi-diable, mi-chevalier, établit avec les objets; la complicité qu’il installe sous nos yeux avec d’étranges machines; le temps qui se dilate, s’étire et devient un allié précieux pour faire avec l’artiste un voyage au cœur des choses. Et si le secret de Johann Le Guillerm était de savoir nous conduire doucement à ce «point d’équilibre» auquel nous rêvons tous? Celui où nous serions enfin en accord avec le monde…

Un beau secret est toujours partagé. L’art corporel et spirituel, scientifique et poétique de Johann Le Guillerm semble se condenser dans le secret, ce mot qui désigne une chose réservée et qui résonne avec le verbe “se créer”.
Secretest d’ailleurs la cristallisation scénique d’une pensée en mouvement effectuée au sein de L’Observatoire que Johann Le Guillerm a mis en place au retour d’un tour du monde initiatique.
Manipulation d’objets créés ou détournés, Secret donne corps à des solos poétiques et troublants.
Il est le premier volet d’un projet nommé Attraction, qui en compte quatre: le spectacle Secret, une structure monumentale La Motte, un film, et un regard sur le projet La Trace. Sont présentés à la Villette: Secret, le prototype de La Motte et L’Observatoire.

sexta-feira, 3 de março de 2006

Richard Goode, piano

Gulbenkian, 8 de Março de 2006

Recital com pouca garra e com pouca emoção. Após Bach em piano forte, verificámos Berg e Schonberg igualmente sem chama, para finalizar com Beethoven para todos, pensava o pianista mal disfarçando o enfado. Fraco quando comparado com o que ouvimos até agora no ciclo de piano da Gulbenkian.

Johann Sebastian Bach
Partita Nº. 2, em Dó menor, BWV 826
1. Sinfonia
2. Allemande
3. Courante
4. Sarabande
5. Rondeaux
6. Capriccio

De O Cravo bem Temperado:
. Prelúdio e Fuga em Fá Maior, BWV 880 (Livro II)
. Prelúdio e Fuga em Lá menor, BWV 889 (Livro II)
. Prelúdio e Fuga em Dó sustenido menor, BWV 849 (Livro I)

Partita Nº. 5, em Sol Maior, BWV 829
1. Preambulum
2. Allemande
3. Corrente
4. Sarabande
5. Tempo di minuetta
6. Passepied
7. Gigue


Alban Berg
Sonata para Piano, op.1


Arnold Schönberg
Seis Pequenas Peças para Piano, op.19
1. Leicht, zart (leve, delicado)
2. Langsam (lento)
3. Sehr langsam (muito lento)
4. Rasch, aber leicht (rápido, mas leve)
5. Etwas rasch (algo rápido)
6. Serh langsam (muito lento)


Ludwig van Beethoven
Sonata para Piano Nº 31, em Lá bemol Maior, op.11
1. Moderato cantabile molto espressivo
2. Allegro molto
3. Adagio ma non troppo – Allegro ma non troppo (Fuga)

terça-feira, 28 de fevereiro de 2006

Orquestra da Gewandhaus de Leipzig,
Riccardo Chailly

Gustav Mahler
Sinfonia Nº 7, em Mi menor
"Canção da Noite"

Gulbenkian, 4 de Março de 2006

É
de esperar o melhor da orquestra, do director...
e essencialmente de Mahler.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2006

Iolanta, Pyotr Ilitch Tchaikovsky


Promete um bom espectáculo, esta última ópera de Tchaikovsky raramente representada, apesar de versão de concerto, com nomes de vulto como o maestro russo Vladimir Fedoseyev, director artístico e maestro titular da Orquestra Sinfónica Tchaikovsky da Rádio de Moscovo, e pelos solistas soprano Irina Lungu e tenor Piotr Beczala.


Deslumbrante a sensibilidade de Tchaikovsky para uma história aparentemente simples.

T. N. de São Carlos
24 a 27 de Fevereiro de 2006
__________________

Ópera lírica em um acto com quatro cenas, com libreto de Modest I. Tchaikovski baseado na tradução de Zotov de A Filha do Rei René de H. Hertz.
Tempo: século XV.
Local: montanhas no sul de França.

Estreia em Portugal
versão de concerto

Direcção musical Vladimir Fedoseyev

Intérpretes
Iolanta Irina Lungu
Rei René Benno Schollum
Robert Andrey Breus
Vaudémont Piotr Beczala
Ibn-Hakia Pavel Kudinov
Alméric Algirdas Janutas
Martha Laryssa Savchenko
Bertrand Oleg Didenko
Laura Vita Vasilieva
Brigitte Tatiana Lipovenko

Orquestra Sinfónica Portuguesa

Coro do Teatro Nacional de São Carlos
maestro titular Giovanni Andreoli


__________________
Ópera lírica em um acto de Piotr Ilitch Tchaikovski
Libreto: Modeste Tchaikovski segundo A filha do Rei René de Henrik Hertz
Criação: São Petersburgo, Teatro Mariinski, 18 Dezembro 1892

Quando A filha do Rei René, peça do dramaturgo dinamarquês Henrik Hertz, estreia em Moscovo, Piotr Ilitch Tchaikovski aspirava já à sua adaptação à cena lírica. O êxito que obtém, no final do ano de 1890, com a estreia da ópera-tragédia A Dama de Espadas, criada num fulgurante período de quarenta e quatro dias, proporcionar-lhe-á a encomenda, por parte do Teatro Imperial, de uma ópera e um bailado, com o propósito de serem estreados na mesma noite. Em Maio de 1892, ao regressar de uma bem sucedida digressão de concertos nos Estados Unidos da América, o compositor estabelece-se na sua residência nos domínios de Klin, que apresenta então as características ideais para a expansão das suas faculdades criativas. A sua estada nesta região, situada no percurso entre Moscovo e São Petersburgo, revelar-se-á especialmente prolífica. Aqui, o compositor poderá, finalmente, revelar a alma musical da fábula que o fascinava há já alguns anos, recorrendo de novo ao seu irmão, Modeste, para a concepção do libreto que dará origem à sua décima e última incursão no género lírico: Iolanta. A ópera lírica em um acto será criada juntamente com o bailado feérico sob um conto original de E. T. A Hoffmann O Quebra-Nozes, no Teatro Mariinski, São Petersburgo, a 18 Dezembro de 1892. O serão musical será reiterado onze vezes e cada uma das obras só será reposta após a morte do compositor. Iolanta surgirá em primeira instância nos teatros europeus - de Berlim e Viena - sob a direcção de Gustav Mahler.

Iolanta revela uma face do intrincado confronto entre o indivíduo e a sociedade, assunto que Tchaikovski deixa sobressair em muitas das suas obras, como reflexo da sua própria complexidade existencial. O argumento convida-nos a conhecer o universo de uma princesa cega cuja condição lhe fora sempre omitida. O seu pai, o Rei René, que lhe garantira um permanente afastamento da realidade através de uma existência de recolhimento no palácio e da convivência exclusiva com uma côrte que contribuía para lhe preservar a ilusão de que a humanidade era privada de imagens visuais, convocara agora um célebre médico mouro, Ibn-Hakia, que considera possível a recuperação da jovem princesa. No entanto, será a chegada de um forasteiro, o Conde de Vaudémont, que a levará a descobrir a verdade, e o amor que lhe conferirá a vontade e a coragem de se submeter ao tratamento e superar esta circunstância.

PGR - TNSC

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2006

  • Kilas, O Mau da Fita - Fonseca e Costa
  • Amelia - La La La Human Steps de Montreal, Édouard Lock
    ... coisas boas na TV
  • RTP1, 23 de Fevereiro de 2006, 23:15

    Kilas, O Mau da Fita
    Portugal, 1976.

    Rui Tadeu, aliás Kilas, uma "fraca" figura entre um mundo marginal...

    De memórias suadas, carne mole, medos medíocres, vícios e nicotina, surge Kilas - aturdido pela pequenês do físico, tacão alto a deitar figura, de arrogância por medida.

    Entre tipos marginais e mitos precários de uma farsa passional, eis a criatura mais popular e característica deste fil
    me português. Estilizada por José Fonseca e Costa em Kilas, o Mau da Fita - um dos maiores sucessos no pós-25 de Abril.

    RTP1, 23 de Fevereiro de 2006

    Autoria: Fonseca e Costa e Sérgio Godinho

    Realização: José Fonseca e Costa

    Com: Mário Viegas, Lia Gama, Luís Lello, Lima Duarte, Milú, Paula Guedes, Natalia Do Vale, Tony Morgon
    ________________________________________
    2:, noite de 26 para 27 de Fevereiro de 2006, 00:30

    Amelia
    1980

    Um espectáculo fascinante, um bailado diferente, um dos mais consagrados coreógrafos do mundo

    Criada por Édouard Lock em 1980 a companhia La La Human Steps de Montreal reinventa a dança contemporânea. "Amélie" é bem a prova disso.

    Um bailado fascinante onde o coreógrafo elabora uma nova forma de dança, através de uma linguagem gestual original que exprime todas as emoções humanas, desde o erotismo, a paixão, a tristeza e o amor.

    Um bailado de cortar a respiração, amplamente premiado e cuja banda sonora original para violino piano e voz combina com cinco dos temas mais famosos de Lou Reed, criados para o Velvet Underground, reafirma Edouard Locke como um dos maiores coreógrafos do mundo!...

    sexta-feira, 17 de fevereiro de 2006

    BES Photo 2005

    Centro Cultural de Belém

    até 5 de Março de 2006

    José Luís Neto (vencedor)
    António Júlio Duarte
    José Maçãs de Carvalho
    Paulo Catrica

    quarta-feira, 15 de fevereiro de 2006

    Todos os que caem, Samuel Beckett

    Teatro da Comuna

    Até 1 de Abril de 2006

    Há cem anos nascia um dos mais importantes nomes do teatro mundial. Há cinquenta, Samuel Beckett escrevia "Todos os que caem", um retrato, com humor, das misérias de quem chega "ao extremo da dificuldade de existir".

    A história, encenada por João Mota, desenrola-se a partir de Maddy, a esmagadora Mrs. Rooney, que aguarda a chegada do marido na estação de comboios. Em apenas um acto, a peça é o trajecto desta mulher, envelhecida e doente, mas conformada com a existência.

    Maria do Céu Guerra é esta figura amarga, desconcertante, irónica, comovente, trágica. Mais que gorda. Mais que idosa. "É uma pessoa disforme do ponto de vista físico, é casada com um cego e são os desesperados. Chegaram ao extremo da dificuldade de existir", diz a actriz.

    "Todos os que caem" mais não é do que "uma metáfora sobre o ser humano, uma metáfora sobre nós (...) que muitas vezes nos perguntamos qual é o sentido da vida", explica Maria do Céu Guerra.

    O palco é um verdadeiro estúdio de rádio, ou não fosse esta uma peça escrita por Beckett para rádio. Na Comuna, cada representação é gravada e ao movimento juntam-se sons criados com a ajuda dos mais diversos utensílios de cozinha.

    "Todos os que caem" é uma das iniciativas portuguesas que comemoram o centenário do nascimento de um dos maiores dramaturgos do Teatro do Absurdo e vencedor do Prémio Nobel da Literatura em 1969.

    segunda-feira, 6 de fevereiro de 2006

    Quarteto Artemsax

    Concertos Antena 2 - «Entre Paredes»

    Quarteto de Saxofones de Palmela
    Centro Cultural de Belém
    13 de Fevereiro de 2006

    “Entre Paredes” é um espectáculo ambicioso que aborda a música de Carlos Paredes de uma forma muito peculiar na procura da identidade nacional, levando este grupo a fundir a capacidade tímbrica e sonora que caracteriza o quarteto de saxofones e o inigualável timbre da guitarra portuguesa com outras manifestações artísticas, como o teatro e a dança, que enriquecem a singularidade deste espectáculo.

    Saxofone soprano: João Pedro Silva
    Saxofone alto: João Pedro Cordeiro
    Saxofone tenor: Rui Costa
    Saxofone barítono: Rita Nunes

    Convidados:

    Coreografia e dança: Rita Galo e Nuno Gomes
    Dramatização: Ana Brandão

    Participação especial
    Guitarra portuguesa: Paulo Soares

    Autoria: Quarteto ARTEMSAX
    Música: Carlos Paredes
    Arranjos: (exclusivos do Quarteto Artemsax): José Condinho e Pedro Marques

    sexta-feira, 3 de fevereiro de 2006

    Il Barbiere di Siviglia, Rossini


    T. N. de São Carlos, 8 a 16 de Fevereiro

    Gioachino Rossini


    Ópera bufa em dois actos, com libreto de Sterbini baseado em Beaumarchais.

    Direcção musical Jonathan Webb
    Encenação Emilio Sagi
    Cenografia Llorenç Corbella
    Figurinos Renata Schussheim
    Desenho de luzes Eduardo Bravo

    Intérpretes

    Conte d'Almaviva
    Marius Brenciu
    Mário João Alves

    Bartolo
    Bruno Praticò
    Filippo Morace

    Rosina
    Kate Aldrich
    Natalia Gavrilan

    Figaro
    Franco Vassallo
    Luís Rodrigues

    Basilio
    Enrico Iori

    Fiorello
    Luís Rodrigues
    Diogo Oliveira

    Berta
    Elvira Ferreira


    Orquestra Sinfónica Portuguesa

    Coro do Teatro Nacional de São Carlos
    maestro titular Giovanni Andreoli


    Nova Produção
    Teatro Real de Madrid
    Teatro Nacional de São Carlos


    Grande divertimento com um bom elenco.
    ____________________
    O enredo e a música
    Biografia do Compositor
    Contexto Histórico
    Libretto

    quinta-feira, 2 de fevereiro de 2006

    Nikolai Lugansky, piano

    "Um pianista de uma imensa fluência técnica e qualidade musical inata". Gramophone

    Gulbenkian, 7 de Fevereiro de 2006

    Ludwig van Beethoven
    Sonata Nº 16, em Sol Maior, op.31 nº 1

    César Franck
    Prelúdio, Coral e Fuga

    Fryderyck Chopin
    Prelúdio, em Dó sustenido menor, op.45
    Sonata Nº 3, em Si menor, op.58

    O regresso de Nikolai Lugansky a Portugal é, sem dúvida, um dos momentos mais esperados da presente temporada de música. O extraordinário pianista apresentar-se-á em recital com um programa que inclui obras de Ludwig van Beethoven, César Franck e Fryederyck Chopin. Representante da nova geração de músicos russos, este artista de excepção tem revelado um singular talento, reconhecido e aclamado no mundo inteiro.

    Dos tempos da descoberta do seus dotes musicais precoces pelos seus pais, refere-se a curiosidade de, conforme relata o próprio pianista, ter apenas cinco anos quando tocou, pela primeira vez uma sonata de Beethoven. O mais surpreendente é que a tocou de memória e sem nunca ter aprendido a ler uma partitura. Apenas a tinha antes escutado.

    Lugansky formou-se na Escola Central de Música de Moscovo e no Conservatório Tchaikovsky, tendo como mentora a não menos famosa pianista Tatiana Nikolaïeva. Em 1994, venceu o prestigiado Concurso Tchaikovsky, um dos numerosos prémios com que tem sido distinguida a sua carreira.

    Lugansky é hoje em dia um dos mais famosos pianistas russos, continuador de uma tradição lendária que ele próprio contribui para manter viva através dos seus concertos nas principais salas internacionais, da sua carreira discográfica e também através da docência. É, ainda, um artista único, cuja sensibilidade e requinte interpretativo transcendem o seu completo domínio técnico.

    quarta-feira, 1 de fevereiro de 2006

    Orquestra de Câmara da Europa
    András Schiff (piano, direcção)


    Gulbenkian, 6 de Fevereiro de 2006

    O repertório a executar centrar-se-á na abordagem de tipologias sinfónicas por três importantes compositores cuja carreira se desenrolou no espaço austro-húngaro. Enquanto que Beethoven e Schubert desenvolveram a sua carreira na capital do império, Dvorák centrou a sua actividade no território actualmente designado por República Checa, tendo sido um importante codificador de um tipo específico de nacionalismo musical.

    Franz Schubert
    Sinfonia Nº 5, em Si bemol Maior, D.485

    Antonin Dvorák
    Concerto para Piano, em Sol menor, op.33

    Ludwig van Beethoven
    Sinfonia Nº 2, em Ré Maior, op.36

    Concerto magnífico, boas peças e excelentes interpretação e direcção.


    András Schiff

    Highlights in the life of the
    Chamber Orchestra of Europe

    In 1986 Deutsche Grammophon's recording of Rossini's comic opera 'Viaggio à Reims' conducted by Claudio Abbado wins the Orchestra's first Gramophone 'Record of the Year' award.
    The COE is presented with its second Gramophone 'Record of the Year' award in 1988 for Deutsche Grammophon's Schubert symphony cycle conducted by Claudio Abbado.
    Five top European prizes are awarded in 1989 for Deutsche Grammophon's recording of Schubert's opera Fierrabras, with the COE again conducted by Claudio Abbado.
    1991 sees the International Mozart Festival commemorating the 200th anniversary of the death of the composer launched with COE concerts throughout Europe conducted by Sir Georg Solti.
    With Nikolaus Harnoncourt the COE is chosen to perform Mozart's last three symphonies in Vienna on the anniversary of his death.
    A six-part series on the Chamber Orchestra of Europe is broadcast on UK television.
    Gramophone votes as '1992 Record of the Year' Teldec's recording of the Beethoven symphony cycle conducted by Nikolaus Harnoncourt, and it goes on to win every other major international award.
    The Salzburg Festival opens with Nikolaus Harnoncourt conducting Beethoven's Missa Solemnis.
    Claudio Abbado and the COE are invited to launch the bi-centenary Rossini Opera Festival in Pesaro, birthplace of the composer.
    COE Leader Marieke Blankestijn's recording with the COE of Vivaldi's 'Four Seasons' is described in Gramophone as their first choice.
    The Orchestra's two complete cycles of the Beethoven symphonies conducted by Nikolaus Harnoncourt at the 1994 Salzburg Festival are described unanimously as 'superlative', 'impeccable', 'unparalleled'.
    In 1995 the 75th anniversary season of the Salzburg Festival opens with performances of Mozart's Marriage of Figaro conducted by Nikolaus Harnoncourt.
    The Orchestra's recording of Cosi fan tutte is described in The Times as 'eclipsing all other recent versions'.
    Standing ovations at Carnegie Hall reward Nikolaus Harnoncourt and the COE when they perform the complete Beethoven symphony cycle in the autumn of 1996.
    Claudio Abbado conducts Schubert symphony cycles at the Salzburg and Berlin Festivals.
    Nikolaus Harnoncourt conducts Schubert's opera Alfonso & Estrella at the Vienna Festival, and two complete Brahms symphony cycles at Styriarte in Graz in the centenary year of the composer's death, 1997.
    The launch of award-winning recordings of the Sibelius symphony cycle conducted by Paavo Berglund takes place at the Helsinki and Edinburgh International Festivals in 1998.
    In 2000 the Daily Telegraph writes that the COE provides audiences with 'a breathtaking display of European harmony'.
    The COE's 20th birthday in 2001 is marked by the release of the Brahms symphony cycle with Paavo Berglund.
    Alfred Brendel shares his 70th birthday celebrations with the COE in concerts throughout Europe.
    Nikolaus Harnoncourt's recordings with the COE of Dvorak's Slavonic Dances is shortlisted by Gramophone magazine as 'Orchestral Record of the Year 2002'.
    A Financial Times review declares 'The COE deserves to be renamed 'The Best Orchestra in Europe'.
    In 2003 the COE wins a Grammy award for its Schubert Songs CD with Claudio Abbado, Anne Sofie von Otter and Thomas Quasthoff.
    The COE becomes the first resident orchestra at the Salzburg Mozartwoche in 2004, and undertakes its 5th tour of the United States.

    sexta-feira, 27 de janeiro de 2006

    Mozart, Comemoramos 250 anos do nascimento, 1756

    Três meses após o terramoto de Lisboa.

    Voltaire, Rousseau, Kant e Goethe estavam por cá.

    Início da guerra dos sete anos.

    quinta-feira, 26 de janeiro de 2006

    Così Fan Tutte

    Wolfgang Amadeus Mozart no início da temporada lírica 2006/2007 do Teatro Nacional de São Carlos.

    Libretto de Lorenzo da Ponte.
    Première, Viena 26 de Janeiro de 1790.

    quarta-feira, 25 de janeiro de 2006

    Ballet Nacional de España
    Flamenco

    Centro Cultural de Bélem
    26 a 31 de Janeiro de 2006


    «La Leyenda»

    Idea original y Coreografía:
    José Antonio
    Música: José Antonio Rodríguez
    Rondeña y Alegrías: Juan Requena
    Adaptación e Interpretación de “Embrujo del Fandango”: Rafael Marinelli
    Diseño de Iluminación: Juan Gómez Cornejo (AAI), Paloma Contreras
    Diseño de Vestuario: Pedro Moreno
    Diseño de Escenografía: José Antonio
    Realización de Vestuario: “El Salao” y González
    Realización de Escenografía: Mambo Decorados
    Calzados: Arte y FyL

    Por Rosalía Gómez
    Entre los artistas y los aficionados que pueblan hoy nuestros teatros son muy pocos los que han visto bailar en vivo a Carmen Amaya. Aquellos que tuvieron ese privilegio la definen con una palabra: “fuerza”. Su baile era, en efecto, fuerte, intenso, rápido, profundamente serio. Y así son también las imágenes que han ido forjando en el tiempo este mito del flamenco, símbolo universal del temperamento español: Carmen en escena con los brazos atrás y la cabeza adelantada, casi en actitud de embestir; Carmen vestida de hombre, Carmen de faralaes luciendo sus brazos increíblemente musculosos, Carmen mandando al cielo la cola con una patada...
    Cuantos la conocieron personalmente, sin embargo, como es el caso de José Antonio, fuera del clamor de los escenarios, saben mucho también de la fragilidad y de la humanidad de esta mujer nerviosa que apenas alcanzaba el metro y medio de estatura.


    «Aires de Villa y Corte»

    Coreografía: José Antonio
    Música: José Nieto
    Diseño de Iluminación: Nicolás Fischtel (AAI)
    Diseño de Vestuario: Yvonne Blake
    Realización de Vestuario: González, Pipa y Milagros
    Tocados: Hortensia
    Calzado: Arte FyL, Maty

    Ballet Nacional de España

    segunda-feira, 23 de janeiro de 2006

    Festa da Música (?)

    La Folle journée 2006 joue "L'harmonie des Nations" à la Cité internationale des congrès de Nantes

    Jusqu'au dimanche 29 janvier 2006, la 12e édition de la Folle journée s'offre pour partition "L'harmonie des Nations", couvrant la période 1650-1750.
    On y interpréte des oeuvres de compositeurs allemands (Johann Sebastian Bach, Georg Philipp Telemann), français (François Couperin, Jean-Philippe Rameau), anglais (Georg Friedrich Haendel, Henry Purcell), italiens (Domenico Scarlatti, Antonio Vivaldi), espagnols (Manuel Blasco de Nebra, Antonio Soler) et portugais (Francisco Antonio de Almeida, Carlos Seixas).


    Festa da música no CCB 2006 deverá ser reduzida a dois dias e em 2007 poderá não se realizar.
    DN

    sexta-feira, 20 de janeiro de 2006

    Match Point

    Parece que Woody Allen voltou a fazer um bom filme, em Londres, já que os americanos não lhe querem dar dinheiro pelo menos sem grande intervenção na produção, desta vez de Inglaterra / Luxemburgo,... vamos ver...

    The man who said 'I'd rather be lucky than good’ saw deeply into life. People are afraid to face how great a part of life is dependent on luck. It's scary to think so much is out of one's control. There are moments in a match when the ball hits the top of the net and for a split second it can either go forward or fall back. With a little luck, it goes forward and you win…or maybe it doesn’t, and you lose.”
    (...)

    quinta-feira, 19 de janeiro de 2006

    F. C. Gulbenkian - programa de apoio à dança

    Após a extinção da ballet Gulbenkian ...

    Destina-se a apoiar a qualificação das estruturas e dos profissionais da Dança sob a forma de subsídios pontuais com finalidades bem definidas. Não serão, por conseguinte, contemplados pedidos que visem o simples financiamento da actividade artística regular ou do seu suporte logístico e administrativo corrente, (...)

    Apoio à formação:
    O PAD poderá conceder bolsas de estudo para frequência de programas de formação artística avançada de natureza variável, abrangendo quer acções formativas de carácter profissionalizante quer programas académicos estruturados conducentes à aquisição de diplomas formais. (...)

    Apoio à internacionalização:
    O PAD poderá apoiar, total ou parcialmente, os custos de deslocação internacional de companhias ou artistas individuais, (...)

    Apoio à investigação e edição:
    O PAD poderá apoiar projectos de investigação nos domínios da história, teoria, estética, técnica e pedagogia da Dança. (...)

    Programa de Apoio à Dança

    quarta-feira, 18 de janeiro de 2006

    Patricia Barber



    23 de Janeiro de 2006 no CCB.

    Live - A Fortnight in France

    Patricia Barber
    - piano & vocals
    Neal Alger - guitar
    Michael Arnopol - bass
    Eric Montzka - drums


    "This is what Patricia Barber has: adventurous piano playing, a low-vibrato alto on perpetual rhythm and timbre alert and smart songs about the way we think and live, not just the way we love... This is the kind of art we need to be on the lookout for everywhere. The 21st century has started. We can’t afford to be left behind."
    New York Times