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sábado, 23 de julho de 2011

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Young Montana? - Limerence

Exhilarating hip-hop instrumentals and hyperactive odd-tronica from one of the UK's most promising beat-crafters. Already lauded by Gaslamp Killer, Pitchfork and Mary Anne Hobbs (who singled him out as her 'Favourite Unsigned Artist of 2010'), Young Montana has now found a home with Alpha Pup. Most artists take a few years in the spotlight to develop, but this wee fella - apparently only 20 years old - feels already like the finished article, his debut full-length a dazzlingly ambitious and fully-realized affair. Hailing from sunny Coventry, his abundant musicality and kinetically edited style brings to mind vintage Prefuse 73, splicing and dicing fragments of steamy soul, techno, grime, folk and On The Corner-style freak jazz into lurching, luminescent beat patterns that make even Mike Slott's junkyard-falling-off-a-cliff beat style sound static. It's tough to pick favourites, but the way the looped lovers' vocals and breezy horns of 'Bad.day' dissolve dramatically into a sea of undulating, echo-plexed techno-dub is one of the album's most arresting moments. 'Mynnd' is the sound of YM's imagination in overdrive, climaxing in a heads-down groove fashioned out of sawing, distorted bass and twitchy drum edits that nudge us into almost avant-garage territory. 'Hot Heathrr' shows just what can be achieved with genuine talent and some decent cracked software these days, with what feels like a million different melodious samples and drum clusters battling for supremacy. Yes, there are moments where you wish he'd stop fiddling and just let the groove do the talking, but it's churlish to complain; that really ain't the game he's playing. And while there's a hell of a lot going in every track, it's arranged and spliced with great discipline; even the busiest compositions are coherent and balanced and that's exactly what makes it such a mind-boggling trip to listen to. Honestly, if this was Hudson Mohawke's new album then everyone at the planet would be hailing it as a masterpiece; don't let the fact that Young Montana is less well-known obscure the magnitude of his achievement. Big up. boomkat

domingo, 17 de julho de 2011

Fronteiras - Encontros de Fotografia de Bamako


Exposição produzida no âmbito da última edição dos Encontros de Bamako – Bienal Africana de Fotografia, em 2009, reunindo cerca de 180 fotografias e vídeos que reflectem a criação contemporânea na área da fotografia em África e dos artistas afro-americanos. Desenvolvida em torno da temática “Fronteiras”, esta mostra colectiva oferece diversas interpretações e representações das questões sociopolíticas, culturais e identitárias.


Gulbenkian, até 28 de Agosto

sexta-feira, 15 de julho de 2011

I AM THE WIND, Jon Fosse

I AM THE WIND, Jon Fosse
English text : Simon Stephens,
Patrice Chéreau, Thierry Thieû Niang



The wind was threatening and it rose suddenly. There are two of them on a brittle boat: an excursion at sea, a stop in a creek, a glass of schnapps, and a little food. And so one of them decides to push further on towards the high seas. And here we are, on the high seas _ if only this: to symbolize on a theater stage, the journey, the trip, the islands offshore, the fog and the ocean, calm and soon threatening. To symbolize in a same move the crossing of the channel and the depression’s shadow kept at a distance and that forcefully strikes back; brotherhood, love? It slowly becomes unbearable, something that carries such little weight, until the final accident which will bring calm and peace and lightness, finally.

A journey inside two intertwined lives, an odyssey, a paradoxical path towards appeasement.

Patrice Chéreau



Intérpretes Tom Brooke, Jack Laskey
Cenário Richard Peduzzi
Figurinos Caroline de Vivaise
Desenho de luz Dominique Bruguière
Música Éric Neveux



Teatro Municipal de Almada, 17 e 18 de Julho
Festival de Almada

Cercles / Fictions, Joël Pommerat


En résidence depuis trois ans au théâtre des Bouffes du Nord, Joël Pommerat crée Cercles/Fictions, un spectacle écrit à partir d’histoires vraies. La scène représente un grand cercle : un lieu magique où le réalisme se mêle à l’imagination créative de la mise en scène pour un spectacle tout simplement sublime.

Teatro D. Maria II, 14 a 16 de Julho
Festival de Almada

Mission Drift, TEAM


Mission Drift is a pioneering journey west and east across the USA, told through atomic blasts, lizard ballet, and music that fuses Las Vegas glitz with Western ballads and Southern blues. The musical follows an immortal Dutch couple through American time and space, from the New Amsterdam colony in 1624 to modern-day Vegas. Over it all reigns Miss Atomic. She is creation and destruction, the seduction and devastation of American capitalism.
The TEAM is the Theatre of the Emerging American Moment, an NYC-based collaborative ensemble whose mission is to create new work that dissects and celebrates the experience of living in America today.



Culturgest, 14 a 16 de Julho
Festival de Almada

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Purga de Sofi Oksanen, Teatro Aberto

de SOFI OKSANEN

Depois do sucesso de O Senhor Puntila e o Seu Criado Matti, de Bertolt Brecht, João Lourenço encena Purga, de Sofi Oksanen. Esta peça é a primeira e até agora única, da autora finlandesa, tendo estreado em 2007 no Teatro Nacional de Helsínquia. Da peça resultou o terceiro romance da autora, Purga (2008), que depressa a consagrou como uma das grandes escritoras da actualidade. O espectáculo marca o regresso ao palco do Teatro Aberto da actriz Irene Cruz, num dos papéis mais desafiantes e estimulantes da sua carreira.



ENCENAÇÃO E REALIZAÇÃO VÍDEO
JOÃO LOURENÇO

CENÁRIO
ANTÓNIO CASIMIRO
JOÃO LOURENÇO

FIGURINOS
LÍDIA LEMOS

COREOGRAFIA
CLÁUDIA NÓVOA

SUPERVISÃO AUDIOVISUAL
NUNO NEVES

LUZ
MELIM TEIXEIRA

BANDA SONORA
JOÃO LOURENÇO

COM
ALBERTO QUARESMA | ANA GUIOMAR | CARLOS MALVAREZ | HUGO BETTENCOURT | IRENE CRUZ | PATRÍCIA ANDRÉ | RUI NETO



Sinopse
Estónia, 1992, pouco depois de o país se ter libertado do domínio soviético e reconquistado a sua independência. Aliide, uma mulher de idade, que vive sozinha no campo, acolhe Zara, uma jovem fugitiva, vítima de uma rede de prostituição. Neste encontro, revela-se a história dramática de uma família, mas também a história de um grande amor, vivida num tempo de opressão e medo.
Construída como uma narrativa a várias vozes, que mistura passado e presente, Purga impressiona pelas histórias emocionantes que conta e pela vontade indomável de viver das suas personagens.


Até 31 de Julho e volta em Setembro.


Sobre a autora

Sofi Oksanen

Nasceu em 1977 em Jyväskylä, na Finlândia, filha de pai finlandês e mãe estoniana. Estudou Literatura nas Universidades de Jyväskylä e Helsínquia e Dramaturgia na Academia de Teatro de Helsínquia. Afirmou-se como escritora com os romances As Vacas de Estaline (2003), sobre uma jovem com distúrbios alimentares e a vida de mulheres estonianas que emigraram para a Finlândia, e Baby Jane (2005), sobre a ansiedade e a violência entre casais lésbicos.
Purga, a sua primeira e até agora única peça, estreou em 2007 no Teatro Nacional de Helsínquia. Construída como uma narrativa polifónica, associando, numa viagem pela memória, situações ocorridas na Estónia nos anos 40/50 e 90, apresenta, numa densa história familiar, amor, desejo e perda, até onde pode ir a luta pela sobrevivência em tempos passados e recentes.
Da peça resultou o seu terceiro romance, Purga (2008), que depressa a consagrou como uma das grandes escritoras da actualidade. Distinguido com prestigiados prémios nacionais (Finlândia e Runeberg) e internacionais (Conselho Nórdico para a Literatura, Femina, Fnac e União Europeia) e traduzido para várias línguas, Purga vai ser adaptado ao cinema e apresentado como ópera em 2012.

terça-feira, 5 de julho de 2011

ELA de Jean Genet



Teatro da Cornucópia no Teatro do Bairro Alto, até 24 de Julho.
Tradução e encenação Luis Miguel Cintra
Cenário e figurinos Cristina Reis
Desenho de luz Daniel Worm D’Assumpção
Interpretação Dinis Gomes, Luis Miguel Cintra, Luís Lima Barreto e Ricardo Aibéo.

domingo, 3 de julho de 2011

Anoushka Shankar - Traveller


Traveller. Anoushka Shankar Ensemble, Anoushka Shankar (sitar), acompanhada por músicos indianos e de flamenco (percussão, flauta, shehnai e vozes). Lisbon, December 12.

Anoushka Shankar, "Raga Flamenco Journey” - Traveller.
Cathedral, Girona, Spain. Pieces from "Traveller". 03 Jul. 2011, 10 pm CET, 9 pm Lisbon.
This world-premiere event will be available on www.medici.tv and www.deutschegrammophon.com, live and then streamed for 90 days.
http://www.deutschegrammophon.com/artist/?ART_ID=SHAAN

Festival ao Largo, orquestra Gulbenkian


Ontem no Largo São Carlos, "El amor brujo" de Manuel de Falla.
Orquestra Gulbenkian, direcção Pedro Neves, contralto Joana Nascimento.

Próximo Futuro

último dia de espectáculos Próximo Futuro/VERÃO 2011! - Próximo Futuro


Shangaan Electro (África do Sul), com NozinjaTshetsha Boys e DJ Spoko.


Villa+Discurso (Chile), de Guillermo Calderón, com as extraordinárias actrizes Carla Romero, Francisca Lewin e Macarena Zamudio (Compañia Playa).

noiserv


Noiserv - David Santos.
Hoje, Jardim da Estrela, 18:30.