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domingo, 14 de fevereiro de 2010

Hofesh Shechter

Uprising
In Your Rooms
Coreografia e música Hofesh Shechter
Desenho de luz Lee Curran
Música adicional VEX’D
Interpretação
Winifred Burnet-Smith, Chien-Ming Chang, Christopher Evans, Bruno Karim Guillore, Philip Hulford, Jason Jacobs, Ye-Ji Kim, Elias Lazaridis, Yen-Ching Lin, Sita Ostheimer, Hannah Shepherd
Músicos
Christopher Allan violoncelo
Andy Maddick viola
Yaron Engler percussão
Norman Jankowski percussão
Tim Harries contrabaixo

Centro Cultural de Belém, 12 e 13 de Fevereiro de 2010

Grande espectáculo:
coreografia, música, luz e interpretações.
Obrigatório!

A dança contemporânea deixou de ser aborrecida!
(palavras atribuídas a Hofesh Shechter:
a dança contemporânea é aborrecida!)

A dança de Hofesh é como deve ser a dança contemporânea, directa, visceral e despretensiosa, como é dito em baixo?
Não interessa se Hofesh vem salvar a dança ou colocar a dança no seu lugar certo.
Estas peças têm "tudo", nas primeiras palavras (acertadas) da Margarida.
Mais palavras minhas para breve.
Entretanto esperam-se os comentários...

Uprising

In Your Rooms



3 comentários:

margarida disse...

É axactamente por que a dança de Hofesh "tem tudo", nas minha palavras, que é difícil escrever sobre ela. Tudo na amplitude máxima do tempo e do espaço porque quando ocorre, no momemnto da dança, não existe mais nada para além desse espaço, que é a própria dança.

margarida disse...

Bem mas agora depois de rever as peças (nos vídeos) haveria muito mais a dizer. A primeira coisa que ocorre é: Hofesh, para quando? João não deixes de estar atento, acho que até podes abrir um parêntesis no blog "actividades de cultura em Lisboa (no caso de Hofesh também noutras cidades)"

João Martins disse...

Sim, numa pesquisa pela web, estão todos em êxtase com o trabalho de Hofesh.
É realmente original ou originalmente real, e arrebatador. Todos os movimentos, música, som e luz. Uma energia e uma intensidade física perturbantes.
Hofesh insiste em comunicar com a audiência. Pretende também tratar grandes ideias, uma transmissão directa de emoções e a simplificação da dança. A dança de Hofesh parece-nos acessível e apetecível.
“tudo na amplitude máxima do tempo e do espaço” .